INSÔÔNIA.com
mar
18
2013

Namorava com ela há 8 meses, nesse tempo fui na casa dela umas 10 vezes no máximo, passando sempre menos de meia hora. O motivo? O pai cuzão. Mas quando eu falo cuzão, é cuzão mesmo, o cara sempre me esnobou, das vezes que nos cruzamos o maluco fez questão de me fazer me sentir um lixo, de me humilhar e tripudiar.

Além do fato de eu comer a filha dele, o outro motivo pelo qual ele me odeia é aquela clássica diferença de classe social. Não sou pobrão, mas meu trabalho não é la essas coisas e eles são de família rica, gerações e gerações de engenheiros e tal, rios de grana.

O maluco acha que eu tô alí por causa do dinheiro, motivo escroto, tendo em vista que a filha dele é linda e se não fosse rica eu olharia para ela do mesmo jeito. Fazia 8 meses que estávamos juntos, nunca a destratei, sempre a valorizei e eu gosto dela de verdade. Custa o maluco levantar bandeira branca e ficar em paz? É tão difícil para ele perceber que ela é FELIZ?

Então, minha família foi viajar no natal para casa de uns parentes e como eu trabalho, não pude ir. Quando você namora e sua namorada não curte seus amigos, inevitavelmente você se afasta dos caras. É o famoso “ou eles ou eu”. E quando se ama, de fato é o que acontece.

Sem família, distante dos amigos, não tive outra alternativa a não passar o natal com ela e sua família. Eu odiei a ideia, lógico, mas ela insistiu, disse que não tinha problema e que tudo ia acabar bem. Daí vocês já podem imaginar que o sogrão gente boa além de não olhar na minha cara, fez questão de mandar indiretas, de humilhar este fodido que vos fala, com uma série de acontecimentos.

O primeiro acontecimento: A empregada servindo todo mundo, chegou na minha vez ele INTERROMPEU a mulher, falou para ela deixar os negócios em cima da mesa que eu sabia me servir sozinho, que eu estava acostumado com self-service. Imagina aí a minha cara de lixo. Minha namorada fez um olhar de tristeza e me serviu, eu pensei em outras coisas, tentei relevar.

Segundo acontecimento: Meu telefone tocou, era minha mãe querendo me dar feliz natal, fui atender na inocência, ele deu UM SOCO na mesa e disse em voz alta na frente de todos: “VOCÊ NÃO SABIA QUE ISSO É FALTA DE EDUCAÇÃO NÃO ? MALANDRO. Essa minha mãe ouviu, levantei da mesa e fui falar com ela. Fiquei muito puto, foda-se a ceia, foda-se tudo, nem fome eu tinha mais.

Minha namorada deu uma disfarçada, perguntou quem era, falei baixinho que era minha mãe. Daí o filho da puta TINHA que fazer piadinha com a minha mãe né caras, quando ele ouviu fez o comentário, dessa vez direto pra mim:
-E a patroa da sua mãe deixa ela ligar pra celular? É muita folga, empregada folgada assim comigo só se fode.

Não dava mais, me senti um BOSTA , meu sangue ferveu, meus olhos enxeram de lágrimas. Eu queria socar ele, eu queria quebrar os dentes desse fdp, mas meu namoro ia pro saco, além de acabar com o natal da família, mas ofender assim alguém que nem estava ali para se defender, ser motivo de gracinha para aquele lixo de pessoa.

Toquei o foda-se, não lembro exatamente as palavras porque estava muito nervoso, mas foi mais ou menos isso:
-ESCUTA AQUI Ô SEU MONTE DE BOSTA,VOCÊ JÁ TIRA COM A MINHA CARA HÁ 8 MESES, AGORA OFENDER A MINHA MÃE SEM MAIS NEM MENOS, JÁ É UM MOTIVO PARA QUEBRAR A SUA CARA.

Daí ele gritou: -FALA BAIXO, SEU FAVELADO! e jogou o copo em mim, acertou meu braço. Imagina o caos que estava essa mesa, namorada tentando me segurar, a esposa puxando ele, a irmã dela autista chorando e eu naquele ódio com uma vontade enorme de matar ele ali mesmo.

Ele veio, dando a volta na mesa igual um touro para me pegar, a família toda o segurando e gritando para eu ir embora. Olhei nos olhos tristonhos da minha namorada, sabendo que seria o último dia que iria a ver, dei um beijo na testa dela, dei as costas e fui embora.

