POR: Gislaine Lima ÀS 02:05

Você já parou alguma vez na vida para tentar entender esta música tão complexa? Zé Ramalho consegue ser um dos poucos cantores que compõe músicas com alto repertório (de difícil entendimento) e mesmo assim agrada o gosto popular. Consegue transmitir sentimentos.

Hoje no carro ouvindo Chão de Giz, decidi prestar atenção na letra e bateu a curiosidade de conhecer a verdadeira história da música. De entendê-la! Descobri e achei bacana compartilhar com vocês. Vale a pena a leitura!

Explicação dada, em tese, pelo próprio compositor, O GRANDE POETA ZÉ RAMALHO, sobre Chão de Giz:

Ainda jovem, o compositor teve um caso duradouro com uma mulher bem mais velha que ele, casada com uma pessoa bem influente da sociedade de João Pessoa, na Paraíba, onde ele morava. Ambos se conheceram no carnaval. Zé Ramalho ficou perdidamente apaixonado por esta mulher, que jamais abandonaria um casamento para ficar com um “garoto pé -rapado”. Ela apenas “usava-o”. Assim, o caso que tomava proporções enormes foi terminado. Zé Ramalho ficou arrasado por meses, mudou de casa, pois morava perto da mulher e, nesse meio tempo, compôs Chão de giz.

Sabendo deste pequeno resumo da história, fica mais fácil interpretar cada verso da canção. Vamos lá!

“Eu desço desta solidão e espalho coisas sobre um chão de giz”

Um dos seus hábitos, no sofrimento, era espalhar pelo chão todas as coisas que lembravam o caso dos dois. O chão de giz indica como o relacionamento era fugaz.

“Há meros devaneios tolos, a me torturar”

Devaneios e lembranças da mulher que não o amou. O tinha como amante, apenas para realizar suas fantasias. Quando e como queria.

Fotografias recortadas de jornais de folhas amiúdes”

Outro hábito de Zé Ramalho era recortar e admirar TODAS as fotos dela que saiam nos jornais – lembrem-se, ela era da alta sociedade, sempre estava nas colunas sociais.

“Eu vou te jogar num pano de guardar confetes”

Pano de guardar confetes são balaios ou sacos típicos das costureiras do Nordeste, nos quais elas jogam restos de pano, papel, etc. Aqui, Zé diz que vai jogar as fotos dela nesse tipo de saco e, assim, esquecê-la de vez.

“Disparo balas de canhão, é inútil, pois existe um grão-vizir”

Ele tenta ficar com ela de todas as formas, mas é inútil, pois ela é casada com um homem muito rico.

“Há tantas violetas velhas sem um colibri”

Aqui ele utiliza de uma metáfora. Há tantas violetas velhas (Como ela, bela, mas velha) sem um colibri (um jovem que a admire), dessa forma ele tenta novamente convencê-la apelando para a sorte – mesmo sendo velha (violeta velha), ela pode, se quiser, ter um colibri (jovem).

“Queria usar, quem sabe, uma camisa de força ou de vênus”

Este verso mostra a dualidade do sentimento de Zé Ramalho. Ao mesmo tempo que quer usar uma camisa de força para se afastar dela, ele também quer usar uma camisa de vênus para transar com ela.

“Mas não vou gozar de nós apenas um cigarro”

Novamente ele invoca a fugacidade do amor dela por ele, que o queria apenas para “gozar o tempo de um cigarro”. Percebe-se o tempo todo que ele sente por ela um profundo amor e tesão, enquanto é correspondido apenas com o tesão, com o gozo que dura o tempo de se fumar um cigarro.

“Nem vou lhe beijar, gastando assim o meu batom”

Para quê beijá-la, se ela quer apenas o sexo?

“Agora pego um caminhão, na lona vou a nocaute outra vez…”

Novamente ele resolve ir embora, após constatar que é impossível tentar algo sério com ela. Entretanto, apaixonado como está, vai novamente à lona – expressão que significa ir a nocaute no boxe, mas também significa a lona do caminhão, com o qual ele foi embora – ele teve que sair de casa para se livrar desse amor doentio.

“Pra sempre fui acorrentado no seu calcanhar”

Amor inesquecível, que acorrenta. Ela pisava nele e ele cada vez mais apaixonado. Tinha esperanças de um dia ser correspondido.

“Meus vinte anos de ‘boy’ – that’s over, baby! Freud explica”

Ele era bem mais novo que ela. Ele era um boy, ela era uma dama da sociedade. Freud explica um amor desse (Complexo de Édipo, talvez?).

“Não vou me sujar fumando apenas um cigarro”

Depois de muito sofrimento e consciente que ela nunca largaria o marido/status para ficar com ele, ele decide esquecê-la. Essa parte ele diz que não vai se sujar transando mais uma vez com ela, pois agora tem consciência de que nunca passará disso.

“Quanto ao pano dos confetes, já passou meu carnaval”

Eles se conheceram em um carnaval. Voltando a falar das fotos dela, que iria jogar em um pano de guardar confetes, ele consolida o fim, dizendo que já passou seu carnaval (fantasia), passou o momento.

