Dez dos mais belos lugares do mundo!
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Dez dos mais belos lugares do mundo!

Curiosidades, Dicas, Fotos / Por: Gislaine Lima às 06:01
jan
20
2009

Vivemos em um mundo dotado de belas paisagens que estão além das palavras. Olhe para estes lugares e você verá a beleza que enche os olhos e aquece o coração… Todo ser humano deseja visitar lugares assim, tenho certeza.

1. O Grand Canyon, Estados Unidos

O Grand Canyon encontra-se no território dos Estados Unidos da América. Seu vale foi moldado pelo rio Colorado durante milhares de anos à medida que suas águas percorriam o leito, aprofundando-o ao longo de 446 km. Chega a medir entre 6 e 29 km de largura e atinge profundidades de 1600 metros. Cerca de 2 mil milhões de anos da história geológica da Terra foram expostos pelo rio, à medida que este e os seus afluentes vão expondo camada após camada de sedimentos.

O Grand Canyon foi visto pela primeira vez por um Europeu em 1540, o espanhol Garcia Lopez de Cardenas. A primeira expedição científica ao desfiladeiro foi dirigida pelo Major John Wesley Powell no final da década de 1870. Powell referiu-se às rochas sedimentares expostas no desfiladeiro como “páginas de um belo livro de histórias“. No entanto, a área era já ocupada por nativos americanos que estabeleciam povoados ao longo do desfiladeiro, como os hopi.

É considerado uma das sete maravilhas naturais do mundo e um ponto turístico visitado por milhares de turistas anualmente, gerando receita para as cidades e populações ribeirinhas ao desfiladeiro.

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2. A Grande Barreira de Corais, na Austrália

A Grande Barreira de Corais é o maior recife de coral do mundo, com uma extensão de cerca de 2300 km, situada junto à costa nordeste do estado australiano de Queensland.

A Grande Barreira de Coral é composta por cerca de 2900 recifes, 600 ilhas continentais e 300 atóis de coral. Neste ecossistema complexo vivem em torno de 1500 espécies de peixe, 360 espécies de coral, 5000 a 8000 espécies de moluscos, 400 a 500 espécies de algas marinhas, 1330 espécies de crustáceos e mais de 800 espécies de equinodermes. A área também é preservada pela presença de cubozoários, um grupo de cnidários conhecidos pelas toxinas perigosas para o Homem.

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3. Cidade do Cabo, África do Sul

A Cidade do Cabo (inglês: Cape Town; africâner: Kaapstad; xhosa: iKapa) é a segunda maior cidade da África do Sul, fazendo parte do Município metropolitano da Cidade do Cabo. É a capital da província do Cabo Ocidental, bem como a capital legislativa da África do Sul, onde o Parlamento Nacional e muitos escritórios do governo estão localizados. A Cidade do Cabo é famosa pelo seu porto natural, incluindo os marcos bem conhecidos, como a Montanha da Mesa e Baía da Mesa, sendo um dos mais populares destinos turísticos do Sul Africano.

Localizada na costa da Baía da Mesa, a Cidade do Cabo foi originalmente desenvolvida pela Companhia Holandesa das Índias Orientais como uma estação de abastecimento de navios holandeses que navegam para a África Oriental, Índia e o Extremo Oriente. Jan van Riebeeck chegou a região em 6 de Abril de 1652 e estabeleceu o primeiro assentamento europeu permanente na África do Sul. A Cidade do Cabo desenvolveu-se rapidamente, tornando-se o pólo econômico e cultural da Colónia do Cabo. Até a Febre do ouro de Witwatersrand, que resultou no desenvolvimento de Joanesburgo, a Cidade do Cabo era a maior cidade da África do Sul.

A cidade é um importante pólo comercial e industrial, tendo um dos principais portos do país. Sua economia é baseada nos setores de refinação de petróleo, automóveis, alimentar, químico, têxtil e construção naval. Em 2007 a cidade tinha uma população de 3,5 milhões de habitantes.[1] A área da Cidade do Cabo estende-se por 2.455 quilômetros quadrados, seno maior do que outras cidades do Sul Africano, resultando em uma menor densidade populacional de 1.425 habitantes por quilômetro quadrado.

