POR: Gislaine Lima ÀS 02:05

Já faz um bom tempo que isso aconteceu, mas é algo que JAMAIS esquecerei. Na minha época de estudante sempre rolava aquelas paqueras, aqueles ficanteszinhos, aquela azaração típica de ensino médio, hormônios à flor da pele… aquela coisa toda que ainda acontece hoje em dia.

Eu sempre tinha uns rolos, mas nunca dava certo com ninguém. Eu tinha um péssimo hábito de só ficar com os garotos pela aparência e normalmente esses caras gatinhos (não generalizando) são idiotas e só querem transar e desaparecer. Estava cansada de quebrar a cara em meus relacionamentos. Até que decidi ficar um tempo sozinha. Só saía com uma amigona e o namorado dela. Era a vela preferida do casal.

Fiquei alguns meses só saindo com eles. Ficava de vela e não me incomodava. Até que chegou um dia e bateu uma carência, sabe como é… kkkkkk Queria alguém bacana, gente boa e claro, alguém que me realizasse como mulher (leia-se bom de cama). Essa amiga minha me alertou que eu deveria olhar mais a beleza interior do que a beleza exterior das pessoas. E eu fui inventar de fazer isso…

Um belo dia de sol aqui em Salvador, eu, essa minha amiga e o namorado dela fomos a praia e acabei convidando um menino da escola que era afim de mim. Ele era feio, mas era gente boa. Já que era pra ver a beleza interior das pessoas, decidi investir nele.

A praia foi maravilhosa, nos divertimos bastante. Depois decidimos ir para a casa da minha amiga terminar o dia. Ela e o namorado foram tomar banhos juntos e ficamos na sala conversando e dando uns pegas. Quando o casal saiu do banheiro, o menino me chamou para tomarmos um banho também. Eu logo pensei “é feio mas é danadinho esse menino”… e acabei topando. Fazia tempo que estava sozinha né.. kkkkkk

Avisei minha amiga que íamos tomar um banho também, ainda disse para ela “É hoje que vou ver estrelas. É hoje que a minha pele fica boa. É hoje que vou tirar as teias…”  kkkkkkkk Sim, eu estava crente achando que ia ser um sexo selvagem, o cara tem 2m de altura, pô! Mas engano meu.

Fomos para o banheiro e até então, eu estava de biquíni, mas ele falou: “Aqui é Big Brother?” E foi tirando a sunga. GENTE! Quando essa criatura me tira essa bendita sunga, não consegui segurar o riso. O PAU DO CARA ERA MENOR QUE O MEU DEDO. Na boa, ele deve ter algum problema, não pode. Até tentei, mas não deu. Tive uma crise de riso descontrolável. Fiquei apontando e rindo. kkkkkkkkkkk O coitado ficou sem graça, quase chorando e eu não conseguia parar de rir.

Conclusão: Nada aconteceu, continuei na seca e ele nunca mais olhou na minha cara. Mas gente, é sério, que me desculpem os feios, mas pau é fundamental.

 

aconteceu_comigo

COMENTÁRIO(S)
POR: Gislaine Lima ÀS 20:04

Oiii.. vou contar minha história louca… Parece até mentira, mais acreditem eu sou louca mesmo! Tudo começa numa linda SEXTA-FEIRA, saí do trampo às 18h e fui direto pra facu, lá encontro minha Best friend, decidimos assistir os 2 primeiros horários e sair para tomar aquela cervejinha tão desejada de sexta!

Copo vai copo vem, conversamos, rimos e ficamos muito bêbadas, nunca tinha bebido tanto. Quando olho no relógio, já era mais de meia noite e eu tinha combinado de ir para a casa do meu namorado depois da aula. Fui embora correndo e quando cheguei na casa do meu namorido ele estava com aquela cara de bunda. Motivos? Óbvio que é porque bebi todas e ainda cheguei tarde (juro que não entendo os homens, eles podem sair com os amigos, ficarem bêbados e voltar a hora que bem pretendem e nos mulheres não podemos? Fala sério neh!).

Nós discutimos muito, ele brigou brigou e eu nada bêbada neh… me embucetei de vez e decidi ir dormi na casa da minha Best. Eu estava muito tonta e saí pelas ruas chorando, que nem uma louca. A casa da minha amiga era uns 20 minutos andando, e quando chego +/- na metade do caminho, um cara vem em minha direção e eu chorando muito continuei andando, o cara passou por mim e não disse nada, eu continuei caminhando normalmente (normal não né, pq eu estava que nem uma louca, cheia de meleca no nariz e olhos inchados de tanto chorar).

Quando de repente, sinto a presença de alguém me seguindo, olhei para traz e era o cara com uma faca na mão e foi logo dizendo: ” -Perdeu patricinha, passa o mochila… anda logo que eu não quero te machucar.”

Eu muito bêbada olhei para cara dele, abri o berreiro, dei um abraço nele e comecei a contar que tinha brigado com meu namorado, que estava indo para casa da minha amiga pq ele tinha ficado com raiva só pq eu bebi e cheguei tarde. O ladrão ficou tão surpreso com a minha reação ao assalto que não sabia se terminava o assalto ou se ia embora. Acho que ele ficou com dó de mim. kkkkkkkkk

Ele foi saindo de perto de mim, mandando eu calar a bola e me chamando de louca e eu retardada que sou, saí caminhando atrás dele chamando ele para conversar pq estava muito mal com tudo isso, falei pra ele “ainn me mata que eu quero morrer”. E ele saiu correndo e corri atrás implorando para ele conversar comigo pelo menos. Falei até que daria a minha mochila se ele conversasse comigo. Gente, eu estava LOUCA DE PEDRA! Só pode!