Desisti do meu grande amor. O que fazer, se a família dela nunca iria me aceitar? Talvez no futuro, quando eu conquistar meu espaço e ser respeitado pela sociedade (a vida é essa manolo, se você não tem dinheiro, você não presta), eu possa tê-la novamente.

Sofremos muito até hoje, mas agora quero buscar o meu futuro. E torço, sinceramente, que ela não aja como sua família, que mesmo não estando ao meu lado, saiba escolher alguém com princípios, dignidade, enfim, com qualidades de um ser humano de verdade. Não por bens materiais. Ela é uma grande menina! Merece ser feliz!

E ao pobre coitado do seu pai, que ele se exploda. Que quando ele morrer, que enfiem todo a grana no rabo dele para ele desfrutar da sua riqueza no inferno.

Essa é a história de um MERDA, favelado. Por enquanto.

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mar
11
2013

Hoje em dia é normal homem se depilar. É higiênico e mulher adora homem depilado. Para mim, tirar todos os pelos é fundamental porque transpiro muito e me irrita, por isso estou sempre tirando os pelos do corpo. Como estava de saco cheio de raspar, resolvi pesquisar novos métodos de depilação. Foi aí que conheci os malditos cremes depilatórios.

Comprei e quando fui usar li todas as instruções, mas apenas dizia para tomar cuidado com o rosto, pois queima. Tudo bem, passei na perna, no saco, no sovaco, nos braços, no mamilo e claro, no cu. Eu tenho muito cabelo neste orifício e cagar com cu cabeludo é uma merda. E não venham falar que sou gay, pois sou muito bem resolvido. Xoxotas é meu prato predileto. =D

Usei o creme e esperei aproximadamente 8 minutos para limpar com um pano, mas como tinha passado tudo ao mesmo tempo o creme secou e aí que a porra ficou séria! Rapaz, como foi difícil tirar esta merda. Limpar o resto do corpo foi até tranquilo, mas na hora de limpar o cu, PQP! Ardia tudo!!!

Tentei limpar o “brioco” com tudo que você possa imaginar. Pano úmido, água quente, água fria, sabão da minha mãe de limpar a xerek, mas o bagulho não saía e não parava de arder. Maldito aquele que não colocou nas instruções “NÃO É ACONSELHÁVEL PASSAR O CREME NO CU”.

Sério, era um dor horrível. Passei até a respeitar os gays (vc que é gay, cara, vc é mto mais homem que eu, na boa). Não sei como é a dor de um parto, mas com certeza creme depilatório no cu dói muito mais. Para vcs terem ideia, eu tive que deitar de bunda para cima mirando no ventilador de teto para o vento bater e aliviar um pouco a dor. Sofri! Segurei o cocô por uns 3 dias, o máximo que consegui, e quando finalmente fui cagar, ardeu a vida! Fora que na hora de limpar, veio vários pentelhos derretidos no papel. Mas isso é insignificante, vc não precisa saber.

Bom, essa é a minha história! Foi uma lição de vida e estou repassando para vocês. Nunca depile o fiofó com creme depilatório. Depois não diga que eu não avisei.

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mar
04
2013

Bem, isso é meio constrangedor em certo ponto, mas em reuniões com amigos acaba trazendo boas risadas! Eu estava namorando uma menina já fazia mais ou menos 1 ano e 3 meses. Ela era loira, com um corpinho esculpido muito lindo, de dar inveja a muitas meninas.

Confesso não entender porque ela gostava de mim porque ela poderia arruma coisas melhores, mas isso não vem ao caso. Estávamos juntos há algum tempo e nossa intimidade não passava de uns apertos e passadas de mão. Apertava os seios dela às vezes, e lógico, o mais clichê e gosto de todo homem, uns apertos na bunda.

Até então tranquilo, passado mais ou menos 6 meses, ficamos um pouco mais íntimos, de forma que ela começou a praticar Oral em mim e eu começei a masturbá-la. Porém como era difícil nossos encontros, pois namorávamos escondidos do pai e da mãe dela
e dificilmente ela vinha na minha casa, muitas vezes praticávamos esses atos na rua, o que era muito divertido.Ela era católica e não pensava em transar antes do casamento, mas isso não a impedia de brincarmos assim sempre que dava.

Os dias foram passando e quando completamos 9 meses de namoro, decidimos dar o próximo passo. Resolvemos transar, mas ela não queria perder a virgindade antes do casamento, então ela decidiu dá a porta dos fundos!