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4. Taj Mahal, na Índia

O Taj Mahal é um mausoléu situado em Agra, uma cidade da Índia e o mais conhecido dos monumentos do país. Encontra-se classificado pela UNESCO como Património da Humanidade. Foi recentemente anunciado como uma das Novas Sete Maravilhas do Mundo Moderno em uma celebração em Lisboa no dia 7 de Julho de 2007.

A obra foi feita entre 1630 e 1652 com a força de cerca de 22 mil homens,[2] trazidos de várias cidades do Oriente, para trabalhar no sumptuoso monumento de mármore branco que o imperador Shah Jahan mandou construir em memória de sua esposa favorita, Aryumand Banu Begam, a quem chamava de Mumtaz Mahal (“A jóia do palácio”). Ela morreu após dar à luz o 14º filho, tendo o Taj Mahal sido construído sobre seu túmulo, junto ao rio Yamuna.

Assim, o Taj Mahal é também conhecido como a maior prova de amor do mundo, contendo inscrições retiradas do Corão. É incrustado com pedras semipreciosas, tais como o lápis-lazúli entre outras. A sua cúpula é costurada com fios de ouro. O edifício é flanqueado por duas mesquitas e cercado por quatro minaretes.

Supõe-se que o imperador pretendesse fazer para ele próprio uma réplica do Taj Mahal original na outra margem do rio, em mármore preto, mas acabou deposto antes do início das obras por um de seus filhos.

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5. Canadian Rockies, Canada

O Canadian Rockies é constituído de cinco parques nacionais, dos quais quatro deles, juntamente com outros parques provinciais constituem uma combinação de um único UNESCO Património Mundial da UNESCO, que consiste em belas paisagens montanhosas, lagos, cachoeiras, geleiras, picos, cavernas calcárias, bem como fósseis. Monte Robson é o pico mais alto das Rochosas Canadenses e a escalada, é considerada um desafio. Estas belas montanhas são um paraíso para os alpinistas e caminhantes similares.

As Rochosas são Dobramentos Modernos, ou seja, foram formadas no Terciário da Era Cenozóica. É equivalente a Cordilheira dos Andes, na América do Sul. As rochosas surgiram com o fenômeno que os geólogos denominam Orogenia Laramide, que começou há 70 milhões de anos.

Os rios que correm das Rochosas deságuam em três oceanos diferentes: oceano Atlântico, oceano Pacífico e oceano Ártico.

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6. Machu Picchu, Peru

Machu Picchu (também chamada “cidade perdida dos Incas“) é uma cidade pré-colombiana bem conservada, localizada no topo de uma montanha, a 2400 metros de altitude, no vale do rio Urubamba, atual Peru. Foi construída no século XV, sob as ordens de Pachacuti. O local é, provavelmente, o símbolo mais típico do Império Inca, quer devido à sua original localização e características geológicas, quer devido à sua descoberta tardia em 1911. Apenas cerca de 30% da cidade é de construção original, o restante foi reconstruído. As áreas reconstruídas são facilmente reconhecidas, pelo encaixe entre as pedras. A construção original é formada por pedras maiores, e com encaixes com pouco espaço entre as rochas.

Consta de duas grandes áreas: a agrícola formada principalmente por terraços e recintos de armazenagem de alimentos; e a outra urbana, na qual se destaca a zona sagrada com templos, praças e mausoléus reais.

O lugar foi elevado à categoria de Património mundial da UNESCO, tendo sido alvo de preocupações devido à interação com o turismo por ser um dos pontos históricos mais visitados do Peru.

Há diversas teorias sobre a função de Machu Picchu, e a mais aceita afirma que foi um assentamento construído com o objetivo de supervisionar a economia das regiões conquistadas e com o propósito secreto de refugiar o soberano Inca e seu séquito mais próximo, no caso de ataque.

O Peru é o berço da civilização Inca, cujas marcas estão espalhadas pelo país, representadas nas sagradas ruínas de Machu Picchu, nos templos grandiosos e na natureza exuberante de Ica.

A 7 de Julho de 2007, em Lisboa, estádio da Luz, Portugal, o monumento foi eleito e considerado oficialmente como uma das sete maravilhas do Mundo.

