INSÔÔNIA.com
O melhor jogo online
fev
07
2018

garoto do bueiro

Olá pessoal!!

Gosto muito do blog de vocês, na minha opinião é um dos melhores blogs de humor da atualidade e com certeza o que traz temas mais diversificados! Sinceramente a princípio passava meio “batida” pelo “aconteceu comigo” mas de uns tempos pra cá tenho lido as histórias e dando altas risadas… Resolvi contar a minha (parece que o mundo dá voltas não é mesmo??).

Pra começar minha história, tenho que dizer que sou mulher, bem gay, bem resolvida e muito bem amada obrigada. Certa vez, lá pelos meus 18 aninhos, fui pra uma praia do litoral paulista com minha ex-namorada (já era ex naquela época) a quem chamaremos aqui de Demônia, dois de meus melhores amigos e a atual da minha ex a quem chamaremos de Shamoo.

Pois bem, já comecei bem errada indo pra praia com minha ex e a atual dela, bela situação. Fomos pra praia, pra chegar até a cidade que nos hospedaríamos tivemos que pegar uma balsa, chegamos na casa alugada e tudo correu muito bem, até o segundo dia de viagem (de um total de 5). No segundo dia Demônia e Shamo não estavam se entendendo muito bem, Demônia sempre teve um temperamento difíííííícil e eu vendo as duas brigar só conseguia pensar em “DEUS PAI OBRIGADA POR ME LIVRAR DESSE EMBUSTE” e além de ficar com dó da Shamoo por ter que aturar Demônia.

Dia de sol na praia, eu, Shamoo e meus amigos nos divertindo horrores enquanto Demônia estava lá, com a cara mais fechada do planeta, nos fuzilando com olhares. Sol se põe, voltamos pra casa alugada e começam os famigerados jogos etílicos. Todos participam, menos Demônia. Demônia estava no seu quarto, deitada lendo um livro e em determinado ponto de nossa brincadeira (quando já estávamos todos muito bêbados), veio até a sala pra dizer que iria dar uma volta pela praia. Dissemos ok e continuamos nossas brincadeiras enquanto Demônia foi passear pela praia. Jogo vai, jogo vem, eu, Shamoo e meus amigos já muito embriagados, louquíssimos do cu e jogando UNO. Eis que meu amigo decide, ao invés de embaralhar as cartas, arremessar todas na minha cara. Rimos, achamos engraçados e imediatamente eu e shamoo abaixamos pra pegar as cartas que haviam caído no chão.

Foi uma cena de novela. Abaixamos, colocamos as mãos na mesma carta, nos olhamos…e nos beijamos, loucamente. Pronto, estava feita a merda: eu ficando com a atual da minha ex, na mesma casa que minha ex. A morte já era uma certeza na minha vida, mas meu nível alcoólico não permitiu que eu me preocupasse com isso naquele momento.

Meus amigos, perplexos, sem saber o que fazer, trancaram a porta da casa e, sem conseguir interromper o que eu e shamoo faziamos, continuaram bebendo, preocupadíssimos. Eu e shamoo chegamos a ir para o meu quarto, pra vocês terem uma noção do nível que a coisa chegou.

Não sei dizer exatamente quanto tempo depois, ouvimos alguém batendo na porta. A sobriedade em mim foi imediata, mas não na shamoo. Levantei, coloquei a shamo na cama dela e abri destranquei a porta. Fui para o meu quarto e Demônia foi se deitar com a shamoo. Percebendo que Shamoo não estava nada bem, Demônia decidiu dar um banho gelado nela.

Eis que durante o banho, Shamoo, muuuuuuuuuuuuuuuuuuuito alcoolizada, mas muuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuito mesmo, gritou por diversas vezes para a Demônia:

” – Eu não quero vocêeeeeeeeeeeeeeeeeeeee eu quero a Daaaaaaaaaaaaaaaaniiii (que no caso é como me chamaremos aqui)”.

Gente eu não sabia onde enfiar minha cara. Um mix de sentimentos eterno: arrependimento por ter feito o que fiz, tesão por ter sido o beijo mais gostoso da minha vida até aquele momento, pressentimento da morte chegando, alcool querendo sair de dentro de mim em forma de gorfo….olha. Péssimo.

Eu então, no auge da minha embriaguez, pra ajudar, decidi levantar da minha cama, ir até a porta do banheiro delas e dizer:

” – Shamo, você tá tão bêbada que tá confusa…Essa aí quem tá te dando banho é a Demônia”.

