Vamos sentar e conversar! (Parte I) | Blog Insôônia
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Vamos sentar e conversar! (Parte I)
abr
15
2011
Leitura da Noite, Textos / Por: Coruja ás 12:17

Opa, e aí, povo, como vão?

Antes de tudo: leiam o texto todo! Imagine que estamos eu e vcs numa mesa, bebendo alguma coisa e conversando. Imaginaram? Blz, vamos em frente. Quem me acompanha aqui no blog sabe que defendi e defendo a liberdade sexual das pessoas. Em dois textos (aqui e aqui) eu disse que cada cada um é responsável pela própria vida o suficiente pra saber o que fazer com ela; disse e continuo dizendo: a cama é sua e eu não tenho nada a ver com o que voce faz nela. Nem eu nem ninguém tem o direito de dizer o que você deve fazer na sua intimidade. Certo? OK!

Maaaaaaaas infelizmente  – e MUITO infelizmente – as coisas no Brasil se resolvem sempre no SIM ou no NÃO, no “a favor” ou no “contra”.  Raramente sobra espaço pra uma terceira opinião. E quando o assunto é homossexualidade, a coisa pega ainda mais. O caso do Bolsonaro, por exemplo, virou um verdadeiro espetáculo circense do qual ele está desfrutando ao máximo. Ele se disse contra a homossexualidade. O chamaram de homofóbico. Mesmo correndo o risco de não ser compreendido, vou dizer uma coisa aqui: ele tem direito a dar a opinião dele! TODOS SE ESPANTA!!! (O que ele disse contra negros é uma outra história, e deve sim responder criminalmente sobre o que disse).

Vamos definir uma coisa: ser contra a homossexualidade é algo bem diferente de ser homofóbico. Tem quem goste e tem quem não goste. Simples assim. Não dá pra comparar uma pessoa que apenas é contra com um skinhead louco que sai agredindo gente inocente nas ruas. Homofóbico não é quem pensa diferente, é quem tenta eliminar quem pensa diferente. Se o simples fato de pensar diferente for crime, onde fica a liberdade de pensamento?

O que se deve pregar – e é o que eu venho tentando fazer – é a convivência entre pessoas diferentes. Eu tenho amigos gays, amigas lésbicas. Não sou gay nem nunca experimentei nada disso, mas convivo numa boa. São meus amigos e gosto deles o tanto quanto gosto de amigos héteros. Se uma amiga vem falar pra mim “Wesley, eu sou lésbica”, eu direi: “faça o que te faz bem”. Simples. Se eu levar uma cantada de um gay, apenas digo “cara, desculpa mas não é o que eu gosto, ok?”

É tão difícil assim?

Agora é com vocês. TODOS COMENTA.

Bái! @wesleytalaveira

Coruja
gay, homofobia, homossexual, lésbicas, Weslley Talaveira
Coruja
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