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7. As pirâmides do Egito

Os egípcios começaram a construí-las há 2700 anos aC para servir de túmulos para os Faraós. As mais conhecidas e maiores pirâmides do Egito são as Pirâmides de Gizé, que ocupam a primeira posição na lista das sete maravilhas do mundo antigo.

A grande diferença das Pirâmides de Gizé em relação às outras maravilhas do mundo é que elas ainda persistem, resistindo ao tempo e às intempéries da natureza, encontrando-se em relativo bom estado e, por este motivo, não necessitam de historiadores ou poetas para serem conhecidas, já que podem ser vistas.

Existe um provérbio árabe que faz referência às Pirâmides:

O Homem teme o Tempo, e ainda o tempo teme as Pirâmides”

A palavra pirâmide não provém da língua egípcia. Formou-se a partir do grego “pyra” (que quer dizer fogo, luz, símbolo} e “midos” (que significa medidas).

Para os egípcios, a pirâmide representava os raios do Sol, brilhando em direção à Terra. Todas as pirâmides do Egito foram construídas na margem oeste do Nilo, na direção do sol poente. Os egípcios acreditavam que, enterrando seu rei numa pirâmide, ele se elevaria e se juntaria ao sol, tomando o seu lugar de direito com os deuses.

Para construir a Grande Pirâmide, a maior de todas, foram necessários 30.000 trabalhadores por mais de 20 anos. Foram usados mais de 2.000.000 de blocos de pedra, cada qual pesando em média duas toneladas e meia. Existem muitas idéias diferentes sobre o modo de construção daquela pirâmide. Muito provavelmente os pesados blocos eram colocados sobre trenós de madeira e arrastados sobre uma longa rampa. Enquanto a pirâmide ficava mais alta, a rampa ficava mais longa, para manter o nível de inclinação igual. Mas uma outra teoria é a de que uma rampa envolvia a pirâmide, como uma escada em espiral.

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8. Petra, Jordânia

Petra é um importante enclave arqueológico na Jordânia, situado na bacia entre as montanhas que formam o flanco leste de Wadi Araba, o grande vale que vai do Mar Morto ao Golfo de Aqaba. É famosa principalmente pelos seus monumentos escavados na rocha, que apresentam fachadas de tipo helenístico (como o célebre El Khazneh).

A região onde se encontra Petra foi ocupada por volta do ano 1200 a.C. pela tribo dos Edomitas, recebendo o nome de Edom. A região sofreu numerosas incursões por parte das tribos israelitas, mas permaneceu sob domínio edomita até à anexação pelo império persa. Importante rota comercial entre a Península Arábica e Damasco (Síria) durante o século VI a.C., Edom foi colonizada pelos Nabateus (uma das tribos árabes), o que forçou os Edomitas a mudarem-se para o sul da Palestina.

No dia 6 de Dezembro de 1985, Petra foi reconhecida como Património da Humanidade pela UNESCO.

Em 2004, o governo jordano estabeleceu um contrato com uma empresa inglesa para construir uma auto-estrada que levasse a Petra tanto estudiosos como turistas.

A 7 de Julho de 2007, foi eleita em Lisboa, no Estádio da Luz uma das Novas sete maravilhas do mundo.

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9. Grande Muralha da China, China

Uma das sete maravilhas do mundo, a Grande Muralha da China foi construída há mais de dois mil anos e teve cerca de 100 anos para se completar. A vastidão deste projeto traz à luz a imensa capacidade do homem.

A muralha começou a ser erguida por volta de 220 a.C. por determinação do primeiro imperador chinês, Qin Shihuang . Embora a Dinastia Qin (ou Ch’in) não tenha deixado relatos sobre as técnicas construtivas que empregou e nem sobre o número de trabalhadores envolvidos, sabe-se que a obra aproveitou uma série de fortificações construídas por reinos anteriores, sendo o aparelho dos muros constituído por grandes blocos de pedra, ligados por argamassa feita de barro. Com aproximadamente três mil quilômetros de extensão à época, a sua função era a de conter as constantes invasões dos povos ao Norte.

