INSÔÔNIA.com
set
17
2008
Curiosidades / Por: Gislaine Lima ás 22:00

Ainda não foi comprovado nenhum tipo de problema causado por misturas alimentares. Esse mito foi difundido por fazendeiros de algumas regiões do Brasil para que seus escravos, que alimentavam-se nas mangueiras, não bebessem o leite produzido nas fazendas. Em geral, alimentos não causam nenhum problema, fora alguns raríssimos casos de hipersensibilidade.

Até hoje minha vózinha fala que manga com leite faz mal.

PQP…Ela só falta me bater.

Ela grita “VAI MORRER MENINO”, no final eu acabo sem manga e sem leite.

Legal
Legal
set
10
2008
Curiosidades / Por: Gislaine Lima ás 21:02

Atualmente o Orkut tem milhares de usuários e milhares de comunidades. Mas quais são as maiores comunidades, em termo de quantidade de membros?

Bem, as maiores comunidade do Orkut, neste momento, são:

1. Eu Odeio Acordar Cedo

2. Eu amo a minha MÃE!

3. Eu Acredito e Confio em Deus ®

4. Eu amo fim de semana

5. Te INCOMODO?? Que peeena!

6. SUA INVEJA FAZ A MINHA FAMA

7. Eu amo Chocolate!

8. Eu adoro dar risada!

9. Deus me disse: desce e arrasa!

10. Mulher não se pega, conquista!

Essas são as dez mais populosas comunidades do Orkut. A ordem não garanto que esteja 100% correta, pois há um tempo atrás houve um bug no contador de membros e algumas comunidades duplicaram o número de membros. Como exemplo podemos citar a “Eu amo minha mãe“, que marca 9 milhões de membros, mas na verdade ela não tem isso tudo. Ela tem pouco menos membros que a comunidade “Odeio acordar cedo”.

OBS.: E para quem não sabe, Eu (Gleicou) e a Gi também temos comunidades entre as maiores do orkut.

Gi: Eu Tenho Crise de Riso – 35° mais populosa

Gleicou: Odeio esperar resposta no MSN – 57

Computador, Eu Tenho crise de Riso, Gi só alegria, Internet, maiores comunidades, Orkut
Computador, Eu Tenho crise de Riso, Gi só alegria, Internet, maiores comunidades, Orkut
ago
20
2008

Pergunta feita por Professor da matéria Termodinâmica, no curso de Engenharia química da UFBA em sua prova final. Esse Professor é conhecido por fazer perguntas do tipo “Por que os aviões voam?” em suas provas finais. Sua única questão, nessa prova, foi:

O inferno é exotérmico ou endotérmico? Justifique sua resposta.

Vários alunos justificaram suas opiniões baseadas na Lei de Boyle ou em alguma variante da mesma. Um aluno, entretanto, escreveu o seguinte:

Primeiramente, postulemos que o inferno exista e que esse é o lugar para onde vão algumas almas. Agora postulamos que as almas existem, assim elas devem ter alguma massa e ocupam algum volume. Então um conjunto de almas também tem massa e também ocupa um certo volume. Então, a que taxa as almas estão se movendo para fora e a que taxa elas estão se movendo para dentro do inferno? Podemos assumir seguramente que, uma vez que uma alma entra no inferno, ela nunca mais sai de lá. Por isso não há almas saindo.

Para as almas que entram no inferno, vamos dar uma olhada nas diferentes religiões que existem no mundo e no que pregam algumas delas hoje em dia. Algumas dessas religiões pregam que se você não pertencer a ela, você vai para o inferno… Se você descumprir algum dos 10 mandamentos ou se desagradar a Deus você vai para o inferno. Como há mais de uma religião desse tipo e as pessoas não possuem duas religiões, podemos projetar que todas as almas vão para o inferno. A experiência mostra que pouca gente respeita os 10 mandamentos. Com as taxas de natalidade e mortalidade do
jeito que estão, podemos esperar um crescimento exponencial das almas no inferno.

Agora vamos olhar a taxa de mudança de volume no inferno. A Lei de Boyle diz que para a temperatura e a pressão no inferno serem as mesmas, a relação entre a massa das almas e o volume do inferno deve ser constante. Existem, então, duas opções:

1) Se o inferno se expandir numa taxa menor do que a taxa com que as almas entram, então a temperatura e a pressão no inferno vão aumentar até ele explodir, portanto EXOTÉRMICO.

2) Se o inferno estiver se expandindo numa taxa maior do que a entrada de almas, então a temperatura e a pressão irão baixar até que o inferno se congele, portanto ENDOTÉRMICO.

Se nós aceitarmos o que a menina mais gostosa da UFBA me disse, no primeiro ano: “Só irei pra cama com você no dia que o inferno congelar”, e levando-se em conta que AINDA NÃO obtive sucesso na tentativa de ter relações amorosas com ela, então a opção 2 não deve ser verdadeira. Por isso, o inferno é exotérmico.”

O aluno tirou 10 na prova.

CONCLUSÕES:

“A mente que se abre a uma nova idéia jamais volta ao seu tamanho original.”

