INSÔÔNIA.com
jan
18
2018

garoto do bueiro

Há tempos que acompanho o blog, primeiramente gostaria de parabenizá-la pelo trabalho, muito bom o blog. Hoje resolvi contar um fato que ocorreu comigo, que é motivo de trauma, um trauma que acho que nem psicólogo resolve kkkkk.

Quando eu tinha 16 anos fui visitar uma tia em outra cidade (passar a férias), aí você sabe, 16 anos, hormônios à flor da pele, até aí tudo bem. Uma semana na casa da minha tia, meu primo me chama pra sair com os amigos deles, no qual eles iriam encontrar umas garotas (ficantes), chegando na praça central da cidade os dois grupos se encontram, casais todos formados, só eu sozinho, aí começa a minha desgraça, uma das garotas resolve chamar outra para fazer par comigo, quando ela chega, pensa em um menina bonita, para vocês terem uma ideia eu acho que sou nota 6 no máximo, e a menina era nota 10. Nem sei como ela ficou comigo… kkkk

Conversa vai conversa vem, beijo para cá beijo para lá, ela me pede pra levar ela na casa dela e disse que os seus pais tinham viajado e ela estava sozinha, aí pensei, é hoje que entro para história, é hoje que o “Malaquias” vai conhecer o que é mulher bonita de verdade, porra ganhei na loteria!!!

Levando ela para casa, passamos por uma rua escura, com pouca iluminação, e ela falando o tempo todo que gostaria que eu passasse a noite com ela, fiquei tão animado e eufórico que no meio do caminho tinha a droga de um bueiro de esgoto sem a tampa e não deu outra, o idiota aqui caiu dentro do bueiro e o resultado foi o pior: bombeiros, guria rindo, hospital e diversos pontos na perna e no final uma baita de uma cicatriz.

Passei o resto do mês na casa da minha tia sem sair de casa, morrendo de vergonha e pedindo para Deus nunca mais encontrar a garota de novo. Eu era moleque e lembro como se fosse hoje da guria rindo da minha cara. Foi triste. Perdi a foda com uma gata e virei motivo de zoeira na minha família. Todo fim de ano, a galera fazia questão de lembrar da história e rir.

Bom, a história não termina aqui. Passou 12 anos do acontecido e no final do ano passado, fui visitar a família como de costume e lá fui encontrar com um amigo meu. A gente marcou de se encontrar no fim de semana.

Quando cheguei na casa dele, ele me pediu um favor, disse que estava saindo com uma garota e iria encontrar com ela a noite, mas chegou uma amiga dela e ela só sairia se arrumasse um par para essa amiga. E amigo que é amigo não empaca a transa de outro amigo, não é mesmo? Então topei.

Chegando no local advinha quem era a guria? Sim. A bendita de 12 anos atrás. Cara, tranquei o cu na hora que vi ela. Morri de vergonha e de medo dela lembrar de mim, fiz cara de lerdo como se não a conhecia (e ela mais bonita ainda).

Barzinho, cinema e fomos para casa do meu amigo, ele entrou com a ficante dele para o quarto e nós ficamos na sala, conversa vai conversa vem, começa a pegação, mas, quando a esmola é muita o santo desconfia… kkk estávamos num amasso danado, tirei a roupa dela e quando fui tirar a minha calça, ela viu a minha cicatriz e gritou:

– Lembrei de você. VOCÊ É O GAROTO DO BUEIRO. Sabia que eu te conhecia de algum lugar.

E riu alto, vestiu a roupa e chamou a amiga dela no outro quarto. A amiga dela e meu amigo vieram e ela contou pra eles que eu era o garoto da história do bueiro. Todo mundo começou a rir. ¬¬

Esse meu amigo, não sabia da história. Agora eu virei de vez O GAROTO DO BUEIRO. KKKKK

Nem rolou mais nada depois. A foda de todo mundo foi empacada pela minha história.

O duro é que agora, além da minha família, os meus amigos também só me chamam de garoto do bueiro de esgoto.

Quem sabe no próximo fim de ano eu finalmente consiga transar com a gata. Ou talvez não era pra ser mesmo. Valeu galera

– anônimo

 

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maldito bueiro
maldito bueiro
dez
14
2017

Aconteceu Comigo

E aí corujas, tudo bão? Digo corujas do blog insoonia, não corujas do felipe neto, ok? Aqui somos corujas raízes! Desde já, sou sua fã Gi e venho contar o que me aconteceu na semana passada. Uma história bem louca que só podia acontecer comigo. Peço que não publique meu nome.

Estudo numa cidade próxima, 60 km, e sempre vou e volto de carro pra aula. Semana passada foi semana de provas finais, estou no último ano da facu, e como foi uma semana puxada de muitos trabalhos, provas e trabalhos… no último dia de aula, quando terminei minha última prova do semestre, saí da facu e decidi f1 (maconha) antes de retornar a minha cidade. Pra aliviar a tensão e já dar início as férias, sabe como é?!

Saí da facu e já acendi um dentro carro, fiz a famosa sauninha delícia. Fui fumando no trajeto até a saída da cidade. Até aí tudo tranquilo como de costume. Peguei a rodovia que conheço na palma da mão, que é super tranquila e nada movimentada, e fui seguindo meu caminho ouvindo umas músicas.

Pouco tempo na estrada e no momento que comecei a brisar de verdade, me deparei com uns cones na rodovia. Pensei que podia ser acidente ou obra na estrada, mas pra minha surpresa era blitz. Minha gente, eu pego essa rodovia há anos e nunca nem vi polícia. E pra piorar não era polícia, era o exército!!!

Como eu tava brisando nem me importei e continuei em frente. Até que vejo um soldado do exército dando sinal para eu parar. Cara, os vidros do carro estavam fechados, dei seta para estacionar e já abri correndo os vidros pro marasmo sair. Parei um pouco na frente pra dar tempo do cheiro sumir…

Pensei…. “fica tranquila, aja naturalmente que não há de ser nada…”

O soldado já chegou na minha janela dizendo:

_ que bonito hein…

Olhei pra ele e era um homão da porra, que cara mais lindo!!! E eu chapada respondi:

_ UAU, bonito é você! Que olhos são esses??? É azul ou verde?

Ele disse:

_ Você tá fumando maconha e dirigindo, mocinha??

Respondi:

_ Claro que não. Você me viu fumando?

Ele:

_ Senti o cheiro lá de trás e seus olhos estão vermelhos. Desce do carro!

E então desci do carro, o problema é que eu estava brisando e achando graça da situação.kkkkkkk

_ Vou revistar o seu carro.

_ Não tem nada aí, eu só tinha unzinho. Quer me revistar tb?

_ Você está confessando que fumou?

_ Ué, você não disse que sentiu o cheiro? – respondi e ri em seguida, não aguentei.

Caramba, na hora percebi que ia dar merda. E já disse:

_ Gato, quebra essa vai. Eu tive uma semana exaustiva, não vai acontecer novamente.

Ele revistou meu carro, não achou nada e mandou eu esperar um pouco e depois ir embora.

Fiquei lá brisando, esperando ser liberada e admirando aquele homem fardado divo enquanto os soldados continuavam a blitz.

Depois de um tempo, o homão da porra disse que iria me levar em casa. o.O

Ele mora na minha cidade e aproveitou pra pegar uma carona. Viemos conversando e pra minha alegria ainda consegui o whats dele e estamos conversando. Marcamos de sair sábado. HAHAHA

Prometi pra mim mesma que não irei fumar mais e pegar estrada depois, uma sorte dessa eu não vou ter nunca mais.

E aí, vocês já passaram por um sufoco bom desses? kkk

Valeu, galera! beijus

– anônima

 

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LOUCURA LOUCURA LOUCURA...
LOUCURA LOUCURA LOUCURA...
nov
27
2017

Aconteceu Comigo

Prezados leitores(as) do insoonia!

Como o caso é recente prefiro abster-me de identificar os protagonistas desta incrível história que aconteceu comigo.

Vamos chamá-los de Adalgiza Valéria e Alisando Créci e fazer a narrativa em terceira pessoa.

Adalgiza e Alisando estavam certa vez procrastinando no celular em um desses aplicativos de relacionamento quando houve a combinação. Iniciaram uma conversa leve, que desde o primeiro momento respaldou-se pelo descompromisso e bom humor, especialmente de Alisando que conseguia arrancar gargalhadas virtuais de Adalgiza.