Vocês podem pensar: “Oh Man, Você é um homem de Sorte” – Quem me dera jovens gafanhotos! Quem me dera!
No dia estava tudo planejado, meus pais saíram de casa e ela inventou uma desculpa para sair da dela. Passamos o dia namorando, até que fomos para o quarto. Começamos a brincar e brincar. Ela fez um oral muito gostoso! Ela  ainda não havia tirado a calcinha e eu fiquei imaginando… Como ela era branquinha e toda delicada eu já imaginava que seria algo bem rosadinho, cheirosinho… Enfim, estava com água na boca só de pensar.

Deitei ela na cama e comecei a baixar a calcinha dela naquela expectativa… quando tirei achei estranho, era meio… Cinza! Meio murcho! Não era muito normal para uma menina de 17 anos virgem. Sabe aquelas mulheres de pornô que tem a perseguida desbeiçada? Era tipo isso.

Pra piorar a situação, quando aproximei meu rosto, tinha um cheiro meio forte, porem suportável, mas era meio brochante. E o gosto também não era la grandes coisas… Mas fiz meu papel de homem e enfrentei o bacalhau. Como não bastasse, a situação piorou. O FATALITY aconteceu!

Estava lá beijando a crotilde, com direito a língua dura circulante clitoral, enquanto a menina gemia incansadamente (essas horas eu já pedia a morte), até que a filha da mãe PEIDOU NA MINHA CARA. NA MINHA BOCA! Meu cara, se ser homem é enfrentar isso, acabo de pedir demissão do cargo. Perereca azeda + cheiro de merda na cara, nem satanás aguenta. Vai por mim!

Eu fiquei de pé e ela olhou para mim esbugalhando os olhos como quem dizia “Putz, não acredito que fiz isso. Que vergonha!!”. Perdi totalmente o tesão. O pouco que restava. Vesti minhas roupas e pedi a ela que se vestisse. Fomos para sala e ficamos assistindo tv, não consegui tocar muito no assunto. Frustação total.

Horas depois, como ela queria muito, até tentamos praticar as portas dos fundos, mas o Juninho não deu sinal de vida. Morreu de incongestão. Algo o dizia que se na frente era assim, foge que atrás vem merda. Daí não rolou.

1 mês depois a gente terminou. Hoje sou motivo de piada. Meus amigos sempre me zoam perguntando se aceito um peidinho, me chamam de “engolidor de peido”, “levou peido na cara”, e afins. kkkkkk É isso aí, “um pobreminha sempre dá!”

Já fazem 3 anos que me separei dela e a fdp continua linda e gostosa, e agora tá namorando um japa. Mal sabe ele o que o aguarda!

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fev
18
2013

Eu namorava a mais ou menos um ano e morava numa cidade vizinha da cidade da minha namorada. Nos víamos apenas nos finais de semana. Era uma quinta feira e decidi fazer uma surpresa para ela. Sai da empresa no final da tarde e fui direto para a faculdade aonde ela estudava.

Chegando lá liguei para ela e pedi para que me encontra-se lá fora. Ela logo saiu. Entramos no carro e começamos a conversar. Papo vai, papo vem, ela pediu para irmos para outro lugar para ficarmos mais a vontade, eu logo entendi o recado. Na frente da faculdade, passando uma rodovia havia uma empresa bem grande e ao lado uma pequena plantação de soja, com uma placa outdoor ao lado do muro da fábrica. Estava bem escuro atras daquela placa, e decidi avançar um pouco a pequena plantação e estacionei ali.

Naquela semana haviam batido no meu carro e eu estava com o carro reserva da seguradora, um carro totalmente “limpo”, sem um insulfilme para ajudar. Começamos a nos beijar e logo rolou a transa ali no carro. Quando acabamos eu já estava meio preocupado, mas ela pediu para ficarmos ali, nus, abraçados mais um pouco.. cedi!

Passados uns quinze minutos comentei para irmos embora, nesse momento ela me disse: Amor, tem uma sirene atrás do carro. Pronto, estava feito a cagada. Dois carros da policia cercaram meu carro (e nós lá peladões), e outros policiais estavam cercando todo a empresa, nos fundos, laterais, frente…

Quando o policial viu que estávamos em um momento de muito amor, nos deu 1 minuto para sairmos do carro trocados. Nos trocamos e saímos… minha namorada desesperada pelo ocorrido. Depois de uma lição bem grande dos policiais, que nos explicaram que ligaram dizendo que estávamos assaltando a empresa (dai entendemos o porque de seis viaturas atrás de nós), quando ele iria nos liberar, um dos policiais olhou pra mim e disse: “Cara, eu conheço você!”. Tá, o que era ruim ficou pior. O policial era amigo da minha família, que é bem conservadora.

