POR: Gislaine Lima ÀS 14:12

Portugal

O prato principal da ceia é o bacalhau, seguido por arroz de polvo. O doce mais tradicional do Natal português é a rabanada. Crianças deixam um sapato num lugar escolhido estrategicamente para que Papai Noel coloque os presentes, que poderão ser abertos somente no dia 25. Na ceia, comem ainda o bolo-rei, um pão de frutas que contém um presente dentro e é a grande diversão das crianças.
Feliz Natal em Portugal: Boas Festas!

Estados Unidos

Epoca/Epoca

O Natal americano é rico em cor e brilho, e as decorações das lojas e Shopping Centers são conhecidas em todo o mundo. Nas casas, a decoração é feita com lâmpadas coloridas, bonecos de neve, velas vermelhas e guirlandas. As crianças penduram meias perto da lareira para esperar a chegada do velhinho barbudo. Na véspera de Natal vizinhos se unem para cantar “Christmas Carols” (canções de Natal), mostrando o espirito de confraternizacao. Os presentes são abertos na manhã do dia 25. O prato típico é peru recheado acompanhado de frutas tropicais.
Feliz Natal nos EUA: Merry Christmas!

Suécia

As festas começam no dia 6 de dezembro, dia de São Nicolau. Nesta data, as crianças escrevem suas cartas com pedidos, que São Nicolau troca por um saquinho de balas ou nozes. Na noite de Natal, a filha mais velha veste-se de branco, com uma grinalda de folhas verdes com sete velas acesas na cabeça, e serve café com bolinhos para todas as pessoas de sua família.
Feliz Natal na Suécia: God Jul!

China

As casas são iluminadas com lanternas de papel, árvores de Natal, correntes e flores também de papel. Como nos EUA, as crianças chinesas também penduram meias à espera de presentes. O bom velhinho é chamado de Dun Lhe dao Ren, que significa ‘’velho Natal’. Mas como a maioria dos chineses não é cristã, a maior festa ainda é o Ano Novo Chinês, comemorado só no final de janeiro. Nessa data as criancas recebem roupas e brinquedos novos e são servidos pratos especiais. Em homenagem aos ancestrais, retratos e pinturas de familiares que já se foram são colocadas na principal peça da casa para serem vistos e lembrados.
Feliz Natal na China: Sheng Tan Kuai Loh (mandarín), Gun Tso Sun Tan’Gung Haw Sun (cantonés)

Itália

Epoca/Epoca

A entrega dos presentes é feita só no dia 6 de janeiro, Dia de Reis, em lembrança a visita dos Reis Magos ao menino Jesus. Em todas as igrejas são montados presépios. Na ceia são servidos peixes e massas. As crianças esperam a visita da Befana (foto), que traz presentes para os bons e castigo para os maus meninos. Segundo a lenda, os Reis Magos pararam durante a ida ate Belém e pediram comida e abrigo a uma velha senhora, que negou ajuda. Eles seguiram a viagem com fome e cansados. A velha senhora arrepende-se, mas os Reis Magos já estavam longe. A lenda conta que A Befana ainda vaga pelo mundo procurando o menino Jesus, sob várias formas: uma rainha, uma fada, uma velha ou uma bruxa.
Feliz Natal na Itália: Buon Natale!

Japão

O Natal não é muito difundido, mas os japoneses abraçaram o ritual de troca de presentes, costume muito apreciado na cultura japonesa. Os japoneses enfeitam as casas, cantam músicas e servem peru. Outro hábito também terminou por encontrar abrigo entre os japonenses: como as bonecas sempre foram muito valorizadas em suas tradições, o presépio encantou os japoneses – especialmente as meninas, que gostam de montar os seus próprios presépios.

França

Epoca/Epoca

Os franceses cultivam a tradição da reconciliação no Natal, em que as pessoas visitam a casa de um inimigo para lhe pedir perdão. A reconciliação é, então, brindada com vinho. Para a ceia, cada região tem o seu prato tradicional: na Acácia, o prato principal é o ganso. Na Burgumdia, o peru com nozes e, para os parisienses, Natal é sinônimo de ostras e faie gras. O doce típico é o buche (foto), feito de marzipã, coberto com chocolate e em forma de tronco de árvore. Nas creches, as crianças representam cenas da vida de Jesus e dos santos.
Feliz Natal na França: Joyeux Noel!