“E isso explica porque o sexo é assunto popular”

Aqui ele faz um arremate do que parece ter sido apenas o que restou do amor dele por ela (ou dela por ele): sexo. Por isso o sexo é tão popular, pois apenas ele é valorizado. Ela só queria sexo e nada mais.

“No mais, estou indo embora”

Assim encerra-se a canção. É a despedida de Zé Ramalho, mostrando que a fuga é o melhor caminho e uma decisão madura. Ele muda de cidade e nunca mais a vê. Sofreu por meses, enquanto compôs a música.

zc3a9

COMENTÁRIO(S)
POR: Coruja ÀS 00:05

plantao_coruja-copia1

Na sede da juventude ou na solidão da vida adulta, a punheta acompanha o homem ativo até o fim de seus dias. Essa arte milenar já foi alvo de tabu, mas hoje com a proliferação de sites de sacanagens, vem sendo batida por crianças e adultos sem traumas ou preconceitos. No quadro de hoje, manteremos o caráter didático do assunto, exemplificando as duvidas mais comuns dos praticantes da boa e relaxante punheta. Mãos à porra obra!

.

História

A punheta surgiu num belo dia que um narcisista qualquer, que amava sua mão, resolveu trepar com ela, dando início a esse tipo de prática, que mudou seu estilo desde então, quando a punheta deixou de ser praticada por narcisistas, para se tornar pratica de todos, desde os mais novos, que pensam naquela menininha seca da classe deles, aos mais velhos, que pensam naquela tesuda do clube da terceira idade.

A religião da punheta é o Punhetismo, os praticantes dela são os punheteiros. Mas a origem da Punheta no Ocidente, assim como toda marmota que se faz na atualidade, remonta aos gregos, aqueles pederastas! A “punhesis” (como eles a chamavam) se diferenciava da “poiesis” (criação, poesia), por ser um ato em que se PUNHA algo pra fora. É nesse sentido arcaico que se deve entender a “punheta intelectual”: falar, falar, sem dizer porra nenhuma! É preciso esclarecer, no entanto, que entre os gregos a “punhesis” era coletiva. Querendo preservar suas bundinhas brancas, os gregos se reuniam todos os dias, e cada um estimulava o coleguinha do lado direito. Há uma lenda que diz que o excesso faz criar pentelhos nas palmas da mãos e um carocinho na sobrancelha esquerda. Foi verificar, né punheteiro? Mas mesmo assim, é falso! Portanto, pode bater à vontade.

Um caso raríssimo ocorrido no Nepal (pega no meu pau) fez com que a mão de um jovem nerd virgem de 40 anos se transformasse em um órgão sexual feminino (uma buceta, ops, não pode falar buceta né? É mais polêmico que mamilos. Foi mal). Os médicos disseram (rindo do virgem de 40 anos) que de tanto ele foder a própria mão, seu DNA (o dele, não o seu…) entendeu que aquela parte do corpo só podia ser uma vagina, uma vez que só tinha a função de alisar e masturbar o próprio pênis. Esse nerd percebeu o que tinha ocorrido enquanto jogava uma partida de Tíbia, sua mão direita menstruou no mouse. Gurus, macumbeiros e outros desocupados locais acreditam que esse caso trata-se de uma maldição, que teria sido lançada contra um antepassado do nerd por Dercy Gonssauros, no dia da inauguração internacional da punheta cara. Os médicos discordam e (rindo) dizem que isso é falta de mulher mesmo. Existe um caso em que um cara estava batendo sua 1000ª punheta consecutiva quando seu pau e sua mão explodiram! Esse homem tinha perdido sua casa, família, emprego, carro, e ele tentou se suicidar! Conhecida como: Punhesis Exploditisians.

O caso ocorrido no Nepal, foi um caso tão extraordinário, que criaram até um filme sobre o caso, o chamado “O Virgem de 40 anos”, que foi protagonizado na pele de Steve Carell, que é um Americano meio gordinho como todos os outros americanos que vai no McDonald’s e bate a tal punheta mais que todos, o que fez ele ser o melhor ator para o papel do Nerd…

Pesquisas comprovam que 90,9% dos brasileiros casados praticam, 99,999% dos adolescentes também, 100% dos nerds idem. É raramente praticada por qualquer um que seja um Ricaço Fuderengo, uma vez que, sempre que há uma celebridade gostosa (ou qualquer mulher disponível – e de graça) por perto, a punheta é deixada de lado. Trocentos anos atrás, em Portugal, nos bares era obrigado ter banheiros só para solteiros ou viúvos e na porta do banheiro tinha a frase: Processo Unilateral de Normalização Hormonal por Estimulação Temporária Autoinduzida = sigla P.U.N.H.E.T.A.- daí a origem da palavra punheta.