“A imaginação é muito mais importante que o conhecimento”

“Um raciocínio lógico leva você de A a B. A imaginação leva você a qualquer lugar que você quiser”

(Albert Einstein)

Refletir, Reflita
Refletir, Reflita
anuncie
ago
13
2008
Curiosidades / Por: Gislaine Lima ás 15:53

O Viagra, ou “Diamante Azul” (como é conhecido pelos seus usuários devido à sua grande escassez mundial, e grande valor sentimental para os mesmos), é um medicamento para broxismo agudo (em alguns casos não tão agudo, tendendo ao grosso) fabricado pela Coca-Cola Microsoft Pharmaco.

A pílulazinha azul ficou muito conhecida em 1979 quando foi o primeiro remédio que conseguiu fazer o Galvão Bueno ter uma ereção.

História
Desde os tempos mais remotos, empresas tentam fazer algo que faça o pinto subir quando o cidadão é broxa. Em 1976, a Coca-Cola, tentando criar uma bala para dar mais sabor ao seu refrigerante de uva, criou por engano o Viagra.

A experiência com a cobaia mais broxa do mundo, Galvão Bueno, que não sentiu gosto nenhum, mas se surpreendeu por conseguir ter uma ereção foi tão empolgante para a fábrica, que em 10 dias, venderam 40 milhões de comprimidos.

Por que o Viagra é azul?
Perguntado sobre o porquê da cor do medicamento ser o Azul, o chefe do Laboratório Microsoft Pharmaco, disse que segundo os testes da empresa, se o medicamento fosse preto e branco, demoraria um ano pra subir.

Mas isso, segundo analistas, é apenas uma estratégia de guerrilha de desinformação da empresa, tentando manter a composição do produto em segredo. A cor azulada do Viagra parece se dever aos princípios ativos do antibroxante: smurfs moídos e Kryptonita Azul.

Efeitos Colaterais
Como o remédio desvia todo o sangue para o pinto, algumas pessoas sentem dormência nas pernas e braços, e podem até desmaiar.

Se a pessoa cheira gatinhos, o remédio faz crescer ou mesmo sangrar o nariz nos mais fracos.
Pinóquio depois de utilizar Viagra e gatinhos.
Pinóquio depois de utilizar Viagra e gatinhos.

Também foram relatados casos de hematomas nos olhos devido a rápida ascensão do membro, e casos onde o broxa caiu duro.

Propriedades Medicinais
O viagra é capaz de reverter os efeitos do Lico de Cair Pinto, sendo utilizado para este fim no Japão, em Tonga e na Macedônia.

Além disso, ele também é amplamente utilizado por cotocos e amputados, por ser muito útil para tocar a companhia ou cutucar as pessoas.

Atenção:

O viagra faz milagre, mas é melhor não abusar. xD

Pessoas que precisam de Viagra
Seu pai
Seu avô
Seu tio
Seu professor de história
Orkut
Zagallo
Flamengo
O pessoal da cidade da Gi
Lula
O computador do Gleicou =/
Cogumelo Louco
Pessoas que add sem deixar scrap

Pessoas que não precisam de Viagra
Chuck Norris
Gleicou
Google
Insoonia.com
Ricardão
Bob esponja
Leitores de Insoonia

Preciso completar a lista dos que precisam e dos que não precisam, mas estou com preguiça, me ajude a completa deixando um comentário. =)

Legal
Legal
ago
10
2008
Curiosidades / Por: Gislaine Lima ás 14:58

O Dia do Pai tem origem na antiga Babilônia, há mais de 4 mil anos. Um jovem chamado Elmesu moldou em argila o primeiro cartão. Desejava sorte, saúde e longa vida a seu pai.

Nos Estados Unidos, Sonora Luise resolveu criar o Dia do Pai em 1909, motivada pela admiração que sentia por seu pai, John Bruce Dodd. O interesse pela data difundiu-se da cidade de Spokane para todo o Estado de Washington e daí tornou-se uma festa nacional.

Em 1972, o presidente americano Richard Nixon oficializou o Dia do Pai. Naquele país, ele é comemorado no terceiro domingo de Junho. Em Portugal é comemorado a 19 de Março. No Brasil, é comemorado no segundo domingo de Agosto. A criação da data é atribuída ao publicitário Sylvio Bhering, em meados da década de 50, festejada pela primeira vez no dia 14 de Agosto de 1953, dia de São Joaquim, patriarca da família.

Uma data justa. Os Pais merecem. _o/

O insoonia deseja a todos os pais toda felicidade do mundo. E lembrem-se:

  1. Pai de verdade sabe que ser pai não é simplesmente recolher o fruto de um momento de prazer, mas sim perceber o quanto pode ainda estar verde e ajudá-lo a amadurecer.
  2. Pai de verdade não só ergue o filho do chão quando ele cai, mas também o faz perceber que a cada queda é possível levantar.
  3. Ele não é simplesmente quem atende a caprichos: ele sabe perceber quando existe verdadeira necessidade nos pedidos.
  4. Pai de verdade não é aquele que providencia as melhores escolas, mas o que ensina o quanto é necessário o conhecimento.
  5. Ele não orienta com base nas próprias experiências, mas demonstra que em cada experiência existe uma lição a ser aprendida.
  6. Pai de verdade não coloca modelos de conduta, mas aponta aqueles cujas condutas não devem ser seguidas.
  7. Ele não sonha com determinada profissão para o filho, mas deseja grande e verdadeiro sucesso com sua real vocação.
  8. Ele não quer que o filho tenha tudo que ele não teve, mas que tenha tudo aquilo que merecer e realmente desejar.
  9. Pai de verdade não está ali só para colocar a mão no bolso para pagar as despesas: ele coloca a mão na consciência e percebe até que ponto está alimentando um espírito de dependência.
  10. Ele não é um condutor de destinos, mas sim o farol que aponta para um caminho de honestidade e de Bem.
  11. Pai de verdade não diz ” Faça isto ” ou ” faça aquilo ” , mas sim ” tente fazer o melhor de acordo com o que você já sabe
  12. Ele não acusa de erros e nem sempre aplaude os acertos, mas pergunta se houve percepção dos caminhos que levaram o filho a esses fins.
  13. Pai de verdade é o Amigo sempre presente, atento e amoroso – com a alma de joelhos – pedindo a Deus que o oriente na hora de dar conselhos …

FELIZ DIA DOS PAIS!