Ele gritava: “- Sai fora sua perturbada, você não tem noção do perigo, sorte sua que hoje eu tô bonzinho”.
Meu, perdi ele de vista e fui pra casa da minha Best chorando mais ainda. Contei tudo para ela neh, ela não acreditou que eu fiz isso, mas gente… EU FIZ! Pior que fiz. O amor/bebida é uma fraqueza! Ao menos o chororô me ajudou a não ser assaltada neh… e se ele levasse minha mochila ia passar era raiva, só tinha maquiagem e roupas.

E para completar, alguns dias depois esse mesmo cara que queria me assaltar apareceu no meu trampo para comprar umas coisas, quando ele me viu ele não sabia onde enfiar a cara, eu fingi que nunca tinha visto ele na minha vida (morri de vergonha)… Ele pagou o que comprou e saiu rápido. kkkkkkkkkkkkkkk

Depois fiquei imaginando o que ele estaria pensando…  Tipo … “Essa louca de novo, vou embora logo, antes que ela queira desabafar comigo de novo.” kkkkkkkkk

aconteceu_comigo

COMENTÁRIO(S)
POR: Gislaine Lima ÀS 11:04

Olá Gi. Me interessei pela fatídica coluna aconteceu comigo e acho que já está na hora de compartilha isso com o mundo.

Bom… tudo ocorreu a uns 7 anos atrás. Sempre fui adepto do “REVI METHOL” e desde moleque (e até hoje) tenho cabelo grande e tudo mais (O “Jesus” da faculdade). Eu tinha 17 anos no ocorrido e lembro que no dia tinha marcado com uns amigos de ir em outro bairro aqui do RJ pra ver um “show ratão” (Bandas ruins, som ruim, lugar ruim mas a pinga era barata). Tudo certo, nos encontramos, pegamos nossa mercedes de 46 lugares e nos dirigimos ao local. No dia eu não tinha almoçado direito então estava com a minha barriga urrando feito vocalista de banda de Death Metal de tanta fome. Resolvi parar um pouco antes e degustei um belo cachorro-quente de rua com todos os coliformes fecais que tinha direito e pra finalizar um Açaí com calda de chocolate.

Tudo muito bem, andando pela rua, zuando com os amigos e chegando ao local. Como disse antes, bem precário mas com a molecada marcando presença. Então começamos o Inferno de Dante da bebedeira, pinga, vinho barato, cerveja, pinga, algo que supostamente era martini, mais pinga, algo azul que não faço ideia do que era e por ai vai. Show rolando, eu doidão e a pinga começou a sua guerra civil contra o lanche anteriormente ingerido. Ok… eu, como era bem porra louca naquela época cagaria na rua em algum canto sem problema algum MAS nessa altura do campeonato eu já tava agarrando com uma mina por lá (elas adoram cabelo grande).

Meu organismo lutava por liberdade até a hora que ela diz “vamos lá pra casa ?” PORRA, moleque, 17 anos e cheio de amor na bolsa escrotal para dar, CLARO QUE EU FUI. Mas quando a esmola é demais Odin desconfia. Chegando na casa da mina encontro o irmão mais novo dela jogando video game na sala, o pai assistindo e a mãe fazendo janta. Pensei “que porra é essa ? vai rolar suruba com geral ?” Não, não rolou (felizmente, a familia dela era muito estranha) e com isso o meu tesão adolescente foi embora dando lugar novamente a minha guerra civil estomacal.

Comecei a suar frio, a visão ficando escura e os sons se afastando. E pra completar, a mãe dela me obrigou a jantar. Adivinha o que ? Estrogonofe. A carne de frango junto com creme de leite foram o equivalente a um fornecimento de armas na minha guerra estomacal. O desespero começou a tomar conta do meu ser, escorrendo junto com o meu suor enquanto uma música ecoava na minha cabeça (I’m on the Highway to Hell, On the highway to hell). Com todo pesar fiz algo que nunca gostei de fazer, pedi pra usar o banheiro da casa de um estranho.

Me indicaram o local e entrei feio um raio, tirando as calças e praticamente me jogando no vaso. Caguei com tanta força que cheguei a dar aqueles pulos de susto (sim a parada estava muito ruim). Depois da tempestade fecal, abaixei a cabeça pra me recuperar de tamanho gasto de Ki, respirei fundo e quando olhei pra frente… espera… aquilo é um vaso ? “PUTA QUE PARIU, CAGUEI NO BIDÊ”, logo pensei. Mas não… não era um bidê, era sim um vaso… novo… que não tinha sido instalado na rede hidráulica ainda. Olhei pra trás e vi que meu rio Aqueronte de fezes já corria por todo piso do banheiro. E agora ? o que fazer ?