Pronto…tava feita a merda.
Demônia nem sequer olhou pra trás pra falar comigo, não quis saber de nada e fechou a porta na minha cara. Meu melhor amigo, pressentindo também minha morte chegando, me puxou para o quarto e me colocou pra deitar.

Dormimos. No dia seguinte todos fizeram a louca da amnésia como se nada tivesse acontecido, inclusive Demônia. Mas eu fiquei o resto da viagem toda aguardando a Demônia puxar a arma e me dar uns tiros ali mesmo.

Enfim, essa é a história de como um jogo de UNO quase acabou com a minha vida.
Essa viagem tem muitas outras histórias e se a Gi topar até posso fazer um PARTE II!
Fica a critério de vocês.

Beijão a todos e nunca fiquem com a atual da sua ex, NADA DE BOM ACONTECE DEPOIS DISSO!!

– anônima

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Desculpa Demônia; foi culpa do alcool hahahaha
Desculpa Demônia; foi culpa do alcool hahahaha
jan
18
2018

garoto do bueiro

Há tempos que acompanho o blog, primeiramente gostaria de parabenizá-la pelo trabalho, muito bom o blog. Hoje resolvi contar um fato que ocorreu comigo, que é motivo de trauma, um trauma que acho que nem psicólogo resolve kkkkk.

Quando eu tinha 16 anos fui visitar uma tia em outra cidade (passar a férias), aí você sabe, 16 anos, hormônios à flor da pele, até aí tudo bem. Uma semana na casa da minha tia, meu primo me chama pra sair com os amigos deles, no qual eles iriam encontrar umas garotas (ficantes), chegando na praça central da cidade os dois grupos se encontram, casais todos formados, só eu sozinho, aí começa a minha desgraça, uma das garotas resolve chamar outra para fazer par comigo, quando ela chega, pensa em um menina bonita, para vocês terem uma ideia eu acho que sou nota 6 no máximo, e a menina era nota 10. Nem sei como ela ficou comigo… kkkk

Conversa vai conversa vem, beijo para cá beijo para lá, ela me pede pra levar ela na casa dela e disse que os seus pais tinham viajado e ela estava sozinha, aí pensei, é hoje que entro para história, é hoje que o “Malaquias” vai conhecer o que é mulher bonita de verdade, porra ganhei na loteria!!!

Levando ela para casa, passamos por uma rua escura, com pouca iluminação, e ela falando o tempo todo que gostaria que eu passasse a noite com ela, fiquei tão animado e eufórico que no meio do caminho tinha a droga de um bueiro de esgoto sem a tampa e não deu outra, o idiota aqui caiu dentro do bueiro e o resultado foi o pior: bombeiros, guria rindo, hospital e diversos pontos na perna e no final uma baita de uma cicatriz.

Passei o resto do mês na casa da minha tia sem sair de casa, morrendo de vergonha e pedindo para Deus nunca mais encontrar a garota de novo. Eu era moleque e lembro como se fosse hoje da guria rindo da minha cara. Foi triste. Perdi a foda com uma gata e virei motivo de zoeira na minha família. Todo fim de ano, a galera fazia questão de lembrar da história e rir.

Bom, a história não termina aqui. Passou 12 anos do acontecido e no final do ano passado, fui visitar a família como de costume e lá fui encontrar com um amigo meu. A gente marcou de se encontrar no fim de semana.

Quando cheguei na casa dele, ele me pediu um favor, disse que estava saindo com uma garota e iria encontrar com ela a noite, mas chegou uma amiga dela e ela só sairia se arrumasse um par para essa amiga. E amigo que é amigo não empaca a transa de outro amigo, não é mesmo? Então topei.

Chegando no local advinha quem era a guria? Sim. A bendita de 12 anos atrás. Cara, tranquei o cu na hora que vi ela. Morri de vergonha e de medo dela lembrar de mim, fiz cara de lerdo como se não a conhecia (e ela mais bonita ainda).

Barzinho, cinema e fomos para casa do meu amigo, ele entrou com a ficante dele para o quarto e nós ficamos na sala, conversa vai conversa vem, começa a pegação, mas, quando a esmola é muita o santo desconfia… kkk estávamos num amasso danado, tirei a roupa dela e quando fui tirar a minha calça, ela viu a minha cicatriz e gritou:

– Lembrei de você. VOCÊ É O GAROTO DO BUEIRO. Sabia que eu te conhecia de algum lugar.