Refletir, Reflita
Refletir, Reflita
jul
30
2008
Curiosidades / Por: Gislaine Lima ás 14:56

O novo visual de Rikard Palm, apresentador do programa de notícias Rapport, no canal sueco SVT, durou pouco mais de uma hora em rede nacional.

O âncora, de 47 anos, voltava de férias com uma novidade: bigode. “Deixei o bigode crescer antes de voltar ao trabalho por que minha mulher disse que eu ficava mais bonito”, disse Rikard.

Mas a audiência, chocada, não concordou com a senhora Palm e fez valer seu direito de interferir na programação do canal público.

Segundo o site “Cadenaser.com”, os telespectadores começaram a telefonar para o canal, exigindo que Rikard retomasse o visual antigo.

“Os telefones não paravam de tocar. Todos estavam muito chateados”, disse Rikard.

O âncora começou a apresentar o programa no final de semana às 18h locais e, às 19h30, já havia abandonado o novo visual.

Fonte: G1

bigode, Rapport, Rikard
bigode, Rapport, Rikard
jul
26
2008
Curiosidades, Fotos / Por: Gislaine Lima ás 19:10

Quem nunca sonhou quando era criança em ter uma casa na árvore?
Bem, pelo menos eu já sonhei várias vezes, e já tentei construir uma.. sem sucesso. xD

Fuçando pela internet achei uma foto da maior casa na árvore do mundo que mede 557 m², na verdade ela não é uma casa na árvore legitima, pois não é sustentada somente por elas.

Legal, maior casa na árvore
Legal, maior casa na árvore
jul
21
2008
Os palavrões não nasceram por acaso. São recursos extremamente válidos e criativos para prover nosso vocabulário de expressões que traduzem com maior fidelidade nossos mais fortes e genuínos sentimentos. É o povo fazendo sua língua. Como o latim vulgar, será esse português vulgar que vingará plenamente um dia.
Tome-se o “pra caralho” como exemplo. Qual expressão traduz melhor a idéia de muita quantidade (e, às vezes, qualidade) do que “pra caralho”? “Pra caralho” tende ao infinito, é quase uma expressão matemática. A Via Láctea tem estrelas “pra caralho”, o Sol é quente “pra caralho”, O universo é antigo “pra caralho”, eu gosto de cerveja “pra caralho”, entende?
No gênero do “pra caralho”, mas, no caso, expressando a mais absoluta negação, está o famoso “nem fodendo!” O não, não e não! e tampouco o nada eficaz e já sem nenhuma credibilidade não, absolutamente não! o substituem na plenitude. O “nem fodendo” é irretorqüível, e liquida o assunto. Te libera, deixa com a consciência tranqüila, para outras atividades de maior interesse na vida. Aquele filho pentelho de 17 anos te atormenta pedindo o carro para ir surfar no litoral? Não perca tempo, nem paciência. Solte logo um definitivo :”Fulano Jr., presta atenção, filho querido, “NEM FODENDO!” O aborrecente se manca na hora e vai pro shopping se encontrar com a turma numa boa e você fecha os olhos e volta a curtir o último CD do Jay-Z.
Por sua vez, o “porra nenhuma!” atendeu tão agudamente as situações onde nosso ego exigia não só a definição de uma negação, mas também o justo escárnio contra descarados blefes, que hoje é totalmente impossível imaginar que possamos viver sem ele em nosso cotidiano profissional.
Como comentar a bravata daquele chefe babaca senão com um é PhD “porra nenhuma!”, ou ele redigiu aquele relatório sozinho “porra nenhuma!”. O “porra nenhuma”, como podemos ver, nos dá sensações de incrível bem-estar interior. É como se estivéssemos fazendo a tardia e justa denúncia pública de um canalha. São dessa Mesma gênese os clássicos “aspone”, “chepone”, “repone” e, mais recentemente, o “prepone” – presidente de porra nenhuma. Há outros palavrões, milhares deles, e se pensarmos bem, uma para cada tipo de situação, não importando qual seja igualmente clássicos. Pense na sonoridade sublime de um “puta-que-pariu!”, ou seu correlato
lindíssimo “puta-que-o-pariu!”, falados assim, cadenciadamente, sílaba por sílaba…
Loucura imaginar isso? Nem é!
Diante de uma notícia irritante qualquer “puta-que-o-pariu”! dito assim te coloca realmente outra vez no eixo. Seus neurônios têm o devido tempo e clima para se reorganizar e sacar a atitude mais sensata para um merecido troco ou o safar de maiores dores de cabeça. E o que dizer do nosso famoso, brasileiríssimo “vai tomar no cu!?” E sua maravilhosa e reforçadora derivação “vai tomar no olho do seu cu!” ou o mais detalhista “vá tomar no oco do seu cu!. Você já imaginou o bem que alguém faz a si próprio e aos seus quando, passado o limite do suportável, se dirige ao canalha de seu interlocutor e dispara: “Chega! Vai tomar no olho do seu cu!”. Pronto, você retomou as rédeas de sua vida, sua auto-estima. Desabotoa a camisa e sai à rua, vento batendo na face, olhar firme, cabeça erguida, delicioso sorriso de vitória e renovado amor próprio nos lábios. E seria tremendamente injusto não registrar aqui a expressão de maior poder de definição do dito português vulgar:“Fodeu!” (ou “fudeu”, mais vulgar). E sua derivação mais avassaladora ainda: “Fodeu de vez!”. Você consegue definição mais exata, pungente e arrasadora para uma situação que atingiu o limite máximo imaginável de terrível enrascada? Expressão, inclusive, que uma vez proferida insere seu autor em todo um providencial contexto interior de alerta e autodefesa.
Algo assim como quando você está dirigindo bêbado, sem documentos do carro e sem carteira de habilitação e ouve uma sirene de polícia atrás de você mandando você parar. Confesse: o que você fala?“Fodeu de vez!”, é claro.
Sem contar que o nível de estresse de uma pessoa é inversamente proporcional à quantidade de “foda-se!” que ela fala. Existe algo mais libertário do que o conceito do “foda-se!”? O “foda-se!” aumenta minha auto-estima, me torna uma pessoa melhor. Reorganiza as coisas, as idéias. Me liberta. “Não quer sair comigo?” Então, “foda-se!”. “Vai querer decidir essa merda sozinho mesmo?” Então, “foda-se!” O direito ao “foda-se!” (às vezes, acompanhado do jurássico com PH de pharmacia) deveria estar assegurado na Constituição Federal, quiçá na Declaração Universal dos Direitos do Homem.
“Liberdade, igualdade, fraternidade e um sonoro FODA-SE*!”