Levantei (limpei o rabo, claro), tomei uma visão mais critica da situação e comecei a pensar nas possibilidades. E é claro, quando você faz merda (literalmente nesse caso) só pensa em merda. Tirei fora o saco plástico da lixeira (Era daquelas furadas, não tinha como usar de balde, antes que perguntem), enchi de água e joguei na esperança do rio de fezes ir em direção ao ralo. Ledo engano, só piorei a situação. Era merda, água e lágrimas de desespero por toda parte. Sem mais alternativas… comecei a chorar (logo explico o por que). Eles ouviram e vieram em meu socorro, abri a porta mostrei o cenário de destruição que minha guerra civil estomacal gerou. Olharam aquilo espantados e me perguntaram se eu estava bem (afinal, tava chorando). Disse que tinha úlcera, que as vezes isso acontecia e era muito vergonhoso pra mim (Ah… jura ?). Se ofereceram pra me levar em casa mas recusei e sai de lá o mais rápido possível.

O pior de tudo foi ouvir a frase “calma, isso acontece”. Acontece ? Cara… um metaleiro maluco que tua filha trouxe cagou teu banheiro todo e isso acontece ? Bom, agora a explicação do choro. Chorando e falando que era doença eles pelo menos ficaram com pena e tentaram me ajudar. Mas aposto que até hoje eles devem contar as gargalhadas o dia que a filha deles trouxe o cara que cagou literalmente todo o banheiro deles.

(Bom… é isso ai. Se for publicar inventa um nomezinho pra mim. Hoje em dia sou professor de história, não pegaria bem pra minha imagem rsrs)

Abraços.


aconteceu_comigo

COMENTÁRIO(S)
POR: Gislaine Lima ÀS 16:04

O dia que eu perdi meu emprego, namorada, dignidade, vista e mais um pouco. Me chamo Jurismar (nome fictício, porém a história é real. Preferia que fosse o contrário, mas tudo bem). Tenho 20 anos e trabalhava na empresa sky. Era responsável por instalar as antenas e decodificador na casa das pessoas. Prestava assistência técnica essas coisas.

Era um emprego legal, gostava muito, não era cansativo nem nada. Cada dia conhecia uns clientes diferentes. Uns loucos, outras gostosas. Sem contar que ganhava café, bolo, cantadas de umas tia loucona, já cheguei até jogar mortal kombat com uma criançada louca. Além do mais, eu ganhava muito bem.Eu estava no céu, tinha uma linda namorada, que até hoje quando bebo com os amigos eu choro (dor de corno é foda, deve está dando pra outro uma hora dessa kkkkk ¬¬).

Enfim, era sexta-feira e eu estava acordando para mais um dia tranquilo de trabalho. Acordei oriçado este dia. Até que meu veio a cabeça um pensamento, que normalmente passa na cabeça de todos os homens (bem que eu poderia chegar na casa de alguma menina gostosa para instalar a TV e acontecer como nos filmes pornôs. Já fazem 2 anos que como a mesma mulher, poxa! kkkkkkkk.)

Voltei a realidade, me arrumei e fui trabalhar. Fui até a central, peguei a lista das casas que teria que visitar e fui. Na lista tinha 11 casas, geralmente são oito ou nove casas, no máximo dez. Como era sexta-feira eu pensei, “ah vou fazer só 10. Vou deixar uma para segunda-feira”, e fui fazer as instalações. Foi mais um dia normal tranquilo, com alguns suquinhos, bolachas etc.

Já tinha feito as dez casas e quando estava saindo da última casa, olhei minha prancheta e reparo que a casa que estava faltando, era nesse mesmo bairro. Portanto, como já estava ali perto, decidi fazer a casa 11. Ficar livre dessa porra logo. Chegando na casa uma menina muito gostosa me atende, lembrei na hora do pensamento que tive mais cedo e logo retomei novamente a realidade. Não adianta ficar sonhando com algo impossível de acontecer. E fui instalar a antena.

Terminado o serviço, desci de cima da casa e fui configurar o decodificador. E a gostosa estava no quarto ouvindo uns funk filhadaputa, e quando cheguei na sala para instalar o decodificador, ela também foi pra lá. Não pensei em nada, geralmente sempre fica algum dono da casa junto, sei lá deve ser medo de eu roubar algo ou quebrar.

Conversa vai conversa vem e finalmente termino a instalação. “Pronto, está instalado, se der algum problema você liga para a central, para pedir assistência técnica e diz que foi o técnico Jurismar que fez a instalação para você, que ela entra em contato comigo e eu volto aqui”. Quando eu disse isso, a guria me respondeu: “E se eu quiser que você volte aqui para me ajudar com um outro problema?”

O_________o Essa foi minha espontânea reação, dei uma risadinha e disse: “Não tem nenhum problema que eu não possa resolver”.
Rapaz, a novinha pega e me da um beijo saliente. Eu já planejava chegar em casa e homenageá-la no banheiro, de tão gostosa que era kkkkkkkkkkkkkkkkkk.

Pensei que não sairia nada além dos beijos, até que, até queee…….. ela desce, abre minhas calças e começa a pagar um boquetinho. Minha nossa senhora, o arranque da jiromba foi mais veloz que de uma Ferrari. (Tô excitado só de contar isso para vocês).

