INSÔÔNIA.com
O melhor jogo online
jul
17
2017

transei com a minha sogra

Fala insoonia, não sei se vcs vão postar a minha história, mas se não postar, ao menos transei com a minha sogra! kkkkkkk

Essa é a história mais cruel e real que estou vivenciando no momento. Namoro uma garota linda que conheci na faculdade, há 4 anos. Somos de cidades diferentes e estudamos na mesma universidade, numa cidade do interior do sul de Minas Gerais.

Acontece que me apaixonei por minha namorada no início do curso, somos bem parecidos e curtimos as mesmas coisas. Ela é uma linda garota e inteligente.

A gente não convivia juntos em família, quando chegava as férias, cada um ia para a sua cidade curtir sua própria família.

Acontece que, há alguns meses, a mãe da minha namorada se separou do marido e veio morar com ela na cidade onde estudamos. Minha namorada não quis deixar a mãe sozinha, pois ela estava muito mal com a separação. Crises de depressão e afins.

A partir de então, eu comecei ter mais proximidade com a minha sogra. Todos os dias vou na casa da minha namorada e a vejo. Nós a ajudamos a superar a separação. Aos poucos ela foi esquecendo do marido e começou a focar em sua nova vida.

Mas, porém, contudo, todavia, entretanto… há umas semanas atrás, a minha sogra começou a me agradar excessivamente. Sempre me chamando para jantar com elas, faz bolo, me dá presentes, me convida para almoçarmos sozinhos (minha namorada não almoça em casa), e enfim… ela começou a demonstrar interesses a mais por mim. Interesses esses que nunca me passaram pela cabeça. Até no fim de semana passado. =/

Meus amigos, fui surpreendido totalmente nesse sábado que passou. Minha namorada viajou para um congresso e minha sogra me convidou para almoçar com ela. Aliás, a minha namorada que me disse que a mãe mandou me convidar para ir lá almoçar com ela no fim de semana. Respondi beleza e que eu iria sim.

Rapaz, por um momento penso que não devia ter ido, estou aqui todo confuso e me sentindo a pior pessoa. Mas tenho que admitir que foi foda, abalou minhas estruturas… sério! ESTOU FUDIDO.

Fui surpreendido desde o início que cheguei na casa da sogrona. Ela me recepcionou de avental, com um vestidinho que jamais pensei em vê-la vestindo. Obs.: ela é um mulherão da porra. Malha todos os dias, toda jovial e gostosona. Neste dia é que vi o quanto a coroa sabe ser sensual.

Com um batom vermelho na boca, preparando o almoço com aquele vestido provocante e um salto super alto, a sogrona me vira e diz, enquanto me serve vinho na taça:

– Hoje você vai comer a minha especialidade. Tá preparado?

Naquele momento comecei a viajar profundamente, o Roberval já dando sinal de vida e eu tentando desviar o pensamento, achando que tudo era loucura da minha cabeça.

Não conseguindo controlar meus pensamentos, decidi ir pra sala e liguei o videogame, disse que iria jogar enquanto ela terminava o almoço. Ela diz ok e falou que me serviria na sala quando terminasse.

Mas nada adiantou eu tentar desviar o foco para o jogo, a minha sogra toda hora ia na sala, desfilando, para me servir vinho. Meu povo, o poder de sedução da coroa é inexplicável. Ela simplesmente me deu um xeque mate.

Conversa vai, conversa vem… e nós já alterados de vinho, o inesperado aconteceu! Ela terminou o almoço e veio até mim toda assanhada e disse no meu ouvido:

– O almoço está pronto, que tal comer o prato de entrada primeiro?

E nisso, ela sentou em cima de mim e começamos a nos pegar. Estávamos num amasso fuderoso, até que ela se levantou, tirou o avental, começou a beijar minha barriga e abaixou as minhas calças. Eu estava louco de tesão. E ela sem calcinha.

Depois de me chupar gostoso, sentou em mim e MEU DEUS DO CÉU COMO ESSA MULHER CAVALGA GOSTOSO.

Não resisti e transamos a tarde toda. O almoço? Virou janta.

Depois de uma tarde toda de sexo, fomos comer. E depois, fui embora pra casa.

Ela me pediu pra ficar e passar a noite com ela, mas a consciência pesou, meus caros, e fui pra casa. Amanhã a minha namorada chega e eu não consigo parar de pensar na mãe dela. PQP! Não sei o que fazer.

Fica a minha história, sei que serei julgado, mas fazer o quê? Falhei.

