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jul
08
2008
Sem categoria / Por: Gislaine Lima ás 20:16
Uma cidade de Taiwan estabeleceu nesta semana medidas sanitárias para tentar diminuir as 340 toneladas de “mau cheiro” produzidas diariamente na região.

A cidade de Tainan pede que o papel higiênico usado seja jogado nos vasos sanitários, e não nos lixos apropriados.

“Um hábito antigo é jogar o papel nas latas de lixo ao lado do vaso sanitário, o que causa um mau cheiro que prejudica a saúde pública”, diz Chang Hwang-jen, diretora do departamento de Proteção Ambiental.

O sistema de esgoto de Taiwan pode suportar a descarga de papel sem entupir os canos, o que representa uma ruptura com o passado. Tradicionalmente, a população da China e de Taiwan não tem o hábito de jogar o papel no vaso sanitário com medo de causar entupimentos.

Segundo as autoridades, o novo hábito pode representar economia para a cidade, que tem 764 mil habitantes e sofre com as toneladas de papel higiênico não-reciclável.

Fonte:G1

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jul
08
2008
Sem categoria / Por: Gislaine Lima ás 14:29


Como se comporta um carro com 300 cv e tração dianteira? Se ele não for muito bem feito, a tendência é que, a cada acelerada, ele puxe mais para um lado do que para o outro, efeito conhecido como reação de torque. Na apresentação do Focus RS, um esportivo que segue exatamente essa concepção, ou seja, motor e tração d
ianteiros, com 300 cv e 410 Nm de torque, a Ford se preocupou em ressaltar que seu novo hatch não sofre deste mal. Aviso válido, uma vez que a empresa poderia ter adotado tração nas quatro rodas do carro, mas não o fez porque o preço do sistema poderia ameaçar as vendas do carro.


O modo que a empresa encontrou para assegurar o comportamento dinâmico do Focus RS foi a adoção de um diferencial de deslizamento limitado Quaife, aliado a um novo sistema de suspensão dianteira, batizado pela montadora de “RevoKnuckle”. Partindo de uma suspensão McPherson tradicional, o novo sistema consiste de acertos de geometria que minimizam a atuação da reação de torque.

Tanta preocupação não é para menos. O motor do novo Focus RS é um 2,5-litros Duratec de cinco cilindros, o mesmo que vem sendo cotado para ser usado no próximo Ford Fusion, mas com turbocompressor para elevar sua potência e torque, próximo do de um motor V8. Apesar de o desenvolvimento do carro não estar completo, a Ford diz que ele irá de 0 a 100 km/h em menos de 6 s.

Com apresentação marcada para o dia 22 de julho, quando o Salão de Londres será aberto à imprensa especializada, o novo Focus RS é o segundo a receber a denominação esportiva, que teve início na Alemanha, no final dos anos 1960, e que desembocou no primeiro grande RS, o Escort RS1600.



Fonte: www.webmotors.com.br

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Dicas
jul
08
2008

É um total contra-senso o fato de que, num mundo em que cerca de 16 a 40% das pessoas em geral sofrem de insônia, haja aquelas que, iludidas pelos valores da sociedade industrial, esforçam-se por reduzir o número de horas de sono diário,. Com isso acreditam, provavelmente, que um corpo “treinado” para dormir menos nos permita ampliar o número de “horas úteis” do dia, mantendo o mesmo desempenho.

Pura ilusão ou, mais provavelmente, uma boa dose de ignorância sobre a importância que o sono tem no funcionamento de nosso corpo e da nossa mente.

Dormir não é apenas uma necessidade de descanso mental e físico: durante o sono ocorrem vários processos metabólicos que, se alterados, podem afetar o equilíbrio de todo o organismo a curto, médio e, mesmo, a longo prazo. Estudos provam que quem dorme menos do que o necessário tem menor vigor físico, envelhece mais precocemente, está mais propenso a infecções, à obesidade, à hipertensão e ao diabetes .

Alguns fatos comprovados por pesquisas podem nos dar uma idéia da importância que tem o sono no nosso desempenho físico e mental. Por exemplo, num estudo realizado pela Universidade de Stanford, EUA, indivíduos que não dormiam há 19 horas foram submetidos a testes de atenção. Constatou-se que eles cometeram mais erros do que pessoas com 0,8 g de álcool no sangue – quantidade equivalente a três doses de uísque. Igualmente, tomografias computadorizadas do cérebro de jovens privados de sono mostram redução do metabolismo nas regiões frontais (responsáveis pela capacidade de planejar e de executar tarefas) e no cerebelo (responsável pela coordenação motora). Esse processo leva a dificuldades na capacidade de acumular conhecimento e alterações do humor, comprometendo a criatividade, a atenção, a memória e o equilíbrio.