Marcaram um encontro para verificar se a sintonia virtual iria se estender para a vida real e, no primeiro contato Alisando já abraçou efusivamente Adalgiza que, por ser uma mulher mais reservada gostou da abordagem, porém ainda não se sentia muito a vontade.

A conversa rolou solta e descontraída com Adalgiza sempre esquivando-se das investidas de Alisando e, sequer beijaram-se, despedindo com um toque suave no canto de suas bocas.

Neste momento Alisando pensava: “nossa, ela tem um corpo escultural, que energia sexual. Não acredito que não fiquei com essa garota. Vou investir”.

Assim fez. Durante os próximos dias conversaram muito mesmo pra tentar se conhecer. E conseguiram. Abriram seus corações. Suas expectativas, medos, anseios até que Alisando foi num domingo a tarde dar somente um “oi” na casa de Adalgiza quando beijaram-se pela primeira vez e a vontade sexual se fez bem muito presente porém foi controlada.

Mais uma semana de cumplicidade para que, na sexta-feira, Alisando munido de um vinho foi para casa de Adalgiza. Nesta noite acenderam velas, música sensual, clima envolvente quando Alisando disse:

– Tive uma ideia genial, não tem como dar errado!
– Qual ideia?
– Vamos ficar nus!

Riram como dois adolescentes, mas concordaram com a condição de que não poderia ser assim, apenas o ato de tirar as roupas. Tinha que ter um desafio. A descoberta de seus corpos não poderia ser fácil.

Adalgiza tirou então do armário o jogo “Imagem & Ação”.

Ambos jogavam, riam e se despiam como se fosse uma atividade corriqueira. Tudo transcorria com uma incrível naturalidade. O jogo acabou e como prêmio pela vitória de Alisando, Adalgiza despiu de sua última peça de roupa.

Ambos ficaram nus e se abraçaram. Beijaram-se e acariciaram-se ainda por vários minutos. Trocaram beijos ardentes em seus membros mais íntimos e, enfim, houve a penetração, mas que infelizmente, poucos minutos depois foi coroada pela ejaculação de Alisandro que libertou seu jato de porra como nunca houvera disparado contra ninguém.

Relaxado deitou-se ao lado de Adalgiza contemplando sua beleza no que teve seu silêncio interrompido por aqueles grandes olhos azuis que de angelicais transfiguraram-se em uma manifestação demoníaca.

– Você é um egoísta, vem na minha casa, me come na minha cama e faz esse papelão de gozar rápido? Ponha-se daqui pra fora.

– Desculpa, nunca me aconteceu isso antes. Prometo que vou te compensar. É que você é muito gostosa! – Tentou justificar Alisando no que foi interrompido prontamente:

– A culpa da sua incompetência agora é minha?

Sem rumo e sem direção, Alisando vestiu-se e passou uma noite aterradora duvidando de todas as suas conquistas e performances dignas de Oscar. Jurou para si mesmo. Pela alma de Hugh Hefner e por todos os deuses eróticos que iria mudar a opinião daquela garota que mexeu com seus desejos mais íntimos e cutucou com ferro quente seu ego inflado de Don Juan.

No dia seguinte, após acalmar os ânimos ambos se falaram e retomaram o clima de flerte e interesse mútuo que havia permeado todo o desenvolvimento deste romance.

Dessa vez Alisando estava preparado. Antes do próximo encontro passou em uma farmácia e comprou um preservativo com efeito retardante. Nunca havia utilizado esse artifício antes, porém tinha uma reputação a zelar.

Dirigiu-se então, novamente para a residência de Adalgiza que o aguardava. Dessa vez Alisando levou cerveja. Precisava de recursos tipicamente masculinos para que sua virilidade não fosse influenciada por nenhum fator externo.

Após aqueles instantes iniciais o envolvimento tomou corpo. Já ficaram nus e novamente trocaram carícias, beijos e lambidas como se estivessem degustando sua última refeição antes de sem executados.

Alisando estava prestes a queimar a largada quando puxou sua arma secreta. Vestiu seu membro rijo de proporções astronômicas com aquela capa de benzocaína e continuou com movimentos frenéticos e rítmicos quando se deu conta da triste situação: aquele membro rijo já não estava assim tão rijo. A sensibilidade tornou-se nula e até sua parceira notava que algo estava errado.

Seu membro parecia uma maria mole, um toblerone esquecido dentro do carro estacionado no sol. Em uma tentativa insana de continuar o estímulo mudou Adalgiza de posição e antes de continuar penetrando-a deu uma lambida em sua rosada região particular. Essa lambida promoveu um sabor entranho em sua boca que deu uma entortada. Parecia que Alisando estava praticando o boquete do AVC. A parte esquerda de seu rosto foi afetada por aquele produto anestésico e perigoso contido naquele preservativo de satã. Impossibilitado da capacidade da fala pensou: isso não pode ficar assim.

Alisando tirou o preservativo e promoveu uma movimentação livre desse recurso. Seus poderes e habilidades foram restaurados. A kriptonita não afetava mais aquele homem viril que precisava provar de qualquer jeito ser capaz de promover um orgasmo em Adalgiza, a razão do seu desejo.

Mas foi traído novamente pela ejaculação desavisada. E mesmo Alisando ter promovido o empate de prazer com seus dedos ágeis e seus beijos bem aplicados, Adalgiza não quer mais saber de Alisando…

Se for pra gozar no dedo, obrigada, tenho 10 muito melhores”.

Cuidado com preservativos que prometem ações específicas, meus caros. #naofunciona #fikdik

– anônimo

 

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ô coitado
ô coitado
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nov
20
2017

Aconteceu Comigo

Pois é amigos, do insoonia, sabe aquele boy que é do mesmo condomínio, todo perfeitinho pra você, que as vezes você tem dúvida se é do babado ou não?

Passei dois meses num crush danado por um, ele passava e eu piscava.
Todo dia a noite era o mesmo ritual… Eu descia pra fumar meu Hollywood azul, sentado no banquinho do play e ele passava. Perfume mara (que depois eu descobri que se chama Creed), sempre de chinelo e uma bermudinha sexy ou calça de moletom (que particularmente eu amo), pernas grossas, as vezes fazia o joinha pra mim, as vezes não…

Eu ficava fazendo a tímida, mas muito curiosa sim! Os dias foram passando, eu meio que estava depressivo por muitos fatores, cheguei a tomar remédio e a fumar desesperadamente, totalmente descompensado emocionalmente… Daí depois de um tempo nesse impasse, eu já queria me insinuar, se pudesse ficava de cueca no playground pra ver qual a reação dele. Uma noite, pensando nos meus problemas, liguei pra minha mãe e xinguei o mundo…. Bem na hora que ele tava passando.

Eu, puto nervoso, sinto aquele perfume que me deixava louco, uma mistura de pensamentos, vontades… Acabei chamando ele, liguei o foda-se totalmente, não sabia nem se eu ia dormir em casa depois do que eu tinha feito, tinha mais nada a perder.

Puxei assunto, ele foi super legal, super simpático, disse que tocava bateria, que as vezes a gente tem que descontar nossas raivas, seja na música ou na musculação e bla bla bla… Essa hora já tinha perdido todo o tesão porque ele era totalmente hetero..

Ele me acalmou… Com aquele jeitão de hetero, pensei: agora já pode ir, embuste, já to calmo.
Aí ele começou outro assunto, eu querendo que ele fosse embora e nada. Falava mais que o homem da cobra, a essa hora eu já tava me arrependendo de tudo.

Daí comecei a falar que eu ia subir pra pegar umas roupas e vazar pra casa da minha vó, na tentativa de me livrar dele. E fomos andando. Na porta do bloco, ele me fala: “Cara, vai na sua vó não, fica lá em casa hj, to sozinho.” Aí reacendeu né, aquele fogo, aquela ponta de esperança que ele curtisse.

No elevador ele foi falando que morava sozinho desde os 18 anos, pra eu não reparar nada, aquela história de quem vai receber visita e eu tipo “nada a ver, tranquilo, também sou simples demais e bagunceiro”. Aí ele falou bem assim: “Não é nem por isso não!”