– Anônimo

 

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da série: a melhor mãe do mundo
da série: a melhor mãe do mundo
jul
05
2017

Aconteceu ComigoOlá Gi e galera do Insoonia! Acompanho o blog tem uns bons anos e curto muito os casos do Aconteceu Comigo (Yep, introdução clichê de todo mundo), rio muito com essas histórias, e resolvi contar o dia, provavelmente, mais constrangedor da minha vidinha.

Na época eu tinha 18 anos (hoje tento 24) e havia acabado de sair de um emprego muito ruim. Também tinha terminado um relacionamento com um garoto, então estava tranquilo e conhecendo outros garotos. Nesse relacionamento, eu cheguei a me assumir pra minha mãe, mas como eu não tenho jeito afeminado nem nada do tipo, ela não acreditou muito e ficou dizendo que era fase.

Pois bem. Na época eu participava de comunidades gays da minha cidade no finado Orkut. Era engraçado, porque parecia um menu com altas bizarrices (não que os apps de encontro de hoje não pareçam cardápios), mas vez ou outra aparecia alguém maneiro e decente pra trocar uma ideia.

Eis que conheci um rapazinho muito simpático, o Jorge. Ele tinha 16 anos na época (não me julgue, todo mundo fica orgulhoso de pegar alguém mais velho. No caso, o mais velho era eu). Eu tinha acabado de fazer 18 e era um crianção, então não dei atenção pra idade. A gente foi conversando, conversando, se curtindo, e combinamos de sair. Fizemos o rolê clássico, shopping-cinema, ficamos, e decidimos continuar saindo. Mas eu, sem trabalhar, e ele, estudando, não teríamos dinheiro pra sair por aí, então eu propus que ele fosse até minha casa, e ele aceitou.

Eu morava com a minha mãe e minha irmãzinha, que devia ter uns 7, 8 anos na época, e minha cachorrinha, uma pinscher que passa 99% do dia em estado de alerta. A gente morava num condomínio em que cada bloco tinha 3 andares, e morávamos no último. Minha mãe tinha horários mais definidos por conta da escolinha da minha irmã, então geralmente ela saía de casa cedo e só chegava no fim da tarde, e outros dias saia de tarde e chegava já a noite. Eu tinha as manhas, já havia levado outros caras em casa pra coisas sem compromisso. Tranquilo.

E nisso o Jorge foi algumas vezes em casa, a gente transava, jogava videogame, via filme, conversava. Era divertido. Com algum tempo disso, virou namoro.

Eis que chegou o bendito dia em que tudo ia dar merda. E deu merda bonito.

Naquele dia, o Jorge iria pra casa, como sempre, depois da escola, com a desculpa de que ia estudar com amigos. Busquei ele no ponto de ônibus e levei pra casa. A gente se pegou legal aquele dia, levamos mais tempo que de costume e acabamos bem cansados mas com um sorriso no rosto, hahaha. Ficamos lá um tempo, abraçados na minha cama, sem roupa, fazendo piada de alguma coisa e rindo, porque eu sou desses, namoro tem que ter zoeira.

Até que minha cachorra começa a latir. Ela tinha costume de latir quando percebia que minha mãe tinha chegado, e ela já percebia pelo barulho do carro no estacionamento três andares abaixo. É sério, minha cachorra tem uma audição atômica.

Daí já gelei, né. E dale cachorra latindo. Pensei “PUTA QUE PARIU FODEU”, virei pro Jorge e falei “VESTE SUA ROUPA AGORA”. Ele olhou sem entender, eu já tava desenrolando as roupas e jogando as camisinhas embaixo da cama, falei pra ele “MINHA MÃE CHEGOU MAIS CEDO, VESTE A ROUPA!”. O garoto passou de moreno pra branco-sulfite e saiu caçando roupa também.

E dale cachorra latindo, e logo depois o barulho do salto subindo as escadas do andar de baixo, e eu tentando pensar numa desculpa, e Jorge em pânico, e dale cachorra latindo, e o sapato no corredor, e eu tentando subir as calças, e Jorge procurando a cueca ainda, e dale cachorra latindo, e eu tentando me ajeitar, Jorge ainda colocando a roupa, e o barulho da chave girando na porta. AI MEU CORASSAUM!!!

Só não foi pior porquê além da fechadura a porta do apartamento tinha um trinco que não sei por que milagre naquele dia eu fechei. Minha mãe começou a balançar a porta e me chamar. Foi o tempo de eu me ajeitar e o Jorge terminar de colocar a roupa. Ele ficou sentado na cama com cara de desolado, esperando dar merda, e eu fui abrir a porta.