Vivendo e aprendendo né? Assim a gente vai se “aculturando”. eu falo muito palavrão mesmo, mas com conhecimento e com cultura… Cara… Isso é coisa de louco, ficar xingando muito na internet por causa de palavrões. É sério! Relaxa e goza que a punheta é saborosa. Mas tem que ser com ritmo e acredite, é muito gostoso. Só de pensar que o gozo vai sair a qualquer instante… (…)

.

Punheta mata?

Mata. São raros os casos, mas em 1986 foi registada uma morte em decorrência da punheta. O americano Anthony J. Thompson, então com 22 anos, batia sua 36ª punheta consecutiva, quando seu saco explodiu, amputando sua mão e o mantendo em estado de me coma por 20 dias. Seu falecimento ocorreu a seguir. São casos raríssimos, mas estão registrados nos anais medicinais. Ou pergunte para sua avó sobre o que seu avô realmente faleceu.

.

Doenças ligadas à prática

1. Síndrome da Punheta Automática (SPA) – Acontece quando o sujeito leva uma boceta (aff) pra foder e, quando a garota tira a roupa, o doente, ao invés de meter, bate uma. Procure orientação médica. Bater um bronha violenta no banho e pisar no chão frio provoca gonorreia. Tetrex resolve.

2. PPP, ou Prozac Para Punheteiro – caso exagerado em que aquela leve sensação de culpa pós punheta atinge níveis drásticos, com o sujeito chegando ao cúmulo de amputar o próprio pênis (o presidente Luís Inácio de Lula sofreu com uma versão mais leve desse mal, que o levou a serrar o dedo mindinho para dificultar o ato)

3. Punheta Consecutiva Excessiva (PCE) – Quando não se sente prazer após gozar, e continua-se batendo até desmaiar. No Acre, um cara de 25 anos foi para o pronto socorro apos 56 punhetas consecutivas, desmaiou e ficou dois dias internado com o braço inchado. A única coisa que se sabe sobre seu nome: Anônimo.

4. Depressão Pós-Punheta (DPP) – Você está no auge da punheta, sentindo todas as partes do corpo e aquele calor animal mesmo no inverno e então você goza. Um segundo depois você se vê todo melado, segurando um pau mole e triste por ter acabado mais uma vez fazendo todo o trabalho sozinho.

5. Modificações Físicas de Punheta (MFP) – Existem várias versões, entre delas as seguintes: pelos púbicos nas mãos, sobrancelha com inchaço, e em casos mais raros a possiblidade de a mão utilizada para a punheta tornar-se um orgão sexual feminino. Porque isso acontece eu já expliquei la em cima…. o ADN (DNA) pensa que aquela parte do corpo apenas pode ser uma vagina, pois apenas tem a função de dar prazer ao pénis.

6. (EHP)Esfoleose por Hiperpunhetose- O sujeto bate tanta bronha que o pau fica esfolado chegando a carne viva. Em casos graves é necessário acorrentar as mãos do paciente às costas.

7. HIV ( Aids ) – Existem várias versões desta doença, mas a pior é a que você pega quando acessa o facebook, neste caso a punheta pode ser fatal, pois e transmitida atraves da internet, e pode ser passada pelo ar (em alguns casos), por isso pense bem antes de ver fotos da sua vizinha magrela. AVISO: Para evitar este contagio, bata punheta usando camisinha.

8. (OSP)Overdose Sulfúrida de Punheta – Causada por Assumilys genitalis. O usuario se masturba tanto que acaba tendo uma overdose, capaz de fazer o pênis sangrar de tão duro e vermelho que ficou após tantas punhetas,o usuario chega até em gozar sangue. A unica solução para esse caso é amputar os braços para acabar com a masturbação (em casos mais graves, as pernas também, pois o usuário pode se masturbar com os pés)

9. (ACC)Amolecimento do Corpo Carvenoso - Causada por Potorichronos Ell. Uma doença super ultra rara que acontece a cada 100 anos, o usuario tem o seu pênis amolecido para sempre, e nada pode recuperar-lo, a unica solução é decepar-lo e por um de borracha no lugar.

10. (PTS)Punhetaseia – Causado por Pirochonus Ilysimes. Um câncer no pênis que faz ele ficar pequeno e estreito quando duro, quando mole é impossível de se ver, a cura está no Acre, mas você terá que achar um portal dimensional chegar até la.

.

Aviso

- O Ministério da Saúde adverte: Punheta causa tudo isso e muito mais… e quem acessa o blog insoonia é pior ainda…
-  O Ministério da Saúde adverte: Punheta causa esquecimento, diarréia e o resto eu esqueci…

.

Prática

Segure delicadamente o seu pênis, envolvendo-o na palma da mão (devidamente limpa) e apertando firmemente, deixando a glande um pouco acima do nível do polegar e indicador e, com movimentos de vai-e-vem, variando a pressão e o ritmo, obtém-se relativo prazer.

- Vale sentar na mão antes, até que ela fique adormecida… Existem técnicas que utilizam uma luva cirúrgica, para dar a mesma sensação.
- Olhar a calcinha da vizinha também ajuda muito.
- Uma revistinha de sacanagem ajuda… Filminhos baixados da Internet também.