Eu devia adivinhar o que estava por vir e ir direto pro meu apartamento, mas o fogo no c* falou mais alto.
Daí ele abriu a porta… Nos mesmos moldes do apartamento dos meus pais, tinha um corredor pequeno até chegar a sala… Quando chego na sala, a surpresa… TUDO que você pode imaginar de coisas infantis, se bobiar tinha a sorveteira da Eliana naquela merda.

Pensei: ele disse que mora sozinho, pode ser de uma filha, sobrinha, um parente criança que vem visitá-lo.
De repente ele interrompe meu pensamento, devia ser pela minha cara de espanto e fala: “Coleciono brinquedos antigos. É tudo meu.”

Eu: hummmmm, legal.

Achei super estranho, mas aí ele me ofereceu whisky com energético, a coisa enfim estava ficando boa.
Ele deitou nos puffs espalhados pela sala e me perguntou se eu queria um abraço e eu claro, avancei e nós ficamos.

Manaaas, pensem num boy que beija bem demais, voltou a empolgação, esqueci que eu tava no Xou da Xuxa, fiquei de pau duro com aquele perfume e aquela delícia de perna dele, passei a mão em tudo sim! Nessa hora eu já tava querendo transar, só que a porra do tapete dele tava me dando alergia, uma coceira que atrapalhava nossa pegação… Aí eu falei: “Vamos para o quarto…”

Ele me levou até lá, acendeu a luz e se jogou na cama… Quando eu olho para a parede: toooooooodos os posters de Sandy e Junior que você possa imaginar ele tinha, mas tudo mesmo, onde quer que vc olhasse ia ter poster… Respirei fundo e pensei nos beijos e caí na cama.

A gente já tinha aberto os fechos, eu apressadamente já tinha tirado a camisa dele, ele a minha… Na hora da calça, eu já tinha tirado também e fui tentar tirar a dele, quando de repente ele tira minhas mãos dele e fala: “Nada disso, espera um momento.”

Eu, super excitado na cama e ele levantou, foi até o som que ficava na escrivaninha dele!

Falei: “adoro striptease!!”
Ele: “ah é? Você vai ver então!”

Foi quando começou a tocar: Dig dig joy, dig joy popoy…
Na hora do “Vem brincar comigo”, ele fazia o sinal de “vem” com o dedinho. Eu queria que um meteoro caísse no mundo naquele momento. Ele balançava a raba, Sandy e Junior com vozes de crianças cantando. O pau que tava lá na testa, foi parar lá no pé. Eu olhava para o lado pra tentar manter pelo menos um pouco da ereção e a Sandy me encarava.

Mantive o foco só na perna do boy, a música parou e ele veio nu pra cima de mim… Me beijou, eu pedi pra apagar a luz e tudo correu bem. Tomei trauma da Sandy, do Junior, do cheiro do perfume. Voltei pra casa nesse dia mesmo, ele ficou correndo atrás e as vezes a gente fica, só que no meu apto.

Espero que gostem do meu “Aconteceu Comigo”

– anônimo

 

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out
17
2017

aconteceu comigo

Bem, essa história aconteceu comigo há tempo atrás e ficou marcado como o dia que eu tirei a virgindade da minha namorada na casa dos meus pais (com meus pais em casa).

Não tenho problemas com identificação, essa história já foi contada milhares de vezes e é, infelizmente, verdade.

Eu tinha 19 anos de idade e morava com meus pais ainda. Eu vivia indo nas festas e torrava todo dinheiro que eu ganhava em álcool e motel. Nunca tive problemas sexuais, até esse dia que vou contar.

Era uma sexta-feira linda, altas festinhas na cidade, mas eu tinha um aniversário de 15 anos pra ir, acredita nisso? Bem… é meio óbvio que eu chapei o coco e fiquei sentado na mesa com meus pais, até que vi uma semideusa, a mulher dos meus sonhos e futura mãe dos meus filhos… Não sei se era o álcool falando por mim, mas realmente eu achei que havia me apaixonado.

Fui em direção à ela, papo vai e papo vem, ela tinha 20 anos, estava na faculdade de arquitetura, era filha de católicos fervorosos… bem, consegui um sorriso dessa semideusa e logo consegui convencer ela de que a gente devia sair junto. Ela era pra casar, bem comportada e tudo mais… Depois de uns 2 meses juntos, ficando bem sério/quase namorando, chamei ela pra ir num motelzinho. Ela meio que “fez que não”, e depois de eu insistir ela acabou confessando que era virgem e que queria uma primeira vez perfeita e bláblá.

Quem é homem sabe, toda vez que uma mulher fala que é virgem a vontade de dar aquela sarrada aumenta. (Não mintam!)

Pois bem, pedi ela em namoro e mostrei pra ela que eu era o cara perfeito. No nosso aniversário de 3 meses ela pediu pra eu leva-la num motel, porém, eu não podia. Eu havia gasto uns 200 reais em presentes com ela, não havia sobrado nem R$ 10,00 pra ir num cineminha. Dei a ideia de ir na casa dela, mas ela disse que lá era impossível de ir, os pais dela ficariam em cima o tempo todo, mesmo ela sendo uma adulta, eles pegavam pesado, inclusive não me aceitaram até o fim do relacionamento. Depois de alguns minutos tentando bolar um plano, decidi ligar pro meu pai.

Meu pai era como um irmão, um amigo confidente, ele já sabia muito bem o que eu queria, entendeu na hora! Porém meu pai é um insano. Combinei com ele de levar a minha namorada em casa, sem minha mãe saber de nada. Ele pediu pra gente entrar pela porta dos fundos em segredo.  Bem, lá estava eu e minha namorada, sedentos por um sexo, escondidos dentro do meu quarto.

Tudo ok até o momento…

Acendi umas velas que eu tinha em caso da energia cair e também queimei um incenso. Tava aquele clima de amorzinho total e ela, por incrível que pareça, tava mais solta do que eu.

Depois de quase 30 minutos de preliminares (E QUE PRELIMINARES…) começamos o rala e rola e depois de uns 10 minutos de “perdendo a virgindade”, ela começou a sentir mais prazer e as coisas ficaram intensas… tão intensas que tava fazendo até barulho… parecia que era uma fabrica, a bateção de carne era muito intensa e eu adorava isso.

De repente, ouço meu celular vibrar… era uma mensagem, deixei pra lá e continuei fodendo… aí o celular vibrou de novo … e de novo e começou a tocar. Aí resolvi parar meu coito e ver quem era. Era meu pai!

Atendi o celular, bem baixinho…

– pai, puta merda, não é uma boa hora – eu disse
– é, vê se ‘mete’ mais baixo aí, sua mãe acordou e eu to tentando distrair ela – meu pai
– ué, mas tu tá aonde?
– no banheiro, filho, fala baixo e ‘mete’ em silêncio, que enquanto isso eu distraio sua mãe…

O velho desligou na minha cara e, óbvio, eu não tinha mais clima pra fazer um sexo de qualidade, mas, mesmo assim continuamos nosso coito.

PORÉM, MAS, ENTRETANTO, menos de 2 minutos depois de reiniciarmos nosso ato carnal, percebi que algo estava errado, mesmo ainda em movimento, comecei a ouvir um barulho estranho, além do nosso suspiro.

E, aí foi que meu pai atrapalhou a minha foda. A distração que meu pai planejou não era nada agradável pra mim. O fdp resolveu transar com a minha mãe para distrair ela. E os dois começaram a gemer bem alto. Minha mãe não sabia que eu estava em casa.

Cara, perceber que eu transava na mesma casa que meu pai transava com minha mãe foi broxante, tanto pra mim, tanto pra minha cremosa (que nunca mais quis ir em casa).

Pra finalizar, coloco um trecho que ouvi antes de parar tudo e levar a deusa embora…

– Aperta minhas bolas, amor” – Pai, 57.
– Então morde meus mamilos, meu garanhão” – Mãe, 55.

Isso nunca mais sairá da minha memória. =/

– Joel, 25.

 

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gemeu tão alto que deixou o pai com vontade
gemeu tão alto que deixou o pai com vontade
set
28
2017

aconteceu comigo

Fala meu povo desse blog lindo de meu deus. Hoje vou contar a minha primeira vez com a minha amiga. Aconteceu comigo super recente.