Canadá

Em certas regiões, jovens se fantasiam e vão de porta em porta visitar doentes e idosos. Também tocam instrumentos e cantam nas ruas. Na véspera, fazem uma ceia composta de peixes.
Feliz Natal no Canadá: Merry Christmas!

Equador

Em várias regiões os presépios são feitos com representação indígena. O povo mantém uma tradição religiosa muito acentuada.
Feliz Natal no Equador: Feliz Navidad

Argentina

No interior, as famílias se reúnem e fazem a ceia ao ar livre, nos quintais, ao redor das churrasqueiras.
Feliz Natal na Argentina: Feliz Navidad

Índia

Epoca/Epoca

A árvore de natal indiana não é o pinheiro, mas plantas nativas do país: árvores de manga e bananeiras (foto) são enfeitadas. As casas são decoradas com folhas de mangueira. Lâmpadas de argila acesas com óleo são usadas na decoração natalina.
Feliz Natal na Índia: Shub Naya Baras!

Belém

Na cidade onde Jesus nasceu, o Natal é comemorado com peregrinos e tribos árabes da região, que se ajoelham na cripta da capela dos franciscanos para adorar o berço de Jesus, que é conservado na igreja e montado apenas na noite de 24 para 25 de dezembro. Depois que termina a missa, os franciscanos oferecem uma ceia aos peregrinos: apenas pão preto acompanhado de vinho.

México

Além da troca de presentes, a população realiza procissões para relembrar os difíceis acontecimentos que antecederam o nascimento de Jesus. Como a ida da sagrada família de Nazaré para Belém levou nove dias, as procissões começam nove dias antes do Natal.
Feliz Natal no México: Feliz Navidad

Venezuela

As crianças da capital venezuelana costumam ir à primeira missa, a Missa de Agrinalda, de patins. Em muitos bairros , chega-se a fechar as ruas para os carros até cerca de oito horas da manhã , para liberar a passagem das crianças. O curioso é que na noite anterior à missa, muitas delas amarram um barbante no dedão do pé e colocam a outra extremidade do barbante pendurado para a fora da janela. Assim, os primeiros patinadores que passam para ir para a missa vão dando um puxão nos barbantes para acordar as mais preguiçosas.
Feliz Natal na Venezuela: Feliz Navidad

Polônia

Na ceia não se come carne vermelha, mas sim peixes, acompanhados de vinho branco, sopa de cogumelo, pão, doces de mel e torta de sementes de papoula. Depois que a família senta-se à mesa, somente a dona de casa se levanta para servir as iguarias. À meia noite, os poloneses assistem a missa do galo. No dia 25, a festa começa no café da manhã, quando pode ser servido presunto e carnes a vontade. Este desjejum é a refeição mais festiva do dia. Já os presentes são trocados em seis de dezembro, dia de São Nicolau.
Feliz Natal na Polônia: Boze Narodzenie

 

Fonte: Revista Epoca

COMENTÁRIO(S)
POR: Coruja ÀS 11:06

Em 1969, Tim Maia ainda era um anônimo. Estava procurando um lugar para morar e foi pedir abrigo ao seu amigo Fábio, um cantor paraguaio que estava fazendo sucesso. Fábio dividia com seu empresário, Glauco Timóteo, um apartamento na rua Real Grandeza, em Botafogo, bairro da Zona Sul do Rio de Janeiro. Lá era um entra-e-sai de meninas devido ao sucesso do cantor paraguaio.

O apartamento era de dois quartos, um de Fábio e outro de Glauco. Restou para Tim o velho sofá da sala, chamado de dromedário, no qual ele passou a dormir.

O movimento intenso de mulheres continuava, com Glauco e Fábio aproveitando o sucesso e a juventude.

Já Tim Maia ficava sempre sozinho, vendo todas aquelas garotas entrando nos quartos com Fábio e Glauco. Ouvindo risos, gemidos e gritos, Tim ligava o gravador e cantava com tristeza e raiva, chegando até aos prantos.

Até que Fábio e Glauco viajaram com os músicos para shows em Salvador e Recife, deixando Tim Maia solitário em casa. Logo, ele abandonou o dromedário e passou a ficar na cama de Glauco. Na parede em frente à cama havia um pôster colorido de uma morena, contra o mar azul do Taiti. Tim, se sentindo muito só, pegou no violão e começou a cantar.