Eu estava em choque. Abri a porta sério sem uma desculpa pra dar. Minha mãe perguntou se estava tudo bem, e por que eu demorei pra abrir a porta, disse que estava no banheiro. Ela foi entrando e deixando as coisas dela no sofá (meu quarto era bem de frente da sala, logo na entrada do apartamento) e disse que havia voltado mais cedo pois não estava se sentindo bem no trabalho. Foi tirando os sapatos e indo pro quarto dela. UFA! Era o que eu precisava! Enquanto ela estivesse no quarto trocando de roupa, dava tempo do Jorge sair escondido e ela nem ia perceber! Estou salvo!

Mas não. A VIDA SEMPRE ENCONTRA UM JEITO DE TE FODER!

Enquanto minha mãe ia tranquilamente pro quarto dela e meu cu ia destrancando do medo de dar merda, eis que minha ilustre irmãzinha passa pela sala e tem a maravilhosa ideia de olhar com aqueles olhos de bago pro meu quarto, e solta a seguinte frase:

– Bruno, quem tá no seu quarto?

MAAAAANOOOO, POR QUEEEEEEE???????????????

Minha mãe voltou na hora, parecia uma aranha subindo a teia de costas, veio de uma vez e viu o Jorge com aquela cara de quem tava quase se cagando de medo, me deu um olhar que me atingiu tão profundamente que até hoje eu tenho cicatriz, pegou a minha irmã pelo braço e trancou no quarto dela pra não ouvir a treta, veio igual um búfalo raivoso logo com um “Ô rapazinho, vem aqui”. Minha mãe é diretora de escola, então é fácil imaginar a cena.

Daí começou o interrogatório, perguntando todos os antepassados do garoto, e eu insistindo que a gente tava só assistindo um filme em casa. Quando ele disse que tinha 16, ela ficou louca, falou que eu corria o risco de ser preso e os caralho a quatro. Só lembro dos vários gritos de “minha casa não é motel”, mais poderoso que um Fus-Ro-Dah. Dai ela me disse pra levar o Jorge pro ponto de ônibus e que quando eu voltasse ela conversava comigo.

Levei o garoto que estava branco e tremendo pro ponto, pedi desculpas, mas não consegui conter a risada. Acho que de nervoso, mas eu tava rachando o bico com a situação. Esperei até que o ônibus dele passasse, pedi desculpas mais uma vez, e fiquei um tempo na rua, reunindo coragem pra voltar pra casa e enfrentar a fúria da minha mãe.

Quando eu chego em casa, la ta minha mãe no telefone, aos prantos, agachada no chão do meu quarto, olhando embaixo da minha cama e falando “Olha só, tem camisinha no chão! Eu não acredito nisso! Minha casa não é motel não! Aiiiiinnnnnnn”. Sim, ELA OLHOU ATÉ EMBAIXO DA CAMA PRA PROVAR QUE EU TINHA TRANSADO. E nesse dia ela ligou pro meu pai, pra minha irmã mais velha, pras minhas tias, pras minhas primas, pro papa, ligou pra todo mundo pra falar que me pegou no pulo com um rapazinho de 16. Ela falava como se precisasse ser consolada, sendo que quem tinha se lascado era eu. No fim a bronca nem foi tão grande, ou a vergonha amorteceu.

Sei que depois disso, cada vez que eu via um parente eles vinham com aquele papo “nós te amamos mesmo assim”. Ou seja, minha mãe me arrancou do armário na força bruta.

Hoje ninguém mais toca no assunto, mas minha mãe sempre solta um “eu sei o que você me fez passar” quando falo de trazer alguém em casa. Ela tem que estar junto, hehehueheu.

Quanto ao Jorge, ficou traumatizado, e ficamos um bom tempo sem se ver. Acabamos terminando depois, por outros motivos, mas ele ainda voltou em casa uma ou duas vezes. Nessas não fomos pegos.

E depois disso, hoje em dia, se a minha cachorra late, eu corro e MUITO! kkkkkkkk

– Bruno

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troco minha irmã por 3 pinscher
troco minha irmã por 3 pinscher
jun
19
2017

peidinho

Oi insoonia, então decidi contar o que me aconteceu há uns dias atrás, o dia que quase perdi o emprego por causa de um peidinho.

Acordei pela manhã, como todo dia normal, fui levar minha mulher no trabalho e depois segui para o meu serviço… No caminho percebi que o dia não seria tão normal como de costume.

Do nada comecei a sentir meu estômago queimar, sabe quando você sente que algo está estranho e começa a remoer por dentro? Então.. e tava queimando muito, na hora só consegui me lembrar do lanche gigantesco que comi na noite passada.