Depois de liberados entramos no carro, minha namorada foi erguer o banco que estava abaixado, quando puxou a alavanca: THUMMM. O banco foi direto no nariz dela, como se fosse um soco bem dado. rsrsrs. Ela já estava mal, depois disso entrou numa crise de choro enorme, e eu lá, todo sem jeito com essa situação. Mas digamos que…valeu a pena!

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fev
10
2013

Era uma tarde de um dia qualquer, eu estava no centro de Florianópolis, mais especificamente na avenida beira mar. Estávamos eu e meu pai de carro, ai a gente decidiu parar para fumar um cigarro. Encostamos na frente de uma lanchonete (pier 51, quem é de floripa vai conhecer) e sentamos na grama, entre a área de estacionamento e o mar, em frente a lanchonete. Eu acendi um baseado e meu pai ficou em pé fumando um cigarro, e eu bem tranquilo fumando sentado na grama.

De repente meu pai falou que estava vindo uma viatura de policia, ai abaixei o baseado e fiquei observando a movimentação, quando vi o que estava acontecendo, eu não acreditei.Olhei para frente e vi um cara, correndo alucinado, de camiseta e bermuda , o cara corria de um jeito muito peculiar, corria na pontinha do pé, e a cada 2 passos ele dava um pulinho, mas isso não era nada em relação ao principal, ele estava se masturbando, isso mesmo, correndo, pulando, e se masturbando e isso tudo em uma sincronia perfeita. A hora que o policial viu aquela cena, ficou tão impressionado quanto eu.

Enquanto isso, havia um turista tirando foto com uns 3 ou 4 filhos pequenos e o individuo alucinado veio correndo em direção aquele cara com seus filhos, o turista abraçou as quatro crianças juntas, e ficou abraçado meio que abaixado, naquela posição tentando proteger seus filhos, apavorado com aquela cena. Nesse meio tempo o policial já tinha descido da viatura e estava correndo a pé atrás do sujeito doidão. Enquanto isso eu já estava dando mais uma tragada no baseado, vendo de camarote aquela cena toda.

O policial corria atrás desse maluco, e o maluco dava um baile no policial, se esquivando e escondendo atrás das arvores, tipo aquela cena de crianças tentando pegar uma galinha. Saca? O alucinado corria em círculos, e o detalhe é que ele não parava de se masturbar (quem consegue sentir tesão correndo na rua, com um policial te perseguindo?). A perseguição mal sucedida do policial durou uns 5 minutos, detalhe é que o policial já estava parando pra descansar e quase morrendo sem ar (até eu que fumo maconha o dia todo consigo correr mais que ele sem cansar)

Nessa hora, eu olhei pra esquerda, e avistei o pai e seus filhos correndo em direção ao carro, detalhe é que os filhos corriam na frente, e o pai corria atrás, meio abaixado e com os braços abertos como se estivesse protegendo seus filhos de um tiroteio. Parecia um pato correndo assustado. Nisso chegou mais uma viatura, só que o curioso é que quem dirigia a viatura era uma policial feminina, acompanhada de um policial meio abestalhado.

A policial feminina desceu da viatura e começou a correr atrás do maluco tarado (que não parava de se masturbar) e o terceiro policial desceu da viatura e ficou só olhando seus dois parceiros de profissão tentando capturar o maluco. Quando a policial entendeu o que estava acontecendo, viu que o cara estava alucinado e se masturbando, virou as costas e começou a caminhar em direção a viatura. O primeiro policial, que já estava quase tendo um infarto de tanto correr fez o mesmo. Os policiais simplesmente desistiram de correr atrás do louco e foram embora, isso mesmo, foram todos embora e deixaram o cara lá, correndo, pulando e se masturbando, o curioso é que ele não parou de se masturbar nenhum instante, nenhum mesmo!

