Textos | Blog Insôônia
O melhor jogo online
jun
02
2016
Textos / Por: Rafael Ladwig ás 17:02

E ai corujos, blz?

Resenhando tá de volta e hoje quero indicar ( pra quem ainda não viu ) e deixar minha opinião ( Pra quem já viu ) sobre a série fodástica da Netflix: Marvel  Demolidor / Daredevil!

Vou tomar um caminho diferente dessa fez e farei um resenhando sem spoilers.

Se você já conhece a história do nosso herói sem medo vai gostar da forma com a série começa, não tem muitas explicações de origem e já começa com o melhor de ação que o personagem pode oferecer, aos poucos e de forma sútil com flashbacks as origens vão se desenrolando, então se você não conhece nada do herói também não terá dificuldades! Isso mesmo, conseguiram por na telinha uma forma de apresentar o personagem e a série à pessoas que conhecem ou não a história sem que fique confuso ou cansativo, já tomo isso com um dos maiores trunfos da produção.

Apesar de não ser um deus como os demais heróis da Marvel, o Demolidor enfrenta uma trama bem pé no chão, com vilões mais “humanos” e mesmo assim sem perder a fantasia que um universo baseado em HQs tem que oferecer. Existem coisas simples e burocráticas, mas também existem coisas místicas, sobrenaturais e curiosas, novamente a produção consegue equilibrar o universo da série, sem deixa-la chata ou muita alegórica, é um equilíbrio fantástico.

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A série gira em torno da vida de Matt Murdock e como ele luta para equilibrar sua vida de advogado com sua vida de “justiceiro”. O protagonista enfrenta grandes conflitos interiores, derivados de sua religião católica e de seu senso de justiça, já que como um advogado crê que todos merecem uma segunda chance. Com essa confusão toda ele tem que enfrentar vilões tanto na base da pancada, quanto na base legal, pois não escolhe mata-los ( O que seria bem simples pra resolver os problemas ) e sim derrota-los juridicamente, expondo-os e levando-os à julgamento, isso tudo sem ninguém perceber sua dupla identidade, fica fácil até, porque quem desconfiaria que um advogado cego bateria em geral noite à dentro?

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Eu gosto de dizer que a série é um ótimo filme distribuído em 13 episódios, tipo quando a Tv Globinho pega aquele filme nacional e transforma em série, sabem? A história tem um rumo só, tudo interligado e caminha para um mesmo caminho, parece que existem pontas soltas, mas você identifica que tudo gira em torno de um mesmo problema. Adotando esse formato não teria maneira melhor de exibição que o streaming da Netflix, você senta num dia de chuva, faz pipoca e quando menos espera, lá se foi seu dia todo. Eu fiquei preso do primeiro ao último episódio, só não fui direto na maratona porque me obrigaram ir pra faculdade fazer uma prova, pessoas que não entendem de prioridades.

A escolha de atores foi bem sútil, nada de grandes nomes e poucos são totalmente desconhecidos, você lembra deles de uma cena num filme ali, uma participação numa série aqui e por ai vai. Dizer que a escolha de atores foi sútil não significa que o trabalho deles não foram fantásticos, destaque para Charlie Coxx que foi brilhante interpretando um cego não tão cego assim e para Vincent D’Onofrio com Wilson fisk / Rei do Crime, reparem na maestria do Charlie nas cenas que evidenciam seus olhos!

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A série é o ponta pé inicial para um enredo muito maior, já existe uma segunda temporada, mas como optei por não dar spoilers fica difícil falar do enredo e personagens da segunda temporada sem entregar o enredo da primeira. Ligado a série já tem produzido a Marvel Jessica Jones que falarei outro dia  e em produção séries do Luke Cage, Punhos de Ferro e num futuro todos estarão juntos numa série ao estilo vingadores “Os Defensores”. Então não estou indicando apenas uma série e sim um pacotão de séries e personagens fodásticos!

Vão assistir a série? Já assistiram? Comentem ai!