Legal
Legal
jul
20
2008
Curiosidades / Por: Gislaine Lima ás 21:10

A invenção de um líquido numa tarde de verão de 1886 viria a se tornar parte da história do mundo e das civilizações. Nada foi mais despretencioso que farmacêutico Dr. John Styth Pemberton, tentando criar um remédio para dor de cabeça misturando ingredientes num tacho de latão no fundo de seu quintal.
Pemberton levou este xarope para uma farmácia, situada a dois quarteirões de sua casa, onde foi misturado com água. Vocês já devem ter ouvido esta legendária história na qual este farmacêutico vendia o xarope em uma farmácia na cidade de Atlanta (EUA), chamada “Jacob’s Pharmacy”. O xarope era uma solução caramelada e colorida, misturada com água para curar “todos os males da alma e do corpo”, e era vendido a $5 cents o vidro. A Coca-Cola reconheceu o dia 08 de maio de 1886, como sendo o dia em que foi vendido o primeiro vidro. A história ou lenda, conta que um freguês chegou ao local, com muita dor e o atendente misturou o xarope, acidentalmente com água carbonada ou invés de água comum e deu no que deu… O Dr. John e seu guarda-livros Sr. Frank M. Robinson associaram-se e criaram o logotipo da marca, patentearam o produto e o nome. Frank M. Robinson sugeriu a nome Coca-Cola, juntando os dois ingredientes chave do produto e desenhou as letras naquele estilo cursivo único que se mantém até hoje. Nascia assim a marca Coca-Cola, que foi impressa pela primeira vez em um fundo preto com letras vermelhas.

A bebida recebeu o nome de Coca-Cola porque originalmente o estimulante misturado na bebida era cocaína, que vem das folhas de coca, originalmente da Colômbia (hoje, o estimulante foi alterado para cafeína).


Surgia também nessa época, através do visionário Dr. Pemberton, o primeiro slogan da Coca-Cola: “Drink Coca-Cola” – “Beba Coca-Cola”. Posteriormente o logo oficial passou para letras bege em fundo azul e depois para letras brancas em fundo vermelho, incluindo inversões nas cores dos 3 sistemas.

Nos anúncios divulgados nos jornais em 1886 aparecia a famosa frase: “Coca-Cola Delicious!
Refreshing! Exularating! Invigorating!” – “Coca-Cola Deliciosa! Refrescante! Alegre! Tonificante!”.

Em 1886 as vendas eram de umas 9 (nove) garrafinhas por dia. A venda total desse primeiro ano foi de apenas 94 litros de xarope e Pemberton lucrou 50 dólares, mas gastou 74 dólares em publicidade.

Em 1891, o Dr. Pemberton enfrentou dificuldades de saúde e vendeu sua famosa e secreta fórmula junto com toda a empresa para um outro farmacêutico, Asa G. Candller, por 2.300 dólares, que assim, adquire os direitos para criar a “The Coca-Cola Company”.
Já em 1891 a Coca-Cola fazia uma campanha forte, oferecendo prêmios e brindes, que hoje alcançam valores inacreditáveis. Os displays publicitários, posters, cartazes, cartões, calendários, abajures, canetas etc, teriam começado a chegar para o público através das farmácias.