Sou mulher e até alguns dias atrás eu “era hétero”. Bom, me apaixonei pela a minha melhor amiga. Não sei por que éguas isso foi acontecer, mas aconteceu. E agora eu estou amando e transando com a minha best.

Tive um longo relacionamento hétero em que eu acreditava fielmente que o amava. Meu ex era uma pessoa maravilhosa e a gente se dava super bem. Em todos os aspectos. Ele era meu melhor amigo acima de tudo. Isso, claro, até eu me apaixonar pela a minha amiga.

Conheci minha miga através de outros amigos. Tenho um grupo de amigos inseparáveis e um desses amigos, é primo dela, uma linda garota, por quem sempre tive um grande apreço. Nos conhecemos há 4 anos e criamos uma grande amizade.

O que aconteceu é que depois que eu terminei com meu ex – eu estava perdidamente apaixonada por ela e achei justo deixá-lo livre. Eu não era mais capaz de fazê-lo feliz – aí depois que terminei meu namoro, ela se aproximou mais ainda da minha vida. Começou a ser presente, como nunca foi antes. Começamos a sair sempre, a conversar por horas no whatsapp e nos encontrar mais vezes.

Criamos um laço muito intenso. Eu desejava ela em meus melhores sonhos, sem nunca antes ter ficado com alguma mulher e sequer ter tido atração por uma. Pois é, o que eu sinto é bem louco mesmo. Sempre fui muito bem resolvida com a minha orientação, aliás, eu achava que era.

O sentimento aconteceu e o melhor de tudo: foi recíproco.

Bicho, aquela mulher quando me encosta eu sinto todos os nervos do meu corpo, eu sinto um puta tesão que nunca senti antes. Não consigo explicar.

A nossa primeira vez foi bem louca. Aconteceu há 3 meses. Combinamos de sair pra beber com os amigos, como sempre fazíamos. A gente se amava, se desejava, mas ambas “éramos héteras” e nenhuma tinha coragem de se abrir.

Nesse dia, eu esperei meus pais dormirem e saí com o carro do velho escondido para encontrá-la. Tirei o uno da garagem sem ligar, empurrei o carro pra fora no ponto morto pra não fazer barulho e fui buscá-la em casa.

Peguei ela na esquina de sua casa e depois fomos encontrar outros amigos meus da facu pra chapar. A gente se gosta muito, sempre que o grupo de amigos inseparáveis se reúne, nós duas não desgruda. Cara, parece coisa de alma. Nos damos super bem. É só alegria ao lado dela. É o verdadeiro “juntô cabô”.

Tomamos toda essa noite e depois fomos embora. No caminho que eu estava levando ela embora, ela toda soltinha, depois de beber bastante, pegou e disse pra mim: “vamos numa quebrada?”.

Eu fiquei pensando, como assim quebrada, e ela completou “vamos num lugar mais reservado”. Daí passei por um bairro novo, com poucas habitações e ela disse para estacionar o carro. Eu obedeci todos os comandos. Todos mesmo!!

As duas bêbadas, parada numa rua escura e conversando coisas aleatórias da vida. Saímos do carro, deitamos no capô do mesmo e ficamos olhando as estrelas do céu. A lua estava linda!!!

Voltamos para dentro do carro, ela abriu uma bala, colocou na boca e ficou me encarando cara a cara. Cedemos e começou ali uma linda história de amor de sapatão.

Foi meu primeiro beijo lésbico. E cara, eu sempre sonhei com aquele beijo. Mas não tinha coragem e achava loucura da minha cabeça. Mas naquele momento eu conheci o melhor beijo da minha vida.

Um beijo capaz de acender todas as chamas do meu corpo. Ela me beijava com tanta vontade, sua mão na minha nuca, a sua pegada, meu corpo arrepiava por inteiro. E foi ali mesmo dentro do carro que fizemos amor, depois do nosso primeiro beijo, sem nem saber muito o que fazer, por falta de experiência rs, mas nos viramos nos 30 com sucesso.

Abaixei o banco do carro e ela tirou a minha calça e me fez um oral destruidor!! Ficamos a noite toda revezando no oral e foi a melhor noite da minha vida. Eu nunca gozei tanto brasil!!!

Que mulher!!!

Bom, é isso. Nossos amigos inseparáveis ainda não sabem que estamos nos pegando. A gente começou a namorar e estamos planejando como será essa revelação. E estamos descobrindo novas posições. ( ͡° ͜ʖ ͡°)

Quem nunca se apaixonou por uma amiga, não é mesmo?!

abraços

– Mayra

 

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Eu nunca gozei tanto brasil
Eu nunca gozei tanto brasil
set
20
2017

aconteceu comigo

Olá pessoal do insoonia, quero compartilhar com os leitores do site uma história que aconteceu comigo em 2012 – O show de rock mais louco da minha vida!

Os nomes que eu uso são fictícios pra preservar os envolvidos, a não ser a “Vanessão” que é um apelido real. Podem me chamar de “Filipe”, na época eu era baterista numa banda de rock com seis integrantes de um amigo meu que vou chamar de “Jackson”, sai da banda ainda em 2012 quando passei num bom concurso de direito e vim morar no Pernambuco aonde estou até hoje. Éramos de Santa Catarina e a banda do Jackson segue até hoje, mas sem fazer sucesso, apenas a boa e velha junção de amigos na garagem. Chegamos a viajar até para São Paulo para algumas apresentações.

Aquela loucura, eu só vivia pra estudar, trabalhar, beber, fazer sexo quando dava e compor música. Era um advogado com cabelos compridos headbanger que só defendia causas simples como briga de baile, fiança e coisas do tipo pra ganhar uma grana extra, eu trabalhava mesmo era numa loja de departamentos na sessão de instrumentos musicais. Além da bateria toco violão.

Num belo dia, chegou uma mina muito massa cheia de tatuagens na loja e queria comprar um violão, atendi na maior tranquilidade e ela me reconheceu como baterista do Jackson. Foi massa, vendi o violão e dei um autógrafo, fiquei todo bobo, porque a banda não fazia sucesso nenhum e de quebra convidei ela pra uma festa underground que a gente ia fazer um som, beber até cair e fumar um narguilé. Ela se chamava “Juliana”.

Antes de ir pra festa tocar e encontrar a gata, estávamos ensaiando na minha casa e o Jackson me disse que tinha pedido em namoro a “Karina”, uma garota da hora que ele tinha conhecido, mas que ela viu ele com outra na festa passada. Pura sacanagem com a guria.

Mas até aí tudo bem. A noite a gente foi, perto das onze, pro local do show e ficamos de boa bebendo e fumando com o pessoal, nisso eu vejo a Juliana (a mina que conheci na loja) com mais duas amigas, uma do cabelo vermelho e a outra de cabelo azul cheia de tatuagem, gata pra caralho! O Jackson me cutuca e diz que a mina de cabelo azul, era a Karina, a tal moça que ele pediu em namoro e traiu antes dela aceitar.

Papo vai e papo vem, todos na maior loucura, bebendo e fumando narguilé pra caralho, rock pesado na caixa e a gente ali. O Jackson cheirava pó e já estava alucinadão, nisso ele foi conversar com a Karina, e eu fiquei conversando com as outras duas.  A mina de cabelo vermelho (a Vanessa), eu notei que ela tinha gogó… conversando ali ela me falou que era travesti, eu falei que não curtia e ficamos de boa só bebendo juntos.

Daí a Vanessa que nessas alturas já tinha virado Vanessão, sério ela mesmo disse que podia chama-la assim, me diz que estava a fim do Jackson…. eu pra não deixar um amigo na mão, já fui dizendo que o Jackson não curtia, mas pra gente era de boas, todo mundo respeitava e podia participar do nosso clubinho de amigos sempre.

Algum tempo conversando com a Juliana, a gente começou  a se pegar, gostosa pra caralho, piercing na língua e ainda dizendo que tinha um escondido ( ͡° ͜ ʖ ͡° ). O Jackson chapado ficou o tempo todo tentando ficar com a Karina, mas ela ficou fazendo jogo, e o Jackson começou a chapar mais ainda, nisso a Karina começou a encostar em mim e disse que estava com ciúmes e que queria me pegar também. Porra, a Juliana do meu lado, fiquei sem jeito e ela ainda me solta uma pérola “nossa eu quero uma casquinha também Juliana” e pisca o olho pra amiga. Senti a malícia na hora.

