INSÔÔNIA.com
jul
05
2017

Aconteceu ComigoOlá Gi e galera do Insoonia! Acompanho o blog tem uns bons anos e curto muito os casos do Aconteceu Comigo (Yep, introdução clichê de todo mundo), rio muito com essas histórias, e resolvi contar o dia, provavelmente, mais constrangedor da minha vidinha.

Na época eu tinha 18 anos (hoje tento 24) e havia acabado de sair de um emprego muito ruim. Também tinha terminado um relacionamento com um garoto, então estava tranquilo e conhecendo outros garotos. Nesse relacionamento, eu cheguei a me assumir pra minha mãe, mas como eu não tenho jeito afeminado nem nada do tipo, ela não acreditou muito e ficou dizendo que era fase.

Pois bem. Na época eu participava de comunidades gays da minha cidade no finado Orkut. Era engraçado, porque parecia um menu com altas bizarrices (não que os apps de encontro de hoje não pareçam cardápios), mas vez ou outra aparecia alguém maneiro e decente pra trocar uma ideia.

Eis que conheci um rapazinho muito simpático, o Jorge. Ele tinha 16 anos na época (não me julgue, todo mundo fica orgulhoso de pegar alguém mais velho. No caso, o mais velho era eu). Eu tinha acabado de fazer 18 e era um crianção, então não dei atenção pra idade. A gente foi conversando, conversando, se curtindo, e combinamos de sair. Fizemos o rolê clássico, shopping-cinema, ficamos, e decidimos continuar saindo. Mas eu, sem trabalhar, e ele, estudando, não teríamos dinheiro pra sair por aí, então eu propus que ele fosse até minha casa, e ele aceitou.

Eu morava com a minha mãe e minha irmãzinha, que devia ter uns 7, 8 anos na época, e minha cachorrinha, uma pinscher que passa 99% do dia em estado de alerta. A gente morava num condomínio em que cada bloco tinha 3 andares, e morávamos no último. Minha mãe tinha horários mais definidos por conta da escolinha da minha irmã, então geralmente ela saía de casa cedo e só chegava no fim da tarde, e outros dias saia de tarde e chegava já a noite. Eu tinha as manhas, já havia levado outros caras em casa pra coisas sem compromisso. Tranquilo.

E nisso o Jorge foi algumas vezes em casa, a gente transava, jogava videogame, via filme, conversava. Era divertido. Com algum tempo disso, virou namoro.

Eis que chegou o bendito dia em que tudo ia dar merda. E deu merda bonito.

Naquele dia, o Jorge iria pra casa, como sempre, depois da escola, com a desculpa de que ia estudar com amigos. Busquei ele no ponto de ônibus e levei pra casa. A gente se pegou legal aquele dia, levamos mais tempo que de costume e acabamos bem cansados mas com um sorriso no rosto, hahaha. Ficamos lá um tempo, abraçados na minha cama, sem roupa, fazendo piada de alguma coisa e rindo, porque eu sou desses, namoro tem que ter zoeira.

Até que minha cachorra começa a latir. Ela tinha costume de latir quando percebia que minha mãe tinha chegado, e ela já percebia pelo barulho do carro no estacionamento três andares abaixo. É sério, minha cachorra tem uma audição atômica.

Daí já gelei, né. E dale cachorra latindo. Pensei “PUTA QUE PARIU FODEU”, virei pro Jorge e falei “VESTE SUA ROUPA AGORA”. Ele olhou sem entender, eu já tava desenrolando as roupas e jogando as camisinhas embaixo da cama, falei pra ele “MINHA MÃE CHEGOU MAIS CEDO, VESTE A ROUPA!”. O garoto passou de moreno pra branco-sulfite e saiu caçando roupa também.

E dale cachorra latindo, e logo depois o barulho do salto subindo as escadas do andar de baixo, e eu tentando pensar numa desculpa, e Jorge em pânico, e dale cachorra latindo, e o sapato no corredor, e eu tentando subir as calças, e Jorge procurando a cueca ainda, e dale cachorra latindo, e eu tentando me ajeitar, Jorge ainda colocando a roupa, e o barulho da chave girando na porta. AI MEU CORASSAUM!!!

Só não foi pior porquê além da fechadura a porta do apartamento tinha um trinco que não sei por que milagre naquele dia eu fechei. Minha mãe começou a balançar a porta e me chamar. Foi o tempo de eu me ajeitar e o Jorge terminar de colocar a roupa. Ele ficou sentado na cama com cara de desolado, esperando dar merda, e eu fui abrir a porta.

Eu estava em choque. Abri a porta sério sem uma desculpa pra dar. Minha mãe perguntou se estava tudo bem, e por que eu demorei pra abrir a porta, disse que estava no banheiro. Ela foi entrando e deixando as coisas dela no sofá (meu quarto era bem de frente da sala, logo na entrada do apartamento) e disse que havia voltado mais cedo pois não estava se sentindo bem no trabalho. Foi tirando os sapatos e indo pro quarto dela. UFA! Era o que eu precisava! Enquanto ela estivesse no quarto trocando de roupa, dava tempo do Jorge sair escondido e ela nem ia perceber! Estou salvo!

Mas não. A VIDA SEMPRE ENCONTRA UM JEITO DE TE FODER!

Enquanto minha mãe ia tranquilamente pro quarto dela e meu cu ia destrancando do medo de dar merda, eis que minha ilustre irmãzinha passa pela sala e tem a maravilhosa ideia de olhar com aqueles olhos de bago pro meu quarto, e solta a seguinte frase:

– Bruno, quem tá no seu quarto?

MAAAAANOOOO, POR QUEEEEEEE???????????????

Minha mãe voltou na hora, parecia uma aranha subindo a teia de costas, veio de uma vez e viu o Jorge com aquela cara de quem tava quase se cagando de medo, me deu um olhar que me atingiu tão profundamente que até hoje eu tenho cicatriz, pegou a minha irmã pelo braço e trancou no quarto dela pra não ouvir a treta, veio igual um búfalo raivoso logo com um “Ô rapazinho, vem aqui”. Minha mãe é diretora de escola, então é fácil imaginar a cena.

Daí começou o interrogatório, perguntando todos os antepassados do garoto, e eu insistindo que a gente tava só assistindo um filme em casa. Quando ele disse que tinha 16, ela ficou louca, falou que eu corria o risco de ser preso e os caralho a quatro. Só lembro dos vários gritos de “minha casa não é motel”, mais poderoso que um Fus-Ro-Dah. Dai ela me disse pra levar o Jorge pro ponto de ônibus e que quando eu voltasse ela conversava comigo.

Levei o garoto que estava branco e tremendo pro ponto, pedi desculpas, mas não consegui conter a risada. Acho que de nervoso, mas eu tava rachando o bico com a situação. Esperei até que o ônibus dele passasse, pedi desculpas mais uma vez, e fiquei um tempo na rua, reunindo coragem pra voltar pra casa e enfrentar a fúria da minha mãe.

Quando eu chego em casa, la ta minha mãe no telefone, aos prantos, agachada no chão do meu quarto, olhando embaixo da minha cama e falando “Olha só, tem camisinha no chão! Eu não acredito nisso! Minha casa não é motel não! Aiiiiinnnnnnn”. Sim, ELA OLHOU ATÉ EMBAIXO DA CAMA PRA PROVAR QUE EU TINHA TRANSADO. E nesse dia ela ligou pro meu pai, pra minha irmã mais velha, pras minhas tias, pras minhas primas, pro papa, ligou pra todo mundo pra falar que me pegou no pulo com um rapazinho de 16. Ela falava como se precisasse ser consolada, sendo que quem tinha se lascado era eu. No fim a bronca nem foi tão grande, ou a vergonha amorteceu.