E riu alto, vestiu a roupa e chamou a amiga dela no outro quarto. A amiga dela e meu amigo vieram e ela contou pra eles que eu era o garoto da história do bueiro. Todo mundo começou a rir. ¬¬

Esse meu amigo, não sabia da história. Agora eu virei de vez O GAROTO DO BUEIRO. KKKKK

Nem rolou mais nada depois. A foda de todo mundo foi empacada pela minha história.

O duro é que agora, além da minha família, os meus amigos também só me chamam de garoto do bueiro de esgoto.

Quem sabe no próximo fim de ano eu finalmente consiga transar com a gata. Ou talvez não era pra ser mesmo. Valeu galera

– anônimo

 

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maldito bueiro
maldito bueiro
dez
14
2017

Aconteceu Comigo

E aí corujas, tudo bão? Digo corujas do blog insoonia, não corujas do felipe neto, ok? Aqui somos corujas raízes! Desde já, sou sua fã Gi e venho contar o que me aconteceu na semana passada. Uma história bem louca que só podia acontecer comigo. Peço que não publique meu nome.

Estudo numa cidade próxima, 60 km, e sempre vou e volto de carro pra aula. Semana passada foi semana de provas finais, estou no último ano da facu, e como foi uma semana puxada de muitos trabalhos, provas e trabalhos… no último dia de aula, quando terminei minha última prova do semestre, saí da facu e decidi f1 (maconha) antes de retornar a minha cidade. Pra aliviar a tensão e já dar início as férias, sabe como é?!

Saí da facu e já acendi um dentro carro, fiz a famosa sauninha delícia. Fui fumando no trajeto até a saída da cidade. Até aí tudo tranquilo como de costume. Peguei a rodovia que conheço na palma da mão, que é super tranquila e nada movimentada, e fui seguindo meu caminho ouvindo umas músicas.

Pouco tempo na estrada e no momento que comecei a brisar de verdade, me deparei com uns cones na rodovia. Pensei que podia ser acidente ou obra na estrada, mas pra minha surpresa era blitz. Minha gente, eu pego essa rodovia há anos e nunca nem vi polícia. E pra piorar não era polícia, era o exército!!!

Como eu tava brisando nem me importei e continuei em frente. Até que vejo um soldado do exército dando sinal para eu parar. Cara, os vidros do carro estavam fechados, dei seta para estacionar e já abri correndo os vidros pro marasmo sair. Parei um pouco na frente pra dar tempo do cheiro sumir…

Pensei…. “fica tranquila, aja naturalmente que não há de ser nada…”

O soldado já chegou na minha janela dizendo:

_ que bonito hein…

Olhei pra ele e era um homão da porra, que cara mais lindo!!! E eu chapada respondi:

_ UAU, bonito é você! Que olhos são esses??? É azul ou verde?

Ele disse:

_ Você tá fumando maconha e dirigindo, mocinha??

Respondi:

_ Claro que não. Você me viu fumando?

Ele:

_ Senti o cheiro lá de trás e seus olhos estão vermelhos. Desce do carro!

E então desci do carro, o problema é que eu estava brisando e achando graça da situação.kkkkkkk

_ Vou revistar o seu carro.

_ Não tem nada aí, eu só tinha unzinho. Quer me revistar tb?

_ Você está confessando que fumou?

_ Ué, você não disse que sentiu o cheiro? – respondi e ri em seguida, não aguentei.

Caramba, na hora percebi que ia dar merda. E já disse:

_ Gato, quebra essa vai. Eu tive uma semana exaustiva, não vai acontecer novamente.

Ele revistou meu carro, não achou nada e mandou eu esperar um pouco e depois ir embora.

Fiquei lá brisando, esperando ser liberada e admirando aquele homem fardado divo enquanto os soldados continuavam a blitz.

Depois de um tempo, o homão da porra disse que iria me levar em casa. o.O

Ele mora na minha cidade e aproveitou pra pegar uma carona. Viemos conversando e pra minha alegria ainda consegui o whats dele e estamos conversando. Marcamos de sair sábado. HAHAHA

Prometi pra mim mesma que não irei fumar mais e pegar estrada depois, uma sorte dessa eu não vou ter nunca mais.