Continuei seguindo meu caminho com aquele desconforto todo e rezando muito pra dor passar. Cheguei em frente do meu serviço e o portão da empresa ainda estava fechado. Cheguei antes do horário e nesse momento eu só sabia que precisava muito usar o banheiro. PQP, quase 7h da manhã, eu suando frio e apertando muito o cu pra não cagar. Então desliguei o carro, abri a calça e fiquei ouvindo uma música pra relaxar e esperar o funcionário que abre o portão chegar.

Para a minha agonia, neste dia, o desgramado do funcionário que nunca chega atrasado, se atrasou. Foi nessa espera agoniante que bateu uma puta vontade de peidar. Foi aí que dei a besteira de achar que era um peidinho apenas, sabe aquele peidinho que dói a barriga e que precisa muito ser solto? Pois é, soltei.

Mas não foi só um peidinho. Nesse momento eu só senti uma “água” passando pelo cu, na mesma hora eu já me levantei para não sujar o banco do carro de bosta. Sim, meus amigos, me caguei todo. Saí do carro para me olhar no reflexo do vidro e vi aquela mancha enorme na calça. A merda passou pela calça e me sujou todo. Foi uma destruição total.

E como desgraça pouca é bobagem, o funcionário estava passando pela calçada e me avistou. Acenei pro infeliz, fingindo está falando no telefone e esperei ele abrir a droga do portão. Entrei correndo pra ninguém ver ou sentir e fui até o banheiro avaliar melhor a situação. Não teve jeito, não dava para esconder. Eu precisava ir embora dali urgente. Meu chefe ainda não tinha chegado, então saí de lá sem ser visto, coloquei um pano no banco do carro, me sentei e fui para casa tomar banho e trocar de roupa. Nunca andei tão rápido de carro na minha vida toda… e aquele cheiro de merda exalando, putz… sem comentários!

E adivinhem só? Ainda tinha mais merda pra acontecer. Cheguei em casa e lembrei que a chave do portão ficou com a minha mulher. Resultado: tive que pular o muro todo cagado e ainda passar pelo constrangimento de levar uma bela de uma cheirada violenta do meu cachorro.

Banho tomado, tudo ok, voltei para o serviço e para completar o dia de merda, levei advertência do patrão por ter chegado atrasado. Sim, eu devia ter me explicado, mas a galera ia me zoar demais. Então deixei pra lá.

Moral da história: Nunca duvidem do poder de um peidinho. Valeu!

– Alex

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sujou até as meias e ainda entrou na empresa kkkk
sujou até as meias e ainda entrou na empresa kkkk
jun
02
2017

aconteceu-comigo1Oi insoonia, preciso contar o que aconteceu comigo e meu namorado no verão passado. O dia que eu comi meu namorado. Prometemos segredo um ao outro, por isso vou me apresentar como “Larissa” e meu namorado “Jonas”.

Namoramos há 6 anos e 6 meses, e temos uma relação muito bacana de companheirismo, sexo e rock and roll. Apesar do tempo juntos, sempre damos um jeitinho de apimentar a relação, sair da rotina e curtir novas aventuras. O nosso pacto é quê nunca deixaremos a chama apagar. Já fizemos menage, já tivemos um período de namoro aberto e já praticamos infinitas posições do kama-sutra. Sempre com muito respeito, fidelidade e jogo limpo.

O que nos aconteceu foi um lance diferente, mas foi foda (literalmente). Jonas sempre me vem com ideias malucas e capciosas na hora do sexo. O problema é que eu curto pra caramba. Acho até que a ideia veio de uma fantasia que eu tenho, a única que ele não topa nunca: menage com dois homens. Afinal, todos os menages que fizemos foram com mulheres.

Pois bem, na última férias, Jonas disse que iria realizar esse meu fetiche, porém do modo dele. E adivinhe qual seria o modo dele?? COMPRAR UM CONSOLO NO SEXY SHOP, né mores. Disse que queria fazer dupla penetração em mim. E eu? Curti pacas a ideia!!! (Simmm, sexo é meu hobby preferido e já adianto: TODA MULHER DEVERIA FAZER). rs

Enfim, Jonas comprou o brinquedinho, um pouco menor que o dele, óbvio. Ele não sairia em desvantagem pra um pinto de silicone, não é mesmo?!

A noite chegou e fomos num pub encontrar os amigos. Somos o tipo de casal que adora uma social com a galera. E claro, sempre que a turma junta, nunca fica só na “social de leves”. Depois do pub, emendamos pra uma balada de muito rock e catuaba selvagem de açaí. Bendita catuaba!!!

Saímos da balada por volta das 2h e fomos para o motel. Ps. Se a gente não transar depois de uma noite de curtição, a noite não está completa.