A Karina estava jogando com o Jackson para se vingar, sacas? Nisso a Vanessão foi pro lado dele e os dois começaram a dançar juntos, tipo, a Vanessão era bonita pra caralho, ninguém diz que ela é homem, ninguém reparou, a não ser pelo gogó escondido por um colar no pescoço…

Daí eu segui ali com a Juliana e o Jackson em cima da Karina e dando bola para Vanessão. Daí outras bandas já tinham subido no palco, a gente dançando e quando eu vejo o Jackson estava cheirando com a Vanessão… tá… vai dar merda… eu pensei…

Depois de um tempo o Jackson cola em mim e diz pra eu levar ele embora com a Vanessão, eu só disse “tu tá ligado né irmão?”, ele falou “tô, tô sim e muito” (na verdade ele entendeu “tu tá chapado né irmão”, entendeu tudo errado).

Fiquei grilado e surpreso, mas já que ele quer, então tá né. Saímos nos 4 da festa em seguida. Eu e a Juliana no banco da frente numa marajó 87 e o Jackson e a Vanessão no banco de trás se pegando muito louco no meio dos instrumentos, um por cima do outro entre banco e porta-malas!!! Caralho…. eu pensei comigo. E a Juliana só mandando mensagem no celular pra Karina.

Daí o Jackson pediu pra eu deixar ele no motel, parei na frente e desceram os dois, a Vanessão piscou pra gente e foi pro quarto com meu amigo.

A Juliana em seguida vai e me diz na lata: “Vamos buscar a Karina e fazer um menage nós 3?”. Caralho, que loucura meu, era um motel barato desses só com uma cama e espelho do lado ao invés no teto. Mas é claro que eu topei.

Dai ela ligou pra Karina e marcaram um esquema nós três. Eu bem feliz mal podia me controlar e já fui beijando a Juliana. Buscamos a Karina na festa e voltamos pro motel, nisso começou a chegar um monte de mensagem e foto no celular da Karina, da Vanessão literalmente “carcando” o Jackson!!! Kkkkkkk

PQP! Eu ri demais daquilo. Imagina a situação, o Jackson traiu a Karina e a Karina com um monte de foto do Jackson transando com um travesti? A vingança feminina é fatal, meus caros. kkkkkkk

Resumo da história: fiz meu primeiro ménage com duas gostosas enquanto em um dos outros quartos o Jackson estava transando que nem louco com a Vanessão. O assunto correu entre os amigos e o Jackson na maior naturalidade assumiu e disse que foi até bom – na verdade todo mundo achava que ele tinha sido ativo, mas apenas nós três e a Vanessão sabemos que não. Mas claro, isso se a Karina não contou pra ninguém. kkkkkk

E detalhe, o Jackson não sabe que eu transei com a Karina. Na verdade eu tive um caso quente com as duas pelos próximos 6 meses, íamos para o motel nós três quase toda a semana, daí veio o resultado do concurso que passei. Ninguém acreditava que eu conseguiria passar em alguma coisa na vida por conta da vida que eu levava, mas eu estudava bastante e consegui. A família já achava um milagre eu ter me formado numa faculdade depois de longos sete anos e meio.

E o pior de tudo é que eu estava apaixonado pelas duas. Sério! Que dupla!!! Mas não teve outro jeito, passei no concurso e tive que ir embora. Fiquei triste pra caramba de terminar com elas, até convidei elas para virem embora comigo para o Pernambuco (olha as ideias kkk), mas a Karina tinha filho e a família dela não sabia da relação a três e nem a da Juliana.

Cortei meus cabelos, parei de beber e de fumar narguilé, escondi as tatuagens debaixo de uma camisa social terno e gravata e hoje sou pernambucano fazendo a vida em terras estranhas, cheio de histórias pra contar. Ainda converso com o Jackson e quando vou a Santa Catarina sempre rola um som pra relembrar os velhos tempos.

Bons tempos!!

– Anônimo

 

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Ei Karina me manda as fotos
Ei Karina me manda as fotos
set
10
2017

abusado

Olá insoonia, quero compartilhar com vocês uma história que aconteceu comigo há mais ou menos dois anos atrás num baile de carnaval. Sou do interior de São Paulo. Naquela época eu ganhava super bem num emprego bosta (eu odiava aquela empresa, mas ganhava muito bem mesmo) e pra relaxar eu ia para as festas beijar na boca e virar o caneco. Nunca gostei de carnaval, mas como eu não queria ficar em casa, após trabalhar o dia inteiro, eu decidi ir pra um baile de clube, o famoso baile de rico. Paguei caro no ingresso, quase desisti, mas a festa era badalada.

Antes de ir tomei meio fardo de cerveja ouvindo rádio e sai calibrado de casa. Fui sozinho pra festa pensando que ia ter que acordar cedo no domingo. Longe do salão já escutava a música e aquele barulho de multidão quando a festa está bombando. Me animei na hora. Entrei na festa e já sai bebendo, tinha trio elétrico, fantasia, pintura, mulheres seminuas naquelas fantasias e muita mulher solteira, festa badalada. Entrei no clima e comecei a beber direto.

Lá pelas tantas, já a mil graus, me escorei numa grade perto do palco onde a banda tocava, com a cabeça tonta de tanta cerveja, caipirinha e shots de tequila. To eu ali na minha festa lenta de bêbado, quando a musica toca mais devagar… só curtindo o momento, vendo os casais se pegando, os caras levando fora, outros no trago que nem eu e por ai se vai… Reparei que do meu lado tinha uma rodinha de gordas só me olhando. Sabe quando o anjinho da guarda vem no seu ouvido e sussurra alguma coisa? Aquela voz quem vem na sua cabeça quando você tá bêbado demais e te alerta sobre algo? “Não faz … vai dar merda…. vai embora….” Pois é…

Eu vi que uma daquelas gordas estava afim de mim, a garota era bonita, devia ter uns 19 anos por ai, bem gordinha mesmo (nenhum preconceito tá? É só pra poder descrever bem o fato) e só me olhando e falando alguma coisa com as amigas. Eu bêbado vendo as coisas rodarem, disse pra mim mesmo pra não chegar na garota porque como eu estava bêbado, eu iria falar merda e queimar o filme. Fiquei na minha, com o copo na mão e até me afastei indo mais pra perto do palco.

Quando eu vejo, as gordas tão do meu lado de novo, e eu já pensando, puta merda, elas devem achar que eu sou gay ou travadão, porque tava nítido que a gordinha tava afim de mim e eu tentando disfarçar. Gente, o salão lotado, lotado mesmo, cheio de mulher e eu rezando pra ninguém encarnar em mim porque eu tava bêbado já quase indo embora da festa pra dormir no carro.

Nisso eu sinto alguém me puxar. Mano, a mais gorda delas me agarrou do braço e as outras fizeram um circulo, me empurraram pra cima da gorda que tava afim de mim, eu bêbado parecia um boneco. Salão lotado, imagina a cena… E uns conhecidos me vendo ali, acho que até pensando em me dar carona pra ir embora. A guria me agarrou e me deu um abraço forte e eu molengão fui pedir pra ela me soltar que eu tava bêbado; o som alto pra caralho e ela não ouviu, achou que eu pedi pra dançar. E ela começou a rodopiar comigo puxando uns passos de pagode E eu dizendo para que eu vou vomitar, vou vomitar…

Cara, essa gorda me agarrou e começou a me beijar, beijar e a enfiar a língua na minha boca mesmo, enfiou a mão dentro da minha calça, tipo abusando de mim mesmo. A voz na minha cabeça só dizia “confere tua carteira, celular e se é mulher mesmo caralho!!! Porque tu resolveste beber desse jeito, filho duma rapariga!!!”

Como o salão estava lotado e as gordinhas eram grandes, começou a ficar espremido o local e elas ficaram grudadas em mim me passando a mão e rindo, agarrando o meu saco e beliscando minha bunda. Nisso a gorda que tava ficando comigo viu a chave do carro e começou a perguntar se eu tava de carro, se tava longe, pediu pra eu levar ela pro carro e um monte de proposta. Juro que eu não falei meu nome, mas ela sabia o meu nome.