Sei que depois disso, cada vez que eu via um parente eles vinham com aquele papo “nós te amamos mesmo assim”. Ou seja, minha mãe me arrancou do armário na força bruta.

Hoje ninguém mais toca no assunto, mas minha mãe sempre solta um “eu sei o que você me fez passar” quando falo de trazer alguém em casa. Ela tem que estar junto, hehehueheu.

Quanto ao Jorge, ficou traumatizado, e ficamos um bom tempo sem se ver. Acabamos terminando depois, por outros motivos, mas ele ainda voltou em casa uma ou duas vezes. Nessas não fomos pegos.

E depois disso, hoje em dia, se a minha cachorra late, eu corro e MUITO! kkkkkkkk

– Bruno

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troco minha irmã por 3 pinscher
troco minha irmã por 3 pinscher
jun
19
2017

peidinho

Oi insoonia, então decidi contar o que me aconteceu há uns dias atrás, o dia que quase perdi o emprego por causa de um peidinho.

Acordei pela manhã, como todo dia normal, fui levar minha mulher no trabalho e depois segui para o meu serviço… No caminho percebi que o dia não seria tão normal como de costume.

Do nada comecei a sentir meu estômago queimar, sabe quando você sente que algo está estranho e começa a remoer por dentro? Então.. e tava queimando muito, na hora só consegui me lembrar do lanche gigantesco que comi na noite passada.

Continuei seguindo meu caminho com aquele desconforto todo e rezando muito pra dor passar. Cheguei em frente do meu serviço e o portão da empresa ainda estava fechado. Cheguei antes do horário e nesse momento eu só sabia que precisava muito usar o banheiro. PQP, quase 7h da manhã, eu suando frio e apertando muito o cu pra não cagar. Então desliguei o carro, abri a calça e fiquei ouvindo uma música pra relaxar e esperar o funcionário que abre o portão chegar.

Para a minha agonia, neste dia, o desgramado do funcionário que nunca chega atrasado, se atrasou. Foi nessa espera agoniante que bateu uma puta vontade de peidar. Foi aí que dei a besteira de achar que era um peidinho apenas, sabe aquele peidinho que dói a barriga e que precisa muito ser solto? Pois é, soltei.

Mas não foi só um peidinho. Nesse momento eu só senti uma “água” passando pelo cu, na mesma hora eu já me levantei para não sujar o banco do carro de bosta. Sim, meus amigos, me caguei todo. Saí do carro para me olhar no reflexo do vidro e vi aquela mancha enorme na calça. A merda passou pela calça e me sujou todo. Foi uma destruição total.

E como desgraça pouca é bobagem, o funcionário estava passando pela calçada e me avistou. Acenei pro infeliz, fingindo está falando no telefone e esperei ele abrir a droga do portão. Entrei correndo pra ninguém ver ou sentir e fui até o banheiro avaliar melhor a situação. Não teve jeito, não dava para esconder. Eu precisava ir embora dali urgente. Meu chefe ainda não tinha chegado, então saí de lá sem ser visto, coloquei um pano no banco do carro, me sentei e fui para casa tomar banho e trocar de roupa. Nunca andei tão rápido de carro na minha vida toda… e aquele cheiro de merda exalando, putz… sem comentários!

E adivinhem só? Ainda tinha mais merda pra acontecer. Cheguei em casa e lembrei que a chave do portão ficou com a minha mulher. Resultado: tive que pular o muro todo cagado e ainda passar pelo constrangimento de levar uma bela de uma cheirada violenta do meu cachorro.

Banho tomado, tudo ok, voltei para o serviço e para completar o dia de merda, levei advertência do patrão por ter chegado atrasado. Sim, eu devia ter me explicado, mas a galera ia me zoar demais. Então deixei pra lá.

Moral da história: Nunca duvidem do poder de um peidinho. Valeu!

– Alex

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sujou até as meias e ainda entrou na empresa kkkk
sujou até as meias e ainda entrou na empresa kkkk
jun
02
2017

aconteceu-comigo1Oi insoonia, preciso contar o que aconteceu comigo e meu namorado no verão passado. O dia que eu comi meu namorado. Prometemos segredo um ao outro, por isso vou me apresentar como “Larissa” e meu namorado “Jonas”.

Namoramos há 6 anos e 6 meses, e temos uma relação muito bacana de companheirismo, sexo e rock and roll. Apesar do tempo juntos, sempre damos um jeitinho de apimentar a relação, sair da rotina e curtir novas aventuras. O nosso pacto é quê nunca deixaremos a chama apagar. Já fizemos menage, já tivemos um período de namoro aberto e já praticamos infinitas posições do kama-sutra. Sempre com muito respeito, fidelidade e jogo limpo.

O que nos aconteceu foi um lance diferente, mas foi foda (literalmente). Jonas sempre me vem com ideias malucas e capciosas na hora do sexo. O problema é que eu curto pra caramba. Acho até que a ideia veio de uma fantasia que eu tenho, a única que ele não topa nunca: menage com dois homens. Afinal, todos os menages que fizemos foram com mulheres.

Pois bem, na última férias, Jonas disse que iria realizar esse meu fetiche, porém do modo dele. E adivinhe qual seria o modo dele?? COMPRAR UM CONSOLO NO SEXY SHOP, né mores. Disse que queria fazer dupla penetração em mim. E eu? Curti pacas a ideia!!! (Simmm, sexo é meu hobby preferido e já adianto: TODA MULHER DEVERIA FAZER). rs

Enfim, Jonas comprou o brinquedinho, um pouco menor que o dele, óbvio. Ele não sairia em desvantagem pra um pinto de silicone, não é mesmo?!

A noite chegou e fomos num pub encontrar os amigos. Somos o tipo de casal que adora uma social com a galera. E claro, sempre que a turma junta, nunca fica só na “social de leves”. Depois do pub, emendamos pra uma balada de muito rock e catuaba selvagem de açaí. Bendita catuaba!!!

Saímos da balada por volta das 2h e fomos para o motel. Ps. Se a gente não transar depois de uma noite de curtição, a noite não está completa.

Já cheguei no motel fazendo um oral em Jonas, do jeito que ele gosta. Ele estava ansioso para me fod#r com as duas jirombas. E fod#u. Uma na frente e a outra atrás. E eu não tenho como explicar a delicia que foi. Foi Ô ORGASMO! Aquele de tremer as pernas, de contorcer o esqueleto, sabe? Que momento sublime!

Fiquei zen por alguns minutos até a adrenalina e a noradrenalina aumentar novamente. Não sei o que me deu, só sei que quando vi Jonas deitado de bruços, com aquele semblante de satisfeito e aquela bunda gostosa, me bateu uma super vontade de fod#-lo também.

Ainda muito bêbada, levantei da cama, fui até a sacola, peguei a cinta dentro da embalagem do brinquedinho e a vesti. Encaixei aquele consolo vermelho magia, dei aquela verificada no espelho que é de praxe e comecei a beijar as costas do meu homem, este que tanto amo e me satisfaz. O safado acordou já me querendo. Porém disse no ouvido dele, que quero realizar outro fetiche e que ele vai gostar.

Ele também bêbado, começou a achar graça na situação e ficava dizendo: “isso você nunca me falou, sua cachorra”, “aqui não entra nada, sua cadela”. E cara, só de ouvir isso me deu mais tesão ainda. E comecei estimular ele para que cedesse. Mandei ele calar a boca e falei que ele nunca falhou comigo e não seria agora.

Em seguida, fiz um cunete no safado e ele logo começou a curtir a ideia. Mas homens, vocês sabem como é? “não acredito que você está me pedindo isso. é serio?”, “vou fazer por você, mas eu sou macho, caralho”… hahahaha ai como eu amo meu namorado!!