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Rafael Ladwig
Jessica Jones vem por ai!
Rafael Ladwig
fev
29
2016
Textos / Por: Rafael Ladwig ás 13:38

Fala galera, blz?

Esse resenhando devia ser sobre o Aedes Egypt, pois, estou com uma dengue de “matar” e devido minha condição escolhi um tema fácil que eu creio seja de agrado de todos, fácil de expor e aproveitando a comemoração de seus 20 anos: Pokémon.

O nome Pokémon é uma abreviação da marca japonesa Pocket Monsters. O termo Pokémon, além de se referir a própria franquia Pokémon, também se refere à todas espécies de ficção que aparecem na mídia de Pokémon.

Muitos acham que Pokémon resume-se apenas no anime, mas como todo fã deve saber Pokémon é uma franquia que vai muito além do rato amarelo da TV, a franquia conta com o Jogos de video games portáteis da Nintendo (Ponta pé inicial da franquia por volta de 1996), cartas colecionáveis, série de televisão, além de filmes, mangás e brinquedos; vou escrever sobre dois itens da franquia que considero mais populares, o anime e a série de jogos.

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A série de jogos é a primogênita da franquia, estreou por volta de 1995/1996 lançando dois jogos para o Game Boy original (Versões Red e Blue), ambos os jogos foram desenvolvidos pela Game Freak e distribuídos pela Nintendo. Os jogos foram recebidos com enorme aceitação, dando início a franquia de sucesso que Pokémon é hoje. Os jogadores dos jogos são chamados de Treinadores Pokémon e dois dos principais objetivos (na maioria dos jogos Pokémon) para os Treinadores são: completar a Pokédex, capturando todas as espécies Pokémon disponíveis; e treinar seu time de Pokémon para competir contra o time de outros Treinadores e, eventualmente, se tornar o mais forte Treinador: um Mestre Pokémon. O conceito de capturar, treinar e batalhar estão presentes em quase todas as versões da franquia Pokémon, incluindo nos jogos, no anime e na série de mangá, e no jogo de cartas. Na maioria dos jogos de Pokémon, um Treinador que encontra um Pokémon selvagem é capaz de capturá-lo através de um objeto esférico chamado Pokébola. Se o Pokémon não escapar da Pokébola, ele é considerado oficialmente do Treinador. Em seguida, o Pokémon irá obedecer todos os comandos do seu mestre, a menos que o Treinador não tenha muita experiência, a ponto dele preferir agir por conta própria. Os Treinadores podem mandar seus Pokémon para batalhas contra outros Pokémon; se o Pokémon adversário é selvagem, é possível capturá-lo com uma Pokébola, aumentando o seu time de Pokémon. No entanto, os Pokémon já pertencentes a outros Treinadores não podem ser capturados, exceto sob circunstâncias especiais em certos jogos. Se um Pokémon derrota o adversário durante uma batalha, então o oponente é nocauteado (ou seja, “desmaia”). O Pokémon vencedor ganha pontos de experiência e, às vezes, pode subir de nível. Quando um Pokémon sobe de nível, as suas estatísticas de batalha são aumentadas. Os Pokémon também podem aprender novos ataques, que são técnicas usadas nas batalhas. Além disso, muitas espécies de Pokémon possuem a capacidade de evoluir e se transformar em uma espécie mais forte. Todo esse mecanismo de batalhas tem como base uma tabela de vantagens e desvantagens de acordo com o tipo do Pokémon, como exemplo temos o Pikachu, pokémon mais famoso da série, ele é tipo Elétrico e tem enorme vantagem contra pokémons do tipo Água, porém, tem enorme desvantagem contra pokémons do tipo Terra, esse mecanismo influencia em todas as estratégias de batalha ao longo dos jogos.

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Rafael Ladwig
Esse meu jeito de viver...
Rafael Ladwig
jan
27
2016
Textos / Por: Rafael Ladwig ás 22:12

Fala galera, blz?

Faz um bom tempo desde o último resenhando né? Mas estou de volta com mais uma edição e hoje falarei sobre uma série que é adorada por uns e odiada por outros, Sense8.