Eu bêbado comecei a achar que era trafico de órgãos ou as gordas eram de uma seita, me deram droga na bebida, sei lá. Cara as minas me bulinaram tanto, mas tanto que eu empurrei uma delas e sai fora e fui pra porta de entrada do salão e fiquei do lado de um segurança maior que a porta. Coração a mil, sério eu me senti abusado sexualmente. Peguei minha chave e fui embora.

Eu só lembro de acordar no outro dia na casa da minha mãe adotiva! Eu moro sozinho! Acordei numa super ressaca e a mãe me xingando que eu estava bêbado, cheio de chupão no pescoço e a roupa toda manchada de batom, inclusive a calça e a cueca. Eu tomei um banho, pra tirar o cheio daquele perfume doce e vi meu reflexo no box do banheiro e eu cheio de roxo no pau e nas coxas! E só lembro de me sentar no sofá e botar as mãos na cabeça e dizer “porra, o que aconteceu”. Eu sempre saio com preservativo na carteira, conferi se tava ali, se não estava, vai que eu engravidei alguém, peguei dst, sei lá… E ele estava intacto na carteira. Comecei a surtar achando que era alucinação minha ou que poderia ter sido 5 TRAVECOS ao invés de uma mulher!

Sério, eu surtei aquele dia em casa mesmo. Eu lembro de ter convidado uns amigos pra irem na festa comigo, mas ninguém topou e ainda disseram pra eu não ir sozinho porque eu era conhecido e porque bebia demais. Liguei pra uma amiga minha da faculdade e disse “Uma gorda abusou de mim na festa!”. Só ouvi risadas no outro lado da linha porque cada vez que eu saio é uma história pra contar. Contei pra um amigo meu e ele seguiu botando pilha que era um ritual, que era coisa de pacto do capeta, que era um monte de coisa, só pra me assustar.

Fiquei duas semanas encucado com aquilo, porque nem eu sabia direito o que realmente tinha acontecido. Podem rir se quiser, mas eu me senti a-bu-sa-do. Não sabia o nome de nenhuma delas e nem quem eram.

Pra minha surpresa, quase um ano depois, eu fui pra uma festa de confraternização de final de ano da empresa. Cheguei lá de carrinho novo, bem tranquilo, cumprimentei o pessoal e fui tirar umas fotos pra ir para o mural da empresa.

Quando eu olho à minha frente, sentada na mesa ao lado….

A garota que abusou de mim!!!!! Com um bebê no colo!!! E a outra gorda que me puxou pelo braço, junto!!! Eu congelei na hora, comecei a ficar branco. Olhei pra criança e era bebe ainda, fiz os cálculos desde o abuso e tal. As duas ficaram me olhando com uma cara de safada que não dá nem pra descrever.

Eu só sei que eu não comi naquela festa porque meu estômago chegou a embrulhar – caralho eu virei pai, eu virei pai… Eu tentava lembrar de alguma coisa, de ter rolado um tchaca tchaca , mas não conseguia. Só depois relaxei e vi que a criança era bem, mas bem loirinha e com olho azul clarinho, impossível de ser meu filho porque eu tenho o olho verde e pele morena. As gordas passaram a festa inteira me comendo com os olhos.

Depois descobri que a gorda em questão era de uma família tradicional, sócia do clube, dona de uma pequena rede de farmácias na região. Depois daquela, eu troquei de profissão, parei de beber, arrumei um emprego que eu realmente gosto, troquei de cidade e ainda vejo fotos em colunas sociais das gordas em festas badaladas e aprendi a lidar com as piadas do meu casal de amigos “cuidado que as gordas vão te pegar”. Perdi a foda com cinco “extras plus size”, mas aprendi a lição de maneirar no álcool…

– Fernando

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foda é nem lembrar da foda. devia ter sido boa
foda é nem lembrar da foda. devia ter sido boa
set
04
2017

desgraça

Corujas,

Aconteceu algo muito macabro comigo ontem.

Eu estava na cadeira de espera do banco e como sempre, escutava uma criança e uma senhora conversando no banco de trás, quando a criança falou a palavra “desgraçada”. Até aí suave.

Nisso, a senhora que estava com ela, falou que ela nunca mais poderia repetir aquela palavra. A menina indagou e ela começou a contar uma história.

Que quando ela era pequena, ela gostava de escutar o que as pessoas falavam para escrever em seu diário secreto. Só que toda história que ela escutava, ela escrevia aumentando com um pouquinho de mentiras, para mais tarde, rir da cara das pessoas.

E certa vez, a irmã dela pegou o diário e leu todas as mentiras.

As duas brigaram feio. E na hora da raiva, ela acabou chingando sua irmã de desgraçada. Achei meio estranho, mas beleza.

Passado alguns dias, ela precisou ir ao banheiro durante a noite, quando chegou lá, tinha uma mulher toda de preto, cabelos longos, com a cabeça baixa, sentada no vaso sanitário. Quando ela perguntou quem era aquela mulher, ela respondeu com uma voz perturbadora:

– Eu sou a desgraçada! O que você vai escrever sobre mim?

As pernas dela amoleceram e ela acabou desmaiando de medo. No outro dia acordou ali, no chão do banheiro, sozinha.

Depois disso, ela nunca mais escutou a conversa dos outros.
Muito menos escreveu mentiras por aí.

Achei a história bem pesada para uma criança, mas a pior parte foi quando a criança falou:

– Isso serve pra você também, Saulo!

Cara!! Senti um frio na espinha e as luzes da agência começaram a piscar. Quando me virei, não tinha mais ninguém com a criança e a senhora.

PQP!!! Como essa desgraça sabia meu nome? Eu nem esperei minha senha ser chamada, fui embora do banco imediatamente. Eu juro, cara. Eu fui.

Fica aí a imaginação do meu cagaço. HAHA!

Vocês também são medrosos?? hehe

– Saulo

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não sei porque postei essa desgraça
não sei porque postei essa desgraça
ago
03
2017

transei com a minha sogra

Fala corujas, li essa história num grupo que participo e a protagonista da mesma autorizou enviar pra vocês. É muito boa, caguei de ri. Publica aí … publica!! Nunca te pedi nada… kkkkkkkkkkkkk

“Hoje eu vou contar a minha experiência com as bolas tailandesas.

Pois bem, nunca fui fã de muitos brinquedinhos no sexo, porque eu sou uma matéria-prima de outro mundo, tudo o que acontece de perfeito com as pessoas, comigo é totalmente uma desgraça.

Certa vez, o meu boy ficou endemoniado após assistir um vídeo daquelas atrizes desgramadas, filhas de uma mula, que enfiam aquelas bolas tailandesas no cu e depois cospe como se fosse coelhinhos da Páscoa do comercial da Dolly…

“Vamos fazer amor? Fiquei super curioso, quero ter essa experiência com você! Por favor diz que sim diz que sim”.

E eu fiquei com dó pq o fdp estava com aquela cara de cachorro quando vê bolinha, sabe? Então decidi fazer.

Após uns dias, ele me manda a foto no whatsapp dizendo que comprou as caralha das bolinhas. Beleza, meu cu já travou, porque no vídeo a vadia das teta linda, enfiava as bolinhas no cu, se abaixava e cuspia as bolinhas na cara do ator sem ele precisar puxar a cordinha. E o demonho queria que eu fizesse igual.

Chegou o grande dia!!! Já pela manhã, tomei uns 15 yakults e pensei: “Vai sair coco sim, porque não vou cagar merda em vez das bolinhas na cara do cabra”. Daí tomei os lactobacillus e o milagre bateu em meu orifício anal, caguei e depois fiz aquela higiene, depilei o fiofó, taquei dermacidy, enfiei o chuveirinho, ok, tudo certo, cuzinho sem rastros com sucesso!

Fui pra casa do boy e ele todo empolgado me mostrou as bolinhas, macias de gel, a coisa mais fofinha, pensei comigo: “Deus, sei que o senhor não ajuda quem comete pecados, mais ajude sua filha a cumprir essa missão sem se cagar, amém!”.

