Aconteceu Comigo* | Blog Insôônia
INSÔÔNIA.com
O melhor jogo online
abr
20
2017

aconteceu-comigo1

Olá leitores do Insoonia!!

Já me diverti muito lendo as histórias do “Aconteceu Comigo” e adoro todas elas. Não porque são aquelas histórias de auto estima e lições de vida maravilhosas, mas porque mostram que não é só eu que me f*do na vida.

Primeiro um pouco sobre minha pessoa: sou gay assumido, tenho 27 anos, na época estava solteiro a um ano depois de terminar um relacionamento de quatro anos, e moro em uma cidade do interior de Santa Catarina que fica perto da capital – Florianópolis. Neste relato vou me chamar de Gustavo, porque a vergonha alheia foi bem grande aqui! KKKKKKK

Eu e mais duas amigas resolvemos fazer uma viagem de férias. Pesquisamos, vimos preços, locais, datas e decidimos passar seis dias em Natal, capital do Rio Grande do Norte.

Chegou o dia da viagem. Nós três no aeroporto de Floripa esperando o avião e eu como sou muito debochado já falei para as meninas irem instalando o Tinder porque ninguém ia voltar para Santa Catarina no zero a zero. Elas entraram na brincadeira e instalaram também.

Chegamos em Natal, e já seguimos para o hotel para aproveitar um pouquinho do dia que restava (quase o dia inteiro viajando), e depois a noite no quarto (pegamos quarto todos juntos) começamos nos likes do Tinder. Elas não estavam com muita sorte, mas eu nunca vi tanto match por metro quadrado! Era cada gato (quem disse que no nordeste não tem homem bonito é porque nunca visitou Natal).

Mesmo estando de viagem não sou desses que saí com qualquer pessoa, até porque hoje em dia todo o cuidado é pouco. Eis que nos matches um me chama a atenção e começamos a conversar pelo Tinder e depois trocamos WhatsApp. Conversamos bastante até que ele sugeriu para nos conhecermos.

Em um primeiro momento relutei um pouco, afinal eu tava a quase três mil quilômetros de distância da minha casa e sair com um desconhecido seria um pouco apavorante. Conclusão: no outro dia a noite fiz minhas amigas irem junto comigo, pegamos um táxi e nos encontramos em um barzinho perto do nosso hotel.

A noite foi muito boa. Ele era mais bonito pessoalmente, muito atencioso, querido, carinhoso, tinha um papo agradável e se mostrou prestativo em dizer para nós o que fazer, onde comprar lembrancinha, onde comer,… dica para turistas né.

Terminando a noite ele ofereceu uma carona para eu e minhas amigas de volta ao hotel. Acabamos aceitando a gentileza e fomos. Quando chegamos ele pediu pra eu ficar um pouco mais enquanto minhas amigas fossem pro quarto. Acabou que ficamos nos amassos no carro e combinamos de nos vermos os outros dias em que eu estaria na cidade, e como ele trabalhava durante o dia, só a noite pra a gente sair mesmo.

Foi então que nos dias seguintes a gente acabava saindo para jantar, bater papo e aproveitar um ao outro enquanto eu estava na cidade. Tudo passou muito rápido e logo era dia de retornar para Santa Catarina, e no último encontro ele disse que tinha gostado de mim e que da parte dele estava rolando sentimento e que apesar da distância, queria manter contato comigo e me ver de novo. Nós estávamos na mesma vibe e disse que poderíamos manter contato e que nos veríamos novamente, eu indo para Natal ou ele vindo para Santa Catarina.

De volta pro meu estado e mesmo com três mil quilômetros de separação todos os dias nos falávamos. Compartilhávamos nossas saídas, fotos, risadas, problemas, saudades, e é claro, fazíamos planos para nos vermos. Como eu sempre pego férias do escritório no final do ano eu disse que tinha disponibilidade para viajar para Natal novamente e passar minhas férias lá. Ele ficou todo empolgado e aceitou na hora, dizendo que agora que ele morava sozinho eu poderia ficar na casa dele sem problemas. Acabei me empolgando também e comprei as passagens e lá fui eu viver minha aventura que havia começado meses antes.

Saí de manhã de Santa Catarina e cheguei quase a noite em Natal na maior empolgação, afinal a gente já tinha ficado e nos falávamos todos os dias depois que voltei pra minha cidade. Foi aí que tudo começou a desandar de um jeito homérico!!

Ele a princípio me recebeu muito bem, com aquele abraço apertado no aeroporto e tudo mais. Seguimos pro supermercado para fazer umas compras e depois pedimos dois lanches e comemos no apartamento dele mesmo. Foi durante esse período que eu comecei a notar um certo distanciamento dele, tanto que eu tive que me insinuar para conseguir dar uns amassos (nem sexo rolou). Fiquei P-U-T-O da cara mas não deixei transparecer. Dei boa noite e dormimos.