Quando Fábio voltou da viagem, Tim Maia ligou o gravador e disse que tinha feito uma música inspirado no pôster. A canção era “Azul da Cor do Mar”.

“Mermão!”, gritou Fábio, que, abraçando Tim, completou: “tu acabou de fazer a música da tua vida!”.
“Azul da Cor do Mar” se transformaria em um dos grandes sucessos de Tim Maia.

A música “Azul da Cor do Mar”:

COMENTÁRIO(S)
POR: Gislaine Lima ÀS 04:06

Não existe apenas uma explicação. A primeira sugere que o motivo tenha sido usar gestos para substituir a fala, de acordo com o especialista em linguagem corporal Paulo Sergio de Camargo. Durante sua expansão, o Império Romano era formado por vários povos, cada um falando línguas e dialetos diferentes. Para que todos se entendessem, as pessoas passaram a usar gestos, e o costume permaneceu através dos séculos.

Outro grupo de especialistas defende que os movimentos com as mãos começaram a ser usados para imitar importantes oradores da Roma antiga. “Roma tinha grandes oradores que se utilizavam de gestos teatrais em suas falas. O povo, então, passou a imitar seus ‘ídolos’”, conta Camargo.

A última hipótese está ligada à extroversão do povo italiano. Segundo Camargo, estudos demonstraram que pessoas mais extrovertidas tendem a usar mais as mãos e o corpo para se comunicar. Gesticular muito seria, portanto, uma característica da personalidade do povo italiano – e de outros latinos, para sermos justos, né?

COMENTÁRIO(S)
POR: Gislaine Lima ÀS 02:05

Você já parou alguma vez na vida para tentar entender esta música tão complexa? Zé Ramalho consegue ser um dos poucos cantores que compõe músicas com alto repertório (de difícil entendimento) e mesmo assim agrada o gosto popular. Consegue transmitir sentimentos.

Hoje no carro ouvindo Chão de Giz, decidi prestar atenção na letra e bateu a curiosidade de conhecer a verdadeira história da música. De entendê-la! Descobri e achei bacana compartilhar com vocês. Vale a pena a leitura!

Explicação dada, em tese, pelo próprio compositor, O GRANDE POETA ZÉ RAMALHO, sobre Chão de Giz:

Ainda jovem, o compositor teve um caso duradouro com uma mulher bem mais velha que ele, casada com uma pessoa bem influente da sociedade de João Pessoa, na Paraíba, onde ele morava. Ambos se conheceram no carnaval. Zé Ramalho ficou perdidamente apaixonado por esta mulher, que jamais abandonaria um casamento para ficar com um “garoto pé -rapado”. Ela apenas “usava-o”. Assim, o caso que tomava proporções enormes foi terminado. Zé Ramalho ficou arrasado por meses, mudou de casa, pois morava perto da mulher e, nesse meio tempo, compôs Chão de giz.

Sabendo deste pequeno resumo da história, fica mais fácil interpretar cada verso da canção. Vamos lá!

“Eu desço desta solidão e espalho coisas sobre um chão de giz”

Um dos seus hábitos, no sofrimento, era espalhar pelo chão todas as coisas que lembravam o caso dos dois. O chão de giz indica como o relacionamento era fugaz.

“Há meros devaneios tolos, a me torturar”

Devaneios e lembranças da mulher que não o amou. O tinha como amante, apenas para realizar suas fantasias. Quando e como queria.

Fotografias recortadas de jornais de folhas amiúdes”

Outro hábito de Zé Ramalho era recortar e admirar TODAS as fotos dela que saiam nos jornais – lembrem-se, ela era da alta sociedade, sempre estava nas colunas sociais.

“Eu vou te jogar num pano de guardar confetes”

Pano de guardar confetes são balaios ou sacos típicos das costureiras do Nordeste, nos quais elas jogam restos de pano, papel, etc. Aqui, Zé diz que vai jogar as fotos dela nesse tipo de saco e, assim, esquecê-la de vez.

“Disparo balas de canhão, é inútil, pois existe um grão-vizir”

Ele tenta ficar com ela de todas as formas, mas é inútil, pois ela é casada com um homem muito rico.

“Há tantas violetas velhas sem um colibri”

Aqui ele utiliza de uma metáfora. Há tantas violetas velhas (Como ela, bela, mas velha) sem um colibri (um jovem que a admire), dessa forma ele tenta novamente convencê-la apelando para a sorte – mesmo sendo velha (violeta velha), ela pode, se quiser, ter um colibri (jovem).