O sono e os hormônios

A longo prazo, a privação do sono pode comprometer seriamente a saúde, uma vez que é durante o sono que são produzidos alguns hormônios que desempenham papéis vitais no funcionamento de nosso organismo. Por exemplo, o pico de produção do hormônio do crescimento (também conhecido como GH, de sua sigla em inglês, Growth Hormone) ocorre durante a primeira fase do sono profundo, aproximadamente meia hora após uma pessoa dormir.

Qual é o papel do GH? Entre outras funções, ele ajuda a manter o tônus muscular, evita o acúmulo de gordura, melhora o desempenho físico e combate a osteoporose. Estudos provam que pessoas que dormem pouco reduzem o tempo de sono profundo e, em conseqüência, a fabricação do hormônio do crescimento.

A leptina, hormônio capaz de controlar a sensação de saciedade, também é secretada durante o sono. Pessoas que permanecem acordadas por períodos superiores ao recomendado produzem menores quantidades de leptina. Resultado: o corpo sente necessidade de ingerir maiores quantidades de carboidratos.

Com a redução das horas de sono, a probabilidade de desenvolver diabetes também aumenta. A falta de sono inibe a produção de insulina (hormônio que retira o açúcar do sangue) pelo pâncreas, além de elevar a quantidade de cortisol, o hormônio do estresse, que tem efeitos contrários aos da insulina, fazendo com que se eleve a taxa de glicose (açúcar) no sangue, o que pode levar a um estado pré-diabético ou, mesmo, ao diabetes propriamente dito. Num estudo, homens que dormiram apenas quatro horas por noite, durante uma semana, passaram a apresentar intolerância à glicose (estado pré-diabético).

Mas qual é a quantidade ideal de horas de sono? Embora essa necessidade seja uma característica individual, a média da população adulta necessita de 7 a 8 horas de sono diárias. Falando em crianças, é especialmente importante que seja respeitado um período de 9 a 11 horas de sono, uma vez que, quando elas não dormem o suficiente, ficam irritadiças, além de terem comprometimento de seu crescimento (devido ao problema já mencionado sobre a diminuição do hormônio do crescimento), do aprendizado e da concentração.

É na escola que os primeiros sintomas da falta de sono são percebidos. O desempenho cai e a criança pode até ser equivocadamente diagnosticada como hiperativa, em função da irritabilidade e de sua dificuldade de concentração, conseqüentes da falta do sono necessário. É no sono REM, quando acontecem os sonhos, que as coisas que foram aprendidas durante o dia são processadas e armazenadas. Se alguém, adulto ou criança, dorme menos que o necessário, sua memória de curto prazo não é adequadamente processada e a pessoa não consegue transformar em conhecimento aquilo que foi aprendido. Em outras palavras: se alguém – adulto ou criança – não dorme o tempo necessário, tem muita dificuldade para aprender coisas novas.

Riscos provocados pela falta de sono a curto prazo: cansaço e sonolência durante o dia, irritabilidade, alterações repentinas de humor, perda da memória de fatos recentes, comprometimento da criatividade, redução da capacidade de planejar e executar, lentidão do raciocínio, desatenção e dificuldade de concentração.

Riscos provocados pela falta de sono a longo prazo: falta de vigor físico, envelhecimento precoce, diminuição do tônus muscular, comprometimento do sistema imunológico, tendência a desenvolver obesidade, diabetes, doenças cardiovasculares e gastro-intestinais e perda crônica da memória.