No outro dia acordamos tarde, almoçamos e fomos para a praia. Ele disse que ia levar uma amiga junto. Não me opus, até porque eu já tinha conhecido ela da outra vez que eu estive em Natal e achei que seria legal rever ela de novo. Até aí tudo bem. Mas durante o dia fui percebendo que ele não me procurava. Nem uma palavra de carinho, nem um gesto, nem um sorriso… NADA!

Se eu já estava puto da noite anterior, esse dia eu fiquei o satanás em pessoa e não segurei, fechei a minha cara de um jeito que ele na hora começou a percebeu e me perguntou se estava tudo bem. Eu não falei nada, e disse que estava cansado e queria ir pro apartamento descansar. Como ele não estava de férias e trocou o horário de trabalho dele para a noite, eu ficaria sozinho na casa dele nesse período. Eu fiquei lá no apartamento sozinho, vi filme, falei com as amigas pelo WhatsApp e minha raiva só crescendo por eu ter despendido meu tempo e ter ido pra lá ver uma pessoa que nem um beijo não me dava direito.

No outro dia eu acordei umas dez horas da manhã e ele não estava na cama (que é de casal por sinal). O cara foi dormir na sala mano! Na sala! E nisso não me aguentei, esperei ele acordar e perguntei porque ele não foi dormir na cama e porque dele estar todo estranho comigo. Relutando bastante ele me disse que não queria mais ficar comigo, mas não queria falar isso para não estragar minhas férias e a viagem e que nem por isso eu precisava ir embora, eu poderia ficar passear com ele e tudo mais.

Corujas… vocês entenderam tudo? O cara faz mil e um planos comigo, diz que gosta de mim, que queria ficar comigo, faz eu viajar três mil quilômetros e me dá um legítimo e autêntico pé na bunda!

Fiquei completamente sem reação, e me limitei em perguntar quando ele tinha percebido isso. Ele disse que quando me viu no aeroporto. Levantei do sofá, fechei a porta do quarto, liguei pra companhia aérea e troquei a passagem para o dia seguinte voltando pra Santa Catarina mais humilhado que corno quando descobre que é corno. E pra completar tive minha bagagem extraviada ainda.

E é isso aí caros leitores!
Quando tu pensa que tu foi trouxa, tem alguém que se supera!
Prazer eu!

anônimo

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ô coitado
ô coitado
abr
17
2017

aconteceu-comigo1

Gostaria de dividir com todos os leitores do blog uma situação que passei há algumas semanas. Sem ter que fazer muito esforço na memória, já consigo afirmar que foi uma das cenas mais embaraçosas que já passei na vida.

Podem me chamar de Joana, tenho 26 anos e mantenho um relacionamento com um rapaz de 40 anos que se chama Fernando, nos conhecemos na empresa onde trabalho. Dividimos uma sala no escritório e inevitavelmente nos aproximamos e nos apaixonamos.

Decidimos manter em sigilo nosso relacionamento, que já dura pouco menos de 3 anos, e então sempre nos encontramos as escondidas após o trabalho. Fernando é o tipo de homem perfeito para namorar, do tipo que abre a porta do carro e puxa a cadeira, praticamente todos os dias me agrada com algum presente, mesmo que simples.

Mas quando estamos a sós é que ele se revela, Fernando é uma máquina incansável de sexo, extremamente safado e sempre dizia que deveríamos “inovar” nossa relação para não cairmos na rotina. Leia-se: ele queria o meu cuzim.

Esse lance de sexo anal, sei lá, eu tinha minhas dúvidas, ou medo, ou vergonha, ou tudo isso. Sempre que ele insistia, eu inventava alguma desculpa pra fugir da raia. Mas desta vez não teve como, ele me surpreendeu demais, me convidou para ir com ele em um restaurante chique e badalado que fica numa região oposta da cidade, fiquei muito empolgada, afinal não costumamos sair muito juntos para lugares públicos, sempre mantivemos uma relação mais discreta e longe dos olhares dos nossos conhecidos e colegas de trabalho.

Mas enfim, topei o convite e marcamos de nos encontrar as 21hs, pedi para sair mais cedo do serviço, afinal precisava me arrumar, e tinha que fazer milagre em menos de 4 horas. Liguei para uma amiga que faz cabelos e unhas, não perfeito, mas era a minha melhor opção com este curto tempo. Tomei um banho de duas horas, me depilei, tirei o bigode, fiz unha e cabelo, coloquei um vestido que havia comprado numa liquidação e que ainda não tinha tido oportunidade de usar. E adivinha? Fiquei maravilinda!!!