Começamos o Love e então ele veio com um óleo que tinha um cheirinho maravilhoso de chocolate (ironia não?!). Então lá vai ele me levantar, me virou pra parede, empinou meu rabetão e foi colocando levemente as satânicas bolinhas uma por uma. E eu já orando, porque o medo de dar merda “literalmente” me consumia…

Até aí não teve muito trabalho, ele conseguiu colocar as bolinhas de boa, não doeu porque eu particularmente amo dar o olho anal, é uma sensação até que gostosinha essas bolinhas, mas se você não se distrair começa incomodar. E o bicho ficou todo excitado com àquelas bolinhas no meu cu, me virou, começou chupar meus peitos e enfiar os dedinhos na clotilde até me deixar bem excitada, aí ele falou “amor deixa eu gravar as bolinhas saindo” e eu deixei, afinal, eu também estava curiosa pra ver aqueles seres saindo de mim.

E lá vai o boy pegar o cel, depois ele deitou na cama, eu subi e fui em direção da cara dele (pensei: eu vou cagar bem na SUA CARA), me abaixei em posição de “rã safada”, prontinha pra cuspir as bolinhas na face dele. E ele com a voz grossa deliciosa: “Vai gostosa abre o cuzinho pra mim”…

Aí comecei fazer uma leve força e mais força e força foooorça… CADÊ AS BOLINHAS?
Pior que eu não queria estragar o vídeo, mas a preocupação falou mais alto, cadê a porra das bolinhas que não saía nem por reza brava??? Misericórdia!

“Amor dá uma pausa no vídeo aí”…

Quando ele deu, já saí de cima quase chorando e apontando o cu pra ele desesperada mandando ele tirar aquela porra de mim com a cordinha!! Ele se abaixou já rindo pra caralho e mandando eu fazer força e eu chorando… “não quer sair desgraça”… Ele: “calma amor, as bolinhas estão aqui, faz força, vou puxar pela cordinha vai (todo triste)…”

Me arreganhei no chão e comecei fazer força, mas uma força que fiquei até roxa e o boy maldito se acabando de rir e eu xingando “seu filho da puta, vem me ajudar nessa porra”

E lá vai o boy abaixar a cabeça, pegou o cel, colocou na câmera frontal pra eu poder ver…”olha lá amor já tá saindo, faz força”… Droga, lá vai eu fazer força de novo, parecia que eu ia parir, aí ele começou a puxar pela cordinha, quando estava quase saindo, MININAA, me veio uma vontade de cagar dos quintos dos infernos, ai comecei fazer o quê?

Com medo de cagar, eu travava o cu pra elas saírem devagarzinho, a primeira saiu, a segunda também, aí satanás agiu, porque de tanto eu travar e ele fazer força puxando a cordinha, a cordinha arrebentou. AH PRONTO! E a última bolinha ficou aonde? Presa dentro do meu cu. GENTE PENSA O MEU DESESPERO!

Esse homem ria e eu desesperada com a bola dentro do cu, fui recorrer a quem? Ao Google! Vai eu digitar “como tirar bolinha presa no ânus”. E lá estava escrito que nesses casos, o certo é sentar no vaso na posição de cagar, passar lubrificante e fazer força do jeito que estamos acostumados a cagar, se não conseguir correr para o Hospital.

Vai o arrombado passar lubrificante no meu cu e lá vai eu sentar na privada. Comecei fazer força, mais tanta força que na hora que ela espirrou do meu cu veio com uma companhia de metralhadora de peidos de tanta força que eu fiz.

Esse homem quase infartou de rir e eu não sabia aonde enfiar a cara, porém aliviada, pois consegui parir a bolinha de parto natural sem precisar de uma cesariana!

Santo Google, padroeiro dos cus!!!”

– Anônima do facebook

 

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eu vou cagar bem na sua cara
eu vou cagar bem na sua cara
jul
17
2017

transei com a minha sogra

Fala insoonia, não sei se vcs vão postar a minha história, mas se não postar, ao menos transei com a minha sogra! kkkkkkk

Essa é a história mais cruel e real que estou vivenciando no momento. Namoro uma garota linda que conheci na faculdade, há 4 anos. Somos de cidades diferentes e estudamos na mesma universidade, numa cidade do interior do sul de Minas Gerais.

Acontece que me apaixonei por minha namorada no início do curso, somos bem parecidos e curtimos as mesmas coisas. Ela é uma linda garota e inteligente.

A gente não convivia juntos em família, quando chegava as férias, cada um ia para a sua cidade curtir sua própria família.

Acontece que, há alguns meses, a mãe da minha namorada se separou do marido e veio morar com ela na cidade onde estudamos. Minha namorada não quis deixar a mãe sozinha, pois ela estava muito mal com a separação. Crises de depressão e afins.

A partir de então, eu comecei ter mais proximidade com a minha sogra. Todos os dias vou na casa da minha namorada e a vejo. Nós a ajudamos a superar a separação. Aos poucos ela foi esquecendo do marido e começou a focar em sua nova vida.

Mas, porém, contudo, todavia, entretanto… há umas semanas atrás, a minha sogra começou a me agradar excessivamente. Sempre me chamando para jantar com elas, faz bolo, me dá presentes, me convida para almoçarmos sozinhos (minha namorada não almoça em casa), e enfim… ela começou a demonstrar interesses a mais por mim. Interesses esses que nunca me passaram pela cabeça. Até no fim de semana passado. =/

Meus amigos, fui surpreendido totalmente nesse sábado que passou. Minha namorada viajou para um congresso e minha sogra me convidou para almoçar com ela. Aliás, a minha namorada que me disse que a mãe mandou me convidar para ir lá almoçar com ela no fim de semana. Respondi beleza e que eu iria sim.

Rapaz, por um momento penso que não devia ter ido, estou aqui todo confuso e me sentindo a pior pessoa. Mas tenho que admitir que foi foda, abalou minhas estruturas… sério! ESTOU FUDIDO.

Fui surpreendido desde o início que cheguei na casa da sogrona. Ela me recepcionou de avental, com um vestidinho que jamais pensei em vê-la vestindo. Obs.: ela é um mulherão da porra. Malha todos os dias, toda jovial e gostosona. Neste dia é que vi o quanto a coroa sabe ser sensual.

Com um batom vermelho na boca, preparando o almoço com aquele vestido provocante e um salto super alto, a sogrona me vira e diz, enquanto me serve vinho na taça:

– Hoje você vai comer a minha especialidade. Tá preparado?

Naquele momento comecei a viajar profundamente, o Roberval já dando sinal de vida e eu tentando desviar o pensamento, achando que tudo era loucura da minha cabeça.

Não conseguindo controlar meus pensamentos, decidi ir pra sala e liguei o videogame, disse que iria jogar enquanto ela terminava o almoço. Ela diz ok e falou que me serviria na sala quando terminasse.

Mas nada adiantou eu tentar desviar o foco para o jogo, a minha sogra toda hora ia na sala, desfilando, para me servir vinho. Meu povo, o poder de sedução da coroa é inexplicável. Ela simplesmente me deu um xeque mate.

Conversa vai, conversa vem… e nós já alterados de vinho, o inesperado aconteceu! Ela terminou o almoço e veio até mim toda assanhada e disse no meu ouvido:

– O almoço está pronto, que tal comer o prato de entrada primeiro?

E nisso, ela sentou em cima de mim e começamos a nos pegar. Estávamos num amasso fuderoso, até que ela se levantou, tirou o avental, começou a beijar minha barriga e abaixou as minhas calças. Eu estava louco de tesão. E ela sem calcinha.

Depois de me chupar gostoso, sentou em mim e MEU DEUS DO CÉU COMO ESSA MULHER CAVALGA GOSTOSO.

Não resisti e transamos a tarde toda. O almoço? Virou janta.

Depois de uma tarde toda de sexo, fomos comer. E depois, fui embora pra casa.

Ela me pediu pra ficar e passar a noite com ela, mas a consciência pesou, meus caros, e fui pra casa. Amanhã a minha namorada chega e eu não consigo parar de pensar na mãe dela. PQP! Não sei o que fazer.

Fica a minha história, sei que serei julgado, mas fazer o quê? Falhei.

– Anônimo

 

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da série: a melhor mãe do mundo
da série: a melhor mãe do mundo
jul
05
2017

Aconteceu ComigoOlá Gi e galera do Insoonia! Acompanho o blog tem uns bons anos e curto muito os casos do Aconteceu Comigo (Yep, introdução clichê de todo mundo), rio muito com essas histórias, e resolvi contar o dia, provavelmente, mais constrangedor da minha vidinha.