Atenção: Ser pego praticando é altamente constrangedor! Nunca deixe uma porta entre-aberta ou mesmo destrancada se for realizar o ato! E cuidado:  Punheta vicia.

Já dizia Che Guevara, grande punheteiro revolucionário: “Hay que endurecer, pero sin perder la ternura jamás”.


COMENTÁRIO(S)
POR: Coruja ÀS 05:05

Todos sabemos como vai terminar: o príncipe beija a princesas, e todos vivem felizes para sempre. Mas será que foi sempre assim?

A verdade é que a maioria dos contos de fadas que nós conhecemos hoje, em sua origem, tinham finais muito mais extremos, e envolviam temas mais pesados, como canibalismo, homicídio e tortura. Com o tempo (e, geralmente, com a Disney) eles foram abrandados para versões mais politicamente corretas, adequadas para as crianças hoje.

Para entender os motivos dessas origens macabras, precisamos considerar o contexto em que a maioria dos nossos contos de fadas surgiram. Esses eram contos populares entre populações de pequenos vilarejos medievais onde hoje estão Alemanha e França. Nessas ocasiões, as histórias serviam tanto para educar as crianças – daí a “moral” incluída em cada história – quanto para distrair e entreter os adultos.

Os contos de fadas começaram a ser visto como “infantis” a partir dos Irmãos Grimm, que colecionaram vários contos alemães sob o nome de Contos de fadas para crianças. Mesmo assim, mantiveram a maioria dos detalhes sórdidos. Por que? Bom, precisamos lembrar que as crianças daquele tempo viviam em um mundo em que estavam muito mais expostas, convivendo mais diariamente e de forma direta com violência e morte. Ser devorado por um lobo, por exemplo, era um risco real.

Conheça então as 5 piores versões originais de contos de fadas. E, se você conhecer mais alguma origem bizarra, não deixe de nos contar nos comentários!

 

5. A Gata Borralheira, ou Cinderella

Na história que conhecemos, a nobre e bondosa Cinderella é obrigada a realizar os serviços domésticos dia e noite por sua madrasta má. Graças à fada madrinha, ela vai ao baile real, conhece o príncipe, mas precisa ir embora antes da meia-noite. Quando foge às pressas, derruba um sapatinho de cristal, que o príncipe usa para encontrá-la. E todos vivem felizes para sempre.

O interessante é que Cinderella é uma das histórias com mais versões mundo afora, incluindo uma Cinderella chinesa de 850 d.C. (que tem um enorme peixe dourado como fada-madrinha), chamada Yeh-Hsien. Aliás, a versão mais antiga – a história de Rhodopis, praticamente idêntica à Cinderella moderna – foi escrita no século I a. C., por Stabo.

A versão mais próxima da que conhecemos é de Charles Perrault, que incluiu a carruagem de abóbora e os sapatinhos de cristal. Nas versões mais antigas da história, Cinderella não é tão boazinha assim. Na realidade, ela assassinava a sua primeira madrasta para que seu pai pudesse se casar com a empregada – que depois, viria a se tornar a “madrasta má”.

Além disso, a história é mais violenta. Quando o príncipe chegava na casa de Cinderella para calçar o sapatinho nos moças, as irmãs malvadas mutilavam os próprios pés, cortando os dedos e os calcanhares, para tentar enganá-lo. Diante da falsidade delas, passarinhos entravam pela janela e bicavam seus olhos, até elas ficarem cegas. Credo!

4. Cachinhos Dourados

A história da menina intrometida, que entra na casa dos três ursos para comer o seu mingau, sentar em suas cadeiras e dormir em suas camas não é especialmente popular no Brasil. Ainda assim, Cachinhos Dourados é um clássico.

Como a história termina mesmo? Ah, sim: a garota acorda e depara-se com três ursos, muito bravos (com toda razão), e pula uma janela, fugindo pela floresta.

Mas esse final (que, convenhamos, tem um jeitinho de improvisado mesmo) não é o original.
Esse é um conto de fadas mais “novinho” – a sua versão original data de 1837. Nela, existem duas variações para o final. Em uma, os ursos destroçam e devoram Cachinhos Dourados. Na outra, Cachinhos Dourados – que, na realidade, seria uma velhinha (?) – salta da janela e quebra o pescoço.

Posteriormente, surgiu uma terceira versão em que Cachinhos Dourados vai presa, por invasão de domicílio. Justo.

3. Branca de Neve

Um dos mais populares contos de fadas de todos os tempos. Branca de Neve conta a história da linda princesa, com a pele mais branca que a neve, que sofre com a inveja de sua madrasta má. Obrigada a exilar-se na floresta, na casa de sete pequenos anões, a princesa é enganada pela madrasta/bruxa a comer uma maçã envenenada. Os anões a colocam em um caixão de cristal e um belo príncipe, de passagem pela floresta, a vê e resolve beijá-la. Voilà! O feitiço da bruxa má é quebrado e Branca de Neve vai casar-se com o príncipe e viver feliz para sempre.