Enfim, fod# aquela bunda linda e ele super gostou. Ficou ereto em 30 segundos de tanto tesão, ficou de quatro gostosinho e ainda rebolou. Rebolou só pra mim! E eu tive um orgasmo psicológico. Que loucura!!!

Reclamou de dor só na hora de entrar, mas depois relaxou e gozou gostoso.

Hoje ele poe a culpa na bebida, mas bem que gostou (ele vai me matar depois de ler essa parte. Eu te amo, bobão!!) hahahahaha

Nunca mais fizemos isso, mas confesso que esse dia entrou pro hall das fodas mais fodas que tivemos!

E com esse aconteceu comigo, concluímos quê:

  • casal que transa sem tabus, é um casal feliz
  • você não é menos homem, pq deu pra sua namorada
  • sexo é vida
  • e vc não é lésbica se curtiu comer um c#zinho.

hahahaha valeu insoonia. Já podem nos julgar, enquanto isso, transamos.

anônimo

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que namorão da porra
que namorão da porra
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Maio
04
2017

aconteceu-comigo1

Olá leitores do insoonia, sou um grande fã do blog e acompanho todas as postagens, dou muita risada lendo essas histórias e percebi que não sou só eu que se fod# nessa vida, fico até aliviado por isso. A minha história é bizarra, mas é verdade. Só meu nome que vou esconder, afinal, não dá pra fazer papel de trouxa na internet.  kkkkk Bom, vamos lá!

Meu nome é Eduardo (nome fictício), tenho 22 anos, minha altura é de 1,75 e moro no interior de São Paulo. A minha história é o seguinte… eu estava pegando uma loirinha de 1,50, peituda, bumbum durinho, uma delicinha. A gente se conheceu no ensino médio e sempre sonhei em pegar essa menina, só que ela era afim de um amigo meu, mas eis que o ensino médio acabou e a vida seguiu em frente, até que um certo dia começamos a conversar pela internet.

Depois de alguns dias conversando, ela me disse que ela era interessada era por mim na época do colégio, mas que eu não dava bola pra ela, pensei “opa é hoje que o chicote estrala”, e já logo a convidei pra um motelzinho. E adivinha? Ela topou.

Fomos para o motel, a menina era gostosa literalmente, que menina foda, melhor transa da minha vida, saímos assim uns 3 meses seguidos e todas as vezes era uma loucura, aí você me pergunta “tá, mas aonde começa a desgraça toda?”, eu lhe respondo agora!

Como toda alegria de pobre dura pouco, ainda mais quando o “pobre” é uma anta como eu, depois de 3 meses de sexo muito intenso com essa menina, eu comecei a conversar com uma outra garota, uma magrelinha ajeitada, não tão bonita como a loirinha, mas dava pro gasto.

Eu e a loirinha já não estava mais com aquele fogo todo do começo, já estávamos esfriando, já não nós pegávamos todos os dias, ela já não tinha tempo pra mim, e então procurei uma segunda opção pra quando os hormônios gritarem, se é que me entendem.

Mas eis que faço a minha primeira cagada, a burrice aqui é tanto, que no dia em que eu combinei com a outra de ir para o motel, fui contar para um amigo o caso e acabei enviando a mensagem, sem querer, para a loirinha. Cara, contei tudo pra loirinha que ia pegar a outra menina!!!

A gente não namorava, mas aí é foda né, o plano era continuar pegando a loirinha também, quando ela tivesse tempo, claro. Pois bem, enviei a droga da mensagem errada e a loirinha fez todo aquele drama. Ela me fez escolher entre ela e a outra. Como já não estava mais com aquele fogo todo com a loirinha e eu estava morrendo de vontade de pegar a outra, fiz a minha escolha (minha segunda cagada).

A noite chegou e fui para o motel com a magrelinha. No meio do rala e rola, meti a boca no “trombone” e fiz aquele oralzinho que as mina pira. O problema que quem pirou nessa história foi eu.

Veja bem, fiquei mais ou menos uns 10 minutos fazendo oral na garota e de repente, ela deu uma murchada na barriga e em seguida senti um negócio na boca, um gosto estranho, um cheiro horrível, pensei “ela gozou”, olhei pra ela e ela deu um sorrisinho meio debochado. Levantei e fui no banheiro lavar a boca, quando olhei no espelho, minha boca estava cheia de sangue. Caralho velho, ela menstruou bem na hora do oral e o pior, dentro da minha boca!!!

Na mesma hora me deu uma ânsia de vômito e não consegui segurar. Vomitei até as tripas dos meus antepassados. Saí do banheiro disfarçando, claro que não ia achar ruim com a mina, só foi um incidente, pensei. Mas quando volto pra cama, olhei para ela deitada e a excomungada começou a rir e ainda me perguntou se eu gostei.

Sim, amigos, ela deixou acontecer propositalmente. Não foi porque aconteceu, não foi porque escapou, foi tudo planejado da parte dela. Não sei como ela fez isso, só sei que a cara de pau ainda falou “foi pra estrear, tenho tesão nisso e faço com todo mundo que saio”.

Resumindo, saí de lá louco, nunca mais olhei na cara dessa menina e ainda perdi a loirinha mais gostosa da cidade. E de quebra, tomei sangue de menstruação. Podia ser pior?

Abraços Galera!

anônimo

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batizou o coitado
batizou o coitado
abr
29
2017

aconteceu-comigo1

Salve salve leitores do Insoonia.

Acompanho a pouco tempo o blog, e depois de ver que uma galera conta suas aventuras (ou desaventuras) aqui, resolvi contar a minha.

Faz um bom tempo já (eu tinha 15 anos, hoje tenho 22), eu ficava com uma mina de outra cidade, era uma cidade vizinha a minha, distante cerca de 30km. Nos víamos normalmente no curso ou nas festinhas de finais de semana. Até então só ficávamos nos amassos, a gente não tinha pirocado ainda. Ambos virgens.

O grande dia chegou, era uma sexta feira. Os pais dela tinha viajado e naquele dia ela iria para a casa de uma prima dela que mora na minha cidade. Combinamos o seguinte, eu ia pra cidade dela (30km da minha), pra ir na casa dela, e depois que tivéssemos feito o nosso serviço, voltávamos juntos para minha cidade e seguia cada um pro seu canto.

Eu era menor aprendiz, ou seja, ganhava muito pouco. Fui com um amigo meu, de carona. Levei dinheiro que eu tinha, que só dava pra comprar o passe pra poder voltar pra minha cidade depois, nem uma coxinha pra mina eu ia poder pagar, mas enfim. Fui.

Quando cheguei no lugar que tínhamos combinado de nos encontrar, mandei sms pra ela avisando que estava esperando. Foi aí que começou a minha desgraça. Quando mandei a sms, ela me ligou, perguntando se eu tinha olhado meu Orkut (sim, foi bem nessa época, 2010/2011. Ou era Orkut, ou era sms), porque pelo Orkut ela tinha me avisado que não era pra eu ir, porque os pais dela antes de irem viajar, decidiram levar ela na casa da prima que morava na mesma cidade que eu. Eu disse que não, afinal computador na minha época, pros meros mortais (mais pobres) era só em lan house. Desliguei o telefone puto da vida, mas pensei “bom eu tenho o dinheiro do passe vou pegar o ônibus e voltar”. Mas como tudo que tá ruim, sempre pode piorar, quando fui procurar minha carteira não achei. Acabei esquecendo minha carteira no carro do meu amigo que me deu carona. Liguei pra ele, ele disse que só ia voltar a noite, e não podia sair do compromisso para vir até aonde eu tava e trazer minha carteira.