Fernando me pegou no horário combinado e fomos ao restaurante, quando chegamos ele tinha uma reserva (achei super chique!), logo que sentamos, ele me entregou um presente, era uma aliança de compromisso, disse que não pretendia mais esconder o que tínhamos de ninguém.

Gente, só eu sei o quanto eu esperava por isso há muito tempo, ele é realmente perfeito, após o jantar pedimos alguns drinks e nos estendemos no bar que no fim da noite ficava mais agitado e com um estilo pub, nos levantamos e fomos dançar. Entre danças, abraços e beijos o clima começou a esquentar, e ele me convidou para irmos a um motel chiquérrimo que tinha bem próximo de onde estávamos. Topei na hora, óbvioo!!

A noite caminhava para ser perfeita, tudo favorável… O motel era simplesmente espetacular. Tiramos a roupa e já começamos o rala e rola. Fernando com uma voz doce e sexy decide sussurrar no meu ouvido:

– Acho que hoje é um dia bom para fazermos coisas novas, não acha?

Me mostrei tensa, mas ele insistiu.
Como dizer não para qualquer coisa que ele me peça? Ele faz absolutamente tudo por mim, e então com voz trêmula perguntei:

– Alguma sugestão, amor?

Mais que imediatamente Fernando foi passando a mão na minha bunda e de repente colocou o dedo em algum lugar que não devia… PQP! Levei um pula pirata super inesperado!!! Sério, dei um pulo e um grito, ele se assustou e disse que estava tudo bem. E insistiu para eu relaxar… Como se fosse fácil relaxar com aquele dedo ali?!

Incorporei a mulher moderna e disse: – Farei como vc quiser, meu lindo!!

Ele colocou a camisinha, me virou de costas e deitou em cima de mim. Nem preciso dizer o que ele fez e o segundo grito que eu dei né? No início doeu muito, mas depois foi passando, confesso até que curti um pouco. Mas prendi a respiração porque não tinha muita certeza do que meu corpo iria fazer.

Quando Fernando terminou, parecia que havia removido um iceberg de dentro de mim, pela bunda. Eu nunca tinha feito anal, foi uma experiência um tanto estranha, admito. Depois Fernando foi se banhar e assim que ele saiu do quarto, soltei a respiração e um pum altíssimo, que por um mega azar da vida veio seguido de um monte de merda. Eu nem sabia que cabia tanto cocô assim dentro de mim, o lençol ficou todo sujo, nojento e o cheiro estava insuportável.

Eu precisava pensar em algo, Fernando iria sair do banho e eu não queria jamais que neste dia tão especial, ele me visse deitada feito uma porca na lama. E então tirei o lençol da cama com toda sujeira que estava nele. Enrolei e joguei em baixo da cama, coloquei o lençol reserva na cama e pronto, Fernando não iria perceber nada.
Exceto por um detalhe: O cheiro horrível continuava. Precisávamos sair dali urgente, antes de morrer de vergonha e acabar com a nossa noite perfeita, que a esta altura já não tinha mais nada de perfeita.

Comecei colocar minha roupa e ele perguntou:

-Você não vai tomar banho?

Tentei parecer natural e disse que não estava me sentindo bem e precisava ir embora logo. Mas Fernando disse que a noite só estava começando e iria pedir mais um vinho e esticar. Imediatamente falei que não iria rolar e se ele não fosse, eu iria embora sozinha. Ele achou muito estranho, mas concordou em irmos embora.

Quando ele pegou o telefone para pedir a conta, e eu ansiosa para sair dali achando que o pesadelo estava acabando, Fernando liga na portaria, pede a conta e diz que queria fazer uma reclamação.

PQP! QUE RECLAMAÇÃO ELE QUER FAZER??? – pensei enquanto olhava para ele com os olhos esbugalhados e com o cu piscando.

– Boa noite, me vê a conta, por favor. E quero fazer uma reclamação. O quarto não tem lençol reserva, além de ter um cheiro de esgoto lastimável. Não estou satisfeito com o serviço de quarto. Por isso estou indo embora.

A atendente disse que o motel era refinado e que nunca tiveram este tipo de reclamação, Fernando continuou insistindo com a atendente e mandou ela vir no quarto para conferir o cheiro.