O primeiro fato interessante sobre esse conto é de que ele possivelmente foi inspirado em fatos reais. No século XVI, viveu uma princesa chamada Margarete von Waldeck, conhecida por sua beleza. Ela cresceu na região de Waldeck – onde as crianças pequenas, que trabalhavam nas minas, eram conhecidas como “anões” – e era detestada por sua madrasta. Felipe II, da Espanha, decidiu casar-se com a bela jovem, mas antes que isso fosse possível ela morreu envenenada. Muito provavelmente, a história da linda jovem que perdeu a vida cedo demais ganhou força no imaginário popular, sendo depois adaptado pelos irmãos Grimm.

As primeira versões, contudo, estavam longe de serem “fofas”.

Bom, todos devem lembrar que, no filme da Disney, a rainha má pede ao caçador que mate Branca de Neve, e traga como prova do feito o coração da moça. Ok. No original, o coração – e, em muitas variações, os pulmões, rins, e outros órgãos internos – devem ser trazidos para que a rainha coma-os. Eca!

Um dos momentos mais românticos da história que conhecemos é quando o príncipe acorda Branca de Neve com um beijo de amor verdadeiro. Mas, originalmente, ele coloca a moça desfalecida em seu cavalo, para levá-la ao castelo – e ela acorda com o trotar do animal. O que o príncipe gostaria de fazer com o cadáver de uma bela moça dispensa comentários.

E um último detalhe que não podemos ignorar é o destino da vilã. Na versão original, ela é submetida a um tratamento digno de um dos filmes de Jogos Mortais: fazem ela dançar até a morte, calçando sapatos de ferro em brasa.

2. Chapeuzinho Vermelho

O clássico conto da meninha que encontra com um Lobo Malvado no caminho para a casa de sua avó. O lobo engana a menina e chega antes na casa da vovózinha, devorando-a inteira (ou, em versões ainda mais politicamente corretas, trancando e velhinha no armário). Quando a Chapeuzinho Vermelho finalmente chega, ela encontra o Lobo disfarçado de vovó, rola o famoso diálogo “Que olhos grandes você tem”, e parece que tudo está perdido… Até que chega um Caçador, Lenhador ou similar, e acaba com o Lobo, salvando o dia!

Esse foi um conto muito difundido nos tempos medievais e, consequentemente, tem uma infinidade de versões – a maioria delas, muito mais cruéis que a que conhecemos.

Como você deve ter imaginado, o Lenhador foi uma invenção posterior, para abrandar a história. E, como tal, em quase todas as versões Chapeuzinho e Vovózinha se dão mal no final.

Na versão (já “censurada”) de Charles Perrault, Chapeuzinho Vermelho – uma moça bem criada – pede instruções para o Lobo Mau para chegar à casa da Vovó. Ele ensina o caminho errado, segue a moça e a devora. Moral da história? Não fale com estranhos.

Mas, em versões ainda mais antigas, o Lobo Mau chega antes na casa da Vovó, a mata e prepara a sua carne, para depois convidar a Chapeuzinho para um delicioso jantar (Eca, eca, eca!). E, claro, depois dessa nutritiva refeição ele também devora a moça.

Há ainda versões mais calientes da história, nas quais Chapeuzinho faz um strip-tease para o Lobo, e foge enquanto ele está “distraído” (?).

1. A Bela Adormecida

Essa história é provavelmente a que tem a versão original mais bizarra. Na história que conhecemos, a Bela Adormecida é vítima de uma maldição, e, após furar o dedo em uma roca de fiar, adormece. Quando recebe o beijo de amor verdadeiro de seu príncipe encantado, acorda, e os dois vivem felizes para sempre.

Na versão original, contudo, a moça não é vítima de uma maldição, mas de uma profecia. Aos quinze anos, ela prende um espinho venenoso sob a unha do dedo, e adormece.

Eis que surge um rei, que vê a jovem desfalecida e resolve aproveitar-se dela. Isso mesmo que você está imaginando. Tanto que, nove meses depois, a ainda-adormecida princesa dá a luz a gêmeos. As crianças, buscando o leite materno, chupam um de seus dedos, retirando o espinho – e Bela Adormecida acorda (violada e mãe de duas crianças, que ela sequer sabe de onde surgiram).

Como se não bastasse tudo isso, o rei manda buscar a moça e as crianças, convenientemente esquecendo de avisar que ele é casado. Resultado: a esposa do rei tenta matar Bela Adormecida e as crianças, mas é impedida e assassinada pelo próprio rei. Assim, a bela princesa fica livre para casar com o seu estuprador, e todos vivem felizes para sempre (!).

COMENTÁRIO(S)
POR: Weslley Talaveira ÀS 21:04

Há uns dias atrás eu estava voltando do trabalho e passei em frente a uma casa onde um grupo de crianças brincava de ciranda – pensei que as crianças nem brincavam mais disso. Não pude deixar de reparar em duas crianças que brincavam e riam juntas: uma menina de uns 4 ou 5 anos, loirinha tipo europeia, cabelo loiro liso e olhos azuis, brincava animada com um menino que parecia ter também uns 5 anos, negro desses bem negros mesmo, cabelo armado, lábio grande. Os dois riam juntos, desfizeram a roda e passaram a correr juntos, brincando.