Já cheguei no motel fazendo um oral em Jonas, do jeito que ele gosta. Ele estava ansioso para me fod#r com as duas jirombas. E fod#u. Uma na frente e a outra atrás. E eu não tenho como explicar a delicia que foi. Foi Ô ORGASMO! Aquele de tremer as pernas, de contorcer o esqueleto, sabe? Que momento sublime!

Fiquei zen por alguns minutos até a adrenalina e a noradrenalina aumentar novamente. Não sei o que me deu, só sei que quando vi Jonas deitado de bruços, com aquele semblante de satisfeito e aquela bunda gostosa, me bateu uma super vontade de fod#-lo também.

Ainda muito bêbada, levantei da cama, fui até a sacola, peguei a cinta dentro da embalagem do brinquedinho e a vesti. Encaixei aquele consolo vermelho magia, dei aquela verificada no espelho que é de praxe e comecei a beijar as costas do meu homem, este que tanto amo e me satisfaz. O safado acordou já me querendo. Porém disse no ouvido dele, que quero realizar outro fetiche e que ele vai gostar.

Ele também bêbado, começou a achar graça na situação e ficava dizendo: “isso você nunca me falou, sua cachorra”, “aqui não entra nada, sua cadela”. E cara, só de ouvir isso me deu mais tesão ainda. E comecei estimular ele para que cedesse. Mandei ele calar a boca e falei que ele nunca falhou comigo e não seria agora.

Em seguida, fiz um cunete no safado e ele logo começou a curtir a ideia. Mas homens, vocês sabem como é? “não acredito que você está me pedindo isso. é serio?”, “vou fazer por você, mas eu sou macho, caralho”… hahahaha ai como eu amo meu namorado!!

Enfim, fod# aquela bunda linda e ele super gostou. Ficou ereto em 30 segundos de tanto tesão, ficou de quatro gostosinho e ainda rebolou. Rebolou só pra mim! E eu tive um orgasmo psicológico. Que loucura!!!

Reclamou de dor só na hora de entrar, mas depois relaxou e gozou gostoso.

Hoje ele poe a culpa na bebida, mas bem que gostou (ele vai me matar depois de ler essa parte. Eu te amo, bobão!!) hahahahaha

Nunca mais fizemos isso, mas confesso que esse dia entrou pro hall das fodas mais fodas que tivemos!

E com esse aconteceu comigo, concluímos quê:

  • casal que transa sem tabus, é um casal feliz
  • você não é menos homem, pq deu pra sua namorada
  • sexo é vida
  • e vc não é lésbica se curtiu comer um c#zinho.

hahahaha valeu insoonia. Já podem nos julgar, enquanto isso, transamos.

anônimo

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que namorão da porra
que namorão da porra
maio
04
2017

aconteceu-comigo1

Olá leitores do insoonia, sou um grande fã do blog e acompanho todas as postagens, dou muita risada lendo essas histórias e percebi que não sou só eu que se fod# nessa vida, fico até aliviado por isso. A minha história é bizarra, mas é verdade. Só meu nome que vou esconder, afinal, não dá pra fazer papel de trouxa na internet.  kkkkk Bom, vamos lá!

Meu nome é Eduardo (nome fictício), tenho 22 anos, minha altura é de 1,75 e moro no interior de São Paulo. A minha história é o seguinte… eu estava pegando uma loirinha de 1,50, peituda, bumbum durinho, uma delicinha. A gente se conheceu no ensino médio e sempre sonhei em pegar essa menina, só que ela era afim de um amigo meu, mas eis que o ensino médio acabou e a vida seguiu em frente, até que um certo dia começamos a conversar pela internet.

Depois de alguns dias conversando, ela me disse que ela era interessada era por mim na época do colégio, mas que eu não dava bola pra ela, pensei “opa é hoje que o chicote estrala”, e já logo a convidei pra um motelzinho. E adivinha? Ela topou.

Fomos para o motel, a menina era gostosa literalmente, que menina foda, melhor transa da minha vida, saímos assim uns 3 meses seguidos e todas as vezes era uma loucura, aí você me pergunta “tá, mas aonde começa a desgraça toda?”, eu lhe respondo agora!

Como toda alegria de pobre dura pouco, ainda mais quando o “pobre” é uma anta como eu, depois de 3 meses de sexo muito intenso com essa menina, eu comecei a conversar com uma outra garota, uma magrelinha ajeitada, não tão bonita como a loirinha, mas dava pro gasto.

Eu e a loirinha já não estava mais com aquele fogo todo do começo, já estávamos esfriando, já não nós pegávamos todos os dias, ela já não tinha tempo pra mim, e então procurei uma segunda opção pra quando os hormônios gritarem, se é que me entendem.