E eu? Eu só queria sumir dali e de qualquer outro lugar do planeta. Sem pensar, saí do quarto imediatamente que a esta altura já espalhava o cheiro horrível por todo o corredor do motel. Sem entender, Fernando me seguiu, entramos no carro e fomos embora. Felizmente, ao esperar na portaria os empregados conferir o quarto, ninguém falou nada. Fernando pagou a conta e minutos depois o portão abriu. Esse momento eu estava suando frio. Não sei se era vontade de cagar ou vergonha de algum funcionário contar que achou o lençol de merda.

Enfim, ele perguntou várias vezes o que estava acontecendo e eu não tinha como explicar. Me deixou em casa e disse que respeitava meu silêncio, e que nunca mais iríamos voltar novamente naquele motel fedorento. E ainda me pediu desculpas.

Que situação!!!

É isso, galera! Podem rir, piroca no c# dos outros é refresco!!!

anônima

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chuca existe pra isso amada
chuca existe pra isso amada
mar
30
2017

aconteceu-comigo1

Quero relatar uma história que aconteceu comigo quando tinha 15 anos. Podem me chamar de “Juliano”. Hoje sou professor no turno da manhã na escola a qual aconteceu a situação. Entre os alunos me tornei uma lenda. Estou escrevendo a pedido dos amigos dessa história que são fãs do site (e de alguns alunos também).

Aquela coisa de guri lá nos anos 80, toda aquela função de perder o bv. Tinha um grupo de amigos da época, somos amigos até hj, e eu era apaixonado por uma garota chamada “Lucimara”. Olhos verdes, cabelo castanho, rostinho de anjo e toda aquela minha paixonite cheias de espinhas.

A Lucimara era do nosso grupo de amigos e resolvemos um dia, na casa do meu melhor amigo, “Pedro”, brincar de verdade ou consequência e ouvir Culture Club e Ultraje a Rigor num potente toca fitas com vinil da sony . Quando chegou a minha vez, caiu na verdade e perguntaram se eu beijaria alguém daquela roda… éramos em sete, quatro gurias e três guris. Eu estufei o peito e falei “Lu-ci-ma-ra”. Todo mundo fez “oooh”. Deu aquele climão e a Lucimara rosou as bochechas.

A turminha colocando pilha e tal… e na vez da Lucimara caiu consequência… já sabiam o que poderia ser né??? ( ͡° ͜ ʖ ͡° )

Só que bem na hora os pais do Pedro chegaram em casa e a parada do primeiro beijo não pode acontecer. Na aula, no dia seguinte, foi o maior bafafá… “O juliano gosta da Lucimara”… Eu todo envergonhado, ela mais ainda… todo mundo louco pra perder a porra do BV. Só que naquela época não tinha msn, Orkut, facebook, whatsapp, snapchat, tinder e nem a porra de um sms torpedão do Nokia 1220 pra ajudar na paquera.

Tive que esperar até a próxima vez que iria ver a minha tão amada Lucimara na casa do Pedro e rezar para que a gente fosse jogar verdade ou consequência e rezar para que eu, ou a Lucimara, pegássemos a consequência juntos…

Na nossa concepção beijo era só o famoso selinho. Todo mundo era BV, não sabia beijar. Dai os amigos se acertaram com as amigas no recreio para que eu e a Lucimara ficássemos de qualquer jeito. Foi numa janta de sábado na minha casa que estava eu, o Pedro e outro amigo, o “Lucas”, que era primo da Lucimara, que chegamos a uma conclusão.

A coisa era a moda antiga mesmo, nos acertamos ali, e o Pedro usou o telefone da minha casa (daqueles de rodinha ainda) pra ligar para a casa da Lucimara, pois as gurias também estavam jantando lá, para marcar um encontro. O número da casa da Lucimara foi o primo dela quem conseguiu pra gente.

Na escola, naquele tempo, tinha uma salinha toda escura onde ficavam uns livros velhos empilhados. Hoje, na escola aquela salinha virou a salinha da diretora, pois passou por reformas. Cada vez que entro lá, a cena me vem com tudo na cabeça. Muita nostalgia e saudade daquele tempo.

Os livros ficavam tapados com tnt, a janela estava encoberta por uma cortina. Um cheiro de poeira misturado com desinfetante de lavanda pairava naquela sala. Marcamos para terça-feira, antes da hora cívica no pátio da escola, naquela sala escura. Era para ser um segredo, mas na segunda-feira toda a escola já estava sabendo que eu iria beijar a Lucimara.

O tempo parou até chegar a terça-feira, os guris só me explicando (teorizando né) sobre como se beija alguém, como mexer os lábios, onde botar a mão e tal… Todo mundo queria estar no meu lugar. A Lucimara era tímida, daí eu e ela teríamos que estar com os olhos vendados.