E aconteceu de tudo lá. Já tinhámos praticado umas “45” posições do kama sutra em quase todos os móveis da casa. Até que ela ficou de quatro apoiando na mesa de centro na sala, com aquele rabo gigante empinado pra mim, e eu lá bombando, mandando aquele olhar 43 pro “blackhole”, como se eu estivesse o avisando que ele tb não será perdoado.

Quando de repente levanto a cabeça, e adivinha quem está nos olhando? É… isso mesmo, a mãe da desgramada, olhei direto no olho da miserável, foi a pior encarada da minha vida. A véia estava com sangue nos olhos. Foi como olhar dentro do olho do capeta. Nunca vi tanto ódio numa pessoa.

Aí começa as olhadas, olho pra gostosa, olho pra véia, olho pra gostosa e olho de novo para o capiroto e percebo que ela estava com uma chave de fenda na mão. A minha chave de fenda! E o pior aconteceu. No momento que vou olhar de novo pra novinha e pedir socorro, vejo uma chave de fenda voando direto no meu olho esquerdo. Pow!! Depois só vi sangue e mais sangue. Era grito da véia, grito da gostosa, grito meu, grito do cachorro (Sim, até o cachorro gritou). E eu alí desesperado querendo fugir e a filha da puta da velha, não satisfeita me tranca na casa e chama a polícia. Foi aí que descobri que a gostosa tinha 17 anos. :( É, eu estava fudido, fudido de verdade.

A polícia me levou para o hospital primeiro. A chavada que levei me custou nada mais nada menos que 45% da minha visão do olho esquerdo. Depois do curativo, fomos todos para à delegacia. Nessas alturas já tinha perdido namorada, emprego, dignidade, visão, tesão, tudo! Menos a vontade de matar a disgramada da véia, claro. Pronto estava feito o BO de estrupo de incapaz.

A única sorte do dia (além de comer a novinha), foi que a veia conhecia a filha que tinha e ficou com dó de ter quase me deixado cego, e retirou o BO. Mas isso não mudou o fato de eu ter perdido o emprego, sujado minha carteira e ter perdido minha namorada. Vocês podem até não entender, mas eu gostava muito da minha namorada e ainda gosto. Mas a escolha foi minha, então foda-se. Bola pra frente né! =/

Moral da história: Não pense putaria antes de ir trabalhar, as palavras definitivamente tem poder e olha que eu nem disse nada, só pensei. kkkkkkkkk

COMENTÁRIO(S)
POR: Gislaine Lima ÀS 14:03

Namorava com ela há 8 meses, nesse tempo fui na casa dela umas 10 vezes no máximo, passando sempre menos de meia hora. O motivo? O pai cuzão. Mas quando eu falo cuzão, é cuzão mesmo, o cara sempre me esnobou, das vezes que nos cruzamos o maluco fez questão de me fazer me sentir um lixo, de me humilhar e tripudiar.

Além do fato de eu comer a filha dele, o outro motivo pelo qual ele me odeia é aquela clássica diferença de classe social. Não sou pobrão, mas meu trabalho não é la essas coisas e eles são de família rica, gerações e gerações de engenheiros e tal, rios de grana.

O maluco acha que eu tô alí por causa do dinheiro, motivo escroto, tendo em vista que a filha dele é linda e se não fosse rica eu olharia para ela do mesmo jeito. Fazia 8 meses que estávamos juntos, nunca a destratei, sempre a valorizei e eu gosto dela de verdade. Custa o maluco levantar bandeira branca e ficar em paz? É tão difícil para ele perceber que ela é FELIZ?

Então, minha família foi viajar no natal para casa de uns parentes e como eu trabalho, não pude ir. Quando você namora e sua namorada não curte seus amigos, inevitavelmente você se afasta dos caras. É o famoso “ou eles ou eu”. E quando se ama, de fato é o que acontece.

Sem família, distante dos amigos, não tive outra alternativa a não passar o natal com ela e sua família. Eu odiei a ideia, lógico, mas ela insistiu, disse que não tinha problema e que tudo ia acabar bem. Daí vocês já podem imaginar que o sogrão gente boa além de não olhar na minha cara, fez questão de mandar indiretas, de humilhar este fodido que vos fala, com uma série de acontecimentos.

O primeiro acontecimento: A empregada servindo todo mundo, chegou na minha vez ele INTERROMPEU a mulher, falou para ela deixar os negócios em cima da mesa que eu sabia me servir sozinho, que eu estava acostumado com self-service. Imagina aí a minha cara de lixo. Minha namorada fez um olhar de tristeza e me serviu, eu pensei em outras coisas, tentei relevar.

Segundo acontecimento: Meu telefone tocou, era minha mãe querendo me dar feliz natal, fui atender na inocência, ele deu UM SOCO na mesa e disse em voz alta na frente de todos: “VOCÊ NÃO SABIA QUE ISSO É FALTA DE EDUCAÇÃO NÃO ? MALANDRO. Essa minha mãe ouviu, levantei da mesa e fui falar com ela. Fiquei muito puto, foda-se a ceia, foda-se tudo, nem fome eu tinha mais.

Minha namorada deu uma disfarçada, perguntou quem era, falei baixinho que era minha mãe. Daí o filho da puta TINHA que fazer piadinha com a minha mãe né caras, quando ele ouviu fez o comentário, dessa vez direto pra mim:
-E a patroa da sua mãe deixa ela ligar pra celular? É muita folga, empregada folgada assim comigo só se fode.