Não da pra falar de Sense8 sem logo de cara citar que a série foi dirigida, escrita e produzida pelos irmãos Andy e Lana WachowskiJ. Michael Straczynski, não consegue associar o nome ou lembrar de trabalhos  dos mesmos? Bom, os irmãos Wachowski são as grandes estrelas por trás de nada menos que a saga Matrix, Cloud Atlas e O Destino de Júpiter, esses trabalhos são mundialmente conhecidos, adorados pela critica e dão um show visual e mental, uma boa bagagem para o currículo dos irmãos né? Já J. Michael Straczynski é o criador da série Babylon 5 e é muito prestigiado no universo de HQs. Com uma equipe dessas não se pode esperar nada menos que uma produção de primeira linha, com um visual fantástico, enredo elaborado e surpreendente.

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O enredo gira em torno de 8 pessoas que na série são intitulados de “sensates” ( Sense8 trocadilho entre Sensate+Eight) ou no português “sensativos”, pessoas com personalidades, estilos, conhecimentos e atitudes diferentes,

 somado à uma grande diversidade sexual (Sério bem diversificada mesmo) espalhadas ao redor do globo que após a morte de uma mulher misteriosa tem suas vidas, sentimentos, mentes e sensações conectadas. O grupo de sensates é formado por Nomi Marks, uma mulher transexual, lésbica, ativista política e hacker que luta pelos direitos LGBT, vivendo atualmente em San Francisco; Capheus “Van Damme”, um compassivo motorista de van, que vive em Nairóbi no Quênia, ele está tentando desesperadamente ganhar dinheiro para comprar remédios para sua mãe que sofre de AIDS; Sun Bak, economista formada e filha de um poderoso empresário de Seul, além de ser uma lutadora fodástica em ascensão do mundo das lutas noturnas de Seul; Will Gorski, um policial de Chicago com espirito de justiça e assombrado por um assassinato não solucionado que presenciou durante a sua infância; Lito Rodriguez, que mantém o fato de ser homossexual em segredo da sociedade, é de ascendência espanhola e trabalha como ator em filmes e telenovelas na Cidade do México, sendo visto como galã pelas mulheres, porém escondendo seu romance com Hernando;  Wolfgang Bogdanow, um chaveiro de Berlim, que foi criado no crime organizado, hábil arrombador de cofres que tem questões não resolvidas com seu falecido pai e todos que cercavam ele; Riley Blue (ou Gunnarsdóttir), uma DJ islandesa com um passado conturbado que a fez fugir da Islândia para Londres e Kala Dandekar, uma cientista farmacêutica com grande futuro pela frente vivendo em Mumbai, Hindu devota e prometida a se casar com um homem que não ama.

Com essa combinação bem louca o enredo é cheio de cenas de ação e sexo, intercalados com longos diálogos sentimentais dos sensates entre si, esses diálogos sempre evidenciam as dificuldades pessoais de cada personagem e como uma simples tarefa ou decisão pode ser extremamente difícil para algumas pessoas e banais para outras (Pessoas comuns são fantásticas). A série tem uma trilha sonora incrível, com direito a karaokê dos protagonistas. Para dar aquele ar de herói VS vilão, o seriado contam com um grupo dirigido por um sensate “rebelde” que pretende exterminar todos os outro sansates do mundo, chamado de Whispers (Sussuros no português). A troca de habilidades deixam tudo mais inesperados e surpreendente, se você ainda não assistiu, fica aqui minha dica e se você já assistiu, segue abaixo minha opinião sobre o enredo.

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Começam aqui alguns spoilers.

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Rafael Ladwig
Eu odeio a mãe da Nomi haha
Rafael Ladwig
fev
18
2015
Textos / Por: Rafael Ladwig ás 19:49

Fala pessoas, blz?