E aí, vocês já passaram por um sufoco bom desses? kkk

Valeu, galera! beijus

– anônima

 

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LOUCURA LOUCURA LOUCURA...
LOUCURA LOUCURA LOUCURA...
Dicas
nov
27
2017

Aconteceu Comigo

Prezados leitores(as) do insoonia!

Como o caso é recente prefiro abster-me de identificar os protagonistas desta incrível história que aconteceu comigo.

Vamos chamá-los de Adalgiza Valéria e Alisando Créci e fazer a narrativa em terceira pessoa.

Adalgiza e Alisando estavam certa vez procrastinando no celular em um desses aplicativos de relacionamento quando houve a combinação. Iniciaram uma conversa leve, que desde o primeiro momento respaldou-se pelo descompromisso e bom humor, especialmente de Alisando que conseguia arrancar gargalhadas virtuais de Adalgiza.

Marcaram um encontro para verificar se a sintonia virtual iria se estender para a vida real e, no primeiro contato Alisando já abraçou efusivamente Adalgiza que, por ser uma mulher mais reservada gostou da abordagem, porém ainda não se sentia muito a vontade.

A conversa rolou solta e descontraída com Adalgiza sempre esquivando-se das investidas de Alisando e, sequer beijaram-se, despedindo com um toque suave no canto de suas bocas.

Neste momento Alisando pensava: “nossa, ela tem um corpo escultural, que energia sexual. Não acredito que não fiquei com essa garota. Vou investir”.

Assim fez. Durante os próximos dias conversaram muito mesmo pra tentar se conhecer. E conseguiram. Abriram seus corações. Suas expectativas, medos, anseios até que Alisando foi num domingo a tarde dar somente um “oi” na casa de Adalgiza quando beijaram-se pela primeira vez e a vontade sexual se fez bem muito presente porém foi controlada.

Mais uma semana de cumplicidade para que, na sexta-feira, Alisando munido de um vinho foi para casa de Adalgiza. Nesta noite acenderam velas, música sensual, clima envolvente quando Alisando disse:

– Tive uma ideia genial, não tem como dar errado!
– Qual ideia?
– Vamos ficar nus!

Riram como dois adolescentes, mas concordaram com a condição de que não poderia ser assim, apenas o ato de tirar as roupas. Tinha que ter um desafio. A descoberta de seus corpos não poderia ser fácil.

Adalgiza tirou então do armário o jogo “Imagem & Ação”.

Ambos jogavam, riam e se despiam como se fosse uma atividade corriqueira. Tudo transcorria com uma incrível naturalidade. O jogo acabou e como prêmio pela vitória de Alisando, Adalgiza despiu de sua última peça de roupa.

Ambos ficaram nus e se abraçaram. Beijaram-se e acariciaram-se ainda por vários minutos. Trocaram beijos ardentes em seus membros mais íntimos e, enfim, houve a penetração, mas que infelizmente, poucos minutos depois foi coroada pela ejaculação de Alisandro que libertou seu jato de porra como nunca houvera disparado contra ninguém.

Relaxado deitou-se ao lado de Adalgiza contemplando sua beleza no que teve seu silêncio interrompido por aqueles grandes olhos azuis que de angelicais transfiguraram-se em uma manifestação demoníaca.

– Você é um egoísta, vem na minha casa, me come na minha cama e faz esse papelão de gozar rápido? Ponha-se daqui pra fora.

– Desculpa, nunca me aconteceu isso antes. Prometo que vou te compensar. É que você é muito gostosa! – Tentou justificar Alisando no que foi interrompido prontamente:

– A culpa da sua incompetência agora é minha?

Sem rumo e sem direção, Alisando vestiu-se e passou uma noite aterradora duvidando de todas as suas conquistas e performances dignas de Oscar. Jurou para si mesmo. Pela alma de Hugh Hefner e por todos os deuses eróticos que iria mudar a opinião daquela garota que mexeu com seus desejos mais íntimos e cutucou com ferro quente seu ego inflado de Don Juan.

No dia seguinte, após acalmar os ânimos ambos se falaram e retomaram o clima de flerte e interesse mútuo que havia permeado todo o desenvolvimento deste romance.

Dessa vez Alisando estava preparado. Antes do próximo encontro passou em uma farmácia e comprou um preservativo com efeito retardante. Nunca havia utilizado esse artifício antes, porém tinha uma reputação a zelar.