Só que na terça-feira, a diretora se ligou na movimentação na salinha e foi ver o que estava acontecendo. A diretora naquela época dava um bom caldinho – Deus me perdoe, porque ela já faleceu – mas era verdade. Cada um do nosso grupo se escondeu num canto da salinha. Curiosos de outras turmas queriam participar para espalhar a fofoca depois, mas só ficaram os amigos. O Pedro me vendou e disse que quando a porta abrisse era a Lucimara, daí era só eu ir em direção à porta e beijá-la quando ela se fechasse.

Porra do caralho que eu entendi tudo errado. E praga dos infernos quando a diretora entrou na sala primeiro e fechou a porta, só que ela não perguntou quem estava lá. O pessoal escondido atrás do armário começou a cochichar e eu achei que era a Lucimara. Daí sai caminhando, tateando as coisas até chegar na porta, a diretora viu que tinha alguém na sala e veio caminhando também… acho até hoje que ela estava cheia de graça porque sabia da fofoca que tinham dois alunos querendo ficar na escola. O pessoal cochichava, mas era para que eu tirasse a venda e eu achei que era para beijar.

Eu tropecei num armarinho e cai pra frente. Meu primeiro instinto foi dar um bote e tasquei um beijo na diretora, agarrei firme e foi boca com boca e mão na bunda. Ela me empurrou, eu tirei a venda e vi a cagada feita. Quando olhei na porta a Lucimara estava recém entrando com a colega dela e as duas mortas de rir com a cena.

Todo mundo caiu na risada. O pessoal foi pra hora cívica, ninguém ficou em silêncio todo mundo rindo e eu na diretoria com uma faxineira me cuidando e balançando a cabeça em sinal de negação, louca de vontade de rir. A diretora morta de vergonha, até os professores riam também e diziam que a diretora estava precisando de um beijo pra ver se adoçava e aliviava a barra.

Ela entrou na sala muito envergonhada, sem saber o que fazer. Ligou para os meus pais para explicar a situação de um possível mal entendido e pediu para que eles comparecessem na escola com urgência, mas depois daquilo ficou toda boba comigo. Todas as professoras ficaram bobas comigo. Virei o beijoqueiro da escola. Não tinha como não rir da situação e a diretora até mudou o comportamento com os alunos. Meus riram muito e tiveram aquela “conversinha” comigo sobre namoro, respeito, e… enfim…

Fui ficar com a Lucimara no tradicional baile de final de ano. Beijamos muito atrás de uma cortina na janela do lado da escada. Fiquei tão beijoqueiro que hoje já estou com mais de trinta anos e continuo solteiro e já tive uma coleção imensa de namoradas, e todas sempre disseram que eu beijo bem ( ͡° ͜ ʖ ͡° )

…graças à diretora.

anônimo

 

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quem nunca quis passar a mão na bunda da diretora né
quem nunca quis passar a mão na bunda da diretora né
mar
10
2017

aconteceu-comigo1

Fato verídico que ocorreu com um amigo muito próximo chamado EU.

Tudo começou com um inocente churrasco entre amigos. Cerveja barata, carne de procedência duvidosa e música ruim, a típica linguiçada.

Até aí tudo bem, todo mundo se divertindo e bebendo mais do que camelo.
Até que a polenta começa a azedar… Recebo uma mensagem de uma guria que eu tava querendo o porco nu, dizendo que queria vir até a minha cidade pra fazermos algo e tals,

Quando o malaquias acorda o bom senso já não se mostra muito eficiente, agora some as peripécias de malaquias com um grau etílico bastante elevado no organismo. Obviamente e mais do que depressa mandei a charmuta vir.

Esse foi o princípio do fim, foi aí que o meu barraco desabou, foi nessa que meu barco se perdeu (me desculpem…)

Se eu fosse uma pessoa sensata (coisa que já ficou clara que não sou), teria parado de beber e esperado a dita cuja chegar na cidade para sairmos, mas nãão, continuei bebendo para um caralho. Pra ajudar, ela ainda demorou pra chegar, o que agravou mais a situação, me dando mais tempo pra beber.

Fui encontrar com ela, fiz merda de tão bêbado, caguei os esquema e agora não terei mais o corco nu da minha querida prenda. Triste, puto e desiludido, me sentindo pior do que pobre quando corre atrás do busão e mesmo assim não alcança, fui ao encontro dos sobreviventes do churrasco.

Encontrei os bravos heróis da esbórnia, sentados em uma praça abraçados à um isopor recheado com o sagrado líquido. Já era tarde, já passava das duas da manhã, e como todos sabemos, nada de bom acontece depois das duas da manhã.

Bêbados e determinados a fazer merda, saímos em uma grande odisseia em busca de um pouco de conforto em alguma dama da noite. Encontramos muitas moças de tromba oferecendo seus serviços, mas não caímos em tentação, mantivemos o foco.