Eu to bem ausente aqui no blog né? Atrasei o resenhando em quase 1 mês e meus posts foram poucos, é que alguns fatores e acontecimentos coincidiram nesse ultimo mês tipo uma queda de moto, um novo emprego, retorno da faculdade, estava dependendo de buzão  e me atrasaram constantemente e diariamente pra tudo, mas agora já estou motorizado e bem programado pra sobrar sempre tempo aqui pro blog 😀 A Gi tinha tentado me mandar embora, mas eu manjo dos Direitos e entrei com uma ação trabalhista contra ela.

Bom, dessa vez não falarei de séries “visuais”, vou falar de musica, isso mesmo, existe resenha de musicas ou cantores? Bom, não sei, mas eu vou fazer e escolhi a cantora Pitty pra essa semana.

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Nos comentários dos “Resenhando’s” anteriores teve uma galera reclamando que eu só falo de “fracos e oprimidos”, até fiz um do #AHS pra fugir um pouco desse contexto, mas fazer o que se eu tenho certos ideais de esquerda e quase tudo que gosto defende alguns desses ideais? Quem me segue nas redes sociais conhece um pouco do meu jeito de pensar e eu não sei fingir que penso diferente. E é por isso que escolhi a Pitty, porque ela é a encarnação viva da mulher independente e também por que ela canta, toca e compõe pra baralho!

Poxa velho, pensa numa baiana arretada! Se você não e muito fã de pop/rock e afins, é claro que você não vai se identificar de cara com a cantora, mas se você ceder um pouco e estuda-la, tenho certeza que também vai gostar. O que mais gosto nela é a poesia de algumas das musicas que ela compôs, transmitem vários sentimentos e te faz se identificar com alguns momentos de sua vida, de início você pode não entender, mas prestando bem atenção em alguns trechos você vai perceber, que a Pitty é muito mais que uma bela moça com uma bela voz.

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Rafael Ladwig
"Por isso que você não tem namorada amigo" Pitty
Rafael Ladwig
jan
22
2015
Textos / Por: Rafael Ladwig ás 19:43

Fala pessoas, blz?

É o quadro atrasou um dia, problemas problemáticos de uma vida de problemas… Mas assim como a justiça, eu tardo, mas não falho! Como o povo estava reclamando que eu só falei de séries que defendia os fracos e oprimidos, escolhemos um tema bem diferente, segurem ai:

É velho, falarei de American Horror History – Coven, Spoilers apenas depois da opção “Veja post completo”

É a terceira temporada da série, mas as temporadas não tem ligações e cada uma vem com um enredo diferente, então caso você nunca tenha visto e deseje acompanhar a série pode começar por qualquer temporada, eu por exemplo estou acompanhando a quarta e nunca vi a segunda.

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O enredo da terceira temporada é um Coven (Clã de Bruxas) que após os eventos de Salém (300 anos antes da história da serie), fugiram para Nova Orleans (Capital do Voodoo nos EUA)  onde estalaram-se e fundaram uma escola para jovens garotas “excepcionais”, o Coven sempre foi liderado por uma bruxa extremamente poderosa a Suprema, assim que uma nova suprema começa a emergir com seus poderes a atual começa a definhar…

Somando essa deixa de antiga e nova suprema com  o elenco fantástico ( Alguns atores participam de outras temporadas interpretando personagens variados ), uma guerra “fria” entre o Coven e um grupo de praticantes de Voodoo que tem como líder uma personagem lendária por suas práticas, uma ordem de caçadores de bruxas, algumas lendas secundarias, uma louca imortal e racista que ficou anos enterrada e  bruxas adolescentes que exalam irresponsabilidade, inveja, desejo e nenhum controle de pudor, o resultado não poderia ser outro a não ser uma série bizarra e surpreendente, se você não conhece, não sabe o que esta perdendo.