Resumindo, depois que os policiais foram embora, fiquei mais uns vinte minutos vendo aquele cara correr. O fim da história eu não sei porque eu tive que ir embora, mas  imagino que o cara alucinado deve estar correndo até hoje lá se masturbando e o turista apavorado deve ter voltado pro Rio Grande no mesmo dia (nunca vi gaúcho mais medroso…)

OBS: o cara alucinado estava muito bem vestido, era jovem e tinha uma boa aparência, por isso fica o recado galerinha: NÃO USEM DROGAS, se não este pode ser o fim da sua “viagem”.

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fev
03
2013


Bom, vou contar uma história que aconteceu comigo há alguns anos.

Eu era caloura na faculdade e tinha terminado um namoro muito longo recentemente. Andava bem chateada com a história do fim do meu namoro e bem por isso não queria compromisso com ninguém por um bom tempo. Porém, tinha esse meu colega de turma, o Guto, um cara meio sério e que se dizia apaixonado por mim. Eu não tinha interesse algum nele, só na sua amizade, e já tinha deixado isso muito claro. Mas acontece que o cara confundia as coisas entre a gente e ainda por cima era um chiclete, que não saia do meu pé por nada – o que me deixava com certa dó dele.

Acontece que a galera agitou uma viagem com o pessoal da facul, num lugar bacana. Bom, fomos viajar eu, o Guto, o Rafa e o resto do pessoal no maior clima American Pie, curtição, bebedeira, ninguém é de ninguém rsrs. O Rafa era um gato, malandrão, e bem mulherengo; ele já vinha me paquerando há algum tempo e eu dando moral.

Bom, chegamos com o dia já escurecendo e nos instalamos em uma pousada grande, vários quartos, piscinas e tudo mais. Eis que os meninos, o Rafa e o Guto tiveram uma ideia: – nadar pelados! Eles chamaram eu e minha amiga, a Bel (que na época tinha namorado, mas não tava ligando muito pra isso). A gente titubeou um pouco mas acabamos indo. O resto do pessoal tava se instalando, arrumando as coisas e tudo mais, e lá fomos nós quatro pra uma das piscinas, a que parecia mais reservada e começamos a nadar peladões. Isso na época foi motivo pra deixar todos nós bem excitados.

Depois da proeza, voltamos para os quartos e eu fui tomar banho. Terminado meu banho, o Rafa bateu na minha porta e eu o deixei entrar. Ele perguntou se poderia tomar banho no meu banheiro, já que o Guto tava tomando banho no quarto dele e já tava demorando muito – sim, os dois eram bem amigos. O Rafa terminou o banho dele e saiu de toalha, tentando me seduzir, e dizendo que tava a fim de ficar comigo e tudo mais. Eu não resisti e acabei ficando com o cara, que nessas alturas já tava pelado e queria tirar minha roupa também. Eis que a porta toca novamente, era o Guto procurando por mim. Fiquei desesperada, porque sabia que se ele me encontrasse agarrada no amigo dele, nossa amizade acabaria ali mesmo.

Assim, pedi pra que o Rafa se escondesse no armário, peladão. Me recompus e abri a porta. O Guto veio com uma conversa toda mole, insistindo em ficar comigo, e eu só pensando no outro lá dentro do armário. Eu não sabia se eu ria ou se chorava, e a conversa parecia que não acabava nunca. Enfim quando terminou e eu pensei que já tinha aniquilado as esperanças do garoto, ele deitou na minha cama e começou a assistir TV. Eu sai do quarto e rolei de rir com a situação, e só voltei uns dez minutos depois pensando em como tirar o Guto lá de dentro pra que o outro (que tava pelado e todo apertado lá dentro do armário) saísse do meu quarto sem ninguém ver. Confesso, eu tava me divertindo com a história toda. Enfim, eu dei um perdido no Guto e o Rafa saiu.

Já tarde da noite, estavam todos reunidos no bar cantando, bebendo e se divertindo. O Rafa me chamou de canto e falou para nós irmos terminar o serviço que começamos mais cedo. Eu, já meio bêbada aceitei de cara. Bom, não podíamos ir para o quarto dele, então fomos pro meu. Porém lá estava a Bel, deitada com dor de cabeça. Definitivamente não era isso que ia apagar nosso fogo, aí perguntamos para ela se ela se incomodava que a gente transasse naquele quarto. Ela disse que não, e que até ia gostar de ficar por ali mesmo; e ficou, na cama de solteiro; eu e o Rafa fomos pra outra cama e mandamos ver. No fim do vuco-vuco todo, batem na porta de novo. E mais uma vez, adivinha só quem era. Pois é, o Guto tava todo nervoso lá fora questionando porque eu e o Rafa tínhamos sumido da farra. Como eu não queria de jeito nenhum que ele desconfiasse que eu tava fazendo outra farra com o amigo dele no quarto, a Bel, o Rafa e eu tivemos uma ideia brilhante.