Muitos litros de álcool depois, tanto no carro quanto em nós, encontramos as damas. Grana pra fora, moças pra dentro. Quando todas estavam acomodadas (abarrotadas), descubro que são da minha querida cidade natal, elas realmente não me pareciam estranhas.

Chegamos no abatedouro… Pessoas socializando na sala, tudo muito legal até que uma das donzelas diz: “AHHH EU SABIA QUE TE CONHECIA DE ALGUM LUGAR, ESTUDAMOS JUNTOS!! OLHA BRUNA, NÃO TE DISSE?”

Sim, eu estava em uma caralha de outra cidade e pego duas putas da minha cidade natal que estudaram comigo no colegial. Caralho Universo, o que é que eu te fiz? Não responda.

Tá no inferno abraça o capeta, bora pro fight.
Mano… Que sexo bosta, mil vezes ter ficado na mão. Recolhi minhas roupas com o pouco de dignidade que me restava. Exatamente, restava… Não resta mais. Perdi um pé de meia, puta que pariu. Voltei pra casa com só uma das meias no pé.

Resumo do rolê: Perdi uma cocota daora, fiquei bebado para caralho, comi putas que estudaram comigo no colegial, fiquei alguns temers mais pobre e perdi um pé de meia.

O que podemos aprender com isso? O relógio marcou 2:00 AM, fujam para suas casas e se tranquem em seus quartos, de preferência longe da internet.

– anônimo

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é muita criatividade
é muita criatividade
mar
05
2017

aconteceu-comigo1

Oi Gih … sempre vejo as histórias e resolvi contar uma minha.

Euzinha aqui sempre fui do tipo tímida e não manjava de putaria nenhuma da vida até que fui morar sozinha. Teve um tempo que minha amiga precisou de mim e veio morar comigo. Ela me mostrou o mal caminho e desde então não consegui mais sair dele.

Eis que em uma das esquinas desse mal caminho começamos a sair com dois boys que trabalhavam com ela. Virou tanta putaria que a gente revezava os dois entre nós. Aí uma vez, um deles chegou falando que havia machucado o serzinho dele.

Segundo a história, uma outra menina foi bancar a cantora e estragou o microfone do rapaz. Depois de esperar sarar, tentamos fazer um karaokê, mas não rolou. Parece que rompeu uma pelezinha que tem lá, aí sempre que cantávamos, o negócio sangrava. É sério, quando tentávamos algo era um show de horrores, sangue pra tudo quanto é lado.

Enfim, depois de um tempo abandonamos a dupla sertaneja e seguimos carreira solo. Pois bem, eis que a ‘Sandy’ aqui encontrou o dito cujo após um loongo tempo e papo vai, papo vem… combinamos um remember! Mas adivinha? Tempo vai ‘and the show must go on’.

Fui cantar novamente no serzinho do boy (que tá mais magia ainda, por sinal), mas foi o mesmo show de horrores. Pensei que fosse precisar de uma transfusão de sangue no rapaz!

O que será que é isso? Acho que o rapaz é estragado, hein. Depois disso resolvi abandonar de vez. Vou procurar outros microfones nessa vida. De preferência um que me faça desafinar cantando.

Vamos deixar nomes bem guardadinhos junto com as lembranças, pois o estrago já foi o suficiente.

Beijos corujas!

– Anônima

 

Eu entendi foi nada! kkkkkkk Deixo pra vcs opinarem! hahaha
E envie também a sua história maluca que nóis posta!  [email protected]

isso é calipsoooo
isso é calipsoooo
fev
23
2017

Gente, li essa história no facebook de uma mãe e tô morrendooooo de rir! hahaha

aconteceu-comigo1

Minhas amadas amigas, você tá aí achando que seu filho ou filha já te fez passar a maior vergonha do mundo, então, continua lendo e sente o drama de hoje.

Bom, primeiro fiquei pensando se contava ou não, porque para falar a verdade eu ainda estou meio em choque, maaas, sei lá, pior que está não pode ficar. É sobre pum, então quem não gosta do assunto passa reto.

Então lá vai: “Hoje no almoço fiz carne de panela com legumes, e após eu ter limpado a cozinha resolvi comer a carne com um pão francês, como não tinha nada de gelado para beber, fiz um copo de leite com Nescau para acompanhar”. Meu filho ficou olhando eu comer aquilo é já intrigado falou “olha mamãe você vai passar mal”. Tá!

Tempo depois fomos ao banco pagar umas contas, chegamos, peguei a senha é nos sentamos. Daí começou minha agonia. Gente, arrumei uma dor de barriga sem fim! Parecia que tinha dez mil bolhas borbulhando na minha barriga. Não tinham muitas pessoas na espera, umas 10 posso chutar.

