Peripécias de um motel #17 | Blog Insôônia
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Peripécias de um motel #17
out
09
2011
Apareceu a margarida olê, olé, olá! Rs
E ai corujinhas… Tudo na paz?
Então, chegou o dia de mais uma Peripécia! #todosgrita
Em relação ao último post, muita gente gostou da idéia heim? Já aviso se alguém for fazer, favor me chamar!  Seus safadenhos! Rsrs

 

Como já é de praxe: Aquele follow maroto lá no twitter @aline_leitte e tem também aquele add no Facebook. Mas não vamos perder tempo!  Vamos direto ao ponto!
Deixei três histórias para serem votadas. Vocês escolheram e aqui está ela:

 

A verdade por trás de um quarto

No mês de Maio, acontece uma grande feira do Agronegócio aqui na minha cidade. Devido ao grande fluxo de viajantes, os hotéis já estavam com clientes saindo pela janela. Vendo isso acontecer, os donos do Motel resolveram que também iríamos funcionar como hotel nessa semana.

Resultado:

Uma semana de casa lotada. Todos os apartamentos com 2 ou 3  hóspedes instalados . A maioria homem.

O motel virou aquela loucura né?

Clientes habituais querendo entrar, mas não tínhamos quarto disponível. Os clientes que estavam hospedados achavam que estavam na casa da mãe Joana. Andavam pra cima e pra baixo, faziam amizades. Quando a gente via estava um monte de gente na garagem de uma suíte só fazendo farra. E quando menos esperávamos, eles estavam na cozinha, querendo as coisas.

Olha, virou uma várzea.

Para quem trabalha na área de Hotel é normal essa movimentação toda, mas pra gente que trabalha em Motel é completamente estranho. Afinal os clientes entram, vão para o quarto, faz o que tem que ser feito e tchau. Tem alguns do tipo ‘quem tem cu, tem medo’ que nem um ‘bom dia’ falam.

Só sei que tinha cliente de tudo quanto é jeito.

Desde senhores ricos com aquelas caminhonetes imponentes, até subordinados de pequenas empresas. Mas o mais engraçado foram os clientes vindos do Uruguai. Ninguém entendia nada do que eles falavam.

Quando eles vinham conversar comigo, eu só concordava com a cabeça e dava uma risadinha. Ele poderia estar me xingando de tudo quanto é nome, e eu estava lá concordando! Rs

Essa grande feira do agronegócio não movimenta só o ramo hoteleiro. Movimenta também o ramo da prostituição. É a época do ano que as garotas de programa mais faturam. Tanto que poucos dias antes da feira recebemos inúmeros cartões e verdadeiros ‘cardápios’ de meninas para que se houver algum cliente interessado, passamos o contato.

Enfim, o motel estava uma loucura.

Uruguaianos de um lado, senhores bêbados do outro, garotas de programa entrando e saindo. E eu querendo sair correndo. #fato

Mas tinha um grupo que me chamou atenção. Eles estavam instalados nas 3 últimas suítes no fundo do pátio, e em cada suíte dormiam dois homens.

Normal.

A maioria das suítes estavam sendo divididas dessa maneira.

Mas o que me chamou atenção foi que, logo de manhãzinha todos os rapazes saíram de um quarto só. Mas acabei deixando pra lá, afinal esse troca- troca de suítes estava comum. ( Troca – troca sem conotação sexual heim? Rs )

No dia seguinte quando cheguei para trabalhar, enquanto trocávamos de turno comentei com a outra recepcionista o ocorrido. Ela então me disse que por volta das 23:30, reparou que todos haviam ido para um quarto só. Mas também acabou deixando pra lá.

Epa. Já estava ficando estranho.

Eles foram para a suíte antes da meia – noite, saíram depois das 6h da manhã. Juntando A + B  = Todos passaram a noite no mesmo apartamento!

Xiiiiiiiii, encafifei! E quando eu encafifo…

Fiquei só de olho!

Novamente, um pouco depois das 6h da manhã saíram todos de um mesmo quarto. Foi cada qual para sua suíte, pediram o café da manhã e antes das 8h já haviam saído rumo ao evento.

A pulga que estava atrás da minha orelha já estava tendo uma síncope de tanta curiosidade.

Na manhã seguinte a mesma coisa. O mesmo troca – troca. E essa ‘rotina’ seguiu até o dia em que eles iriam deixar o motel.

Mas como assim gente?

Eles vão embora e eu não vou saber o que rolava dentro daquele quarto? Como assim? Nenhum babado, nenhuma pista, nenhum mínimo sinal.

Enquanto eles acertavam a conta, eu só ficava imaginando o que eles estavam fazendo todas as noites.