Mano, eu me fodi bonito. Não consegui a fodinha e tava sem grana pra voltar. Pensei “ah, nem é tão longe, vou voltar a pé, vou tentar pedir carona, sei lá, vou”. Fui. Peguei a estrada a pé pra voltar, tinha andado uma era já, pra completar minha desgraça começou a chover. Insisti em pedir carona até que um carro parou pra me ajudar. “Tô salvo, agora só sucesso”, mentira, não era só sucesso. Comecei a conversar com o cara que me deu carona, contei pra ele a minha história até ali, demos risada e tal, conversa vai, conversa vem, o cara puxa uma sacola cheia das revista pornô e me mostra, diz que era vendedor de revistas e que aquelas eram as que ele mais gostava de vender. Dei uma olhada nas revistas, mas como eu tava com um estranho, não demonstrei muito interesse, afinal de contas eu não queria ficar de pau duro e falar com um estranho sobre sexo. Resumindo, o cara queria com as revistas acordar meu malaquias e que eu mostrasse o malaquias pra ele, porque ele gosta. Como sou hetero, disse que não curtia o lance dele, então pedi pra ele parar o carro pra eu descer, mas ele disse que não. Fiquei com o cu na mão, comecei a tirar o cinto e quando fui abrir a porta para pular do carro (foda-se), ele parou, pediu desculpas, desci do carro e ele foi embora.

Cara me fodi tanto nesse dia. A essa altura a chuva tinha aumentado e eu tinha chegado só na metade do caminho. Continuei pedindo carona até que consegui outra. Dessa vez um tiozinho, vendedor de produtos coloniais que tava indo pra cidade vender as parada dele. O tiozinho foi mó gente boa, me arrumou uma coberta que ele tinha ali pra me esquentar um pouco, me deixou na esquina de casa e disse pra eu não fazer mais esses rolê loko.

Resumindo, perdi a fodinha, fiquei sem dinheiro, peguei carona com um gay, e ainda apanhei da minha mãe por ter chegado em casa todo molhado. HAHAHAHAHAHA.

Valeu pessoal, abraços.

anônimo

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ô coitado
ô coitado
abr
20
2017

aconteceu-comigo1

Olá leitores do Insoonia!!

Já me diverti muito lendo as histórias do “Aconteceu Comigo” e adoro todas elas. Não porque são aquelas histórias de auto estima e lições de vida maravilhosas, mas porque mostram que não é só eu que me f*do na vida.

Primeiro um pouco sobre minha pessoa: sou gay assumido, tenho 27 anos, na época estava solteiro a um ano depois de terminar um relacionamento de quatro anos, e moro em uma cidade do interior de Santa Catarina que fica perto da capital – Florianópolis. Neste relato vou me chamar de Gustavo, porque a vergonha alheia foi bem grande aqui! KKKKKKK

Eu e mais duas amigas resolvemos fazer uma viagem de férias. Pesquisamos, vimos preços, locais, datas e decidimos passar seis dias em Natal, capital do Rio Grande do Norte.

Chegou o dia da viagem. Nós três no aeroporto de Floripa esperando o avião e eu como sou muito debochado já falei para as meninas irem instalando o Tinder porque ninguém ia voltar para Santa Catarina no zero a zero. Elas entraram na brincadeira e instalaram também.

Chegamos em Natal, e já seguimos para o hotel para aproveitar um pouquinho do dia que restava (quase o dia inteiro viajando), e depois a noite no quarto (pegamos quarto todos juntos) começamos nos likes do Tinder. Elas não estavam com muita sorte, mas eu nunca vi tanto match por metro quadrado! Era cada gato (quem disse que no nordeste não tem homem bonito é porque nunca visitou Natal).

Mesmo estando de viagem não sou desses que saí com qualquer pessoa, até porque hoje em dia todo o cuidado é pouco. Eis que nos matches um me chama a atenção e começamos a conversar pelo Tinder e depois trocamos WhatsApp. Conversamos bastante até que ele sugeriu para nos conhecermos.

Em um primeiro momento relutei um pouco, afinal eu tava a quase três mil quilômetros de distância da minha casa e sair com um desconhecido seria um pouco apavorante. Conclusão: no outro dia a noite fiz minhas amigas irem junto comigo, pegamos um táxi e nos encontramos em um barzinho perto do nosso hotel.

A noite foi muito boa. Ele era mais bonito pessoalmente, muito atencioso, querido, carinhoso, tinha um papo agradável e se mostrou prestativo em dizer para nós o que fazer, onde comprar lembrancinha, onde comer,… dica para turistas né.

Terminando a noite ele ofereceu uma carona para eu e minhas amigas de volta ao hotel. Acabamos aceitando a gentileza e fomos. Quando chegamos ele pediu pra eu ficar um pouco mais enquanto minhas amigas fossem pro quarto. Acabou que ficamos nos amassos no carro e combinamos de nos vermos os outros dias em que eu estaria na cidade, e como ele trabalhava durante o dia, só a noite pra a gente sair mesmo.

Foi então que nos dias seguintes a gente acabava saindo para jantar, bater papo e aproveitar um ao outro enquanto eu estava na cidade. Tudo passou muito rápido e logo era dia de retornar para Santa Catarina, e no último encontro ele disse que tinha gostado de mim e que da parte dele estava rolando sentimento e que apesar da distância, queria manter contato comigo e me ver de novo. Nós estávamos na mesma vibe e disse que poderíamos manter contato e que nos veríamos novamente, eu indo para Natal ou ele vindo para Santa Catarina.

De volta pro meu estado e mesmo com três mil quilômetros de separação todos os dias nos falávamos. Compartilhávamos nossas saídas, fotos, risadas, problemas, saudades, e é claro, fazíamos planos para nos vermos. Como eu sempre pego férias do escritório no final do ano eu disse que tinha disponibilidade para viajar para Natal novamente e passar minhas férias lá. Ele ficou todo empolgado e aceitou na hora, dizendo que agora que ele morava sozinho eu poderia ficar na casa dele sem problemas. Acabei me empolgando também e comprei as passagens e lá fui eu viver minha aventura que havia começado meses antes.

Saí de manhã de Santa Catarina e cheguei quase a noite em Natal na maior empolgação, afinal a gente já tinha ficado e nos falávamos todos os dias depois que voltei pra minha cidade. Foi aí que tudo começou a desandar de um jeito homérico!!

Ele a princípio me recebeu muito bem, com aquele abraço apertado no aeroporto e tudo mais. Seguimos pro supermercado para fazer umas compras e depois pedimos dois lanches e comemos no apartamento dele mesmo. Foi durante esse período que eu comecei a notar um certo distanciamento dele, tanto que eu tive que me insinuar para conseguir dar uns amassos (nem sexo rolou). Fiquei P-U-T-O da cara mas não deixei transparecer. Dei boa noite e dormimos.

No outro dia acordamos tarde, almoçamos e fomos para a praia. Ele disse que ia levar uma amiga junto. Não me opus, até porque eu já tinha conhecido ela da outra vez que eu estive em Natal e achei que seria legal rever ela de novo. Até aí tudo bem. Mas durante o dia fui percebendo que ele não me procurava. Nem uma palavra de carinho, nem um gesto, nem um sorriso… NADA!

Se eu já estava puto da noite anterior, esse dia eu fiquei o satanás em pessoa e não segurei, fechei a minha cara de um jeito que ele na hora começou a percebeu e me perguntou se estava tudo bem. Eu não falei nada, e disse que estava cansado e queria ir pro apartamento descansar. Como ele não estava de férias e trocou o horário de trabalho dele para a noite, eu ficaria sozinho na casa dele nesse período. Eu fiquei lá no apartamento sozinho, vi filme, falei com as amigas pelo WhatsApp e minha raiva só crescendo por eu ter despendido meu tempo e ter ido pra lá ver uma pessoa que nem um beijo não me dava direito.