Foi a maior cena de filme que eu presenciei na minha vida. O coitado do Rafa, fazendo o papel de amante, pulou a janela de cueca (o quarto era no térreo, mas nos fundos tinha um pequeno barranco – era o equivalente a pular do segundo andar) e ficou esperando lá no meio do mato. Eu, abri a porta com a cara da inocência, perguntando por que ele tava tão desesperado; e o Guto, com cara de corno, diga-se de passagem, perguntando se o Rafa tava lá.

A Bel entrou no meio e disse que só tinha nós duas lá dentro – que estávamos conversando e nada mais, e propôs procurar o Rafa, pra não restar dúvidas que a gente não tava mentindo. Bom, segundo nosso plano, o Rafa deveria se fingir de muito bêbado quando a gente “encontrasse” ele. Foi o que aconteceu, o Guto encontrou ele “muito louco, quase desmaiado” segurando uma cachaça, no meio do matagal nos fundos da pousada e ainda, coitado, ajudou a cuidar da falsa bebedeira do amigo. Colocou ele debaixo do chuveiro frio e tudo mais. -kkkkkkkk

No fim das contas, o Guto jamais desconfiou dessa história. O Rafa poderia ter ganhado o prêmio de amante do ano. E eu, bom, eu fiquei com a consciência pesada por um tempo, mas passou, até porque valeu a pena a adrenalina, o prazer, e as piadas que essa história rendeu.

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jan
21
2013

Olá, meu nome é Cleber tenho 15 anos e sou de Jlle-SC. A história que eu tenho para contar é bem típica de adolescente idiotinha e apaixonado. Bem, vou falar um pouco sobre mim, sou um garoto bem nerd na escola, sou baixinho e não muito bonito (para não dizer feio), e tudo começou na 4 série quando entrou uma menina do mesmo estilo que eu, nerd e baixinha. Nós estudamos posteriormente na 6ª, 7ª e agora na 8ª série, o ano que eu fiz a maior babaquice que poderia ter feito.

Desde o início todo mundo falava: Vocês têm tudo a ver! De tanto falarem isso, comecei a reparar nela e de fato criei um sentimento pela menina, apesar de não nos darmos muito bem. Brigávamos direto. Até levava isso de maneira positiva (nos filmes os amores começam depois de muitas brigas… rsrs).

É, eu sou uma pessoa bem extrovertida e sonhadora, mas em aspecto de relacionamento, sou um fiasco. Não é atoa que sou BV até hoje. Sou muito tímido e acho que o primeiro beijo é algo muito importante para desperdiçar com alguém que não valha a pena (daí você já imagina o que eu sintia por essa vaca).

Simm, eu queria que meu primeiro beijo fosse com ela. Meus amigos acham ela feia, mas eu enxergava muito além disso. Então, depois de anos guardando este sentimento comigo, finalmente esse ano tomei coragem para me declarar. Não coragem suficiente para falar na lata, então fiz uma carta, um desenho dela (eu desenho bem) e comprei um sonho de valsa. Na carta eu me declarei como um completo retardado com trechos do tipo: “me lembro na 4ª série em que pintávamos um desenho e você disse que adora amarelo bem forte, desde então sou louco por amarelo” kkkkkkkk e pedi para uma amiga entregar o presente a ela. Cara isso foi triste!

Ela passou o dia inteiro trancada no banheiro da escola com as amigas e não olhou na minha cara hora nenhuma. A última aula era de história e a gente não faz nada nessa aula kkkkk, ela passou a aula toda escrevendo alguma coisa que eu sabia que era para mim. Fiquei ansioso pra caramba, imaginei que ela fosse me dizer o mesmo, que gostava de mim, etc. Foi a aula mais longa da minha vida. Deu tempo até de sonhar com a nossa lua de mel.

Chega o final da aula e ela me vira e joga uma bola de papel na cara e disse: Seja feliz! Nesse momento algo me dizia que eu não seria feliz. Desembrulhei o papel que dizia coisas como: “Você é do tipo de pessoa despresivél que a sociedade tem que suportar” e “eu jamais ficaria com alguém como você”. No fim do papel ela destacou a frase: “SE FODA OTÁRIO”.