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Rafael Ladwig
Hogwarts parece coisa de maricas perto dessa escola
Rafael Ladwig
jan
14
2015
Textos / Por: Rafael Ladwig ás 1:59

Fala Pessoas, blz? Eu falaria que o estagiário da zueira está na área, mas andei batendo um papo com a patroa e fui “promovido” a colaborador. Estava sofrendo Bullying 🙁

Antes de tudo gostaria de explicar umas coisas, devido aos comentários do ultimo resenhando, eu me esqueci de deixar claro que citaria spoilers, então me desculpem e já fiquem atentos nos próximos (eu sempre citarei). Ah, outra coisa, galera, eu sei o significado do termo resenha, no original o quadro se chamaria “Opinando”, mas “Resenhando” ficou mais poético. rs E o quadro, para quem tá chegando agora, funciona assim: Com ajuda da Gi e de vocês escolho o tema e escrevo o meu ponto de vista a respeito, infelizmente não sou um escritor expert pra fazer um texto imparcial, portanto dou destaque às partes que mais me chama a atenção no tema e de acordo com minha opinião e ponto de vista, infelizmente não conseguirei agradar a todos, combinados?

Bom, Harry Potter é uma puta série! O trabalho de J.K. Rowling é fantástico, sou muito mais fã da série pela autora que pela história em geral, não que eu ache a história ruim, é muito boa por sinal, mas vamos combinar que a autora manda bem pra baralho!

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Por que eu penso assim? A autora trabalhou na série uma coisa que eu gosto muito, que é evoluir de acordo com o público, assim como Avatar, eu comecei a ler os livros com 11 ou 12 anos e a cada lançamento eu estava mais velho e a história vinha com pitadas de maturidade, pouco a pouco é claro. Quando eu fui reler o volume 1, achei a história leve e morna, perfeita para um público infantil e pré-adolescente, já nos últimos livros da série são tratados alguns assuntos mais adultos.

Outra coisa é que a autora não criou apenas uma história, ela criou um mundo, com problemas sociais, preconceitos, doenças, leis e etc. Sei que vários autores conseguiram o mesmo feito, mas eu acho o universo de Harry Potter perfeito, até hoje não tenho certeza se realmente existe ou não bruxos por aí. rsrs

Deve-se considerar também o tempo entre as publicações, existe até rumores que ela seja apenas uma fachada para uma equipe de escritores que escrevem a série. Será?

Harry Potter - Série

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Rafael Ladwig
J.K. Rowling Badass
Rafael Ladwig
jan
07
2015
Textos / Por: Rafael Ladwig ás 1:57

Fala Pessoas, blz? O estagiário da zueira esta na área e com um quadro novo! A Patroa querida do meu coração me deu a oportunidade de fazer aqui no Blog a coisa que mais gosto de fazer: Escrever. \o/

O quadro se chama “Resenhando”, nele eu vou dar minha opinião (Que fique bem claro que é apenas minha opinião) a respeito de séries, desenhos, filmes, fofocas e assuntos polêmicos menos mamilos. Os temas serão indicados por vocês e escolhido pela Patroa, se eu já conhece-los já posto, se eu não conhece-los farei por onde conhecer, eu postarei toda Quarta-Feira, fiquem atentos e é claro eu continuarei com os demais conteúdos. Então… Lá vamos nós:

Começar o quadro Resenhando falando de avatar é uma coisa que me deixa muito feliz, pois, em minha opinião é de longe uma das melhores séries de todos os tempos. Se você acompanhou a série vai gostar muito do texto, isto é claro, se você não for um homofóbico, mente fechada e machista.

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O fato de escolher a série em questão não foi simplesmente por ser uma das minhas favoritas e sim pelo final “polêmico” e a evolução fantástica que a mesma teve. Coloquei entre aspas porque eu pessoalmente não achei nada polêmico, foi um ato corajoso e inovador dos criadores e eu irei explicar desde o inicio.