No outro dia eu acordei umas dez horas da manhã e ele não estava na cama (que é de casal por sinal). O cara foi dormir na sala mano! Na sala! E nisso não me aguentei, esperei ele acordar e perguntei porque ele não foi dormir na cama e porque dele estar todo estranho comigo. Relutando bastante ele me disse que não queria mais ficar comigo, mas não queria falar isso para não estragar minhas férias e a viagem e que nem por isso eu precisava ir embora, eu poderia ficar passear com ele e tudo mais.

Corujas… vocês entenderam tudo? O cara faz mil e um planos comigo, diz que gosta de mim, que queria ficar comigo, faz eu viajar três mil quilômetros e me dá um legítimo e autêntico pé na bunda!

Fiquei completamente sem reação, e me limitei em perguntar quando ele tinha percebido isso. Ele disse que quando me viu no aeroporto. Levantei do sofá, fechei a porta do quarto, liguei pra companhia aérea e troquei a passagem para o dia seguinte voltando pra Santa Catarina mais humilhado que corno quando descobre que é corno. E pra completar tive minha bagagem extraviada ainda.

E é isso aí caros leitores!
Quando tu pensa que tu foi trouxa, tem alguém que se supera!
Prazer eu!

anônimo

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ô coitado
ô coitado
abr
17
2017

aconteceu-comigo1

Gostaria de dividir com todos os leitores do blog uma situação que passei há algumas semanas. Sem ter que fazer muito esforço na memória, já consigo afirmar que foi uma das cenas mais embaraçosas que já passei na vida.

Podem me chamar de Joana, tenho 26 anos e mantenho um relacionamento com um rapaz de 40 anos que se chama Fernando, nos conhecemos na empresa onde trabalho. Dividimos uma sala no escritório e inevitavelmente nos aproximamos e nos apaixonamos.

Decidimos manter em sigilo nosso relacionamento, que já dura pouco menos de 3 anos, e então sempre nos encontramos as escondidas após o trabalho. Fernando é o tipo de homem perfeito para namorar, do tipo que abre a porta do carro e puxa a cadeira, praticamente todos os dias me agrada com algum presente, mesmo que simples.

Mas quando estamos a sós é que ele se revela, Fernando é uma máquina incansável de sexo, extremamente safado e sempre dizia que deveríamos “inovar” nossa relação para não cairmos na rotina. Leia-se: ele queria o meu cuzim.

Esse lance de sexo anal, sei lá, eu tinha minhas dúvidas, ou medo, ou vergonha, ou tudo isso. Sempre que ele insistia, eu inventava alguma desculpa pra fugir da raia. Mas desta vez não teve como, ele me surpreendeu demais, me convidou para ir com ele em um restaurante chique e badalado que fica numa região oposta da cidade, fiquei muito empolgada, afinal não costumamos sair muito juntos para lugares públicos, sempre mantivemos uma relação mais discreta e longe dos olhares dos nossos conhecidos e colegas de trabalho.

Mas enfim, topei o convite e marcamos de nos encontrar as 21hs, pedi para sair mais cedo do serviço, afinal precisava me arrumar, e tinha que fazer milagre em menos de 4 horas. Liguei para uma amiga que faz cabelos e unhas, não perfeito, mas era a minha melhor opção com este curto tempo. Tomei um banho de duas horas, me depilei, tirei o bigode, fiz unha e cabelo, coloquei um vestido que havia comprado numa liquidação e que ainda não tinha tido oportunidade de usar. E adivinha? Fiquei maravilinda!!!

Fernando me pegou no horário combinado e fomos ao restaurante, quando chegamos ele tinha uma reserva (achei super chique!), logo que sentamos, ele me entregou um presente, era uma aliança de compromisso, disse que não pretendia mais esconder o que tínhamos de ninguém.

Gente, só eu sei o quanto eu esperava por isso há muito tempo, ele é realmente perfeito, após o jantar pedimos alguns drinks e nos estendemos no bar que no fim da noite ficava mais agitado e com um estilo pub, nos levantamos e fomos dançar. Entre danças, abraços e beijos o clima começou a esquentar, e ele me convidou para irmos a um motel chiquérrimo que tinha bem próximo de onde estávamos. Topei na hora, óbvioo!!

A noite caminhava para ser perfeita, tudo favorável… O motel era simplesmente espetacular. Tiramos a roupa e já começamos o rala e rola. Fernando com uma voz doce e sexy decide sussurrar no meu ouvido:

– Acho que hoje é um dia bom para fazermos coisas novas, não acha?

Me mostrei tensa, mas ele insistiu.
Como dizer não para qualquer coisa que ele me peça? Ele faz absolutamente tudo por mim, e então com voz trêmula perguntei:

– Alguma sugestão, amor?

Mais que imediatamente Fernando foi passando a mão na minha bunda e de repente colocou o dedo em algum lugar que não devia… PQP! Levei um pula pirata super inesperado!!! Sério, dei um pulo e um grito, ele se assustou e disse que estava tudo bem. E insistiu para eu relaxar… Como se fosse fácil relaxar com aquele dedo ali?!

Incorporei a mulher moderna e disse: – Farei como vc quiser, meu lindo!!

Ele colocou a camisinha, me virou de costas e deitou em cima de mim. Nem preciso dizer o que ele fez e o segundo grito que eu dei né? No início doeu muito, mas depois foi passando, confesso até que curti um pouco. Mas prendi a respiração porque não tinha muita certeza do que meu corpo iria fazer.

Quando Fernando terminou, parecia que havia removido um iceberg de dentro de mim, pela bunda. Eu nunca tinha feito anal, foi uma experiência um tanto estranha, admito. Depois Fernando foi se banhar e assim que ele saiu do quarto, soltei a respiração e um pum altíssimo, que por um mega azar da vida veio seguido de um monte de merda. Eu nem sabia que cabia tanto cocô assim dentro de mim, o lençol ficou todo sujo, nojento e o cheiro estava insuportável.

Eu precisava pensar em algo, Fernando iria sair do banho e eu não queria jamais que neste dia tão especial, ele me visse deitada feito uma porca na lama. E então tirei o lençol da cama com toda sujeira que estava nele. Enrolei e joguei em baixo da cama, coloquei o lençol reserva na cama e pronto, Fernando não iria perceber nada.
Exceto por um detalhe: O cheiro horrível continuava. Precisávamos sair dali urgente, antes de morrer de vergonha e acabar com a nossa noite perfeita, que a esta altura já não tinha mais nada de perfeita.

Comecei colocar minha roupa e ele perguntou:

-Você não vai tomar banho?

Tentei parecer natural e disse que não estava me sentindo bem e precisava ir embora logo. Mas Fernando disse que a noite só estava começando e iria pedir mais um vinho e esticar. Imediatamente falei que não iria rolar e se ele não fosse, eu iria embora sozinha. Ele achou muito estranho, mas concordou em irmos embora.

Quando ele pegou o telefone para pedir a conta, e eu ansiosa para sair dali achando que o pesadelo estava acabando, Fernando liga na portaria, pede a conta e diz que queria fazer uma reclamação.

PQP! QUE RECLAMAÇÃO ELE QUER FAZER??? – pensei enquanto olhava para ele com os olhos esbugalhados e com o cu piscando.

– Boa noite, me vê a conta, por favor. E quero fazer uma reclamação. O quarto não tem lençol reserva, além de ter um cheiro de esgoto lastimável. Não estou satisfeito com o serviço de quarto. Por isso estou indo embora.

A atendente disse que o motel era refinado e que nunca tiveram este tipo de reclamação, Fernando continuou insistindo com a atendente e mandou ela vir no quarto para conferir o cheiro.