Não dava mais, me senti um BOSTA , meu sangue ferveu, meus olhos enxeram de lágrimas. Eu queria socar ele, eu queria quebrar os dentes desse fdp, mas meu namoro ia pro saco, além de acabar com o natal da família, mas ofender assim alguém que nem estava ali para se defender, ser motivo de gracinha para aquele lixo de pessoa.

Toquei o foda-se, não lembro exatamente as palavras porque estava muito nervoso, mas foi mais ou menos isso:
-ESCUTA AQUI Ô SEU MONTE DE BOSTA,VOCÊ JÁ TIRA COM A MINHA CARA HÁ 8 MESES, AGORA OFENDER A MINHA MÃE SEM MAIS NEM MENOS, JÁ É UM MOTIVO PARA QUEBRAR A SUA CARA.

Daí ele gritou: -FALA BAIXO, SEU FAVELADO! e jogou o copo em mim, acertou meu braço. Imagina o caos que estava essa mesa, namorada tentando me segurar, a esposa puxando ele, a irmã dela autista chorando e eu naquele ódio com uma vontade enorme de matar ele ali mesmo.

Ele veio, dando a volta na mesa igual um touro para me pegar, a família toda o segurando e gritando para eu ir embora. Olhei nos olhos tristonhos da minha namorada, sabendo que seria o último dia que iria a ver, dei um beijo na testa dela, dei as costas e fui embora.

Desisti do meu grande amor. O que fazer, se a família dela nunca iria me aceitar? Talvez no futuro, quando eu conquistar meu espaço e ser respeitado pela sociedade (a vida é essa manolo, se você não tem dinheiro, você não presta), eu possa tê-la novamente.

Sofremos muito até hoje, mas agora quero buscar o meu futuro. E torço, sinceramente, que ela não aja como sua família, que mesmo não estando ao meu lado, saiba escolher alguém com princípios, dignidade, enfim, com qualidades de um ser humano de verdade. Não por bens materiais. Ela é uma grande menina! Merece ser feliz!

E ao pobre coitado do seu pai, que ele se exploda. Que quando ele morrer, que enfiem todo a grana no rabo dele para ele desfrutar da sua riqueza no inferno.

Essa é a história de um MERDA, favelado. Por enquanto.

COMENTÁRIO(S)
POR: Gislaine Lima ÀS 02:03

Hoje em dia é normal homem se depilar. É higiênico e mulher adora homem depilado. Para mim, tirar todos os pelos é fundamental porque transpiro muito e me irrita, por isso estou sempre tirando os pelos do corpo. Como estava de saco cheio de raspar, resolvi pesquisar novos métodos de depilação. Foi aí que conheci os malditos cremes depilatórios.

Comprei e quando fui usar li todas as instruções, mas apenas dizia para tomar cuidado com o rosto, pois queima. Tudo bem, passei na perna, no saco, no sovaco, nos braços, no mamilo e claro, no cu. Eu tenho muito cabelo neste orifício e cagar com cu cabeludo é uma merda. E não venham falar que sou gay, pois sou muito bem resolvido. Xoxotas é meu prato predileto. =D

Usei o creme e esperei aproximadamente 8 minutos para limpar com um pano, mas como tinha passado tudo ao mesmo tempo o creme secou e aí que a porra ficou séria! Rapaz, como foi difícil tirar esta merda. Limpar o resto do corpo foi até tranquilo, mas na hora de limpar o cu, PQP! Ardia tudo!!!

Tentei limpar o “brioco” com tudo que você possa imaginar. Pano úmido, água quente, água fria, sabão da minha mãe de limpar a xerek, mas o bagulho não saía e não parava de arder. Maldito aquele que não colocou nas instruções “NÃO É ACONSELHÁVEL PASSAR O CREME NO CU”.

Sério, era um dor horrível. Passei até a respeitar os gays (vc que é gay, cara, vc é mto mais homem que eu, na boa). Não sei como é a dor de um parto, mas com certeza creme depilatório no cu dói muito mais. Para vcs terem ideia, eu tive que deitar de bunda para cima mirando no ventilador de teto para o vento bater e aliviar um pouco a dor. Sofri! Segurei o cocô por uns 3 dias, o máximo que consegui, e quando finalmente fui cagar, ardeu a vida! Fora que na hora de limpar, veio vários pentelhos derretidos no papel. Mas isso é insignificante, vc não precisa saber.

Bom, essa é a minha história! Foi uma lição de vida e estou repassando para vocês. Nunca depile o fiofó com creme depilatório. Depois não diga que eu não avisei.

COMENTÁRIO(S)
POR: Gislaine Lima ÀS 15:03

Bem, isso é meio constrangedor em certo ponto, mas em reuniões com amigos acaba trazendo boas risadas! Eu estava namorando uma menina já fazia mais ou menos 1 ano e 3 meses. Ela era loira, com um corpinho esculpido muito lindo, de dar inveja a muitas meninas.

Confesso não entender porque ela gostava de mim porque ela poderia arruma coisas melhores, mas isso não vem ao caso. Estávamos juntos há algum tempo e nossa intimidade não passava de uns apertos e passadas de mão. Apertava os seios dela às vezes, e lógico, o mais clichê e gosto de todo homem, uns apertos na bunda.