Dirigiu-se então, novamente para a residência de Adalgiza que o aguardava. Dessa vez Alisando levou cerveja. Precisava de recursos tipicamente masculinos para que sua virilidade não fosse influenciada por nenhum fator externo.

Após aqueles instantes iniciais o envolvimento tomou corpo. Já ficaram nus e novamente trocaram carícias, beijos e lambidas como se estivessem degustando sua última refeição antes de sem executados.

Alisando estava prestes a queimar a largada quando puxou sua arma secreta. Vestiu seu membro rijo de proporções astronômicas com aquela capa de benzocaína e continuou com movimentos frenéticos e rítmicos quando se deu conta da triste situação: aquele membro rijo já não estava assim tão rijo. A sensibilidade tornou-se nula e até sua parceira notava que algo estava errado.

Seu membro parecia uma maria mole, um toblerone esquecido dentro do carro estacionado no sol. Em uma tentativa insana de continuar o estímulo mudou Adalgiza de posição e antes de continuar penetrando-a deu uma lambida em sua rosada região particular. Essa lambida promoveu um sabor entranho em sua boca que deu uma entortada. Parecia que Alisando estava praticando o boquete do AVC. A parte esquerda de seu rosto foi afetada por aquele produto anestésico e perigoso contido naquele preservativo de satã. Impossibilitado da capacidade da fala pensou: isso não pode ficar assim.

Alisando tirou o preservativo e promoveu uma movimentação livre desse recurso. Seus poderes e habilidades foram restaurados. A kriptonita não afetava mais aquele homem viril que precisava provar de qualquer jeito ser capaz de promover um orgasmo em Adalgiza, a razão do seu desejo.

Mas foi traído novamente pela ejaculação desavisada. E mesmo Alisando ter promovido o empate de prazer com seus dedos ágeis e seus beijos bem aplicados, Adalgiza não quer mais saber de Alisando…

Se for pra gozar no dedo, obrigada, tenho 10 muito melhores”.

Cuidado com preservativos que prometem ações específicas, meus caros. #naofunciona #fikdik

– anônimo

 

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ô coitado
ô coitado
nov
20
2017

Aconteceu Comigo

Pois é amigos, do insoonia, sabe aquele boy que é do mesmo condomínio, todo perfeitinho pra você, que as vezes você tem dúvida se é do babado ou não?

Passei dois meses num crush danado por um, ele passava e eu piscava.
Todo dia a noite era o mesmo ritual… Eu descia pra fumar meu Hollywood azul, sentado no banquinho do play e ele passava. Perfume mara (que depois eu descobri que se chama Creed), sempre de chinelo e uma bermudinha sexy ou calça de moletom (que particularmente eu amo), pernas grossas, as vezes fazia o joinha pra mim, as vezes não…

Eu ficava fazendo a tímida, mas muito curiosa sim! Os dias foram passando, eu meio que estava depressivo por muitos fatores, cheguei a tomar remédio e a fumar desesperadamente, totalmente descompensado emocionalmente… Daí depois de um tempo nesse impasse, eu já queria me insinuar, se pudesse ficava de cueca no playground pra ver qual a reação dele. Uma noite, pensando nos meus problemas, liguei pra minha mãe e xinguei o mundo…. Bem na hora que ele tava passando.

Eu, puto nervoso, sinto aquele perfume que me deixava louco, uma mistura de pensamentos, vontades… Acabei chamando ele, liguei o foda-se totalmente, não sabia nem se eu ia dormir em casa depois do que eu tinha feito, tinha mais nada a perder.

Puxei assunto, ele foi super legal, super simpático, disse que tocava bateria, que as vezes a gente tem que descontar nossas raivas, seja na música ou na musculação e bla bla bla… Essa hora já tinha perdido todo o tesão porque ele era totalmente hetero..

Ele me acalmou… Com aquele jeitão de hetero, pensei: agora já pode ir, embuste, já to calmo.
Aí ele começou outro assunto, eu querendo que ele fosse embora e nada. Falava mais que o homem da cobra, a essa hora eu já tava me arrependendo de tudo.

Daí comecei a falar que eu ia subir pra pegar umas roupas e vazar pra casa da minha vó, na tentativa de me livrar dele. E fomos andando. Na porta do bloco, ele me fala: “Cara, vai na sua vó não, fica lá em casa hj, to sozinho.” Aí reacendeu né, aquele fogo, aquela ponta de esperança que ele curtisse.