E eu? Eu só queria sumir dali e de qualquer outro lugar do planeta. Sem pensar, saí do quarto imediatamente que a esta altura já espalhava o cheiro horrível por todo o corredor do motel. Sem entender, Fernando me seguiu, entramos no carro e fomos embora. Felizmente, ao esperar na portaria os empregados conferir o quarto, ninguém falou nada. Fernando pagou a conta e minutos depois o portão abriu. Esse momento eu estava suando frio. Não sei se era vontade de cagar ou vergonha de algum funcionário contar que achou o lençol de merda.

Enfim, ele perguntou várias vezes o que estava acontecendo e eu não tinha como explicar. Me deixou em casa e disse que respeitava meu silêncio, e que nunca mais iríamos voltar novamente naquele motel fedorento. E ainda me pediu desculpas.

Que situação!!!

É isso, galera! Podem rir, piroca no c# dos outros é refresco!!!

anônima

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chuca existe pra isso amada
chuca existe pra isso amada
mar
30
2017

aconteceu-comigo1

Quero relatar uma história que aconteceu comigo quando tinha 15 anos. Podem me chamar de “Juliano”. Hoje sou professor no turno da manhã na escola a qual aconteceu a situação. Entre os alunos me tornei uma lenda. Estou escrevendo a pedido dos amigos dessa história que são fãs do site (e de alguns alunos também).

Aquela coisa de guri lá nos anos 80, toda aquela função de perder o bv. Tinha um grupo de amigos da época, somos amigos até hj, e eu era apaixonado por uma garota chamada “Lucimara”. Olhos verdes, cabelo castanho, rostinho de anjo e toda aquela minha paixonite cheias de espinhas.

A Lucimara era do nosso grupo de amigos e resolvemos um dia, na casa do meu melhor amigo, “Pedro”, brincar de verdade ou consequência e ouvir Culture Club e Ultraje a Rigor num potente toca fitas com vinil da sony . Quando chegou a minha vez, caiu na verdade e perguntaram se eu beijaria alguém daquela roda… éramos em sete, quatro gurias e três guris. Eu estufei o peito e falei “Lu-ci-ma-ra”. Todo mundo fez “oooh”. Deu aquele climão e a Lucimara rosou as bochechas.

A turminha colocando pilha e tal… e na vez da Lucimara caiu consequência… já sabiam o que poderia ser né??? ( ͡° ͜ ʖ ͡° )

Só que bem na hora os pais do Pedro chegaram em casa e a parada do primeiro beijo não pode acontecer. Na aula, no dia seguinte, foi o maior bafafá… “O juliano gosta da Lucimara”… Eu todo envergonhado, ela mais ainda… todo mundo louco pra perder a porra do BV. Só que naquela época não tinha msn, Orkut, facebook, whatsapp, snapchat, tinder e nem a porra de um sms torpedão do Nokia 1220 pra ajudar na paquera.

Tive que esperar até a próxima vez que iria ver a minha tão amada Lucimara na casa do Pedro e rezar para que a gente fosse jogar verdade ou consequência e rezar para que eu, ou a Lucimara, pegássemos a consequência juntos…

Na nossa concepção beijo era só o famoso selinho. Todo mundo era BV, não sabia beijar. Dai os amigos se acertaram com as amigas no recreio para que eu e a Lucimara ficássemos de qualquer jeito. Foi numa janta de sábado na minha casa que estava eu, o Pedro e outro amigo, o “Lucas”, que era primo da Lucimara, que chegamos a uma conclusão.

A coisa era a moda antiga mesmo, nos acertamos ali, e o Pedro usou o telefone da minha casa (daqueles de rodinha ainda) pra ligar para a casa da Lucimara, pois as gurias também estavam jantando lá, para marcar um encontro. O número da casa da Lucimara foi o primo dela quem conseguiu pra gente.

Na escola, naquele tempo, tinha uma salinha toda escura onde ficavam uns livros velhos empilhados. Hoje, na escola aquela salinha virou a salinha da diretora, pois passou por reformas. Cada vez que entro lá, a cena me vem com tudo na cabeça. Muita nostalgia e saudade daquele tempo.

Os livros ficavam tapados com tnt, a janela estava encoberta por uma cortina. Um cheiro de poeira misturado com desinfetante de lavanda pairava naquela sala. Marcamos para terça-feira, antes da hora cívica no pátio da escola, naquela sala escura. Era para ser um segredo, mas na segunda-feira toda a escola já estava sabendo que eu iria beijar a Lucimara.

O tempo parou até chegar a terça-feira, os guris só me explicando (teorizando né) sobre como se beija alguém, como mexer os lábios, onde botar a mão e tal… Todo mundo queria estar no meu lugar. A Lucimara era tímida, daí eu e ela teríamos que estar com os olhos vendados.

Só que na terça-feira, a diretora se ligou na movimentação na salinha e foi ver o que estava acontecendo. A diretora naquela época dava um bom caldinho – Deus me perdoe, porque ela já faleceu – mas era verdade. Cada um do nosso grupo se escondeu num canto da salinha. Curiosos de outras turmas queriam participar para espalhar a fofoca depois, mas só ficaram os amigos. O Pedro me vendou e disse que quando a porta abrisse era a Lucimara, daí era só eu ir em direção à porta e beijá-la quando ela se fechasse.

Porra do caralho que eu entendi tudo errado. E praga dos infernos quando a diretora entrou na sala primeiro e fechou a porta, só que ela não perguntou quem estava lá. O pessoal escondido atrás do armário começou a cochichar e eu achei que era a Lucimara. Daí sai caminhando, tateando as coisas até chegar na porta, a diretora viu que tinha alguém na sala e veio caminhando também… acho até hoje que ela estava cheia de graça porque sabia da fofoca que tinham dois alunos querendo ficar na escola. O pessoal cochichava, mas era para que eu tirasse a venda e eu achei que era para beijar.

Eu tropecei num armarinho e cai pra frente. Meu primeiro instinto foi dar um bote e tasquei um beijo na diretora, agarrei firme e foi boca com boca e mão na bunda. Ela me empurrou, eu tirei a venda e vi a cagada feita. Quando olhei na porta a Lucimara estava recém entrando com a colega dela e as duas mortas de rir com a cena.

Todo mundo caiu na risada. O pessoal foi pra hora cívica, ninguém ficou em silêncio todo mundo rindo e eu na diretoria com uma faxineira me cuidando e balançando a cabeça em sinal de negação, louca de vontade de rir. A diretora morta de vergonha, até os professores riam também e diziam que a diretora estava precisando de um beijo pra ver se adoçava e aliviava a barra.

Ela entrou na sala muito envergonhada, sem saber o que fazer. Ligou para os meus pais para explicar a situação de um possível mal entendido e pediu para que eles comparecessem na escola com urgência, mas depois daquilo ficou toda boba comigo. Todas as professoras ficaram bobas comigo. Virei o beijoqueiro da escola. Não tinha como não rir da situação e a diretora até mudou o comportamento com os alunos. Meus riram muito e tiveram aquela “conversinha” comigo sobre namoro, respeito, e… enfim…

Fui ficar com a Lucimara no tradicional baile de final de ano. Beijamos muito atrás de uma cortina na janela do lado da escada. Fiquei tão beijoqueiro que hoje já estou com mais de trinta anos e continuo solteiro e já tive uma coleção imensa de namoradas, e todas sempre disseram que eu beijo bem ( ͡° ͜ ʖ ͡° )

…graças à diretora.

anônimo

 

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quem nunca quis passar a mão na bunda da diretora né
quem nunca quis passar a mão na bunda da diretora né
mar
10
2017

aconteceu-comigo1

Fato verídico que ocorreu com um amigo muito próximo chamado EU.

Tudo começou com um inocente churrasco entre amigos. Cerveja barata, carne de procedência duvidosa e música ruim, a típica linguiçada.