Até então tranquilo, passado mais ou menos 6 meses, ficamos um pouco mais íntimos, de forma que ela começou a praticar Oral em mim e eu começei a masturbá-la. Porém como era difícil nossos encontros, pois namorávamos escondidos do pai e da mãe dela
e dificilmente ela vinha na minha casa, muitas vezes praticávamos esses atos na rua, o que era muito divertido.Ela era católica e não pensava em transar antes do casamento, mas isso não a impedia de brincarmos assim sempre que dava.

Os dias foram passando e quando completamos 9 meses de namoro, decidimos dar o próximo passo. Resolvemos transar, mas ela não queria perder a virgindade antes do casamento, então ela decidiu dá a porta dos fundos!

Vocês podem pensar: “Oh Man, Você é um homem de Sorte” – Quem me dera jovens gafanhotos! Quem me dera!
No dia estava tudo planejado, meus pais saíram de casa e ela inventou uma desculpa para sair da dela. Passamos o dia namorando, até que fomos para o quarto. Começamos a brincar e brincar. Ela fez um oral muito gostoso! Ela  ainda não havia tirado a calcinha e eu fiquei imaginando… Como ela era branquinha e toda delicada eu já imaginava que seria algo bem rosadinho, cheirosinho… Enfim, estava com água na boca só de pensar.

Deitei ela na cama e comecei a baixar a calcinha dela naquela expectativa… quando tirei achei estranho, era meio… Cinza! Meio murcho! Não era muito normal para uma menina de 17 anos virgem. Sabe aquelas mulheres de pornô que tem a perseguida desbeiçada? Era tipo isso.

Pra piorar a situação, quando aproximei meu rosto, tinha um cheiro meio forte, porem suportável, mas era meio brochante. E o gosto também não era la grandes coisas… Mas fiz meu papel de homem e enfrentei o bacalhau. Como não bastasse, a situação piorou. O FATALITY aconteceu!

Estava lá beijando a crotilde, com direito a língua dura circulante clitoral, enquanto a menina gemia incansadamente (essas horas eu já pedia a morte), até que a filha da mãe PEIDOU NA MINHA CARA. NA MINHA BOCA! Meu cara, se ser homem é enfrentar isso, acabo de pedir demissão do cargo. Perereca azeda + cheiro de merda na cara, nem satanás aguenta. Vai por mim!

Eu fiquei de pé e ela olhou para mim esbugalhando os olhos como quem dizia “Putz, não acredito que fiz isso. Que vergonha!!”. Perdi totalmente o tesão. O pouco que restava. Vesti minhas roupas e pedi a ela que se vestisse. Fomos para sala e ficamos assistindo tv, não consegui tocar muito no assunto. Frustação total.

Horas depois, como ela queria muito, até tentamos praticar as portas dos fundos, mas o Juninho não deu sinal de vida. Morreu de incongestão. Algo o dizia que se na frente era assim, foge que atrás vem merda. Daí não rolou.

1 mês depois a gente terminou. Hoje sou motivo de piada. Meus amigos sempre me zoam perguntando se aceito um peidinho, me chamam de “engolidor de peido”, “levou peido na cara”, e afins. kkkkkk É isso aí, “um pobreminha sempre dá!”

Já fazem 3 anos que me separei dela e a fdp continua linda e gostosa, e agora tá namorando um japa. Mal sabe ele o que o aguarda!

COMENTÁRIO(S)
POR: Gislaine Lima ÀS 11:02

Eu namorava a mais ou menos um ano e morava numa cidade vizinha da cidade da minha namorada. Nos víamos apenas nos finais de semana. Era uma quinta feira e decidi fazer uma surpresa para ela. Sai da empresa no final da tarde e fui direto para a faculdade aonde ela estudava.

Chegando lá liguei para ela e pedi para que me encontra-se lá fora. Ela logo saiu. Entramos no carro e começamos a conversar. Papo vai, papo vem, ela pediu para irmos para outro lugar para ficarmos mais a vontade, eu logo entendi o recado. Na frente da faculdade, passando uma rodovia havia uma empresa bem grande e ao lado uma pequena plantação de soja, com uma placa outdoor ao lado do muro da fábrica. Estava bem escuro atras daquela placa, e decidi avançar um pouco a pequena plantação e estacionei ali.

Naquela semana haviam batido no meu carro e eu estava com o carro reserva da seguradora, um carro totalmente “limpo”, sem um insulfilme para ajudar. Começamos a nos beijar e logo rolou a transa ali no carro. Quando acabamos eu já estava meio preocupado, mas ela pediu para ficarmos ali, nus, abraçados mais um pouco.. cedi!

Passados uns quinze minutos comentei para irmos embora, nesse momento ela me disse: Amor, tem uma sirene atrás do carro. Pronto, estava feito a cagada. Dois carros da policia cercaram meu carro (e nós lá peladões), e outros policiais estavam cercando todo a empresa, nos fundos, laterais, frente…

Quando o policial viu que estávamos em um momento de muito amor, nos deu 1 minuto para sairmos do carro trocados. Nos trocamos e saímos… minha namorada desesperada pelo ocorrido. Depois de uma lição bem grande dos policiais, que nos explicaram que ligaram dizendo que estávamos assaltando a empresa (dai entendemos o porque de seis viaturas atrás de nós), quando ele iria nos liberar, um dos policiais olhou pra mim e disse: “Cara, eu conheço você!”. Tá, o que era ruim ficou pior. O policial era amigo da minha família, que é bem conservadora.