Em 1894,
a Coca-Cola foi engarrafada pela primeira vez por Joseph B
iedenharn, dono da Biedenharn Candy Company de Vicksburg, Mississippi. Candller achava que a idéia de engarrafar o remédio era uma maluquice e que as pessoas nunca iriam comprar. Com o crescimento da popularidade do produto crescendo, passaram a surgir imitadores como a Ola e a Koca-Kola e a companhia decidiu que deveria ter uma garrafa que a diferenciasse das outras. A Root Glass Company em Terre Haute, Indiana projetou a antiga “garrafa de contorno” ou “hobbleskirt” (essa não é a garrafa atual). O desenho foi patenteado em 1915 e depois, novamente em dezembro de 1923.

Até 1919, Asa Candller conseguiu espalhar a Coca-Cola por todos os estados americanos e, nesse ano, foi eleito prefeito de Atlanta. Neste ano, Candller vendeu a empresa por 25 milhões de dólares, para Ernest Woodruff e um grupo de investidores.

Em 1923, Robert Woodruff, filho de Ernest, assumiu a presidência da empresa e a liderou por 60 anos, transformando-a no que ela é hoje. Apenas em 1928, ou seja 34 anos após o início do engarrafamento da bebida é que a venda de garrafas superou a venda do produto em copos no balcão de bares. Este produto refrescante que conseguiu atravessar todas as fronteiras de idiomas, religiões, culturas etc., evoluiu em seu visual mantendo a tradição de quase dois séculos de sabor e qualidade.
E hoje, mais do que um refrigerante, Coca-Cola se transformou em um estilo de vida, tomar Coca-Cola se tornou tão natural que é raro e estranho ouvir alguém dizer que não gosta deste refrigerante.

No Departamento de Pesquisa ao Colecionador da Universidade da Pensilvânia (Philadelphia) existem estudos sobre itens colecionados e a ligação emocional com o colecionador, e o item Coca-Cola aparece em vários níveis de estudo por se tornado uns dos temas mais colecionados no mundo, mesmo aquele que não pode ser incluído na categoria de colecionador possui com certeza algum brinde relacionado a Coca-Cola.
Devemos lembrar que a Coca-Cola já conseguia se difundir em diferentes pontos da Terra antes do advento da televisão, fenômeno este que aconteceu graças a uma forte campanha publicitária feita através de cartazes e anúncios em revistas, esquema seguido até hoje. Convém lembrar que os padrões técnicos de publicidade não só no Brasil como no mundo são relativamente recentes, quando surgiram as primeiras campanhas publicitárias da Coca-Cola, elas estavam indiretamente fazendo uma nova escola de propaganda e marketing.
Durante as primeiras décadas deste século, o visual da publicidade da Coca-Cola evoluiu e houve uma tendência em mostrar pessoas saudáveis e felizes como modelo do consumidor da Coca-Cola.

Este sabor e esta qualidade que atravessa mais de um século não depende somente de uma fórmula secreta e de uma bem sucedida campanha publicitária, mas também de outros fatores que dão um toque no sabor final do xarope do Dr. Pemberton, como:
– água: a água mesmo que tratada pela municipalidade passa por quatro estágios de purificação, até chegar ao estágio final onde não tem impurezas, microorganismos ou gostos.
– açúcar: o açúcar mesmo sendo da mais alta qualidade passa por um tratamento para eliminar qualquer cor ou sabor estranho.
– garrafas: depois de lavadas mecanicamente, as garrafas passam por uma rigorosa inspeção visual.
– tampinhas: as tampinhas também passam por um rigoroso controle, elas devem ser idênticas e perfeitas.
– gás carbônico: o gás carbônico usado no refrigerante passa por inúmeros testes que asseguram sua qualidade.
– concentrado: é uma mistura de vários ingredientes necessários à bebida.
– fórmula secreta: o xarope original é fabricado em Atlanta (EUA) e distribuído por quase 200 países, somente dois homens no mundo inteiro conhecem a verdadeira fórmula da Coca-Cola.

Um dos motivos que fez da Coca-Cola um dos mais fascinantes temas a ser colecionados é a produção de itens de produtos lançados em sua campanha publicitária. Sabemos que o objetivo final é vender cada vez mais refrigerante, mas é indiscutível o carinho da Coca-Cola e o seu profissionalismo ao lançar suas campanhas promocionais ou até mesmo fabricar peças que levam a marca Coca-Cola.

As décadas de 80 e 90 viram nascer nos EUA o chamado “Coca-Cola Country”, que são centenas de miniaturas que reproduzem momentos do cotidiano onde a Coca-Cola está presente desde o século passado. Estas miniaturas chegaram ao Brasil através de uma loja localizada em um grande shopping em São Paulo.
“Em todos os momentos que fazem a história você bebe Coca-Cola.” Desde que os jogos Olímpicos tiveram início há 100 anos pins e botons eram usados pelos atletas como forma de troca entre seleções. No primeiro ano dos jogos já havia um boton oficial da Coca-Cola, o que demonstrou o interesse da empresa em participar do evento.
O ano de 1921 marca a era da publicidade nos Jogos Olímpicos. Em 1928, a Coca-Cola entra definitivamente nas Olimpíadas.

Utilizando-se da estratégia de relacionar os acontecimentos importantes do mundo à Coca-Cola, a empresa fez durante a Segunda Guerra Mundial uma campanha publicitária voltada para união entre os povos aliados, através da Coca-Cola, em línguas diferentes.
No início da Segunda Guerra Mundial, Woodruf baixou uma determinação que qualquer soldado deveria conseguir comprar um Coca por 5 cents em qualquer lugar onde ele estivesse, não importando os custos para levar o refrigerante para lá.