Conselhos para Dormir Melhor

  • À noite, procure comer somente alimentos de fácil digestão e não exagerar nas quantidades
    Evite tomar café, chás com cafeína (como chá-preto e chá-mate) e refrigerantes derivados da cola, pois todos são estimulantes (“despertam”).
  • Evite dormir com a TV ligada, uma vez que isso impede que você chegue à fase de sono profundo.
  • Apague todas as luzes, inclusive a do abajur, do corredor e do banheiro
  • Vede bem as janelas para não ser acordado(a) pela luz da manhã
  • Não leve livros estimulantes nem trabalho para a cama
  • Procure usar colchões confortáveis e silenciosos
  • Tire da cabeceira o telefone celular e relógios
  • Tome um banho quente, de preferência na banheira, para ajudar a relaxar, antes de ir dormir
  • Procure seguir uma rotina à hora de dormir, isso ajuda a induzir o sono

Fonte:www.cerebromente.org.br

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jul
07
2008
Sem categoria / Por: Gislaine Lima ás 18:48
Arganda del Rey (Espanha), 6 jul (EFE).- Bob Dylan, Lenny Kravitz, Franz Ferdinand, e os mexicanos Café Tacuba, fecharam com chave de ouro a primeira edição na Espanha do Rock in Rio, festival que reuniu um público de 300.000 pessoas e que terá uma segunda edição em 2010 na localidade de Arganda del Rey, perto de Madri.

Cerca de 41.000 pessoas assistiram a este quinto e último dia – número muito inferior ao dos dois dias anteriores -, que os mexicanos do Café Tacuba se encarregaram de aquecer com seu ritmo particular, no qual misturam pop rock com hip hop e música folclórica latina.

De óculos escuros e lenço ao pescoço, Lenny Kravitz deu mostras de sua controvertida personalidade no fechamento desta festa e, após a conhecida “Always on the run”, uma das primeiras músicas apresentadas, parou a atuação por causa de uma “fumaça” que chegava ao palco e que estava “acabando” com sua garganta.

Kravitz retomou o show com um “sinto muito, mas quero dar a vocês o melhor de mim” e, já sem óculos, foi repassando clássicos de sua carreira como “Field of Joy”, “Love, love, love” e “American woman”.

O cantor e compositor também apresentou suas músicas mais recentes como “I’ll be waiting”, do seu último álbum “It is time for a love revolution”, disco com o qual atualmente está em turnê.

O cantor americano fechou o show com “Fly Away”, “Let love rule” e o tema “Are you gonna go my way”, que deu nome a um de seus trabalhos mais bem-sucedidos do começo dos anos 90.

Antes, sem trocar uma palavra com o público como é de seu costume, Bob Dylan destilou a essência de sua música em um show austero e sem concessões, no qual percorreu por seus aclamados últimos álbuns e recriou alguns de seus clássicos em novas versões irreconhecíveis, acompanhado por uma extraordinária banda.

Dylan tocou alguns temas de seu último álbum “Modern times”, lançado há dois anos, como “Rollin’and tumblin'” e “Thunder on the mountain”, mostrando clássicos imprescindíveis como “Just like a woman” e “Like a rolling stone”, com o qual fechou o concerto após uma hora e cinqüenta minutos, um dos mais longos do festival.

Embora de novo tenha se negado a permitir a transmissão televisiva de sua atuação e a presença de fotógrafos no fosso, pelo menos se mostrou sorridente sobre o palco em vários momentos e agradeceu a cumplicidade de um público onde podiam ser vistas pessoas de várias gerações.

Os escoceses do Franz Ferdinand anteciparam para o público do Rock in Rio Madri parte seu novo disco, que será lançado somente em 2009, em um show que começou mais tarde do que o previsto devido ao atraso do show de Bob Dylan.

Os ritmos de rock dançante de “Take me out”, “This fire” e “The dark of the Matinée” soaram junto a temas inéditos como “Turn it on”, “Katherine kiss me”, “Ulysses” e “What she came for”.

O brasileiro Roberto Medina, criador do Rock in Rio, se mostrou “satisfeito” com as cerca de 300.000 pessoas destes cinco dias de “marcas, público e música” na primeira edição do festival na Espanha, e anunciou que voltará ao país em 2010 com o espetáculo.

Em seus cinco dias, o festival passou do veterano Neil Young e os sons acústicos Jack Johnson, aos ritmos brasileiros de Carlinhos Brown e Ivete Sangalo.

Amy Winehouse e Shakira foram as estrelas do terceiro dia, com mais destaque para a colombiana que atraiu um enorme público.

Winehouse, apesar de todos os problemas pelos quais está passando fez uma apresentação morna, mas que agradou os seus fãs incondicionais.
O caráter heterogêneo do festival tornou-se patente com a mistura no palco do pop espanhol do Estopa e Alejandro Sanz, com os “vovôs” do The Police, que se despediram do público espanhol com seus grandes sucessos.