No elevador ele foi falando que morava sozinho desde os 18 anos, pra eu não reparar nada, aquela história de quem vai receber visita e eu tipo “nada a ver, tranquilo, também sou simples demais e bagunceiro”. Aí ele falou bem assim: “Não é nem por isso não!”

Eu devia adivinhar o que estava por vir e ir direto pro meu apartamento, mas o fogo no c* falou mais alto.
Daí ele abriu a porta… Nos mesmos moldes do apartamento dos meus pais, tinha um corredor pequeno até chegar a sala… Quando chego na sala, a surpresa… TUDO que você pode imaginar de coisas infantis, se bobiar tinha a sorveteira da Eliana naquela merda.

Pensei: ele disse que mora sozinho, pode ser de uma filha, sobrinha, um parente criança que vem visitá-lo.
De repente ele interrompe meu pensamento, devia ser pela minha cara de espanto e fala: “Coleciono brinquedos antigos. É tudo meu.”

Eu: hummmmm, legal.

Achei super estranho, mas aí ele me ofereceu whisky com energético, a coisa enfim estava ficando boa.
Ele deitou nos puffs espalhados pela sala e me perguntou se eu queria um abraço e eu claro, avancei e nós ficamos.

Manaaas, pensem num boy que beija bem demais, voltou a empolgação, esqueci que eu tava no Xou da Xuxa, fiquei de pau duro com aquele perfume e aquela delícia de perna dele, passei a mão em tudo sim! Nessa hora eu já tava querendo transar, só que a porra do tapete dele tava me dando alergia, uma coceira que atrapalhava nossa pegação… Aí eu falei: “Vamos para o quarto…”

Ele me levou até lá, acendeu a luz e se jogou na cama… Quando eu olho para a parede: toooooooodos os posters de Sandy e Junior que você possa imaginar ele tinha, mas tudo mesmo, onde quer que vc olhasse ia ter poster… Respirei fundo e pensei nos beijos e caí na cama.

A gente já tinha aberto os fechos, eu apressadamente já tinha tirado a camisa dele, ele a minha… Na hora da calça, eu já tinha tirado também e fui tentar tirar a dele, quando de repente ele tira minhas mãos dele e fala: “Nada disso, espera um momento.”

Eu, super excitado na cama e ele levantou, foi até o som que ficava na escrivaninha dele!

Falei: “adoro striptease!!”
Ele: “ah é? Você vai ver então!”

Foi quando começou a tocar: Dig dig joy, dig joy popoy…
Na hora do “Vem brincar comigo”, ele fazia o sinal de “vem” com o dedinho. Eu queria que um meteoro caísse no mundo naquele momento. Ele balançava a raba, Sandy e Junior com vozes de crianças cantando. O pau que tava lá na testa, foi parar lá no pé. Eu olhava para o lado pra tentar manter pelo menos um pouco da ereção e a Sandy me encarava.

Mantive o foco só na perna do boy, a música parou e ele veio nu pra cima de mim… Me beijou, eu pedi pra apagar a luz e tudo correu bem. Tomei trauma da Sandy, do Junior, do cheiro do perfume. Voltei pra casa nesse dia mesmo, ele ficou correndo atrás e as vezes a gente fica, só que no meu apto.

Espero que gostem do meu “Aconteceu Comigo”

– anônimo

 

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out
17
2017

aconteceu comigo

Bem, essa história aconteceu comigo há tempo atrás e ficou marcado como o dia que eu tirei a virgindade da minha namorada na casa dos meus pais (com meus pais em casa).

Não tenho problemas com identificação, essa história já foi contada milhares de vezes e é, infelizmente, verdade.

Eu tinha 19 anos de idade e morava com meus pais ainda. Eu vivia indo nas festas e torrava todo dinheiro que eu ganhava em álcool e motel. Nunca tive problemas sexuais, até esse dia que vou contar.

Era uma sexta-feira linda, altas festinhas na cidade, mas eu tinha um aniversário de 15 anos pra ir, acredita nisso? Bem… é meio óbvio que eu chapei o coco e fiquei sentado na mesa com meus pais, até que vi uma semideusa, a mulher dos meus sonhos e futura mãe dos meus filhos… Não sei se era o álcool falando por mim, mas realmente eu achei que havia me apaixonado.