A série em questão era transmitida por um famoso canal de desenhos animados (Nickelodeon, tratarei por Nick) e teve seu inicio com um enredo muito infantil (Cômico) e com um protagonista masculino, teve grande sucesso e consequentemente o canal resolveu apostar num novo enredo dos mesmos criadores, e foi ai que começou os problemas. Os criadores muito bem evoluídos e livres de preconceitos medievais queriam apostar numa heroína, isso mesmo, uma garota (a reencarnação do protagonista anterior) logo a Nick quis vetar o enredo, alegando que uma protagonista não agradaria o publico infantil masculino pois, garotos gostam de assistir desenhos de garotos.  Os criadores foram persistentes e lutaram até o fim para que a personagem fosse aceita e fosse produzida a série com uma heroína, e felizmente a Nick cedeu. A heroína era uma garota independente, forte e de personalidade marcante, a série perdeu quase que todo seu conteúdo cômico  e tomou um ar mais adulto, o que eu achei fantástico, pois eu era criança quando comecei  a acompanhar a série e adorei vê-la amadurecer comigo. Estes fatores fizeram com que a série fosse mudada do horário matinal para o horário noturno, pois a Nick alegava que ela não era mais uma série para crianças e que por isso sua audiência era baixa. Mas claramente ficava claro que o fato de uma garota, ser evidentemente superior a um garoto ( o protagonista anterior ) não agradava os executivos e até mesmo alguns fãs machistas. A série chegou a ser vetada das transmissões da Nick e passou a ser exibida apenas em seu website, e isso tudo por que uma heroína estava sendo forte, independente e com uma personalidade digamos “masculina”.

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Rafael Ladwig
Gay também e gente meu povo!
Rafael Ladwig
fev
19
2013
Leitura da Noite, Textos / Por: Coruja ás 22:43

 

Opa, e aí corujas?

E não é que a religião dominou as conversas nos últimos dias? Primeiro foi a entrevista do Mala Faia na Marília Gabriela. Depois foi o Papa renunciando. Agora a Paula Fernandes dizendo ser espírita e um monte de gente protestando. Qual será a próxima?

Em uma entrevista no programa do João Dória (que muita gente nem lembra quem é muito menos sabe que ele tem um programa de entrevistas na Band) Paula Fernandes disser ser espírita e acreditar em mediundade, reencarnação, vida após a morte e etc e tal. Isso gerou uma série de protestos vindos das… Testemunhas de Jeová (!) na internet, que se disseram decepcionados com a cantora. Pra quem não sabe, a doutrina das Testemunhas de Jeová condena veementemente o espiritismo & derivados. Os protestos das Testemunhas de Jeová geraram um “contra-protesto”, de gente que talvez nem goste tanto assim da Paula Fernandes, mas aproveitou a situação para criar polêmica na internet.

Vamos lá: a Paula Fernandes tem o direito de seguir a religião que quiser, certo? Se ela quiser ser espírita, católica, evangélica, umbandista, budista, xintoísta, maoísta, beber o chá do Santo Daime, ateia, tanto faz. E como espírita ela tem também todo o direito de usar o conteúdo espirita para compor suas canções se quiser, certo? Assim como vemos a influência cristã por quase todos os lados no Brasil. Há algo que proíbe alguém de se deixar influenciar pela própria religião para criar algo? Não, até onde eu saiba. Se eu me incomodo com conteúdo espírita em músicas simplesmente deixo de ouvir.

E as Testemunhas de Jeová também tem o direito de criticar o espiritismo e até de se negar a ouvir as músicas da Paula Fernandes, se eles quiserem. Assim como eles tem o direito de condenarem o que acharem que devem condenar de acordo com a fé que eles escolheram seguir. A religião deles condena o espiritismo, e quem sou eu para dizer se eles estão errados ou certos? Não sou, nunca fui testemunha de Jeová  nem nunca sequer entrei em um dos “Salões do Reino”. Que direito eu tenho de criticar a religião dos outros? Em mim o espiritismo não incomoda nada, mas em uma testemunha de Jeová sim.