Depois de liberados entramos no carro, minha namorada foi erguer o banco que estava abaixado, quando puxou a alavanca: THUMMM. O banco foi direto no nariz dela, como se fosse um soco bem dado. rsrsrs. Ela já estava mal, depois disso entrou numa crise de choro enorme, e eu lá, todo sem jeito com essa situação. Mas digamos que…valeu a pena!

COMENTÁRIO(S)
POR: Gislaine Lima ÀS 10:02

Era uma tarde de um dia qualquer, eu estava no centro de Florianópolis, mais especificamente na avenida beira mar. Estávamos eu e meu pai de carro, ai a gente decidiu parar para fumar um cigarro. Encostamos na frente de uma lanchonete (pier 51, quem é de floripa vai conhecer) e sentamos na grama, entre a área de estacionamento e o mar, em frente a lanchonete. Eu acendi um baseado e meu pai ficou em pé fumando um cigarro, e eu bem tranquilo fumando sentado na grama.

De repente meu pai falou que estava vindo uma viatura de policia, ai abaixei o baseado e fiquei observando a movimentação, quando vi o que estava acontecendo, eu não acreditei.Olhei para frente e vi um cara, correndo alucinado, de camiseta e bermuda , o cara corria de um jeito muito peculiar, corria na pontinha do pé, e a cada 2 passos ele dava um pulinho, mas isso não era nada em relação ao principal, ele estava se masturbando, isso mesmo, correndo, pulando, e se masturbando e isso tudo em uma sincronia perfeita. A hora que o policial viu aquela cena, ficou tão impressionado quanto eu.

Enquanto isso, havia um turista tirando foto com uns 3 ou 4 filhos pequenos e o individuo alucinado veio correndo em direção aquele cara com seus filhos, o turista abraçou as quatro crianças juntas, e ficou abraçado meio que abaixado, naquela posição tentando proteger seus filhos, apavorado com aquela cena. Nesse meio tempo o policial já tinha descido da viatura e estava correndo a pé atrás do sujeito doidão. Enquanto isso eu já estava dando mais uma tragada no baseado, vendo de camarote aquela cena toda.

O policial corria atrás desse maluco, e o maluco dava um baile no policial, se esquivando e escondendo atrás das arvores, tipo aquela cena de crianças tentando pegar uma galinha. Saca? O alucinado corria em círculos, e o detalhe é que ele não parava de se masturbar (quem consegue sentir tesão correndo na rua, com um policial te perseguindo?). A perseguição mal sucedida do policial durou uns 5 minutos, detalhe é que o policial já estava parando pra descansar e quase morrendo sem ar (até eu que fumo maconha o dia todo consigo correr mais que ele sem cansar)

Nessa hora, eu olhei pra esquerda, e avistei o pai e seus filhos correndo em direção ao carro, detalhe é que os filhos corriam na frente, e o pai corria atrás, meio abaixado e com os braços abertos como se estivesse protegendo seus filhos de um tiroteio. Parecia um pato correndo assustado. Nisso chegou mais uma viatura, só que o curioso é que quem dirigia a viatura era uma policial feminina, acompanhada de um policial meio abestalhado.

A policial feminina desceu da viatura e começou a correr atrás do maluco tarado (que não parava de se masturbar) e o terceiro policial desceu da viatura e ficou só olhando seus dois parceiros de profissão tentando capturar o maluco. Quando a policial entendeu o que estava acontecendo, viu que o cara estava alucinado e se masturbando, virou as costas e começou a caminhar em direção a viatura. O primeiro policial, que já estava quase tendo um infarto de tanto correr fez o mesmo. Os policiais simplesmente desistiram de correr atrás do louco e foram embora, isso mesmo, foram todos embora e deixaram o cara lá, correndo, pulando e se masturbando, o curioso é que ele não parou de se masturbar nenhum instante, nenhum mesmo!

Resumindo, depois que os policiais foram embora, fiquei mais uns vinte minutos vendo aquele cara correr. O fim da história eu não sei porque eu tive que ir embora, mas  imagino que o cara alucinado deve estar correndo até hoje lá se masturbando e o turista apavorado deve ter voltado pro Rio Grande no mesmo dia (nunca vi gaúcho mais medroso…)

OBS: o cara alucinado estava muito bem vestido, era jovem e tinha uma boa aparência, por isso fica o recado galerinha: NÃO USEM DROGAS, se não este pode ser o fim da sua “viagem”.

COMENTÁRIO(S)
POR: Gislaine Lima ÀS 18:02


Bom, vou contar uma história que aconteceu comigo há alguns anos.

Eu era caloura na faculdade e tinha terminado um namoro muito longo recentemente. Andava bem chateada com a história do fim do meu namoro e bem por isso não queria compromisso com ninguém por um bom tempo. Porém, tinha esse meu colega de turma, o Guto, um cara meio sério e que se dizia apaixonado por mim. Eu não tinha interesse algum nele, só na sua amizade, e já tinha deixado isso muito claro. Mas acontece que o cara confundia as coisas entre a gente e ainda por cima era um chiclete, que não saia do meu pé por nada – o que me deixava com certa dó dele.