Quando eu vi a notícia do tal professor que ofendeu uma atendente de bilheteria de cinema em Brasília por ser negra eu lembrei dessa cena e pensei: em que fase da vida aprendemos a ter preconceito? A partir de quando, e com quem aprendemos que a cor da pele é um critério a ser analisado na hora de formar opinião sobre o outro? Lembrei também de uma entrevista da Marina Silva, ex-senadora, filha de mãe negra e pai branco, que disse que cresceu vendo pai e mãe tão unidos e nunca havia ouvido falar em preconceito racial, o que só descobriu existir quando chegou em Rio Branco e no Rio de Janeiro. Na entrevista ela disse que na cidade falavam que os negros eram pessoas inferiores, e ela disse: “mas o que a cor tem a ver?”. Boa pergunta, Marina!

E quando falo em preconceito não falo apenas sobre o tom de pele. Quando se convencionou que existe uma região brasileira melhor que a outra? Ou que um povo melhor que outro? Quando foi que aprendemos a separar as pessoas de acordo com a religião que elas tem, ou até pelo fato de ter ou não ter religião? Quando nos foi ensinado que tatuados, rockeiros, gays, pessoas com piercings, gordos, magrelos, fumantes, deficientes físicos, deficientes mentais são pessoas “inferiores” na sociedade? Aliás, o que é necessariamente uma pessoa “perfeita”? Perfeita na opinião de quem?

Essa mania que o ser humano tem de classificar os outros nada mais é do que um preconceito burro, que nos leva a formar opinião sobre pessoas que nem conhecemos de acordo com aquilo que nós achamos ser o certo. É muito difícil entender que pessoas são diferentes umas das outras, e não é o exterior que vai nos uniformizar ou distinguir?

Esse mundo já anda tão escasso de pessoas legais que quando as encontro não perco tempo analisando cor de pele, sotaque nem nada disso! #ficaadica

COMENTÁRIO(S)
POR: Weslley Talaveira ÀS 22:04

Censura sempre é um tema polêmico. Em certos casos ela é necessária, por mais que seja difícil admitir isso, mas quando falamos em internet a censura fica ainda mais complicada, pois a internet é, por definição, o espaço onde se tem a liberdade para se publicar o que quiser, desde que se assuma a responsabilidade do que se faz. Mas a prática é bem mais complicada. Complicada por um motivo: como definir o que é recomendável a qual faixa etária, ou a qual perfil de usuário?

Como essa definição é bem mais complicada do que pensamos as vezes vemos alguns absurdos em nome da “moral” ou ainda de certas “políticas de privacidade”. Um bom exemplo: a foto acima é do Obelisco do Ibirapuera, localizada em SP, e um dos maiores símbolos da cidade, além de ser um dos poucos ainda em pé que contam a história da cidade (isso até o prefeito resolver demolir e vender o terreno pra alguma empreiteira). Mas, por algum motivo que Mark Zuckerberg deve saber, ela foi censurada no Facebook.

Esse não é um caso exclusivo. O Facebook já censurou outras imagens como a nudez de Simone de Beavouir, Johnn Lennon nu abraçado a Yoko Ono e, entre outros, o cartaz do filme “Slovenian Girl”, divulgado inclusive em toda a Europa (imagem abaixo), mas que segundo o Face violava “o guia de anúncios” do site.

Complicado, né? Entendo que há certas coisas que realmente poderiam incomodar usuários, mas penso que isso está muito mais relacionado ao bom senso do usuário que publica do que a alguma política de privacidade. Para uma empresa que se diz ser uma “rede social” censurar fotos comuns a partir de critérios confusos não é um bom sinal. Não para uma empresa com as ambições que o Facebook tem.

COMENTÁRIO(S)
POR: Weslley Talaveira ÀS 21:04

 

Desculpem o atraso pra falar sobre o fim do Saturday Night Live Brasil, já que o programa, que encerrou no fim do ano passado na Rede TV, teve sua segunda temporada cancelada. Anunciado na época da mudança do Pânico para a Band, a Rede TV dizia apostar todas as fichas e dinheiro (dinheiro esse que nem se sabe se existe, mesmo) para dar ao programa americano uma cara brasileira e fazer dele um sucesso, tal qual no seu país de origem. Mas o que se viu foi totalmente o oposto.
Como o programa seria o substituto e novo concorrente do tal programa de Emilio Surita, a Rede TV optou  por exibir o SNL aos domingos à noite. Mas o dia escolhido esbarrou logo no nome do programa: ‘saturday’ exibido aos domingos? Outro problema foi a decisão de fazer vários esquetes gravados, o que esbarrou novamente no nome do programa: ‘live’, mas gravado? Só faltaram exibir o programa à tarde.