A Paula Fernandes tem o direito de seguir a religião que quiser e as Testemunha de Jeová tem o direito de criticar a religião que quiserem, desde que o direito de um não interfira no direito do outro. Isso se chama democracia e liberdade de expressão. Pipocaram na internet pessoas que só sabem que as testemunhas de Jeová existem porque elas batem na porta da casa do povo todo domingo (no meu bairro é todo sábado e todo domingo), e agora se puseram a criticar uma religião que muita gente nem lembrava que existe. Será tão difícil respeitar a crença dos outros? Pelo amor de Deus. Ou de Jeová, sei lá! rs

Mais amor, por favor! rs

@WesleyTalaveira

Coruja
A propósito: vocês tem um minutinho pra falar sobre o Reino?
Coruja
jan
25
2013
Leitura da Noite, Textos / Por: Coruja ás 21:55

 

Opa, e aí corujas?

Apesar de infelizmente ter virado figurinha carimbada no Facebook por conta de citações quase sempre falsas atribuídas a ela, eu gosto muito da literatura de Clarice Lispector. E diferente da maioria dos fãs da internet, eu já li os livros dela. Um dos meus preferidos é “Uma Aprendizagem ou o Livro dos Prazeres”, onde ela fala, entre várias coisas,  que “se deve viver apesar de”. Ou seja, mesmo com tanta coisa negativa, sempre há coisas boas a se enxergar. E é essa a sensação que tenho quando penso sobre a vida em São Paulo, que hoje completa 459 anos.

Sim, SP tem problemas. Vários. A superlotação das periferias, o abandono do centro, a concentração de emprego e renda em regiões específicas da cidade, intolerância,  trânsito na Marginal, insegurança, saúde ruim e um prefeito que em 25 dias de mandato já mostrou que não sabia o tamanho da responsabilidade que ia assumir quando decidiu se candidatar.

Mas “apesar de”, eu gosto de viver em SP. Aliás, eu amo minha cidade. Que me perdoem os leitores de outras cidades, mas nenhuma cidade nesse país é tão plural como SP. Aqui se vê nordestino trabalhando como sushiman em bairro com forte concentração italiana. Aqui tem gente do mundo todo. E do Brasil todo. E essas pessoas vem para cá e trazem sua cultura, e tornam SP uma cidade de mil faces.

Sem falar nas opções de lazer e cultura que a cidade oferece. Tem museu de tudo, tem exposição de tudo, tem show de tudo que é estilo musical. Forró? Tem. Sertanejo? Tem.  Heavy Metal? Tem. Funk? Infelizmente, tem… Enfim, tem evento pra todos os gostos. E bolsos, inclusive pra quem está com o bolso totalmente vazio. Tem cinema pra todo canto, com filme de qualquer lugar do mundo, desde os sucessos de bilheteria como filmes iranianos que quase ninguém nem sabe que existe.

Enfim, SP tem de tudo que você procurar. E tudo mesmo. Eu gosto muito de viver aqui. Como toda grande metrópole no mundo tem seu lado bom e seu lado ruim. O lado bom a gente curte, o lado ruim a gente cobra das autoridades a solução.

Beleza, véi?

@WesleyTalaveira

Coruja
Na medida do impossível tá dando pra se viver na cidade de São Paulo.
Coruja
out
15
2012
Leitura da Noite, Textos / Por: Coruja ás 21:09

Opa, e aí, corujas?

Me lembro do professor Heitor. Aliás, não só professor. Professor Doutor Heitor Coradini, Doutor em Letras pela USP que rejeitou vários convites da própria USP para lecionar letras lá porque preferiu continuar nas escolas públicas de SP, isso numa época em que os professores mal tinham giz para escrever. Lembro também da professora Ana Paula Machado, que na verdade era apenas uma professora eventual que substituía os professores ausentes, mas fazia a alegria dos marmanjos da escola. Morena, alta, cabelos pretos lisos e compridos. Ela era linda, muito linda! E por que não dizer da professora de história Cleonice Caniatto, uma senhora de uns 55 anos que vivia a criticar o capitalismo e defender o socialismo como a verdadeira “forma de revolução do proletariado sobre o sistema patronal”?