Em 1943, o presidente Eisenhower enviou um telegrama à empresa requisitando a implantação de 10 fábricas adicionais de Coca-Cola no exterior. No início da guerra o refrigerante era produzido em 44 países e no final, em 64 novas fábricas tinham sido implantadas. Isso representou mais que apenas ajudar a erguer o moral das tropas, mas levou a Coca-Cola pela primeira vez para novos mercados abrindo caminho para uma “invasão” depois do fim da guerra.

Em 1950, a Coca-Cola foi capa da Time Magazine.
No Brasil a publicidade da Coca-Cola ficava atenta aos acontecimentos e aos fatos que poderiam cada vez mais nacionalizar o consumo deste líquido, e nada mais nacional e popular do que o Carnaval e assim, a Coca-Cola abre alas no samba.

A Coca-Cola promoveu em 1957 junto com o jornal “Última Hora” um concurso chamado “Tamborim de Ouro”: a escola que apresentasse o melhor samba enredo tendo a Coca-Cola como tema seria a vencedora. Este concurso durou cinco anos e terminou para dar lugar a outras promoções da Coca-Cola junto ao carnaval. Hoje um troféu deste que era um tamborim imitando a tampinha de Coca-Cola estilizada é disputado entre leilões internacionais e pelos colecionadores brasileiros bem como as fotos originais e também os cartazes da época.

Os anos 40, durante a Segunda Guerra Mundial, foram cenário para o desembarque da Coca-Cola no Brasil, que chegou simultaneamente em Recife e no Rio de Janeiro. Em Recife, onde havia bases americanas, foram criadas pequenas fabriquetas apenas para servir aos soldados estrangeiros que ao tomar o líquido se sentiam em casa.

A Coca-Cola juridicamente entrou no Brasil no dia 15 de agosto de 1941. Em 02 de março de 1942 foi instalada em São Cristóvão no Rio de Janeiro a primeira máquina de fabricação, assim como a primeira lavadeira de vasilhames.
Em 18 de abril de 1942, ainda no Rio de Janeiro foram feitas as primeiras vendas, onde 1.843 caixas foram vendidas batendo o recorde para a época. Nesta época a denominação da fábrica era “Coca-Cola Refrescos S/A”.
A Coca-Cola Refrescos S/A que batia este recorde de vendas contava na ocasião com uma frota de apenas 20 caminhões, alguns movidos a gasogênio e um quadro de funcionários que chegava a 200 pessoas.
O jovem brasileiro dos anos 40 não era ligado em política; o cinema era a maior diversão e era também através das revistas que a publicidade da Coca-Cola encontrou seu maior veículo de propaganda.

Em 1945, foi aberta uma filial em São Paulo. E assim mesmo, era um momento em que o brasileiro não tinha hábito de tomar gelada, a Coca-Cola foi chegando de mansinho no Brasil e se expandindo para quase todo o território. Também em 1945, começou o sistema de franquias, que vem dando certo no Brasil até hoje. Através dele e com o nome de Coca-Cola Indústria Ltda., concede a grupos de empresários locais o direito de fabricar, engarrafar e distribuir o refrigerante.
Quando a Coca-Cola chegou no Brasil apenas uma indústria produzia o gás carbônico, esta indústria foi fornecedora até 1947 quando chegou ao Brasil a Liquid Carbonic. Apesar da Coca-Cola ser amplamente comercializada, sua coleção não é muito difundida no Brasil.
Em termos de vendagem do líquido, o Brasil ocupa o tercerio lugar entre os 210 países consumidores, mas em termos de colecionismo os primeiros lugares estão com os Estados Unidos, Canadá, França e Alemanha. A posição do Brasil não está definida, mas grandes passos vêm sendo dados para um desenvolvimento natural do tema.

A Coca-Cola vem sendo colecionada praticamente há um século, mas no Brasil o início das coleções coincide com a entrada da empresa no país, em 1942. Praticamente os itens da coca-Cola são os mesmos colecionados em todo o mundo, divergindo apenas em detalhes culturais que favorecem a criação de brindes, propagandas, slogans criados especificamente para um determinado país. No caso do Brasil os itens mais colecionados são: anúncios originais de época, garrafas, brindes, tampinhas, posters, engradados, réplicas de carrinhos e os famosos pins que a Coca-Cola lança sistematicamente.
No colecionismo brasileiro existe uma peculiaridade entre a procura pelos colecionadores que são as letras originais das canções feitas por compositores famosos dedicadas a Coca-Cola.