Pra completar o programa estava a anos-luz do original americano. O humorista e inicialmente diretor do programa Rafinha Bastos afugentou convidados, que temiam serem expostos a piadas fortes num programa ao vivo. Além disso, as maioria das esquetes do programa era lamentável. Se por um lado o elenco até era bom, apesar de pequeno para um programa do porte do SNL, por outro o redator parecia usar a cartilha de Ari Toledo para escrever o roteiro do programa. O resultado era bons atores (Renata Gaspar é a melhor!!!) que se esforçavam ao máximo para dar graça a esquetes totalmente bobas. E completando o cenário temos a total falta de profissionalismo da Rede TV, que já parece ser padrão na emissora, o que faz com que tudo que essa emissora produza exiba um amadorismo assustador. Pior que o SBT!Claro, nem tudo no SNL Brasil era ruim! Em meio a esquetes fracas era possível encontrar alguma coisa boa, como o Homem Bomba, a Suzana Bipolar e a maravilhosa interpretação da Renata Gaspar para a Carminha de Avenida Brasil.

Desde o começo o programa dava sinais de que não iria muito longe. Principalmente depois da saída de Rafinha Bastos, o que deixou claro que o programa havia perdido completamente o pouco rumo que tinha no início. A Rede TV já havia cortado os poucos esquetes ao vivo, a banda característica do programa e os convidados, que já eram ruins – por favor, Sônia Abrão no SNL?

É uma pena ver um produto valioso, com um peso televisivo tão grande como o SNL, que já lançou grandes humoristas nos EUA, ser tão mau usado por uma emissora que parece contar os dias para fechar as portas, administrada por uma dupla que nunca deveria ter se aventurado a administrar uma TV. A Rede TV teve ouro nas mãos, mas não soube garimpar. O SNL era um programa bom, com um elenco razoável, mas com a direção errada, na emissora errada.
Tomara que alguma outra emissora tente exibir novamente o SNL, agora com a competência que o programa exige.
Uma das coisas boas feitas pelo SNL Brasil foi o clipe “Vai Rolar no Ministério“. Simplesmente sensacional!  
COMENTÁRIO(S)
POR: Weslley Talaveira ÀS 18:03

E qual a diferença entre fazer sexo e fazer amor?

Outro dia estava lendo num blog uma pesquisa – anônima – que fizeram com homens sobre os motivos que leva um homem a procurar uma garota de programa. Entre os motivos um me chamou a atenção: “Por uma questão de logística: No puteiro, o homem gasta apenas o valor da puta (a maioria dos puteiros tem seus próprios quartos e não há necessidade de ir para outro lugar). Para ele é muito mais barato que a conta do celular após várias ligações para convencer uma garota para sair, a conta do restaurante, a conta do cinema e a conta da gasolina e estacionamento. Lembrando que até aí, existe ainda a chance do homem não conseguir sexo! Sendo que, se ele conseguir, ainda muito provavelmente terá que pagar sozinho a conta do motel. Só nessa história já foi gasto dinheiro suficiente para transar com umas 10 garotas de programa ou até mais”.

Curioso: sai mais barato pagar uma puta do que ter uma namorada? Nada contra o trabalho das garotas de programa – eu realmente não tenho nada contra, desde que ela faça isso porque quer e não porque um aproveitador a obriga a fazer isso – nem contra quem procura uma GP. Mas acho que comparar o “serviço” de uma GP com um namoro é algo meio complicado.  No comentário que eu copiei acima a pessoa diz que é masi barato pagar para transar com um aputa do que convencer uma mulher a sair, pagar jantar, cinema, e enfim o motel, o que nem sempre pode acontecer. Mas nisso depende MUITO do que você quer fazer com essa mulher. Se você convida uma mulher para sair com o objetivo único deseduzi-la para a levar para a cama, realmente o custo vai ser alto. Sai realmente mais barato pagar uma GP que te dê prazer. Agora se você convidou uma mulher para sair porque quer a companhia dela, porque gosta de estar perto dela e quer mostrar isso de uma forma ou de outra, é impossível comparar isso com uma foda num puteiro.

É questão de saber separar as coisas. Se você quer apenas sexo, pague uma GP que faça isso com você. Você economiza o dinheiro que iria gastar com cinema e jantar e o tempo que ia levar seduzindo a garota. Mas se você quer uma companhia feminina aí sim convide a menina para sair.

COMENTÁRIO(S)
POR: Gislaine Lima ÀS 02:03

Tema de Hoje: SIRIRICA (Sistema Individual de Recreação Íntima Roçando o Indicador no Clitóris e Adjacências)

plantao_coruja-copia1

Siririca Propriamente Dita

É a punheta em sua versão feminina. O ato consiste em introduzir/friccionar o dedo/objetos em vários lugares da vulva até se atingir o orgasmo. É praticada por 100% das mulheres solteiras e 100% das mulheres comprometidas e, apesar disso, sua prática é sempre negada até a morte.