Meu filho estava sentado do meu lado e eu estava pensando se ia embora depressa ou se esperava passar. Resolvi esperar! Poxa já tava lá, e sinceramente seria a conta de eu sair do banco para eu melhorar, é sempre assim. Pois esse foi meu erro! Não melhorei.

Naquilo ali eu já estava quase explodindo, a cada senha que chamavam era uma tortura, NUNCA CHEGAVA A MINHA. E eu ali sentindo todas as agonias da vida. No meio daquilo tudo, já no limite pensei: “vou peidar, ninguém vai saber que fui eu, tá cheio de gente aqui”. No impulso soltei gente kkk. E foi aí que a criança se manifestou. Senhor!!! O menino começou a cheirar o ar e a abanar o nariz, naquilo eu já sabia que ele ia falar merda.

De repente ele deu um pulo da cadeira e gritou “Nossa mamãe você tá podre! Os urubu já tudo aqui em cima, credo, que falta de educação, que catinga de esgoto!”, gente o pior era que estava fedendo mesmo kkkk, e o povo começou a olhar pra mim e eu ali sofrendo tentando segurar o restante.

Agoniada falei com meu filho: “Para com isso menino! Não fui eu não!” Geeenteeeee!!!
Foi aí que a tragédia aconteceu, ele olhou pra mim é com a mão no nariz falou bem alto: “Foi você sim! Foi aquele pão com carne! Eu conheço seu peido mãe”! kkkkkkkkkkkkkkk

Eu não aguentei e fui cair na besteira de rir! Meu pai!!! Foi na força da risada que a tragédia se completou! Comecei a peidar sem parar. Gente foi tão alto, mais tão alto, que até o povo da fila dos caixas eletrônicos escutou. O negócio saiu que nem uma metralhadora!
Prooooooooonnnn, pro, pro, pro,pro…
NÃO PARAVA AQUELE TREM! Como eu ia negar agora??????

Nisso só vi o povo saindo de perto e rindo kkkkkkkkkkkkkkk, e o meu filho gritando: “tá vendo!!! É você! Mamãe levada kkkk” ele ria de ficar vermelho!!! E eu com a cara azul pensando: “caralhooo, que vergonha”. Peguei ele é saí depressa dali, nem olhei pra traz para ver o rastro de vergonha. Pra ajudar meu filho não parava de afirmar: “tá vendo! Eu sabia! Conheço seu peido!” kkkkkkk

Tô pensando em pintar o cabelos, trocar o óculos, o estilo de roupas… Claro depois de uns três meses presa dentro de casa.Eu tô rindo aqui! Mas já chorei de vergonha. kkkkk
Não sei o que aconteceu, não deu pra segurar! Gente pelo amor de Deus!!!
Alguém tem que ter passado por situação pior, eu preciso ser consolada. To em choque! Tinha que contar, desculpem.

Q vergonhaaa

– Anônima

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Criança do demonho
Criança do demonho
fev
15
2017

aconteceu-comigo1

Rapaz, eu namorava 1 ano e 8 meses com uma linda garota, inteligente, tatuada e da humanas. Liberal, sexy, maconheira e companheira. A mulher dos sonhos de todo homem! Vou chamá-la de Julia. Julia tinha 24 anos (a história aconteceu há 3 anos atrás) e eu estudava direito numa universidade federal, onde eu a conheci.

Antes da gente namorar, época em que ficávamos nas festas vez ou outra quando nos encontrávamos, ela havia me dito que já namorou uma mulher. Chegou a dizer um dia em que estava muito bêbada, que foi o grande amor da vida dela. Mas que não curtia mais. Que “aquela” mulher seria a única na vida dela. Nunca me importei para esse fato, pelo contrário, sempre tive um fetiche por isso. Porra, que homem não sonha em “dormi” com duas mulheres?

Nosso namoro era muito intenso e carnal. Julia nunca me decepcionava… A gente curtia fumar 1 e passar a noite transando. Todas as transas foram diferentes e inesquecíveis. Éramos muitos cúmplices e abertos um para com outro. Eu sempre pedi a Júlia um menage de presente. Quando ficávamos chapados, eu dava ideia nela sempre. Mas Júlia sempre demonstrou muito decidida em não se relacionar mais com mulher.

Foram meses de insistência, até que um belo dia, numa festa open bar da facu, Júlia topou realizar meu sonho/desejo. Estávamos muito loucos nessa festa. Bebemos doses a noite toda e fumamos beck. Era a semana do meu aniversário. Cara, esse dia foi fatal.