Em 1945, cria-se na Rádio Nacional um programa denominado “Um milhão de melodias”, transmitindo todas as quintas-feiras no horário nobre das 20:25 horas; foi neste programa que nasceram não só famosas canções, como famosos comerciais e seus maravilhosos jingles.
Para felicidade dos colecionadores brasileiros a publicidade da Coca-Cola não parava, os posters e os famosos slogans chegavam ao Brasil adaptados, é claro, a nossa realidade, sem esquecer dos outdoors impressos em litografia. (OBS: se você resolver procurar algo fora do Brasil em relação aos outdoors, lembre-se que eles se chamam “bilboards” o termo americano outdoor, não existe na língua inglesa significando os cartazes de rua e é uma daquelas curiosidades da língua brasileira. Mais curiosos são os grupos de lingüistas xenófobos que querem banir termos estrangeiros de nossa língua, não percebendo que outdoor” é um termo brasileiro, da mesma forma que “shopping center”, pois lá fora eles são “malls ou shopping malls”)

Em 1952, um caminhãozinho Ford trazia a Coca-Cola para ser vendida nas praias, pequenos cartazes foram impressos para ajudar na venda, estes cartazes são procurados atualmente com avidez pelos colecionadores brasileiros, a réplica deste caminhãozinho foi feita por uma indústria de brinquedos em 1962 e custa hoje cerca de R$ 1.500,00. Também não pode passar em branco o fenômeno brasileiro que eram as carrocinhas de refrigerantes, difíceis de serem encontradas até mesmo em fotografias de época. Algumas carrocinhas de sorvete ainda sobrevivem até hoje.

De 1945, até hoje, mais de 77 fábricas foram instaladas no país e a produção de brindes e peças para os colecionadores crescem paralelos a estas fábricas.
As réplicas dos caminhões usados na década de 40 para o transporte da Coca-Cola que vem se tornar para o fabricante de brinquedo um filão de ouro, são feitas até hoje no Brasil e principalmente nos EUA. Brinquedos também foram criados nas décadas de 50 e 60 levando a marca Coca-Cola e até hoje são feitos em séries, catalogados e colecionados.

Indo mais adiante na história da Coca-Cola no Brasil, chegamos à época da Cuba Libre e do Rock’n Roll nos anos 50 e 60 – a Juventude Transviada – desfrutava das maravilhas que viam do
Primeiro Mundo entre elas a mais saborosa – a Coca-Cola – que misturada com rum burlava a vigilância dos mais “velhos” nas festinhas, e nascia assim a Cuba Libre. Na vitrola tocava a música “Drink Rum and Coca-Cola” e que fez história. Era uma bebida realmente “subversiva”. Nesta época a Coca-Cola incentivava não só o consumo no balcão, mas principalmente o consumo em casa e nascia o vasilhame do lar, sobre uma intensa campanha publicitária onde os brindes e promoções proliferavam, e para deleite do colecionador desta época enriquecia as coleções com novos itens lançados quase que semanalmente.

Em 1970, chegou ao Brasil a Coca-Cola em post mix ou a vulgar Coca-Cola de máquina onde ela é feita na hora e servida em copo. A instalação do primeiro post mix no Brasil foi na rede de lanchonetes Rick (concorrente do Bobs) do Leblon que pertencia a Ricardo Amaral. No Rick ainda havia o incomparável cachorro quente grande com um pão uma salsicha que tinham mais que o dobro do comprimento normal.

Dentre os “mistérios” emocionais que formam o perfil do colecionador brasileiro sistemático ou ocasional se destacam dois itens como, por exemplo: as garrafinhas em miniaturas lançadas no mundo inteiro e a miniatura do engradado de madeira lançado no Brasil. Estes dois brindes compõem hoje um destaque em famosas coleções e também são colecionados por pessoas que nunca tiveram vontade de colecionar nada, mas não resistem às miniaturas que são normalmente encontradas, decorando salas de casas das mais variadas condições sócioeconômicas. Esta promoção era conhecida pelos slogans: “As tampinhas por garrafinhas“.

Em 1981, Robert Goizueta, se tornou o presidente da empresa passando a ser um dos homens de negócios mais bem sucedidos da história, pois Goizueta era um imigrante cubano que chegou aos EUA apenas com uma pequena maleta de mão.

O grande tropeço da empresa ocorreu em 1985, quando resolveu mudar a fórmula do refrigerante chamando-o de New Coke. A reação do público foi tão forte que a antiga fórmula teve que voltar com o nome de Coca Cola Classic. Ah, tomamos a New Coke por aqui… Se você for aos EUA, compre uma lata de Classic e você verá a “diferença que satisfaz”…

Em 1994, Coca Cola trouxe para o Brasil a versão cereja do seu mais tradicional refrigerante.Essa é a segunda (e última) geração de latinhas. A primeira era roxa, bem no padrão Coca-Cola. Esse refigerante sobreviveu até 1998 quando, em função das vendas abaixo do esperado, foi retirado de linha pela sua fabricante.

Atualmente, a Coca-Cola vem sendo alvo de acusações, principalmente pelo seu suposto grande nível de ácido (seu valor pH é 2.5, entre vinagre e suco gástrico, resultando em que, devido a essa grande acidez, não seria recomendável ingerir o refrigerante durante as refeições). Alguns fatos pitorescos e não-comprovados são alegados para ilustrar a acusação, como por exemplo, o de que a Coca poderia dissolver um dente de 24 a 48 horas ou desentupir um ralo.

A empresa se defende afirmando que seu produto não é mais perigoso que outros refrigerantes, e que ele contém menos ácido cítrico do que uma laranja, havendo também evidências nesse sentido, apresentadas em inúmeros casos judiciais contra a Coca-Cola Company desde os anos 20.

Apesar de várias controvérsias, a Coca-Cola é vendida em 200 países e seu logo escrito em 80 línguas diferentes. É a bebida mais vendida em todo o mundo.

Esse texto é um pequena abordagem da história da Coca-Cola e não é completo em todos os detalhes como datas de lançamentos de produtos, seus sucesso e fracassos e diversas outras coisas que oportunamente não foram incorporadas ao texto.