Não sei por que eles me deixaram tão curiosa.  Algo muito forte me dizia que naquele mato, tinha coelho. Ou melhor, veado.

Então eles foram embora.  E eu fiquei triste. MUITO triste.

Ó CÉUS COMO VOU VIVER COM ISSO AGORA?

Assim que eles deixaram o motel, fui até a suíte que eles estavam para dar uma olhada. Quem sabe eles não teriam deixado alguma pista como no Peripécias ‘4 homens e um hortifruti’

Nada. Nenhuma pista. O quarto estava em ordem. =(

Acabei me conformando sabe… Talvez eles estivessem somente bebendo juntos na suíte, conversando sobre negócios, fazendo uma twitcan do motel…

Mas meus caros amiguinhos… A vida é algo surpreendente.

Melhor…

A vida trabalhando em um motel é algo surpreendente!

Depois da tempestade sempre vem a calmaria né?

Na semana seguinte depois do corre- corre da feira, o movimento se normalizou. Então as camareiras foram fazer a faxina – geral nas suítes.

Estava eu,  linda bela e humilde de boa na recepção, quando toca o telefone. Do outro lado era a camareira: “Aline, vem aqui!”

E fui.

Quando cheguei na suíte, ela estava com um quadro na mão. Achei que algum cliente havia danificado o quadro, ou algo desse gênero.

Ela colocou o quadro em cima da mesa, com o desenho para baixo. E me disse: ‘Lê isso aqui!’

Meus queridos.

Meu queixo caiu!

Se eu não tivesse visto com esses olhos que  a terra há de comer, eu não acreditaria.

Atrás do quadro estava escrito, o que aquele grupo de homens fazia dentro do quarto:

(Vou aqui repassar a vocês tudo o que estava escrito! Como eu sei? Eu fotografei o quadro os ângulos possíveis, afinal eu TINHA que ter esse registro para a posteridade! Ps: Infelizmente não posso postar a foto, pois nada relacionado o motel deve ser divulgado! #mimimi )

2 de maio de 2011
Enfim chegamos.
Whisky para relaxar.
Jorge trouxe 2 garrafas de Red Label.
Estou bêbado.
Quero  o Jefferson.
Jefferson, dá pra mim?
Hoje Jeffeson se rendeu. Sentiu o que é prazer.
3 de maio de 2011
Cadê o Matheus?
Hoje é dia dele.
Quero mais.
Eu vim preparado.
Mas ninguém sabe.
Todos vão sentir o verdadeiro prazer. Todos.
4 de maio de 2011
Todos se renderam.
Está sendo tudo ótimo.
Jefferson pegou o jeito da coisa. Ele e Matheus parecem dois animais. Renan, Gustavo e Lima estão se acostumando com a idéia. Mas eles gostam. Eu sei que gostam.
Gustavo, mais um.
5 de maio de 2011
Penúltima noite.
Está chegando ao fim.
Lima não quis descer.
Poker.
Whisky.
Prazer.
Quero todos. Quero sentir cada um dentro de mim. Quero tocar, quero chupar, quero sentar.
São todos meus.
6 de maio de 2011
Última noite.
Noite da loucura.
Bêbados.
Satisfazer os desejos.
Eu sei que você quer.
Todos querem.
Sempre mais.
Os que aqui chegaram puros, agora sabem o que é sentir prazer.
Cada um que aqui perdeu sua virgindade, será eternizado.
Não temos que perder as oportunidades.
Mas ninguém deve saber.
O que aqui aconteceu. Morreu aqui.
Até um dia
Willian.”

#morri

Tudo ali descrito, em pequenas frases.

Pequenos relatos de uma semana de sexo, bebida e libertação.

Durante o resto do dia eu fiquei pensando em tudo aquilo. O que leva uma pessoa a escrever detalhes de sua intimidade para que outro leia? Pelo jeito, o Willian era quem já veio para essa ‘viagem de negócios’ com idéias mirabolantes na cabeça. E pelo jeito seus companheiros não acharam muito ruim não! Rs

Dúvida esclarecida. Pude novamente dormir em paz. (exageeero! Rs)

Agora é só aguardar Maio de 2012. Quem sabe recebemos novamente Willian e sua turma? rsrs

É isso aê galêre! Espero que tenham gostado!
 E pra semana que vem?

– Perdeu Playboy

– Falaê Aline – Fetiches

– Bem feito bobão! (Fato novíssimo! ocorrido 03/10 – Segunda Feira)

 

Um beijo e um queijo,
Aline Leitte – @aline_leitte
Peripécias de um motel
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