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Sequências que não deveriam existir
out
13
2009
Textos / Por: Gislaine Lima ás 22:59

Esses filmes são provas, de que o cinema tenta sobreviver em cima de seqüências de filmes que fizeram sucesso, em gerações passadas.

Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal, 2008

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Depois de quase duas décadas em planejamento finalmente o filme foi lançado no ano passado. Mas nem o retorno de Steven Spielberg e Harrison Ford foram capazes de amenizar o gosto amargo que esta quarta aventura deixa. Se não bastasse o ritmo frouxo da ação, o roteiro ainda cria uma trama para lá de esquecível e patética. Sem dizer Cate Blanchett, no pior momento de sua bem-sucedida carreira.

Instinto Selvagem 2, 2006

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Uma sequência para “Instinto Selvagem” até que não era uma má ideia. Bem, isto até Paul Verhoeven desistir de dirigi-lo e o filme, que mal saiu do papel, enfrentar um monte de problemas no tribunal (Sharon Stone chegou a processar os produtores). E olha que o filme quase foi estrelado por Ashley Judd e Kurt Russell! Mas tudo se resolveu e o resultado não poderia ser diferente: um fiasco em todos os sentidos. Nem a (pouca) nudez da atriz valeu a pena.

Mulher Solteira Procura 2, 2005

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A subestimada obra-prima de Barbet Schroeder não merecia uma sequência tão vergonhosa. Para falar a verdade, o filme nem se trata de uma sequência direta do original e sim uma obra posterior que emula praticamente tudo dele. É a mesma história, a ambientação do clímax também, mas com a diferença de que o suspense foi trocado pelo constrangimento.

Legalmente Loira 2, 2003

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A ótima e simpática comédia de Robert Luketic parecia uma homenagem a aquelas que são conhecidas como “loiras burras”. Mas se nos primeiros minutos pensamos que a trama vai ser conduzido através das futilidades que Elle Woods (Reese Witherspoon) aprecia aos poucos vai se tornando uma diversão inteligente de uma loira que cursa direito e que move tudo ao seu favor com o conhecimento… das futilidades que aprecia. Já na sequência, o diretor Charles Herman-Wurmfeld (do elogiado “Beijando Jessica Stein”) arma um desastre de proporções gigantescas com uma história tolinha de Elle em defesa dos animais, inclusive da mãe do seu cachorrinho que, por sua vez, é gay. Por favor…

MIB – Homens de Preto 2, 2002

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Uma química inusitada aconteceu com Tommy Lee Jones e Will Smith em “MIB – Homens de Preto”. Se isso já não era um ótimo atrativo o filme ainda contava com efeitos especiais e maquiagem de tirar o fôlego. Tudo para sustentar uma aventura de ficção para lá de divertida e bem-humorada. Nada disto se repete em “MIB – Homens de Preto 2″, comandado pelo mesmo Barry Sonnenfeld do sucesso de 1997. E apesar das boas curvas, Lara Flynn Boyle não merecia pagar o mico que foi o de viver a vilã.

A Bruxa de Blair 2 – O Livro das Sombras, 2000

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“A Bruxa de Blair 2 – O Livro das Sombras” também poderia entrar na lista dos filmes mais oportunistas já feitos. Se aproveitando do surpreendente fenômeno da obra assustadora da dupla Daniel Myrick e Eduardo Sánchez, a sequência foca um grupo de jovens que vão à floresta que marcaram o filme anterior para estudarem se de fato a Bruxa de Blair existe.

Ring 2 – Chamado, 1999

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Já admiti que considero “O Chamado” de Gore Verbinski um filme superior em todos os sentidos em comparação de “Ring – O Chamado”, o cult oriental que o inspirou. Mas o filme de Hideo Nakata também era assustador, embora em uma potência menos elevada. Mas nada se salva em “Ring 2 – O Chamado”. Raramente se vê uma história sendo executada de maneira tão desenfreada. Ou mesmo uma vilã que parece ter sido confeccionada com Durepox.

A Experiência 2 – A Mutação, 1998

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É verdade que “A Experiência” de 1995 não é uma obra cultuada como deveria, mas este que é o melhor filme de Roger Donaldson foi uma excelente ficção B com os nomes de peso de Ben Kingsley, Forest Whitaker e Alfred Molina no topo dos créditos. E ainda tinha a maravilhosa Natasha Henstridge, cuja carreira estacionou definitivamente no exato momento em que topou protagonizar a risível continuação.

O Rei Leão 2 – O Reino de Simba, 1998

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“O Rei Leão”, eterno jovem clássico que povoa a mente de todo o público, também se tornou vítima de uma sequência muito, muito ruim. Enquanto a produção era uma animação emocionante e até mesmo bem pesada a continuação acompanha Kiara, leoa que enfrenta os seguidores do terrível Scar do filme de 1994. Totalmente insípido.

Halloween III – A Noite das Bruxas, 1982

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A série “Halloween” pode até ir bem das pernas sem a presença de Laurie Strode. Mas sem Michael Myers não dá! Mas vocês acreditam que isso já aconteceu? Pois é. Tudo pode ser apreciado em “Halloween III”, que se trata de uma história maluca onde crianças são mortas ao vestirem máscaras do Dia das Bruxas.

Via: Cine Resenhas , escrito por Alex Gonçalvez
Gislaine Lima
Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal, Instinto Selvagem 2, Legalmente Loira, Mulher Solteira Procura
Gislaine Lima
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