Fiquei sem chão, uma vontade enorme de chorar, mas me sugurei. Já sou taxado na escola de nerd e feio, frouxo já é demais. Meus amigos todos me apoiando e dizendo que ela era uma idiota, até mesmo algumas amigas dela me disseram isso. O pior da história é que a minha amiga que entregou a carta disse que quando ela leu, ela disse: “Quem escreveu isso?” Sorrindo minha amiga respondeu: “Você não sabe?” E ela: “Me diz que foi o Anderson!”. Tipo que o Anderson é o playboy da sala que vive me zuando, me ofendendo. Temos um ódio mortal um pelo outro.

No final das contas paguei o maior mico da minha vida e cheguei a uma conclusão: “O amor NÃO existe”. Essa história de que todo mundo tem uma cara metade é tudo mentira. Não acredita, viu gente!

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jan
14
2013

Final de ano do primeiro ano de faculdade, aquele monte de trabalho e provas, apareceu uma festinha. Minha amiga loira nos chamou para ir na sua festa surpresa de aniversário. É, ela tinha descoberto e resolveu nos chamar. Como só ela tinha “carro” (estava batido o coitado, parte fundamental da história), neste dia ela foi para a aula com o carro para garantir a nossa presença.

A aula terminou e fomos todas para a sua festinha “surprise”. Ela nos deixou na esquina da sua casa e entramos na festa. Era uma mega festa, cheia de gente, música alta, balada completa. Minutos depois, a minha amiga chegou com aquela cara de surpresa e fomos nos divertir.

Às 2 da manhã, a festa bombando, eu super me divertindo, uma outra amiga pediu a aniversariante para levá-la embora. Tinha que trabalhar cedo. Deixei meu celular carregando na festa e eu, meu marido (namorado na época) e uma colega de sala fomos acompanhá-las. Essa amiga que ia trabalhar cedo, morava la na pqp e não podiámos deixar a aniversariante ir sozinha. Combinamos de ir rapidinho e voltar para a festa. Afinal, nem tinhámos cantado parabéns ainda.

Quase chegando na casa da menina, passamos num mega buraco e o carro arriou. A batida mais o buraco fizeram o pneu furar. Blz. Abrimos o porta malas e cadê o macaco??? CADÊ O MACACO??? Começa agora a noite do terror.

No meio do nada, depois de um tempo, por milagre divino, passou um carro e pedimos ajuda. O motorista, com boa vontade, emprestou o macaco, erguemos o carro, mas quem disse que conseguimos trocar o pneu?? A droga da roda estava torta e o pneu não saía. Nem com a força total de 2 homens alí tentando tirar esse maldito.

Sem opção, empurramos o carro até o posto mais próximo (no meio do nada ainda) para tentar tirar o pneu. Detalhe: eu ruiva, a aniversariante loira e a outra amiga morena, super bem produzidas para festa surpresa, maquiadas, de saltos, decotes e saias curtas empurrando um carro altas horas da madrugada. Outro detalhe: a menina que demos carona, foi embora para sua casa a pé e nem se importou com o acontecido. ¬¬

No caminho, veio homem de tudo quanto é lado oferecendo ajuda e nada da roda sair. Minha amiga morena desesperada pq tinha dado um perdido no namorado e na mãe dela, a aniversariante se lamentando da festa e eu e o meu namorado pensando no que fazer… O único celular com crédito (vida de univeritário é f#da) era o meu que ficou la na festa carregando e amigo nenhum atendia a droga da ligação a cobrar. (vida de univeritário é f#da 2).

Às 4 da manhã uma boa alma apareceu e conseguiu tirar o pneu. Tudo isso a caminho do posto “mais próximo”. Meu namorado trocou o pneu na boa e o cara foi embora, não sem antes dar uma cantada nas minhas amigas, claro. Na esperança de ainda tudo dar certo ligamos o carro e… a roda não rodava. AAAAAAAAAAAA, A RODA NÃO RODAVA.

Desespero total. Sem ter como ligar para ninguém no fim do mundo e agora para piorar: a roda não roda. E não parava de aparecer nego para dar palpite. Isso já era quase 5 horas da manhã. Desesperadas, não teve outro jeito, a amiga morena decidiu ligar a cobrar para o namorado dela, que por sua vez, deu maior bronca nela. Claro, 5 da matina, a cobrar ela liga: te dei um perdido, vem me salvar? kkkkkkk

Logo em seguida, chega um carinha que, embriagado pela beleza da minha amiga, empresta o estepe dele para voltarmos para casa e dormir, a festa já era.