Inclusive, muitos se perguntam “como é que a coca-cola faz tanto sucesso e é tão famosa assim?”, nosso Blog descobriu a resposta:




coca-cola, história da coca-cola, Jacob's Pharmacy, líquido, xarope
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jul
20
2008
Curiosidades / Por: Gislaine Lima ás 20:14
Você pula o muro e dá de cara com um cachorro malvado, salivando pra te morder. Qual a raça dele? Ponderou entre um Rottweiler e um Pitbull. Acertei?

Acontece que esses dois estão lá embaixo na lista dos cães mais agressivos. Segundo um estudo, é mais provável que você seja atacado por um salsicha do que por um dos gigantes aí de cima. Um em cada cinco Dachshunds, nome da raça, já mordeu ou tentou morder um estranho. Em proporção similar, tentaram atacar outros cães. E um em 12 já tentou tirar um pedaço do próprio dono.

Os próximos da lista são ainda menores: Chihuahua e Jack Russell Terrier. O pitbull só aparece em sexto e os Rottweilers não estão nem entre os dez primeiros.

A pesquisa se baseou em entrevistas com mais de 6 mil donos de animais e acha que o resultado é um reflexo da condição genética dos animais (e, na minha opinião, do homem também. Ou você não conhece um baixinho briguento?). Para eles, os cachorros menores estão geneticamente predispostos a ter um comportamento agressivo (pensando bem, eu conheci um Chihuahua nervosinho e louco para me morder, chamado Killer).

Mas, como mordidas de cães maiores fazem mais estrago, é provável que as estatísticas médicas atestem o contrário. Eu já fui “mordida” pelo Rottweiler da minha vó, a Meg. Foi uma beliscadinha, porque se fosse mordida, minha perna não estaria mais aqui comigo…

E você, já foi atacado alguma vez?

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jul
15
2008
Curiosidades / Por: Gislaine Lima ás 19:18

Emo (abreviação do inglês emotional) é um gênero de música derivado do Hardcore. O termo foi originalmente dado às bandas do cenário punk de Washington, DC que compunham num lirismo mais emotivo que o habitual.

Existem várias versões que tentam explicar a origem do termo “emo”, como a que um fã teria gritado “You´re emo!” (Você é emo!) para uma banda (os mitos variam bastante quanto a banda em questão, sendo provavelmente o Embrace ou o Rites of Spring).

No entanto, a versão mais aceita como real é a de que o nome foi criado por publicações alternativas como o fanzine Maximum RocknRoll e a revista de skate Thrasher para descrever a nova geração de bandas de “hardcore emocional” que aparecia no meio dos anos 80, encabeçada por bandas da gravadora Dischord de Washington DC, como as já citadas Embrace e Rites of Spring, além de Gray Matter, Dag Nasty e Fire Party.

Nesta época, outras bandas já estabelecidas de hardcore, como 7 Seconds, Government Issue e Scream também aderiram à esta onda inicial do chamado “emocore“, diminuindo o andamento, escrevendo letras mais introspectivas e acrescentando influências do rock alternativo de então.

É importante lembrar que nenhuma destas bandas jamais aceitou ou se auto-definiu através deste rótulo. A palavra “Emo” é vista como uma piada ou algo pejorativo e artificial.

O gênero (ou pelo menos o clássico estilo de Washington, o DC sound) primeiramente explorado por bandas como Faith, Rites of Spring e Embrace tem suas raízes no punk rock.

O próximo passo na evolução do gênero veio em 1982 e durou até 1993 com as bandas Indian Summer, Moss Icon, Policy of Three, Still Life e Navio Forge. A dinâmica calmo/gritado (“quiet/loud”) freqüentemente ouvida em bandas recentes tais como Seatia e Thursday tiveram suas raízes nestas bandas. No que diz respeito a voz, essas bandas intensificaram o estilo emocore. Muitas delas sempre fizeram uso de berros e gritos durante a apresentação, e motivo para muitos fãs de hardcore depreciarem os fãs de emo como “molengas”¹ (“wimps”, “weaklings”).

Assim como foi infundida uma nova intensidade para o emocore, o emotional hardcore levou essa intensidade a um nível extremo. A cena teve início entre 1991 e 1992 com as bandas Heroin, Portraits of Past e Antioch Arrow que tocavam um estilo caótico, com vocais abrasivos e passionais².

Após a supervalorização inicial da intensidade e da sonoridade caótica, o emotional hardcore sofreu um processo de “desacelaração”. As bandas Sunny Day Real Estate e Mineral basearam seu estilo no Rites of Spring, outra banda do gênero emo.

Nota-se uma nova tendência emo em abandonar o punk distorcido em favor de calmos violões. Na cultura alternativa diz-se que alguém é ou está emo quando demonstra muita sensibilidade.

No Brasil, o gênero se estabeleceu sob forte influência norte-americana em meados de 2003, na cidade de São Paulo, espalhando-se para outras capitais do Sul e do Sudeste, e influenciou também uma moda de adolescentes caracterizada não somente pela música, mas também pelo comportamento geralmente emotivo e tolerante, e também pelo visual, que consiste em geral em trajes pretos,Trajes Listrados, Mad Rats, Cabelos Coloridos e franjas caídas sobre os olhos.


Vou dedicar esse post a Gislaine e Harinson, os EMUxInHOoOs que conheço.
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By Gleicou

Fonte:Wikipédia

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