“Queria usar, quem sabe, uma camisa de força ou de vênus”

Este verso mostra a dualidade do sentimento de Zé Ramalho. Ao mesmo tempo que quer usar uma camisa de força para se afastar dela, ele também quer usar uma camisa de vênus para transar com ela.

“Mas não vou gozar de nós apenas um cigarro”

Novamente ele invoca a fugacidade do amor dela por ele, que o queria apenas para “gozar o tempo de um cigarro”. Percebe-se o tempo todo que ele sente por ela um profundo amor e tesão, enquanto é correspondido apenas com o tesão, com o gozo que dura o tempo de se fumar um cigarro.

“Nem vou lhe beijar, gastando assim o meu batom”

Para quê beijá-la, se ela quer apenas o sexo?

“Agora pego um caminhão, na lona vou a nocaute outra vez…”

Novamente ele resolve ir embora, após constatar que é impossível tentar algo sério com ela. Entretanto, apaixonado como está, vai novamente à lona – expressão que significa ir a nocaute no boxe, mas também significa a lona do caminhão, com o qual ele foi embora – ele teve que sair de casa para se livrar desse amor doentio.

“Pra sempre fui acorrentado no seu calcanhar”

Amor inesquecível, que acorrenta. Ela pisava nele e ele cada vez mais apaixonado. Tinha esperanças de um dia ser correspondido.

“Meus vinte anos de ‘boy’ – that’s over, baby! Freud explica”

Ele era bem mais novo que ela. Ele era um boy, ela era uma dama da sociedade. Freud explica um amor desse (Complexo de Édipo, talvez?).

“Não vou me sujar fumando apenas um cigarro”

Depois de muito sofrimento e consciente que ela nunca largaria o marido/status para ficar com ele, ele decide esquecê-la. Essa parte ele diz que não vai se sujar transando mais uma vez com ela, pois agora tem consciência de que nunca passará disso.

“Quanto ao pano dos confetes, já passou meu carnaval”

Eles se conheceram em um carnaval. Voltando a falar das fotos dela, que iria jogar em um pano de guardar confetes, ele consolida o fim, dizendo que já passou seu carnaval (fantasia), passou o momento.

“E isso explica porque o sexo é assunto popular”

Aqui ele faz um arremate do que parece ter sido apenas o que restou do amor dele por ela (ou dela por ele): sexo. Por isso o sexo é tão popular, pois apenas ele é valorizado. Ela só queria sexo e nada mais.

“No mais, estou indo embora”

Assim encerra-se a canção. É a despedida de Zé Ramalho, mostrando que a fuga é o melhor caminho e uma decisão madura. Ele muda de cidade e nunca mais a vê. Sofreu por meses, enquanto compôs a música.

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COMENTÁRIO(S)
POR: Coruja ÀS 21:04

Há uns dias atrás eu estava voltando do trabalho e passei em frente a uma casa onde um grupo de crianças brincava de ciranda – pensei que as crianças nem brincavam mais disso. Não pude deixar de reparar em duas crianças que brincavam e riam juntas: uma menina de uns 4 ou 5 anos, loirinha tipo europeia, cabelo loiro liso e olhos azuis, brincava animada com um menino que parecia ter também uns 5 anos, negro desses bem negros mesmo, cabelo armado, lábio grande. Os dois riam juntos, desfizeram a roda e passaram a correr juntos, brincando.

Quando eu vi a notícia do tal professor que ofendeu uma atendente de bilheteria de cinema em Brasília por ser negra eu lembrei dessa cena e pensei: em que fase da vida aprendemos a ter preconceito? A partir de quando, e com quem aprendemos que a cor da pele é um critério a ser analisado na hora de formar opinião sobre o outro? Lembrei também de uma entrevista da Marina Silva, ex-senadora, filha de mãe negra e pai branco, que disse que cresceu vendo pai e mãe tão unidos e nunca havia ouvido falar em preconceito racial, o que só descobriu existir quando chegou em Rio Branco e no Rio de Janeiro. Na entrevista ela disse que na cidade falavam que os negros eram pessoas inferiores, e ela disse: “mas o que a cor tem a ver?”. Boa pergunta, Marina!