Ligamos o carro todos esperançosos e nada da roda rodar. Nisso, a morena dando a luz pq além de brigar com o namorado, tinha que chegar em casa antes da mãe voltar do trabalho, a loira chateadérrima pq ficou sem parabéns e eu e meu namorado querendo ir para casa.

Como minha situação era a mais tranquila, minhas amigas resolveram pegar um ônibus e ir pedir socorro (já era de manhã e circulava ônibus nesse fim de mundo). Eu e meu namorado ficamos no carro. Nisso, o sol já estava nascendo… Entrei no carro me deu uma crise de choro que nem Deus me acalmava. Um medo de ser assaltada, estuprada, sequestrada…sei lá, o lugar era muito bizarro.

Quando começo a me acalmar, alguem bate no vidro… Levei um susto, mas para a minha surpresa, era o namorado que minha amiga tinha dado um perdido. Ele ficou puto mas foi nos salvar. Contamos que ela tinha ido embora com medo da mãe, mas mesmo assim ele nos ajudou. Trocou o pneu estepe emprestado pelo estepe do carro dele e o carro começou a funcionar.

Na época, nem eu nem meu marido dirigíamos. Chamamos a aniversariante para voltar que o carro estava ok e ela voltou. Às 10 da manhã, pertinho de casa, fomos fazer uma curva e o carro entortou de vez. Mas aí, estávamos do lado do mecânico e ele deu um jeitinho.

Chegamos na casa da aniversariante meio dia. A mãe dela disse que todo mundo tinha ido embora mas que tinha sido a melhor festa do ano.  A festança rolando e nós 4 perdidos no meio do nada com o carro estourado. A aniversariante ficou sem parabéns, minha amiga foi trabalhar no outro dia, a mãe da morena nem sabe que ela deu o perdido, o namorado perdoou e eu e meu namorado nos casamos! No fim, quase tudo deu certo! 😀

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jan
07
2013

Um belo dia eu e meu namorado (que atualmente é meu marido) decidimos comer um lanche em um trailer de uma amiga nossa.
Quando eu fiz o meu pedido, ele me puxou de canto e disse:
– Peça o lanche sem a maionese.
Perguntei o porque? E ele respondeu:
– A maionese dela é caseira , e pode fazer mal.
Eu como sempre fui do contra , pedi meu lanche com muuuuuuuuita maionese. Comemos que por sinal estava uma delícia, e fomos embora para casa dele, afinal era final de semana que para gente significava fazer um amorzinho (rsrs).

Fizemos (beeem feito) e cada um virou para seu canto e dormiu.
Quando foi de madrugada , começou a dar uma puuuuuta dor de barriga , daquelas que se pensar já cagou. Eu comecei a suar frio, mas não queria estrear o banheiro dele logo com essa sinfonia de Bethoven. Esperei, esperei mais um pouco a dita cuja dor passar, quando me dei por vencida fui ao banheiro, era de madrugada e não dava pra pedir pra ele me levar embora.

Quando sentei no vazo, pensei: – Ah que se exploda, são 4 da manha e ninguém tá acordado para ouvir. Me libertei de todo o maaaal que estava dentro de mim com direito ao filme das ”As Branquelas” passando em minha mente a cada som que saía do vaso. Quando finalmente terminei e me senti aliviada, passei uma água no rosto e voltei para o quarto.

Quando abri a porta meu namorado com a maior cara de santo, me perguntou se estava tudo bem. Ele tinha acordado e viu que eu não estava na cama. Como ele tinha me dito para não comer maionese e eu não quis escutá-lo, disse que tinha ido fazer xixi, apenas.

Os anos se passaram, eu me esqueci desse dia épico em minha vida, quando um belo dia em uma roda de amigos me cai esse assunto e meu querido marido fala para toda galera:

– Ah que nem o dia que ela comeu lanche com maionese caseira e ficou sentada no vaso horas que nem uma rainha e eu no quarto rindo a cada barulho que saía!! ¬¬

Moral da historia: Nunca coma maionese caseira, e se um dia acontecer isso com vc, não case com essa pessoa, porque é muito provável que ela tenha ouvido tudo (rsrs)

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