É, eu tive professores muito bons na vida. Esses que eu citei foram apenas os do Ensino Médio, mas tive professores bons na faculdade (como a professora Magali Carrijo, professor Sylvestre e outros), curso de música, curso de teologia, informática, inglês, alemão, espanhol e uma pá de coisas que já estudei na vida. Em todas essas aulas a figura do professor foi importante. Nem sempre fui o melhor aluno, mas isso é outro assunto… Mas digo que existe sim uma fórmula mágica para o sucesso pessoal: observar e aprender com seus professores!

Parabéns, professores!

@wesleytalaveira

Coruja
Dizia eu que a aritimética...
Coruja
out
05
2012
Leitura da Noite, Textos / Por: Coruja ás 10:08

Opa, e aí, corujas?

Domingo é dia de eleição. Aliás, boa sorte pra quem, assim como eu, vai trabalhar como mesário por livre e forçada vontade! rs Mas até hoje continuam pipocando na internet as famosas correntes, agora via Facebook, falando sobre o voto branco ou nulo. Vamos esclarecer algumas coisas?

1 – Voto branco ou nulo tem algum efeito na eleição? Não. Pra eleger alguém só são contados os votos válidos, ou seja, os votos direcionados a alguém. Quem digita a tecla “branco” ou digita um número qualquer faz um “voto inválido”, ou seja, não serve de nada.

2 – Qual a diferença entre voto branco e nulo? Só que o voto branco é feito com a tecla “branco” e o nulo com algum número que não seja de nenhum candidato.

3 – Se mais de 50% dos eleitores votarem nulo ou branco a eleição é cancelada? Não. Uma eleição só é decidida com os votos direcionados a alguém, os “votos válidos”, ou seja, a quantidade de votos nulos e brancos não interfere em nada numa eleição.

4 – Qual a diferença entre voto nulo e voto anulado? Nulo é o voto direcionado a ninguém. Voto anulado é o voto dado a um candidato que, depois de eleito, foi considerado inelegível. Se esse candidato tiver recebido sozinho mais de 50% dos votos, aí é necessário convocar uma nova eleição – aí está a confusão que muita gente faz com o voto nulo.

5 – Voto em branco vai para o candidato que esta ganhando? Não! Voto branco não é contabilizado no resultado da eleição.

6 – Os mais espertos vão perguntar: mas Wesley, e o artigo 224 do Código Eleitoral que diz que “se a nulidade atingir mais da metade dos votos (…) o tribunal marcará dia para nova eleição”, como fica? Antes precisamos definir o que é “nulidade do voto”. Nulidade é o voto feito de forma inválida ou com fraude: fora do horário de votação, voto feito por outra pessoa que não o eleitor, e etc. Os artigos anteriores do mesmo Código Eleitoral (221 e 222) explicam o que é “nulidade” do voto. Bem diferente de voto nulo.

Pronto? Agora é só escolher direitinho seu candidato. Procure, sempre tem gente legal pra votar. É difícil, mas tem!

Bai @wesleytalaveira

Sim, me inspirei nessa reportagem d’O Globo.

Coruja
Espalhe por aí. Mas cite a fonte por favor! rs
Coruja
set
16
2012
Leitura da Noite, Textos / Por: Coruja ás 23:57

E aí corujas!

 Alguém resolveu fazer uma pesquisa entre as mulheres num site de traição (é, é isso mesmo!) sobre as eleições de SP. A pergunta era: com qual candidato à prefeitura de SP você teria um caso? O resultado foi surpreendente: em primeiro lugar vem o Adade (eu sei que não escreve assim, não enche!) e em segundo vem o… Eymael!

É, quem diria que o “democrata cristão”, o mesmo que se vangloria o tempo todo de ter incluído na Constituição Brasileira o artigo que protege a família é o segundo que mais atiça o tesão das mulheres casadas em SP com 23%, 4 a menos que o Adade. O Russomano Macedo só aparece em 4° lugar e o Serra em 6°.

Tá podendo, hein Ey-Ey-Eymael? “Um democrata pegador”!

@wesleytalaveira

 

Coruja
Quem tá num site de traição procurando por um caso aceita qualquer coisa. Até o Eymael!
Coruja
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