(mais…)

COMENTÁRIO(S)
POR: Weslley Talaveira ÀS 19:02

Fiz essa pergunta no Facebook e várias pessoas responderam. Entre elas:

Gisele Almeida (Curitiba-PR): 

Música: Ovelha Negra – Rita Lee: “porque essa música mostra que as vezes precisamos conquistar a liberdade de forma radical, o que nos faz ser vistos como a ovelha negra

Liesel Hoffmann (Berlim – Alemanha): 

Livro: Warum Das Kind In Der Polenta Kocht, (“Porque as crianças são cozidas na polenta”, sem tradução no Brasil),  de Aglaja Veretanyi: “apesar do título meio cruel, o livro trata da liberdade, da inocência infantil e da forma como perdemos isso ao crescer, além de mostrar como a fantasia as vezes é a única forma de escaparmos da dificuldade que tenta nos fazer perder a alegria da vida“.

Mia Sodré (Viamão – RS): 

Livro: A Insistentável Leveza do Ser, de Milan Kundera: “porque eu sinto como se ele tivesse se espelhado em mim para descrever Tereza e a relação dela com Tomas”.

Diego Chalita (São Paulo-SP): 

Música: “Todo Carnaval tem seu fim”, do Los Hermanos: “porque ela mostra que todas as coisas boas da vida sempre acabam, e o que nos faz enfrentar isso é a forma como lidamos com esses finais“.

Sharlane da Costa (Verê – PR): 

Livro: O Segredo, de Rhonda Byrne: “para fazer as pessoas acreditarem mais em si mesmas

Guilherme Wilton (Tabapuã – SP): 

Música: Pensa em Mim – Leandro e Leonardo: “Por que já me identifiquei com essa música várias vezes”

Bruna Soave (São Paulo-SP):

Música: Bittersweet Symphony – The Verve: “porque na letra diz ‘estou aqui do meu jeito, estou aqui do meu modo, mas eu sou um milhão de pessoas diferentes, de um dia pro outro, eu não posso mudar o meu molde’, e isso se encaixa perfeitamente à mim, pois eu sou uma pessoa diferente a cada dia, mas não vou conseguir mudar o meu molde, quem eu sou de verdade”.

Lucas Fernandes (Indaiatuba-SP):

Livro: Confie em Mim, de Harlan Coben: “para cativar as pessoas e no final mostrar que nem tudo é como acreditamos que seja“.

Melissa Ikut Batistoni (Diamantino-MT): 

Música: Breakaway – Kelly Clarkson: “porque sinto que meu lugar nao é onde vivo, sonho alto e pra ser quem eu tenho de ser tenho de me livrar dos erros de do passado, me libertar“.

Michele Jiombra (Araucária-PR): 

Música: The Scientist – Coldplay: “porque eu também gostaria de voltar no tempo para ter de volta algumas pessoas que foram (ou ainda são) especiais em minha vida“.

É isso, povo. Té mais!

Wesley Talaveira 

COMENTÁRIO(S)
POR: Gislaine Lima ÀS 16:02

Era de Leão 10.001 a.C a 8.000 a.C

Era da criação. O Corpo Celeste que regeu esta Era foi o SOL, regente do signo LEÃO.
A idade das rochas mais antigas, está situada em 3,7 bilhões de anos e é também , a idade da Lua e dos meteoritos. As rochas vulcânicas que se espalham pela superfície da Terra têm uma temperatura semelhante à temperatura que reinava no momento de seu advento.
Nossa observação começa no início do resfriamento da Terra e da consolidação da matéria. Período sob influência do signo de Leão, o Sol se encontrava a 0º da Constelação de LEÃO.
Matematicamente falando, esta Era se iniciou em 10.509 a.C , quando a criação da vida teve início, e se estendeu até a 8.000a .C
Na Astrologia, o signo de Leão tem como regente o Sol. Nesta estrela, temos como principal referência a criação. Fonte de luz, clareza e vida.

Na formação da Terra, como sendo habitável para a vida, nossos mais longínquos ancestrais, fracos e desprovidos diante das forças naturais que enfrentavam, rapidamente criaram condições para sobreviver. A criatividade aparece de forma evidente nas invenções rudimentares que o homem a milhares de anos atrás utilizava. Também desenhos, pinturas e utensílios encontrados nas cavernas são fontes de estudo dos arqueólogos contemporâneos.
Nos vestígios encontrados, a Ciência afirma que a evolução foi extremamente lenta do homo sapiens (racionais) ao homem atual , e teria levado milhões de anos. É esta a Teoria Evolucionista de Darwin que defende a “tese” de ser a espécie humana descendente dos macacos que evoluíram. Pela Teoria Criacionista, os 10.000 anos do esfriamento da Terra, geologicamente comprovados pela Ciência, coincidem com o início da criação do homem como espécie humana definida como raça.
A ERA DE LEÃO teve como matéria prima ‘A CRIAÇÃO’, tendo como seu elemento o FOGO, cuja energia dá vida e calor. A conquista buscada se manifestou através do elemento AR, em AQUÁRIO, signo de complementação de Leão, seu signo oposto.
A Astrologia funciona através da polaridade, que é a complementação buscada

(mais…)

COMENTÁRIO(S)