Fui em direção à ela, papo vai e papo vem, ela tinha 20 anos, estava na faculdade de arquitetura, era filha de católicos fervorosos… bem, consegui um sorriso dessa semideusa e logo consegui convencer ela de que a gente devia sair junto. Ela era pra casar, bem comportada e tudo mais… Depois de uns 2 meses juntos, ficando bem sério/quase namorando, chamei ela pra ir num motelzinho. Ela meio que “fez que não”, e depois de eu insistir ela acabou confessando que era virgem e que queria uma primeira vez perfeita e bláblá.

Quem é homem sabe, toda vez que uma mulher fala que é virgem a vontade de dar aquela sarrada aumenta. (Não mintam!)

Pois bem, pedi ela em namoro e mostrei pra ela que eu era o cara perfeito. No nosso aniversário de 3 meses ela pediu pra eu leva-la num motel, porém, eu não podia. Eu havia gasto uns 200 reais em presentes com ela, não havia sobrado nem R$ 10,00 pra ir num cineminha. Dei a ideia de ir na casa dela, mas ela disse que lá era impossível de ir, os pais dela ficariam em cima o tempo todo, mesmo ela sendo uma adulta, eles pegavam pesado, inclusive não me aceitaram até o fim do relacionamento. Depois de alguns minutos tentando bolar um plano, decidi ligar pro meu pai.

Meu pai era como um irmão, um amigo confidente, ele já sabia muito bem o que eu queria, entendeu na hora! Porém meu pai é um insano. Combinei com ele de levar a minha namorada em casa, sem minha mãe saber de nada. Ele pediu pra gente entrar pela porta dos fundos em segredo.  Bem, lá estava eu e minha namorada, sedentos por um sexo, escondidos dentro do meu quarto.

Tudo ok até o momento…

Acendi umas velas que eu tinha em caso da energia cair e também queimei um incenso. Tava aquele clima de amorzinho total e ela, por incrível que pareça, tava mais solta do que eu.

Depois de quase 30 minutos de preliminares (E QUE PRELIMINARES…) começamos o rala e rola e depois de uns 10 minutos de “perdendo a virgindade”, ela começou a sentir mais prazer e as coisas ficaram intensas… tão intensas que tava fazendo até barulho… parecia que era uma fabrica, a bateção de carne era muito intensa e eu adorava isso.

De repente, ouço meu celular vibrar… era uma mensagem, deixei pra lá e continuei fodendo… aí o celular vibrou de novo … e de novo e começou a tocar. Aí resolvi parar meu coito e ver quem era. Era meu pai!

Atendi o celular, bem baixinho…

– pai, puta merda, não é uma boa hora – eu disse
– é, vê se ‘mete’ mais baixo aí, sua mãe acordou e eu to tentando distrair ela – meu pai
– ué, mas tu tá aonde?
– no banheiro, filho, fala baixo e ‘mete’ em silêncio, que enquanto isso eu distraio sua mãe…

O velho desligou na minha cara e, óbvio, eu não tinha mais clima pra fazer um sexo de qualidade, mas, mesmo assim continuamos nosso coito.

PORÉM, MAS, ENTRETANTO, menos de 2 minutos depois de reiniciarmos nosso ato carnal, percebi que algo estava errado, mesmo ainda em movimento, comecei a ouvir um barulho estranho, além do nosso suspiro.

E, aí foi que meu pai atrapalhou a minha foda. A distração que meu pai planejou não era nada agradável pra mim. O fdp resolveu transar com a minha mãe para distrair ela. E os dois começaram a gemer bem alto. Minha mãe não sabia que eu estava em casa.

Cara, perceber que eu transava na mesma casa que meu pai transava com minha mãe foi broxante, tanto pra mim, tanto pra minha cremosa (que nunca mais quis ir em casa).

Pra finalizar, coloco um trecho que ouvi antes de parar tudo e levar a deusa embora…

– Aperta minhas bolas, amor” – Pai, 57.
– Então morde meus mamilos, meu garanhão” – Mãe, 55.

Isso nunca mais sairá da minha memória. =/

– Joel, 25.

 

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gemeu tão alto que deixou o pai com vontade
gemeu tão alto que deixou o pai com vontade
set
28
2017

aconteceu comigo

Fala meu povo desse blog lindo de meu deus. Hoje vou contar a minha primeira vez com a minha amiga. Aconteceu comigo super recente.

Sou mulher e até alguns dias atrás eu “era hétero”. Bom, me apaixonei pela a minha melhor amiga. Não sei por que éguas isso foi acontecer, mas aconteceu. E agora eu estou amando e transando com a minha best.