Até aí tudo bem, todo mundo se divertindo e bebendo mais do que camelo.
Até que a polenta começa a azedar… Recebo uma mensagem de uma guria que eu tava querendo o porco nu, dizendo que queria vir até a minha cidade pra fazermos algo e tals,

Quando o malaquias acorda o bom senso já não se mostra muito eficiente, agora some as peripécias de malaquias com um grau etílico bastante elevado no organismo. Obviamente e mais do que depressa mandei a charmuta vir.

Esse foi o princípio do fim, foi aí que o meu barraco desabou, foi nessa que meu barco se perdeu (me desculpem…)

Se eu fosse uma pessoa sensata (coisa que já ficou clara que não sou), teria parado de beber e esperado a dita cuja chegar na cidade para sairmos, mas nãão, continuei bebendo para um caralho. Pra ajudar, ela ainda demorou pra chegar, o que agravou mais a situação, me dando mais tempo pra beber.

Fui encontrar com ela, fiz merda de tão bêbado, caguei os esquema e agora não terei mais o corco nu da minha querida prenda. Triste, puto e desiludido, me sentindo pior do que pobre quando corre atrás do busão e mesmo assim não alcança, fui ao encontro dos sobreviventes do churrasco.

Encontrei os bravos heróis da esbórnia, sentados em uma praça abraçados à um isopor recheado com o sagrado líquido. Já era tarde, já passava das duas da manhã, e como todos sabemos, nada de bom acontece depois das duas da manhã.

Bêbados e determinados a fazer merda, saímos em uma grande odisseia em busca de um pouco de conforto em alguma dama da noite. Encontramos muitas moças de tromba oferecendo seus serviços, mas não caímos em tentação, mantivemos o foco.

Muitos litros de álcool depois, tanto no carro quanto em nós, encontramos as damas. Grana pra fora, moças pra dentro. Quando todas estavam acomodadas (abarrotadas), descubro que são da minha querida cidade natal, elas realmente não me pareciam estranhas.

Chegamos no abatedouro… Pessoas socializando na sala, tudo muito legal até que uma das donzelas diz: “AHHH EU SABIA QUE TE CONHECIA DE ALGUM LUGAR, ESTUDAMOS JUNTOS!! OLHA BRUNA, NÃO TE DISSE?”

Sim, eu estava em uma caralha de outra cidade e pego duas putas da minha cidade natal que estudaram comigo no colegial. Caralho Universo, o que é que eu te fiz? Não responda.

Tá no inferno abraça o capeta, bora pro fight.
Mano… Que sexo bosta, mil vezes ter ficado na mão. Recolhi minhas roupas com o pouco de dignidade que me restava. Exatamente, restava… Não resta mais. Perdi um pé de meia, puta que pariu. Voltei pra casa com só uma das meias no pé.

Resumo do rolê: Perdi uma cocota daora, fiquei bebado para caralho, comi putas que estudaram comigo no colegial, fiquei alguns temers mais pobre e perdi um pé de meia.

O que podemos aprender com isso? O relógio marcou 2:00 AM, fujam para suas casas e se tranquem em seus quartos, de preferência longe da internet.

– anônimo

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é muita criatividade
é muita criatividade
mar
05
2017

aconteceu-comigo1

Oi Gih … sempre vejo as histórias e resolvi contar uma minha.

Euzinha aqui sempre fui do tipo tímida e não manjava de putaria nenhuma da vida até que fui morar sozinha. Teve um tempo que minha amiga precisou de mim e veio morar comigo. Ela me mostrou o mal caminho e desde então não consegui mais sair dele.

Eis que em uma das esquinas desse mal caminho começamos a sair com dois boys que trabalhavam com ela. Virou tanta putaria que a gente revezava os dois entre nós. Aí uma vez, um deles chegou falando que havia machucado o serzinho dele.

Segundo a história, uma outra menina foi bancar a cantora e estragou o microfone do rapaz. Depois de esperar sarar, tentamos fazer um karaokê, mas não rolou. Parece que rompeu uma pelezinha que tem lá, aí sempre que cantávamos, o negócio sangrava. É sério, quando tentávamos algo era um show de horrores, sangue pra tudo quanto é lado.

Enfim, depois de um tempo abandonamos a dupla sertaneja e seguimos carreira solo. Pois bem, eis que a ‘Sandy’ aqui encontrou o dito cujo após um loongo tempo e papo vai, papo vem… combinamos um remember! Mas adivinha? Tempo vai ‘and the show must go on’.

Fui cantar novamente no serzinho do boy (que tá mais magia ainda, por sinal), mas foi o mesmo show de horrores. Pensei que fosse precisar de uma transfusão de sangue no rapaz!

O que será que é isso? Acho que o rapaz é estragado, hein. Depois disso resolvi abandonar de vez. Vou procurar outros microfones nessa vida. De preferência um que me faça desafinar cantando.

Vamos deixar nomes bem guardadinhos junto com as lembranças, pois o estrago já foi o suficiente.

Beijos corujas!

– Anônima

 

Eu entendi foi nada! kkkkkkk Deixo pra vcs opinarem! hahaha
E envie também a sua história maluca que nóis posta!  [email protected]

isso é calipsoooo
isso é calipsoooo
fev
23
2017

Gente, li essa história no facebook de uma mãe e tô morrendooooo de rir! hahaha

aconteceu-comigo1

Minhas amadas amigas, você tá aí achando que seu filho ou filha já te fez passar a maior vergonha do mundo, então, continua lendo e sente o drama de hoje.

Bom, primeiro fiquei pensando se contava ou não, porque para falar a verdade eu ainda estou meio em choque, maaas, sei lá, pior que está não pode ficar. É sobre pum, então quem não gosta do assunto passa reto.

Então lá vai: “Hoje no almoço fiz carne de panela com legumes, e após eu ter limpado a cozinha resolvi comer a carne com um pão francês, como não tinha nada de gelado para beber, fiz um copo de leite com Nescau para acompanhar”. Meu filho ficou olhando eu comer aquilo é já intrigado falou “olha mamãe você vai passar mal”. Tá!

Tempo depois fomos ao banco pagar umas contas, chegamos, peguei a senha é nos sentamos. Daí começou minha agonia. Gente, arrumei uma dor de barriga sem fim! Parecia que tinha dez mil bolhas borbulhando na minha barriga. Não tinham muitas pessoas na espera, umas 10 posso chutar.

Meu filho estava sentado do meu lado e eu estava pensando se ia embora depressa ou se esperava passar. Resolvi esperar! Poxa já tava lá, e sinceramente seria a conta de eu sair do banco para eu melhorar, é sempre assim. Pois esse foi meu erro! Não melhorei.

Naquilo ali eu já estava quase explodindo, a cada senha que chamavam era uma tortura, NUNCA CHEGAVA A MINHA. E eu ali sentindo todas as agonias da vida. No meio daquilo tudo, já no limite pensei: “vou peidar, ninguém vai saber que fui eu, tá cheio de gente aqui”. No impulso soltei gente kkk. E foi aí que a criança se manifestou. Senhor!!! O menino começou a cheirar o ar e a abanar o nariz, naquilo eu já sabia que ele ia falar merda.

De repente ele deu um pulo da cadeira e gritou “Nossa mamãe você tá podre! Os urubu já tudo aqui em cima, credo, que falta de educação, que catinga de esgoto!”, gente o pior era que estava fedendo mesmo kkkk, e o povo começou a olhar pra mim e eu ali sofrendo tentando segurar o restante.