Fonte:Musica.uol.com.br

Bob Dylan, Cantores, Lenny Kravitz
Bob Dylan, Cantores, Lenny Kravitz
jul
07
2008
Sem categoria / Por: Gislaine Lima ás 18:25
Parentes e amigos tomaram um susto quando souberam: Fabiano e Ana Paula, aquele casal de brasileiros que se conheceu na Escola de Comunicação da UFRJ em 1996, estão indo para a guerra do Iraque.

Os dois se alistaram no Exército norte-americano no ano passado e seguem agora para Mossul, no noroeste do país, onde dizem não haver guerra química, biológica e/ou nuclear (áreas em que se especializaram). “Nosso esquadrão deve cuidar de processamento de prisioneiros e do escorte de comboios”, explicou Fabiano ao G1, por e-mail.

Apesar de terem assustado as pessoas mais próximas, os dois não sentiram reprovação pela decisão. “A maioria deles (parentes e amigos) cai em ‘não vai morrer numa guerra’. Eu rio e dou de ombros, pois tenho mais chance de morrer num acidente de trânsito do que de tiro ou bomba. Ademais, soldado vai pra guerra. É o que fazemos. Quem vive pela espada, aprende a viver com a idéia de não ser imortal”, disse Fabiano, que pediu que o sobrenome dos dois não fosse publicado para não gerar problemas entre os militares.

“Preocupação com segurança pessoal, todos temos. Mas as estatísticas não são ruins. Morre muito mais gente em acidente de tráfego em qualquer cidade, do que soldados por tiro ou bomba, como mencionei. Tecnicamente, se você entra no seu carro em Sampa, indo para seu trabalho de manhã, você corre mais risco do que a maioria dos soldados. Óbvio, isso tudo, estatisticamente”, disse Fabiano.

Academia
O interesse em entrar para o Exército, segundo Fabiano, veio de suas pesquisas acadêmicas. “Minha tese é sobre conflito assimétrico, então entrar pro grupo que lida com isso faria sentido. Acabamos nos alistando em 2007 – foi meio louco, eu fui para me alistar, ela disse que também queria, do nada”, contou.

Segundo Ana Paula, o que a levou a tomar esta decisão “do nada” foi “a aventura, querer passar pelo treino e ver de dentro como é a vida no Exército. Tinha uma idéia de que iria pro Iraque, mais cedo ou mais tarde, mas acabou sendo ‘mais cedo'”, disse ela.

“Preferiria ir para o Afeganistão”, disse Fabiano. “No entanto não se escolhe para onde se vai; o Exército diz ‘vá’ e você diz ‘vou’. Ir ao Iraque é, atualmente, uma conseqüência de alistamento no Exército; todos irão, eventualmente.”

Tropa de elite

Para poderem ir para uma zona de guerra, Fabiano e Ana Paula enfrentaram um treinamento pesado: nove semanas de uma vida dura, isolada. “A parte mais difícil foi ficar sem contato com exterior; não tem televisão, telefone, email etc. Só cartas”, disse Fabiano.

Além da exaustão mental, há os exercícios físicos. “Tantas dietas sensacionais em anúncios de televisão, e ninguém sabe que a melhor forma de perder peso é se alistar. Você acorda às 4h, com sorte, e vai dormir às 22h. Marchas com armadura e capacete (45kg), mochilas (outros 20kg), rifle (4kg), por 15 km. Muitos não passam deste estágio”, explicou.

Há ainda um treinamento especializado. “Treinamos tiro, técnicas de combate, primeiros socorros. O mais importante para mim foram os ‘briefings’ sobre comportamento no Oriente Médio”, completou Ana Paula.

‘Brasucas’

“Não é muito comum ver ‘brasucas’ no serviço, então chamamos alguma atenção”, contou Fabiano. “Nós falamos um português mesclado com inglês (portuglish?) em casa, carregamos nossa bagagem cultural, fomos definidos por termos crescidos no Brasil”, disse ressaltando sua ligação com o país natal, mas sem querer ser rotulado por ter nascido no Brasil.

“Eu acredito em mistura de etnias, e que cultura importa mais que um acidente de nascimento.”

A recepção deles pela nacionalidade, entretanto, costuma ser boa. “Já não existe tanta desinformação quanto antes; sabem que não se fala espanhol no Brasil, e tal. As reações são positivamente amigáveis, quando descobrem que somos brasileiros. Perguntam sobre carnaval e futebol, quando descobrem que sou do Rio. O de sempre.”

Fonte:G1

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