Mas eis que faço a minha primeira cagada, a burrice aqui é tanto, que no dia em que eu combinei com a outra de ir para o motel, fui contar para um amigo o caso e acabei enviando a mensagem, sem querer, para a loirinha. Cara, contei tudo pra loirinha que ia pegar a outra menina!!!

A gente não namorava, mas aí é foda né, o plano era continuar pegando a loirinha também, quando ela tivesse tempo, claro. Pois bem, enviei a droga da mensagem errada e a loirinha fez todo aquele drama. Ela me fez escolher entre ela e a outra. Como já não estava mais com aquele fogo todo com a loirinha e eu estava morrendo de vontade de pegar a outra, fiz a minha escolha (minha segunda cagada).

A noite chegou e fui para o motel com a magrelinha. No meio do rala e rola, meti a boca no “trombone” e fiz aquele oralzinho que as mina pira. O problema que quem pirou nessa história foi eu.

Veja bem, fiquei mais ou menos uns 10 minutos fazendo oral na garota e de repente, ela deu uma murchada na barriga e em seguida senti um negócio na boca, um gosto estranho, um cheiro horrível, pensei “ela gozou”, olhei pra ela e ela deu um sorrisinho meio debochado. Levantei e fui no banheiro lavar a boca, quando olhei no espelho, minha boca estava cheia de sangue. Caralho velho, ela menstruou bem na hora do oral e o pior, dentro da minha boca!!!

Na mesma hora me deu uma ânsia de vômito e não consegui segurar. Vomitei até as tripas dos meus antepassados. Saí do banheiro disfarçando, claro que não ia achar ruim com a mina, só foi um incidente, pensei. Mas quando volto pra cama, olhei para ela deitada e a excomungada começou a rir e ainda me perguntou se eu gostei.

Sim, amigos, ela deixou acontecer propositalmente. Não foi porque aconteceu, não foi porque escapou, foi tudo planejado da parte dela. Não sei como ela fez isso, só sei que a cara de pau ainda falou “foi pra estrear, tenho tesão nisso e faço com todo mundo que saio”.

Resumindo, saí de lá louco, nunca mais olhei na cara dessa menina e ainda perdi a loirinha mais gostosa da cidade. E de quebra, tomei sangue de menstruação. Podia ser pior?

Abraços Galera!

anônimo

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batizou o coitado
batizou o coitado
abr
29
2017

aconteceu-comigo1

Salve salve leitores do Insoonia.

Acompanho a pouco tempo o blog, e depois de ver que uma galera conta suas aventuras (ou desaventuras) aqui, resolvi contar a minha.

Faz um bom tempo já (eu tinha 15 anos, hoje tenho 22), eu ficava com uma mina de outra cidade, era uma cidade vizinha a minha, distante cerca de 30km. Nos víamos normalmente no curso ou nas festinhas de finais de semana. Até então só ficávamos nos amassos, a gente não tinha pirocado ainda. Ambos virgens.

O grande dia chegou, era uma sexta feira. Os pais dela tinha viajado e naquele dia ela iria para a casa de uma prima dela que mora na minha cidade. Combinamos o seguinte, eu ia pra cidade dela (30km da minha), pra ir na casa dela, e depois que tivéssemos feito o nosso serviço, voltávamos juntos para minha cidade e seguia cada um pro seu canto.

Eu era menor aprendiz, ou seja, ganhava muito pouco. Fui com um amigo meu, de carona. Levei dinheiro que eu tinha, que só dava pra comprar o passe pra poder voltar pra minha cidade depois, nem uma coxinha pra mina eu ia poder pagar, mas enfim. Fui.

Quando cheguei no lugar que tínhamos combinado de nos encontrar, mandei sms pra ela avisando que estava esperando. Foi aí que começou a minha desgraça. Quando mandei a sms, ela me ligou, perguntando se eu tinha olhado meu Orkut (sim, foi bem nessa época, 2010/2011. Ou era Orkut, ou era sms), porque pelo Orkut ela tinha me avisado que não era pra eu ir, porque os pais dela antes de irem viajar, decidiram levar ela na casa da prima que morava na mesma cidade que eu. Eu disse que não, afinal computador na minha época, pros meros mortais (mais pobres) era só em lan house. Desliguei o telefone puto da vida, mas pensei “bom eu tenho o dinheiro do passe vou pegar o ônibus e voltar”. Mas como tudo que tá ruim, sempre pode piorar, quando fui procurar minha carteira não achei. Acabei esquecendo minha carteira no carro do meu amigo que me deu carona. Liguei pra ele, ele disse que só ia voltar a noite, e não podia sair do compromisso para vir até aonde eu tava e trazer minha carteira.