Agoniada falei com meu filho: “Para com isso menino! Não fui eu não!” Geeenteeeee!!!
Foi aí que a tragédia aconteceu, ele olhou pra mim é com a mão no nariz falou bem alto: “Foi você sim! Foi aquele pão com carne! Eu conheço seu peido mãe”! kkkkkkkkkkkkkkk

Eu não aguentei e fui cair na besteira de rir! Meu pai!!! Foi na força da risada que a tragédia se completou! Comecei a peidar sem parar. Gente foi tão alto, mais tão alto, que até o povo da fila dos caixas eletrônicos escutou. O negócio saiu que nem uma metralhadora!
Prooooooooonnnn, pro, pro, pro,pro…
NÃO PARAVA AQUELE TREM! Como eu ia negar agora??????

Nisso só vi o povo saindo de perto e rindo kkkkkkkkkkkkkkk, e o meu filho gritando: “tá vendo!!! É você! Mamãe levada kkkk” ele ria de ficar vermelho!!! E eu com a cara azul pensando: “caralhooo, que vergonha”. Peguei ele é saí depressa dali, nem olhei pra traz para ver o rastro de vergonha. Pra ajudar meu filho não parava de afirmar: “tá vendo! Eu sabia! Conheço seu peido!” kkkkkkk

Tô pensando em pintar o cabelos, trocar o óculos, o estilo de roupas… Claro depois de uns três meses presa dentro de casa.Eu tô rindo aqui! Mas já chorei de vergonha. kkkkk
Não sei o que aconteceu, não deu pra segurar! Gente pelo amor de Deus!!!
Alguém tem que ter passado por situação pior, eu preciso ser consolada. To em choque! Tinha que contar, desculpem.

Q vergonhaaa

– Anônima

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Criança do demonho
Criança do demonho
fev
15
2017

aconteceu-comigo1

Rapaz, eu namorava 1 ano e 8 meses com uma linda garota, inteligente, tatuada e da humanas. Liberal, sexy, maconheira e companheira. A mulher dos sonhos de todo homem! Vou chamá-la de Julia. Julia tinha 24 anos (a história aconteceu há 3 anos atrás) e eu estudava direito numa universidade federal, onde eu a conheci.

Antes da gente namorar, época em que ficávamos nas festas vez ou outra quando nos encontrávamos, ela havia me dito que já namorou uma mulher. Chegou a dizer um dia em que estava muito bêbada, que foi o grande amor da vida dela. Mas que não curtia mais. Que “aquela” mulher seria a única na vida dela. Nunca me importei para esse fato, pelo contrário, sempre tive um fetiche por isso. Porra, que homem não sonha em “dormi” com duas mulheres?

Nosso namoro era muito intenso e carnal. Julia nunca me decepcionava… A gente curtia fumar 1 e passar a noite transando. Todas as transas foram diferentes e inesquecíveis. Éramos muitos cúmplices e abertos um para com outro. Eu sempre pedi a Júlia um menage de presente. Quando ficávamos chapados, eu dava ideia nela sempre. Mas Júlia sempre demonstrou muito decidida em não se relacionar mais com mulher.

Foram meses de insistência, até que um belo dia, numa festa open bar da facu, Júlia topou realizar meu sonho/desejo. Estávamos muito loucos nessa festa. Bebemos doses a noite toda e fumamos beck. Era a semana do meu aniversário. Cara, esse dia foi fatal.

Nessa festa, estava a tal mulher que a Júlia havia namorado. Julia chegou em mim no canto e disse: “gato, quer ver a gata que eu namorei? Ela tá aqui na festa”.. Topei na hora e rapaz, era gata mesmo.

Julia me puxou e fomos até a moça cumprimentá-la. Além de muito bonita, era descolada e muito sexy também. Ficamos alguns minutos conversando com ela. Nesse momento, a nossa galera chegou e chamou a gente pra fumar 1 lá fora da festa. Júlia convidou sua ex para fumar também. E ela foi!

Fomos todos lá pra fora, numa pracinha, pra fumar. Júlia estava toda safadinha. Ficou me acariciando escondido do pessoal e começou a me deixar louco. Estávamos morrendo de vontade de ir embora pra transar.

Eu assanhado, resolvi dar ideia na Julia para o tão sonhado menage e sugeri com a ex dela. Julia ficou surpresa, mas não demorou muito pra curtir a ideia. Depois de uns minutos pensando e brisando com a galera, ela topou e já logo convidou a gata para ir dormir com a gente. E adivinha? A gata também topou.

Na hora fiquei em êxtase! Me senti o homem mais feliz da Terra. Só pensava…”Caralho, vou comer duas gostosas! Minha namorada é foda! Vou casar com essa fdp!”..

Despedimos da galera e fomos pra minha casa! Chegando na minha casa, a gata disse que tinha uma “alegria” pra nós e logo veio beijando minha mulher e depois me beijou. A alegria da qual ela falava, era pó… isso mesmo coca/padê/xererê. Eu não aceitei, não curto essas paradas químicas. Só o meu “naturalzinho” mesmo. E então respondi que eu estava de boa, mas que não ligava se elas quisessem cheirar.

Julia estava muito louca e topou cheirar com a sua ex. Enquanto isso, fui preparar um drink para nós. Quando voltei com o whisky as duas já estavam pra lá de bagdá. O som alto, as duas dançando, conversando e rindo.

A gata tirou a blusa dela e a da Júlia. As duas começaram a dançar sensualmente juntas… Fiquei assistindo a cena todo animado! Até que de repente as duas começaram a se pegar. Cara, eu não sabia se ficava com ciúmes ou se curtia o momento.

As duas se pegavam com tanto afinco que resolvi entrar na brincadeira antes que a gata fizesse minha mulher e me deixasse de fora. Comecei a beijar as duas, mas as duas não se importaram pra mim. Começaram a se pegar e me pediram para ficar olhando.

Eu disse que toparia, mas com a condição de comer as duas depois. Na hora, as duas concordaram. E então fiquei sentado no sofá bebendo e assistindo.

Cara, a gata comeu a minha mulher na minha frente e depois me disse que era só ativa e que não iria me dar…

Porra!

Como assim, carai? Comeu a minha mulher e agora não vai me dar?

Fiquei putasso! Ela disse: “ué, pensei que a Júlia tinha te contado que eu era só ativa!” – e riram. As duas estavam chapadonas no pó, pouco se importando para o combinado.

E o pior de tudo, a minha mulher estava tão molhada que eu nunca tinha visto isso, bicho. Quis transar com ela e ela me disse “amor, desculpa, tô mortaaaaa…”.

Mandei parar tudo e mandei a menina ir embora. A Julia me xingou na hora e disse que não tinha como ela ir embora sozinha, que ela ia ficar e que cedo ela iria embora.

Aos poucos o efeito do pó foi passando e as duas sossegaram. Julia me chamou pra ir deitar no quarto e arrumou o sofá para ex dela.

Fomos para o quarto e brigamos feio lá. Julia pediu desculpas e apagou. Muito chateado, demorei a dormir. Fumei 1 na varanda e voltei pro quarto, quando finalmente dormi.

Acordei por volta do meio dia e quando olhei pro lado da cama: cadê a Júlia?

Levantei e fui atrás dela. Quando vi, as duas estavam transando no chuveiro. No banheiro da minha casa!!!

Rapaz, quanta disposição tem duas mulheres juntas! Elas gemiam tão alto que pornô perdia.

Claro que acabei com a brincadeira das duas e mandei elas embora. Até hoje me pergunto pq fui inventar um menage. Frustração total!

Resultado: Júlia me pediu perdão dias depois, mas acabou voltando pra ex. As duas estão juntas até hoje.

Esse foi o pior drama que já passei na vida. Demorei um tempo para superar, mas passou. O que resta hoje é rir!

Moral da história: Antes um pássaro na mão, do que duas mãos no seu pássaro.

Valeu galera! abraços

– Anônimo

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