Na época eu tinha 18 anos (hoje tento 24) e havia acabado de sair de um emprego muito ruim. Também tinha terminado um relacionamento com um garoto, então estava tranquilo e conhecendo outros garotos. Nesse relacionamento, eu cheguei a me assumir pra minha mãe, mas como eu não tenho jeito afeminado nem nada do tipo, ela não acreditou muito e ficou dizendo que era fase.

Pois bem. Na época eu participava de comunidades gays da minha cidade no finado Orkut. Era engraçado, porque parecia um menu com altas bizarrices (não que os apps de encontro de hoje não pareçam cardápios), mas vez ou outra aparecia alguém maneiro e decente pra trocar uma ideia.

Eis que conheci um rapazinho muito simpático, o Jorge. Ele tinha 16 anos na época (não me julgue, todo mundo fica orgulhoso de pegar alguém mais velho. No caso, o mais velho era eu). Eu tinha acabado de fazer 18 e era um crianção, então não dei atenção pra idade. A gente foi conversando, conversando, se curtindo, e combinamos de sair. Fizemos o rolê clássico, shopping-cinema, ficamos, e decidimos continuar saindo. Mas eu, sem trabalhar, e ele, estudando, não teríamos dinheiro pra sair por aí, então eu propus que ele fosse até minha casa, e ele aceitou.

Eu morava com a minha mãe e minha irmãzinha, que devia ter uns 7, 8 anos na época, e minha cachorrinha, uma pinscher que passa 99% do dia em estado de alerta. A gente morava num condomínio em que cada bloco tinha 3 andares, e morávamos no último. Minha mãe tinha horários mais definidos por conta da escolinha da minha irmã, então geralmente ela saía de casa cedo e só chegava no fim da tarde, e outros dias saia de tarde e chegava já a noite. Eu tinha as manhas, já havia levado outros caras em casa pra coisas sem compromisso. Tranquilo.

E nisso o Jorge foi algumas vezes em casa, a gente transava, jogava videogame, via filme, conversava. Era divertido. Com algum tempo disso, virou namoro.

Eis que chegou o bendito dia em que tudo ia dar merda. E deu merda bonito.

Naquele dia, o Jorge iria pra casa, como sempre, depois da escola, com a desculpa de que ia estudar com amigos. Busquei ele no ponto de ônibus e levei pra casa. A gente se pegou legal aquele dia, levamos mais tempo que de costume e acabamos bem cansados mas com um sorriso no rosto, hahaha. Ficamos lá um tempo, abraçados na minha cama, sem roupa, fazendo piada de alguma coisa e rindo, porque eu sou desses, namoro tem que ter zoeira.

Até que minha cachorra começa a latir. Ela tinha costume de latir quando percebia que minha mãe tinha chegado, e ela já percebia pelo barulho do carro no estacionamento três andares abaixo. É sério, minha cachorra tem uma audição atômica.

Daí já gelei, né. E dale cachorra latindo. Pensei “PUTA QUE PARIU FODEU”, virei pro Jorge e falei “VESTE SUA ROUPA AGORA”. Ele olhou sem entender, eu já tava desenrolando as roupas e jogando as camisinhas embaixo da cama, falei pra ele “MINHA MÃE CHEGOU MAIS CEDO, VESTE A ROUPA!”. O garoto passou de moreno pra branco-sulfite e saiu caçando roupa também.

E dale cachorra latindo, e logo depois o barulho do salto subindo as escadas do andar de baixo, e eu tentando pensar numa desculpa, e Jorge em pânico, e dale cachorra latindo, e o sapato no corredor, e eu tentando subir as calças, e Jorge procurando a cueca ainda, e dale cachorra latindo, e eu tentando me ajeitar, Jorge ainda colocando a roupa, e o barulho da chave girando na porta. AI MEU CORASSAUM!!!

Só não foi pior porquê além da fechadura a porta do apartamento tinha um trinco que não sei por que milagre naquele dia eu fechei. Minha mãe começou a balançar a porta e me chamar. Foi o tempo de eu me ajeitar e o Jorge terminar de colocar a roupa. Ele ficou sentado na cama com cara de desolado, esperando dar merda, e eu fui abrir a porta.

Eu estava em choque. Abri a porta sério sem uma desculpa pra dar. Minha mãe perguntou se estava tudo bem, e por que eu demorei pra abrir a porta, disse que estava no banheiro. Ela foi entrando e deixando as coisas dela no sofá (meu quarto era bem de frente da sala, logo na entrada do apartamento) e disse que havia voltado mais cedo pois não estava se sentindo bem no trabalho. Foi tirando os sapatos e indo pro quarto dela. UFA! Era o que eu precisava! Enquanto ela estivesse no quarto trocando de roupa, dava tempo do Jorge sair escondido e ela nem ia perceber! Estou salvo!

Mas não. A VIDA SEMPRE ENCONTRA UM JEITO DE TE FODER!

Enquanto minha mãe ia tranquilamente pro quarto dela e meu cu ia destrancando do medo de dar merda, eis que minha ilustre irmãzinha passa pela sala e tem a maravilhosa ideia de olhar com aqueles olhos de bago pro meu quarto, e solta a seguinte frase:

– Bruno, quem tá no seu quarto?

MAAAAANOOOO, POR QUEEEEEEE???????????????

Minha mãe voltou na hora, parecia uma aranha subindo a teia de costas, veio de uma vez e viu o Jorge com aquela cara de quem tava quase se cagando de medo, me deu um olhar que me atingiu tão profundamente que até hoje eu tenho cicatriz, pegou a minha irmã pelo braço e trancou no quarto dela pra não ouvir a treta, veio igual um búfalo raivoso logo com um “Ô rapazinho, vem aqui”. Minha mãe é diretora de escola, então é fácil imaginar a cena.

Daí começou o interrogatório, perguntando todos os antepassados do garoto, e eu insistindo que a gente tava só assistindo um filme em casa. Quando ele disse que tinha 16, ela ficou louca, falou que eu corria o risco de ser preso e os caralho a quatro. Só lembro dos vários gritos de “minha casa não é motel”, mais poderoso que um Fus-Ro-Dah. Dai ela me disse pra levar o Jorge pro ponto de ônibus e que quando eu voltasse ela conversava comigo.

Levei o garoto que estava branco e tremendo pro ponto, pedi desculpas, mas não consegui conter a risada. Acho que de nervoso, mas eu tava rachando o bico com a situação. Esperei até que o ônibus dele passasse, pedi desculpas mais uma vez, e fiquei um tempo na rua, reunindo coragem pra voltar pra casa e enfrentar a fúria da minha mãe.

Quando eu chego em casa, la ta minha mãe no telefone, aos prantos, agachada no chão do meu quarto, olhando embaixo da minha cama e falando “Olha só, tem camisinha no chão! Eu não acredito nisso! Minha casa não é motel não! Aiiiiinnnnnnn”. Sim, ELA OLHOU ATÉ EMBAIXO DA CAMA PRA PROVAR QUE EU TINHA TRANSADO. E nesse dia ela ligou pro meu pai, pra minha irmã mais velha, pras minhas tias, pras minhas primas, pro papa, ligou pra todo mundo pra falar que me pegou no pulo com um rapazinho de 16. Ela falava como se precisasse ser consolada, sendo que quem tinha se lascado era eu. No fim a bronca nem foi tão grande, ou a vergonha amorteceu.

Sei que depois disso, cada vez que eu via um parente eles vinham com aquele papo “nós te amamos mesmo assim”. Ou seja, minha mãe me arrancou do armário na força bruta.

Hoje ninguém mais toca no assunto, mas minha mãe sempre solta um “eu sei o que você me fez passar” quando falo de trazer alguém em casa. Ela tem que estar junto, hehehueheu.

Quanto ao Jorge, ficou traumatizado, e ficamos um bom tempo sem se ver. Acabamos terminando depois, por outros motivos, mas ele ainda voltou em casa uma ou duas vezes. Nessas não fomos pegos.

E depois disso, hoje em dia, se a minha cachorra late, eu corro e MUITO! kkkkkkkk

– Bruno

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troco minha irmã por 3 pinscher
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