Nessa festa, estava a tal mulher que a Júlia havia namorado. Julia chegou em mim no canto e disse: “gato, quer ver a gata que eu namorei? Ela tá aqui na festa”.. Topei na hora e rapaz, era gata mesmo.

Julia me puxou e fomos até a moça cumprimentá-la. Além de muito bonita, era descolada e muito sexy também. Ficamos alguns minutos conversando com ela. Nesse momento, a nossa galera chegou e chamou a gente pra fumar 1 lá fora da festa. Júlia convidou sua ex para fumar também. E ela foi!

Fomos todos lá pra fora, numa pracinha, pra fumar. Júlia estava toda safadinha. Ficou me acariciando escondido do pessoal e começou a me deixar louco. Estávamos morrendo de vontade de ir embora pra transar.

Eu assanhado, resolvi dar ideia na Julia para o tão sonhado menage e sugeri com a ex dela. Julia ficou surpresa, mas não demorou muito pra curtir a ideia. Depois de uns minutos pensando e brisando com a galera, ela topou e já logo convidou a gata para ir dormir com a gente. E adivinha? A gata também topou.

Na hora fiquei em êxtase! Me senti o homem mais feliz da Terra. Só pensava…”Caralho, vou comer duas gostosas! Minha namorada é foda! Vou casar com essa fdp!”..

Despedimos da galera e fomos pra minha casa! Chegando na minha casa, a gata disse que tinha uma “alegria” pra nós e logo veio beijando minha mulher e depois me beijou. A alegria da qual ela falava, era pó… isso mesmo coca/padê/xererê. Eu não aceitei, não curto essas paradas químicas. Só o meu “naturalzinho” mesmo. E então respondi que eu estava de boa, mas que não ligava se elas quisessem cheirar.

Julia estava muito louca e topou cheirar com a sua ex. Enquanto isso, fui preparar um drink para nós. Quando voltei com o whisky as duas já estavam pra lá de bagdá. O som alto, as duas dançando, conversando e rindo.

A gata tirou a blusa dela e a da Júlia. As duas começaram a dançar sensualmente juntas… Fiquei assistindo a cena todo animado! Até que de repente as duas começaram a se pegar. Cara, eu não sabia se ficava com ciúmes ou se curtia o momento.

As duas se pegavam com tanto afinco que resolvi entrar na brincadeira antes que a gata fizesse minha mulher e me deixasse de fora. Comecei a beijar as duas, mas as duas não se importaram pra mim. Começaram a se pegar e me pediram para ficar olhando.

Eu disse que toparia, mas com a condição de comer as duas depois. Na hora, as duas concordaram. E então fiquei sentado no sofá bebendo e assistindo.

Cara, a gata comeu a minha mulher na minha frente e depois me disse que era só ativa e que não iria me dar…

Porra!

Como assim, carai? Comeu a minha mulher e agora não vai me dar?

Fiquei putasso! Ela disse: “ué, pensei que a Júlia tinha te contado que eu era só ativa!” – e riram. As duas estavam chapadonas no pó, pouco se importando para o combinado.

E o pior de tudo, a minha mulher estava tão molhada que eu nunca tinha visto isso, bicho. Quis transar com ela e ela me disse “amor, desculpa, tô mortaaaaa…”.

Mandei parar tudo e mandei a menina ir embora. A Julia me xingou na hora e disse que não tinha como ela ir embora sozinha, que ela ia ficar e que cedo ela iria embora.

Aos poucos o efeito do pó foi passando e as duas sossegaram. Julia me chamou pra ir deitar no quarto e arrumou o sofá para ex dela.

Fomos para o quarto e brigamos feio lá. Julia pediu desculpas e apagou. Muito chateado, demorei a dormir. Fumei 1 na varanda e voltei pro quarto, quando finalmente dormi.

Acordei por volta do meio dia e quando olhei pro lado da cama: cadê a Júlia?

Levantei e fui atrás dela. Quando vi, as duas estavam transando no chuveiro. No banheiro da minha casa!!!

Rapaz, quanta disposição tem duas mulheres juntas! Elas gemiam tão alto que pornô perdia.

Claro que acabei com a brincadeira das duas e mandei elas embora. Até hoje me pergunto pq fui inventar um menage. Frustração total!

Resultado: Júlia me pediu perdão dias depois, mas acabou voltando pra ex. As duas estão juntas até hoje.

Esse foi o pior drama que já passei na vida. Demorei um tempo para superar, mas passou. O que resta hoje é rir!

Moral da história: Antes um pássaro na mão, do que duas mãos no seu pássaro.

Valeu galera! abraços

– Anônimo

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