Mano, eu me fodi bonito. Não consegui a fodinha e tava sem grana pra voltar. Pensei “ah, nem é tão longe, vou voltar a pé, vou tentar pedir carona, sei lá, vou”. Fui. Peguei a estrada a pé pra voltar, tinha andado uma era já, pra completar minha desgraça começou a chover. Insisti em pedir carona até que um carro parou pra me ajudar. “Tô salvo, agora só sucesso”, mentira, não era só sucesso. Comecei a conversar com o cara que me deu carona, contei pra ele a minha história até ali, demos risada e tal, conversa vai, conversa vem, o cara puxa uma sacola cheia das revista pornô e me mostra, diz que era vendedor de revistas e que aquelas eram as que ele mais gostava de vender. Dei uma olhada nas revistas, mas como eu tava com um estranho, não demonstrei muito interesse, afinal de contas eu não queria ficar de pau duro e falar com um estranho sobre sexo. Resumindo, o cara queria com as revistas acordar meu malaquias e que eu mostrasse o malaquias pra ele, porque ele gosta. Como sou hetero, disse que não curtia o lance dele, então pedi pra ele parar o carro pra eu descer, mas ele disse que não. Fiquei com o cu na mão, comecei a tirar o cinto e quando fui abrir a porta para pular do carro (foda-se), ele parou, pediu desculpas, desci do carro e ele foi embora.

Cara me fodi tanto nesse dia. A essa altura a chuva tinha aumentado e eu tinha chegado só na metade do caminho. Continuei pedindo carona até que consegui outra. Dessa vez um tiozinho, vendedor de produtos coloniais que tava indo pra cidade vender as parada dele. O tiozinho foi mó gente boa, me arrumou uma coberta que ele tinha ali pra me esquentar um pouco, me deixou na esquina de casa e disse pra eu não fazer mais esses rolê loko.

Resumindo, perdi a fodinha, fiquei sem dinheiro, peguei carona com um gay, e ainda apanhei da minha mãe por ter chegado em casa todo molhado. HAHAHAHAHAHA.

Valeu pessoal, abraços.

anônimo

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ô coitado
ô coitado
abr
20
2017

aconteceu-comigo1

Olá leitores do Insoonia!!

Já me diverti muito lendo as histórias do “Aconteceu Comigo” e adoro todas elas. Não porque são aquelas histórias de auto estima e lições de vida maravilhosas, mas porque mostram que não é só eu que me f*do na vida.

Primeiro um pouco sobre minha pessoa: sou gay assumido, tenho 27 anos, na época estava solteiro a um ano depois de terminar um relacionamento de quatro anos, e moro em uma cidade do interior de Santa Catarina que fica perto da capital – Florianópolis. Neste relato vou me chamar de Gustavo, porque a vergonha alheia foi bem grande aqui! KKKKKKK

Eu e mais duas amigas resolvemos fazer uma viagem de férias. Pesquisamos, vimos preços, locais, datas e decidimos passar seis dias em Natal, capital do Rio Grande do Norte.

Chegou o dia da viagem. Nós três no aeroporto de Floripa esperando o avião e eu como sou muito debochado já falei para as meninas irem instalando o Tinder porque ninguém ia voltar para Santa Catarina no zero a zero. Elas entraram na brincadeira e instalaram também.

Chegamos em Natal, e já seguimos para o hotel para aproveitar um pouquinho do dia que restava (quase o dia inteiro viajando), e depois a noite no quarto (pegamos quarto todos juntos) começamos nos likes do Tinder. Elas não estavam com muita sorte, mas eu nunca vi tanto match por metro quadrado! Era cada gato (quem disse que no nordeste não tem homem bonito é porque nunca visitou Natal).

Mesmo estando de viagem não sou desses que saí com qualquer pessoa, até porque hoje em dia todo o cuidado é pouco. Eis que nos matches um me chama a atenção e começamos a conversar pelo Tinder e depois trocamos WhatsApp. Conversamos bastante até que ele sugeriu para nos conhecermos.

Em um primeiro momento relutei um pouco, afinal eu tava a quase três mil quilômetros de distância da minha casa e sair com um desconhecido seria um pouco apavorante. Conclusão: no outro dia a noite fiz minhas amigas irem junto comigo, pegamos um táxi e nos encontramos em um barzinho perto do nosso hotel.

A noite foi muito boa. Ele era mais bonito pessoalmente, muito atencioso, querido, carinhoso, tinha um papo agradável e se mostrou prestativo em dizer para nós o que fazer, onde comprar lembrancinha, onde comer,… dica para turistas né.