E quando falo em preconceito não falo apenas sobre o tom de pele. Quando se convencionou que existe uma região brasileira melhor que a outra? Ou que um povo melhor que outro? Quando foi que aprendemos a separar as pessoas de acordo com a religião que elas tem, ou até pelo fato de ter ou não ter religião? Quando nos foi ensinado que tatuados, rockeiros, gays, pessoas com piercings, gordos, magrelos, fumantes, deficientes físicos, deficientes mentais são pessoas “inferiores” na sociedade? Aliás, o que é necessariamente uma pessoa “perfeita”? Perfeita na opinião de quem?

Essa mania que o ser humano tem de classificar os outros nada mais é do que um preconceito burro, que nos leva a formar opinião sobre pessoas que nem conhecemos de acordo com aquilo que nós achamos ser o certo. É muito difícil entender que pessoas são diferentes umas das outras, e não é o exterior que vai nos uniformizar ou distinguir?

Esse mundo já anda tão escasso de pessoas legais que quando as encontro não perco tempo analisando cor de pele, sotaque nem nada disso! #ficaadica

COMENTÁRIO(S)
POR: Coruja ÀS 22:04

Censura sempre é um tema polêmico. Em certos casos ela é necessária, por mais que seja difícil admitir isso, mas quando falamos em internet a censura fica ainda mais complicada, pois a internet é, por definição, o espaço onde se tem a liberdade para se publicar o que quiser, desde que se assuma a responsabilidade do que se faz. Mas a prática é bem mais complicada. Complicada por um motivo: como definir o que é recomendável a qual faixa etária, ou a qual perfil de usuário?

Como essa definição é bem mais complicada do que pensamos as vezes vemos alguns absurdos em nome da “moral” ou ainda de certas “políticas de privacidade”. Um bom exemplo: a foto acima é do Obelisco do Ibirapuera, localizada em SP, e um dos maiores símbolos da cidade, além de ser um dos poucos ainda em pé que contam a história da cidade (isso até o prefeito resolver demolir e vender o terreno pra alguma empreiteira). Mas, por algum motivo que Mark Zuckerberg deve saber, ela foi censurada no Facebook.

Esse não é um caso exclusivo. O Facebook já censurou outras imagens como a nudez de Simone de Beavouir, Johnn Lennon nu abraçado a Yoko Ono e, entre outros, o cartaz do filme “Slovenian Girl”, divulgado inclusive em toda a Europa (imagem abaixo), mas que segundo o Face violava “o guia de anúncios” do site.

Complicado, né? Entendo que há certas coisas que realmente poderiam incomodar usuários, mas penso que isso está muito mais relacionado ao bom senso do usuário que publica do que a alguma política de privacidade. Para uma empresa que se diz ser uma “rede social” censurar fotos comuns a partir de critérios confusos não é um bom sinal. Não para uma empresa com as ambições que o Facebook tem.

COMENTÁRIO(S)
POR: Coruja ÀS 21:04

 

Desculpem o atraso pra falar sobre o fim do Saturday Night Live Brasil, já que o programa, que encerrou no fim do ano passado na Rede TV, teve sua segunda temporada cancelada. Anunciado na época da mudança do Pânico para a Band, a Rede TV dizia apostar todas as fichas e dinheiro (dinheiro esse que nem se sabe se existe, mesmo) para dar ao programa americano uma cara brasileira e fazer dele um sucesso, tal qual no seu país de origem. Mas o que se viu foi totalmente o oposto.
Como o programa seria o substituto e novo concorrente do tal programa de Emilio Surita, a Rede TV optou  por exibir o SNL aos domingos à noite. Mas o dia escolhido esbarrou logo no nome do programa: ‘saturday’ exibido aos domingos? Outro problema foi a decisão de fazer vários esquetes gravados, o que esbarrou novamente no nome do programa: ‘live’, mas gravado? Só faltaram exibir o programa à tarde.

Pra completar o programa estava a anos-luz do original americano. O humorista e inicialmente diretor do programa Rafinha Bastos afugentou convidados, que temiam serem expostos a piadas fortes num programa ao vivo. Além disso, as maioria das esquetes do programa era lamentável. Se por um lado o elenco até era bom, apesar de pequeno para um programa do porte do SNL, por outro o redator parecia usar a cartilha de Ari Toledo para escrever o roteiro do programa. O resultado era bons atores (Renata Gaspar é a melhor!!!) que se esforçavam ao máximo para dar graça a esquetes totalmente bobas. E completando o cenário temos a total falta de profissionalismo da Rede TV, que já parece ser padrão na emissora, o que faz com que tudo que essa emissora produza exiba um amadorismo assustador. Pior que o SBT!Claro, nem tudo no SNL Brasil era ruim! Em meio a esquetes fracas era possível encontrar alguma coisa boa, como o Homem Bomba, a Suzana Bipolar e a maravilhosa interpretação da Renata Gaspar para a Carminha de Avenida Brasil.