Acontece que a galera agitou uma viagem com o pessoal da facul, num lugar bacana. Bom, fomos viajar eu, o Guto, o Rafa e o resto do pessoal no maior clima American Pie, curtição, bebedeira, ninguém é de ninguém rsrs. O Rafa era um gato, malandrão, e bem mulherengo; ele já vinha me paquerando há algum tempo e eu dando moral.

Bom, chegamos com o dia já escurecendo e nos instalamos em uma pousada grande, vários quartos, piscinas e tudo mais. Eis que os meninos, o Rafa e o Guto tiveram uma ideia: – nadar pelados! Eles chamaram eu e minha amiga, a Bel (que na época tinha namorado, mas não tava ligando muito pra isso). A gente titubeou um pouco mas acabamos indo. O resto do pessoal tava se instalando, arrumando as coisas e tudo mais, e lá fomos nós quatro pra uma das piscinas, a que parecia mais reservada e começamos a nadar peladões. Isso na época foi motivo pra deixar todos nós bem excitados.

Depois da proeza, voltamos para os quartos e eu fui tomar banho. Terminado meu banho, o Rafa bateu na minha porta e eu o deixei entrar. Ele perguntou se poderia tomar banho no meu banheiro, já que o Guto tava tomando banho no quarto dele e já tava demorando muito – sim, os dois eram bem amigos. O Rafa terminou o banho dele e saiu de toalha, tentando me seduzir, e dizendo que tava a fim de ficar comigo e tudo mais. Eu não resisti e acabei ficando com o cara, que nessas alturas já tava pelado e queria tirar minha roupa também. Eis que a porta toca novamente, era o Guto procurando por mim. Fiquei desesperada, porque sabia que se ele me encontrasse agarrada no amigo dele, nossa amizade acabaria ali mesmo.

Assim, pedi pra que o Rafa se escondesse no armário, peladão. Me recompus e abri a porta. O Guto veio com uma conversa toda mole, insistindo em ficar comigo, e eu só pensando no outro lá dentro do armário. Eu não sabia se eu ria ou se chorava, e a conversa parecia que não acabava nunca. Enfim quando terminou e eu pensei que já tinha aniquilado as esperanças do garoto, ele deitou na minha cama e começou a assistir TV. Eu sai do quarto e rolei de rir com a situação, e só voltei uns dez minutos depois pensando em como tirar o Guto lá de dentro pra que o outro (que tava pelado e todo apertado lá dentro do armário) saísse do meu quarto sem ninguém ver. Confesso, eu tava me divertindo com a história toda. Enfim, eu dei um perdido no Guto e o Rafa saiu.

Já tarde da noite, estavam todos reunidos no bar cantando, bebendo e se divertindo. O Rafa me chamou de canto e falou para nós irmos terminar o serviço que começamos mais cedo. Eu, já meio bêbada aceitei de cara. Bom, não podíamos ir para o quarto dele, então fomos pro meu. Porém lá estava a Bel, deitada com dor de cabeça. Definitivamente não era isso que ia apagar nosso fogo, aí perguntamos para ela se ela se incomodava que a gente transasse naquele quarto. Ela disse que não, e que até ia gostar de ficar por ali mesmo; e ficou, na cama de solteiro; eu e o Rafa fomos pra outra cama e mandamos ver. No fim do vuco-vuco todo, batem na porta de novo. E mais uma vez, adivinha só quem era. Pois é, o Guto tava todo nervoso lá fora questionando porque eu e o Rafa tínhamos sumido da farra. Como eu não queria de jeito nenhum que ele desconfiasse que eu tava fazendo outra farra com o amigo dele no quarto, a Bel, o Rafa e eu tivemos uma ideia brilhante.

Foi a maior cena de filme que eu presenciei na minha vida. O coitado do Rafa, fazendo o papel de amante, pulou a janela de cueca (o quarto era no térreo, mas nos fundos tinha um pequeno barranco – era o equivalente a pular do segundo andar) e ficou esperando lá no meio do mato. Eu, abri a porta com a cara da inocência, perguntando por que ele tava tão desesperado; e o Guto, com cara de corno, diga-se de passagem, perguntando se o Rafa tava lá.

A Bel entrou no meio e disse que só tinha nós duas lá dentro – que estávamos conversando e nada mais, e propôs procurar o Rafa, pra não restar dúvidas que a gente não tava mentindo. Bom, segundo nosso plano, o Rafa deveria se fingir de muito bêbado quando a gente “encontrasse” ele. Foi o que aconteceu, o Guto encontrou ele “muito louco, quase desmaiado” segurando uma cachaça, no meio do matagal nos fundos da pousada e ainda, coitado, ajudou a cuidar da falsa bebedeira do amigo. Colocou ele debaixo do chuveiro frio e tudo mais. -kkkkkkkk

No fim das contas, o Guto jamais desconfiou dessa história. O Rafa poderia ter ganhado o prêmio de amante do ano. E eu, bom, eu fiquei com a consciência pesada por um tempo, mas passou, até porque valeu a pena a adrenalina, o prazer, e as piadas que essa história rendeu.

COMENTÁRIO(S)