Com a morte do imperador Ch’in, iniciou-se na China um período de agitações políticas e de revoltas, durante o qual os trabalhos na Grande Muralha ficaram paralisados. Com a ascensão da Dinastia Han ao poder, por volta de 205 a.C., reiniciou-se o crescimento chinês e os trabalhos na muralha foram retomados ao longo dos séculos até ao seu esplendor na Dinastia Ming, por volta do século XV, quando adquiriu as atuais feições e uma extensão de cerca de sete mil quilômetros, estendendo-se de Shanghai, a leste, a Jiayu, a oeste, atravessando quatro províncias (Hebei, Shanxi, Shaanxi e Gansu) e duas regiões autônomas (Mongólia e Ningxia).

A magnitude da obra, entretanto, não impediu as incursões de mongóis, xiambeis e outros povos que ameaçaram o império chinês ao longo de sua história. Por volta do século XVI perdeu a sua função estratégica, vindo a ser abandonada.

Por não se tratar de uma estrutura única, as características da Grande Muralha variam, de acordo com a região em que os diferentes troços se inscrevem. Por exemplo, perto de Beijing, os muros foram construídos com blocos de pedras de calcário; em outras regiões, podem ser encontrados o granito ou tijolos no aparelho das muralhas; nas regiões mais ocidentais, de desertos onde os materiais são mais escassos, os muros foram construídos com vários elementos, entre os quais faxina (galhos de plantas enfeixados). Em geral os muros apresentam uma largura média de sete metros na base e de seis metros no topo, alçando-se a uma altura média de sete metros e meio.

Além dos muros, em posição dominante sobre os terrenos, a muralha compreende ainda elementos como portas, torres de vigilância e fortes.

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Grande Muralha da China (em vermelho)


10. Parque Nacional Iguazú, Argentina

O Parque Nacional Iguazú foi criado em Argentina no ano 1934 com o objetivo de conservar as Cataratas do Iguaçu, bem como a biodiversidade que as rodeia. Localiza-se no norte da província de Misiones, conta com uma superfície aproximada de 67.000 tem, e se encontra a 17 km de Puerto Iguazú.

Em 1902, o Ministério do Interior de Argentina encarregou a Carlos Thays um relevamiento detalhado das cataratas, o qual se tomou como base posteriormente para a lei de criação do parque nacional.

O Parque tornou-se Património Mundial da UNESCO em 1984.

As cataratas se encontram sobre o Rio Iguaçu, que tem uma longitude total de 1.230 km até sua desembocadura no Rio Paraná. Dita confluência se encontra a 23 km águas abaixo das cataratas.

Em seu conjunto, a flora arbórea do Parque Nacional Iguazú está composta por mais de 90 espécies, sendo características do lugar as comunidades de palmito e pau rosa ou perobá. Este último é uma árvore que pode atingir até 40 m de altura, e a cuja sombra crescem os palmitos, palmeiras cujos troncos terminam num cogolho comestível.

Entre as principais espécies de aves que habitam no lugar, deve citar-se os vencejos de cascata, que voam atravessando os interstícios das colunas de água para posar-se sobre a parede rochosa, onde muitas vezes nidificam.

No setor das passarelas não é estranho encontrar Quatis e exemplares do Tucano Grande, uma das cinco espécies de tucanos que há no Parque,também se destaca o águia arpía.

Nas partes ensolaradas dos caminhos, e especialmente para o meio dia, podem-se apreciar exemplares de lagartixas, do gênero Tropidurus, trepando troncos e pedras.

Entre as espécies em perigo de extinção que se albergam no Parque, devem citar-se o yaguareté, o tapir, também conhecido na zona como mbeorí, o ocelote, o yaguarundí, o tamanduá – conhecido localmente como ouso-formigueiro-, as águias selváticas e o yacaré overo.

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Com todos esses lugares maravilhosos que existem no nosso mundo, ficamos perdidos na escolha do mais bonito… A única maneira de decidir sobre os locais a visitar é seguir o coração. Enquanto alguns podem amar a tranquilidade das águas, outros podem enterrar em si a bela arte da arquitetura ou a serenidade de uma pequena cidade.

Neste post não coloquei nenhum ponto turístico do Brasil… com certeza aqui existe lugares maravilhosos também. Mas esses, dedicarei em breve uma postagem em especial. Só vai da Brasil!! ;)

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