Desde o começo o programa dava sinais de que não iria muito longe. Principalmente depois da saída de Rafinha Bastos, o que deixou claro que o programa havia perdido completamente o pouco rumo que tinha no início. A Rede TV já havia cortado os poucos esquetes ao vivo, a banda característica do programa e os convidados, que já eram ruins – por favor, Sônia Abrão no SNL?

É uma pena ver um produto valioso, com um peso televisivo tão grande como o SNL, que já lançou grandes humoristas nos EUA, ser tão mau usado por uma emissora que parece contar os dias para fechar as portas, administrada por uma dupla que nunca deveria ter se aventurado a administrar uma TV. A Rede TV teve ouro nas mãos, mas não soube garimpar. O SNL era um programa bom, com um elenco razoável, mas com a direção errada, na emissora errada.
Tomara que alguma outra emissora tente exibir novamente o SNL, agora com a competência que o programa exige.
Uma das coisas boas feitas pelo SNL Brasil foi o clipe “Vai Rolar no Ministério“. Simplesmente sensacional!  
COMENTÁRIO(S)
POR: Coruja ÀS 19:02

Fiz essa pergunta no Facebook e várias pessoas responderam. Entre elas:

Gisele Almeida (Curitiba-PR): 

Música: Ovelha Negra – Rita Lee: “porque essa música mostra que as vezes precisamos conquistar a liberdade de forma radical, o que nos faz ser vistos como a ovelha negra

Liesel Hoffmann (Berlim – Alemanha): 

Livro: Warum Das Kind In Der Polenta Kocht, (“Porque as crianças são cozidas na polenta”, sem tradução no Brasil),  de Aglaja Veretanyi: “apesar do título meio cruel, o livro trata da liberdade, da inocência infantil e da forma como perdemos isso ao crescer, além de mostrar como a fantasia as vezes é a única forma de escaparmos da dificuldade que tenta nos fazer perder a alegria da vida“.

Mia Sodré (Viamão – RS): 

Livro: A Insistentável Leveza do Ser, de Milan Kundera: “porque eu sinto como se ele tivesse se espelhado em mim para descrever Tereza e a relação dela com Tomas”.

Diego Chalita (São Paulo-SP): 

Música: “Todo Carnaval tem seu fim”, do Los Hermanos: “porque ela mostra que todas as coisas boas da vida sempre acabam, e o que nos faz enfrentar isso é a forma como lidamos com esses finais“.

Sharlane da Costa (Verê – PR): 

Livro: O Segredo, de Rhonda Byrne: “para fazer as pessoas acreditarem mais em si mesmas

Guilherme Wilton (Tabapuã – SP): 

Música: Pensa em Mim – Leandro e Leonardo: “Por que já me identifiquei com essa música várias vezes”

Bruna Soave (São Paulo-SP):

Música: Bittersweet Symphony – The Verve: “porque na letra diz ‘estou aqui do meu jeito, estou aqui do meu modo, mas eu sou um milhão de pessoas diferentes, de um dia pro outro, eu não posso mudar o meu molde’, e isso se encaixa perfeitamente à mim, pois eu sou uma pessoa diferente a cada dia, mas não vou conseguir mudar o meu molde, quem eu sou de verdade”.

Lucas Fernandes (Indaiatuba-SP):

Livro: Confie em Mim, de Harlan Coben: “para cativar as pessoas e no final mostrar que nem tudo é como acreditamos que seja“.

Melissa Ikut Batistoni (Diamantino-MT): 

Música: Breakaway – Kelly Clarkson: “porque sinto que meu lugar nao é onde vivo, sonho alto e pra ser quem eu tenho de ser tenho de me livrar dos erros de do passado, me libertar“.

Michele Jiombra (Araucária-PR): 

Música: The Scientist – Coldplay: “porque eu também gostaria de voltar no tempo para ter de volta algumas pessoas que foram (ou ainda são) especiais em minha vida“.

É isso, povo. Té mais!

Wesley Talaveira 

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