Terminando a noite ele ofereceu uma carona para eu e minhas amigas de volta ao hotel. Acabamos aceitando a gentileza e fomos. Quando chegamos ele pediu pra eu ficar um pouco mais enquanto minhas amigas fossem pro quarto. Acabou que ficamos nos amassos no carro e combinamos de nos vermos os outros dias em que eu estaria na cidade, e como ele trabalhava durante o dia, só a noite pra a gente sair mesmo.

Foi então que nos dias seguintes a gente acabava saindo para jantar, bater papo e aproveitar um ao outro enquanto eu estava na cidade. Tudo passou muito rápido e logo era dia de retornar para Santa Catarina, e no último encontro ele disse que tinha gostado de mim e que da parte dele estava rolando sentimento e que apesar da distância, queria manter contato comigo e me ver de novo. Nós estávamos na mesma vibe e disse que poderíamos manter contato e que nos veríamos novamente, eu indo para Natal ou ele vindo para Santa Catarina.

De volta pro meu estado e mesmo com três mil quilômetros de separação todos os dias nos falávamos. Compartilhávamos nossas saídas, fotos, risadas, problemas, saudades, e é claro, fazíamos planos para nos vermos. Como eu sempre pego férias do escritório no final do ano eu disse que tinha disponibilidade para viajar para Natal novamente e passar minhas férias lá. Ele ficou todo empolgado e aceitou na hora, dizendo que agora que ele morava sozinho eu poderia ficar na casa dele sem problemas. Acabei me empolgando também e comprei as passagens e lá fui eu viver minha aventura que havia começado meses antes.

Saí de manhã de Santa Catarina e cheguei quase a noite em Natal na maior empolgação, afinal a gente já tinha ficado e nos falávamos todos os dias depois que voltei pra minha cidade. Foi aí que tudo começou a desandar de um jeito homérico!!

Ele a princípio me recebeu muito bem, com aquele abraço apertado no aeroporto e tudo mais. Seguimos pro supermercado para fazer umas compras e depois pedimos dois lanches e comemos no apartamento dele mesmo. Foi durante esse período que eu comecei a notar um certo distanciamento dele, tanto que eu tive que me insinuar para conseguir dar uns amassos (nem sexo rolou). Fiquei P-U-T-O da cara mas não deixei transparecer. Dei boa noite e dormimos.

No outro dia acordamos tarde, almoçamos e fomos para a praia. Ele disse que ia levar uma amiga junto. Não me opus, até porque eu já tinha conhecido ela da outra vez que eu estive em Natal e achei que seria legal rever ela de novo. Até aí tudo bem. Mas durante o dia fui percebendo que ele não me procurava. Nem uma palavra de carinho, nem um gesto, nem um sorriso… NADA!

Se eu já estava puto da noite anterior, esse dia eu fiquei o satanás em pessoa e não segurei, fechei a minha cara de um jeito que ele na hora começou a percebeu e me perguntou se estava tudo bem. Eu não falei nada, e disse que estava cansado e queria ir pro apartamento descansar. Como ele não estava de férias e trocou o horário de trabalho dele para a noite, eu ficaria sozinho na casa dele nesse período. Eu fiquei lá no apartamento sozinho, vi filme, falei com as amigas pelo WhatsApp e minha raiva só crescendo por eu ter despendido meu tempo e ter ido pra lá ver uma pessoa que nem um beijo não me dava direito.

No outro dia eu acordei umas dez horas da manhã e ele não estava na cama (que é de casal por sinal). O cara foi dormir na sala mano! Na sala! E nisso não me aguentei, esperei ele acordar e perguntei porque ele não foi dormir na cama e porque dele estar todo estranho comigo. Relutando bastante ele me disse que não queria mais ficar comigo, mas não queria falar isso para não estragar minhas férias e a viagem e que nem por isso eu precisava ir embora, eu poderia ficar passear com ele e tudo mais.

Corujas… vocês entenderam tudo? O cara faz mil e um planos comigo, diz que gosta de mim, que queria ficar comigo, faz eu viajar três mil quilômetros e me dá um legítimo e autêntico pé na bunda!

Fiquei completamente sem reação, e me limitei em perguntar quando ele tinha percebido isso. Ele disse que quando me viu no aeroporto. Levantei do sofá, fechei a porta do quarto, liguei pra companhia aérea e troquei a passagem para o dia seguinte voltando pra Santa Catarina mais humilhado que corno quando descobre que é corno. E pra completar tive minha bagagem extraviada ainda.

E é isso aí caros leitores!
Quando tu pensa que tu foi trouxa, tem alguém que se supera!
Prazer eu!

anônimo

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ô coitado
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