Tive um longo relacionamento hétero em que eu acreditava fielmente que o amava. Meu ex era uma pessoa maravilhosa e a gente se dava super bem. Em todos os aspectos. Ele era meu melhor amigo acima de tudo. Isso, claro, até eu me apaixonar pela a minha amiga.

Conheci minha miga através de outros amigos. Tenho um grupo de amigos inseparáveis e um desses amigos, é primo dela, uma linda garota, por quem sempre tive um grande apreço. Nos conhecemos há 4 anos e criamos uma grande amizade.

O que aconteceu é que depois que eu terminei com meu ex – eu estava perdidamente apaixonada por ela e achei justo deixá-lo livre. Eu não era mais capaz de fazê-lo feliz – aí depois que terminei meu namoro, ela se aproximou mais ainda da minha vida. Começou a ser presente, como nunca foi antes. Começamos a sair sempre, a conversar por horas no whatsapp e nos encontrar mais vezes.

Criamos um laço muito intenso. Eu desejava ela em meus melhores sonhos, sem nunca antes ter ficado com alguma mulher e sequer ter tido atração por uma. Pois é, o que eu sinto é bem louco mesmo. Sempre fui muito bem resolvida com a minha orientação, aliás, eu achava que era.

O sentimento aconteceu e o melhor de tudo: foi recíproco.

Bicho, aquela mulher quando me encosta eu sinto todos os nervos do meu corpo, eu sinto um puta tesão que nunca senti antes. Não consigo explicar.

A nossa primeira vez foi bem louca. Aconteceu há 3 meses. Combinamos de sair pra beber com os amigos, como sempre fazíamos. A gente se amava, se desejava, mas ambas “éramos héteras” e nenhuma tinha coragem de se abrir.

Nesse dia, eu esperei meus pais dormirem e saí com o carro do velho escondido para encontrá-la. Tirei o uno da garagem sem ligar, empurrei o carro pra fora no ponto morto pra não fazer barulho e fui buscá-la em casa.

Peguei ela na esquina de sua casa e depois fomos encontrar outros amigos meus da facu pra chapar. A gente se gosta muito, sempre que o grupo de amigos inseparáveis se reúne, nós duas não desgruda. Cara, parece coisa de alma. Nos damos super bem. É só alegria ao lado dela. É o verdadeiro “juntô cabô”.

Tomamos toda essa noite e depois fomos embora. No caminho que eu estava levando ela embora, ela toda soltinha, depois de beber bastante, pegou e disse pra mim: “vamos numa quebrada?”.

Eu fiquei pensando, como assim quebrada, e ela completou “vamos num lugar mais reservado”. Daí passei por um bairro novo, com poucas habitações e ela disse para estacionar o carro. Eu obedeci todos os comandos. Todos mesmo!!

As duas bêbadas, parada numa rua escura e conversando coisas aleatórias da vida. Saímos do carro, deitamos no capô do mesmo e ficamos olhando as estrelas do céu. A lua estava linda!!!

Voltamos para dentro do carro, ela abriu uma bala, colocou na boca e ficou me encarando cara a cara. Cedemos e começou ali uma linda história de amor de sapatão.

Foi meu primeiro beijo lésbico. E cara, eu sempre sonhei com aquele beijo. Mas não tinha coragem e achava loucura da minha cabeça. Mas naquele momento eu conheci o melhor beijo da minha vida.

Um beijo capaz de acender todas as chamas do meu corpo. Ela me beijava com tanta vontade, sua mão na minha nuca, a sua pegada, meu corpo arrepiava por inteiro. E foi ali mesmo dentro do carro que fizemos amor, depois do nosso primeiro beijo, sem nem saber muito o que fazer, por falta de experiência rs, mas nos viramos nos 30 com sucesso.

Abaixei o banco do carro e ela tirou a minha calça e me fez um oral destruidor!! Ficamos a noite toda revezando no oral e foi a melhor noite da minha vida. Eu nunca gozei tanto brasil!!!

Que mulher!!!

Bom, é isso. Nossos amigos inseparáveis ainda não sabem que estamos nos pegando. A gente começou a namorar e estamos planejando como será essa revelação. E estamos descobrindo novas posições. ( ͡° ͜ʖ ͡°)

Quem nunca se apaixonou por uma amiga, não é mesmo?!

abraços

– Mayra

 

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Eu nunca gozei tanto brasil
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