Aconteceu Comigo* | Blog Insôônia
O melhor jogo online
abr.
01
2016
Aconteceu Comigo* / Por: Gislaine Lima ás 14:56

aconteceu-comigo1

A vingança vem de tartaruga

Com dez anos de idade minha família se mudou pra uma cidade do litoral, aos onze voltamos para periferia de São Paulo, onde eu estudei numa escola que era do caraleo, sonho de todo maloqueiro estudar. Quando cheguei na escola, logo me apaixonei de cara por uma mina que eu chamarei de Ellen, foram 2 anos trabalhando forte a prospecção em cima dela pra arranjar uns beijos, eu era feio, magro e Nerd, milagre foi eu ter conseguido… Kkkkkkkkkk

Na sétima série, “aos treze” anos, finalmente consegui ficar com ela, mas ela sempre gostou de um cara, que eu chamarei de Narigudo, mas ele por sua vez nunca deu bola pra ela, e depois de 3 dias que eu e a Ellen estávamos nos pegando nos fundos da escola, vejo ela beijando o narigudo no recreio. Porra, aquilo fodeu com meu coraçãozinho!

O tempo passou e eu sofri calado, não deu pra tirar ela do pensamento, e em um piscar de olhos eu tinha vinte e quatro anos, após uma longa temporada de 5 anos morando em uma capital do Sul do país retornei à perifa de Sampa, porém dessa vez mais malandro, mais vivido, com barba na cara, uns kg a mais e fracamente, uns 3% mais atraente do que eu era aos treze, sim continuo meio Nerd e feio, mas agora com uma carinha de cafajeste, um bom carro, um bom emprego, é uma conversa que vai além do que passou no Datena.

Fui convidado por um amigo, pra ir num churrasco na casa de outro amigo, chegando lá quem eu vejo?
Quem?
Quem?
Raimundo Nonato… Kkkkkkkk Não, a Ellen, e pra minha imensa surpresa, namorando com o Narigudo.

Puxei a capivara dos dois com a galera old school, fiquei sabendo que eles estavam firmes há uns 3 anos, juro por tudo que há de mais sagrado que não tive interesse algum nela, mas nunca esqueci o que acontecera anos atrás.
Pois bem, bebemos, conversamos, demos muita risada, fui pra casa umas 11 da noite, e por volta de uma da manhã recebo um “oi” no whats, e sim, era a Ellen, ela pegou meu número no cel de uma amiga que eu já tinha fricotado em tempos anteriores, e fricotamos bem diga-se de passagem.

Veio com aquela conversa de “nossa, você tá diferente” (pude sentir nessas palavras o desejo que ela tinha de pular em cima de mim), uma semana se passou, conversávamos todo dia, o dia inteiro, e no fim de semana seguinte saímos, bebemos é isso terminou em Motel, naquela noite, me senti o ser humano mais frio ée vingativo do mundo, nunca me dediquei tanto a uma noite de sexo quanto me dediquei àquela, nunca fiz tanta putaria com alguém quanto fiz com ela. Até aquele momento, o momento em que dei seta pra entrar no motel, não tinha rolado nada, mas o sangue subiu e me lembrei dos meus treze anos, descontei uma raiva que estava sendo alimentada por toda sacanagem que fizeram comigo durante minha vida, enfim que noite!

Acordei de pernas moles e com a rola inchada e doendo. 3 dias depois o narigudo descobriu e desde então não olha na minha cara mais, mas no fundo ele sabe que hoje estamos empatados, a diferença é que eles se casaram recentemente e ela vai ter um filho dele. Mas o importante é que eu vinguei.  kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

-anônimo

Gislaine Lima
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Gislaine Lima
fev.
18
2016
Aconteceu Comigo* / Por: Gislaine Lima ás 23:20

aconteceu-comigo1

Olá, Corujas e Corujos! Blz?!

Minha história é meio complexa e precisarei da atenção de vocês do início ao fim do texto.

Este trecho da minha vida remonta os idos de 2008. Copa Libertadores da América. Principal torneio sul-americano de clubes de futebol. O jogo: Boca Jrs e Fluminense.

O meu time: Flamengo. O time da minha namorada à época: Fluminense. Já entenderam o drama, certo?

Parceiro, esse jogo era importantíssimo. Era uma semi-final e, pela primeira vez, o time das Laranjeiras teriam a chance de, em caso de vitória, passar à uma final de Libertadores.

Minha mina era fanática pelo Fluminense. E mais do que isso. Era linda. Uma das mulheres mais lindas que já tive a oportunidade tocar. É importante que se registre isso.

Em uma promessa vaga, num daqueles momentos mais vulneráveis em que um homem se coloca, ela, entre os meus joelhos, ela me fez jurar levá-la em todos os jogos do Flu na referida competição. Não tive escolha. Com os olhos semi-cerrados, jurei. “Eles vão sair na primeira fase” – Pensei. Ledo engano.

Numa manobra que parecia genial, a convenci a ir apenas nos jogos que aconteceriam no RJ. A conquistei prometendo levá-la às partidas da semi e da final, caso o tricolor avançasse.

Ela aceitou. O Flu não parou mais.

Me fud#…

Pois bem.

O Flu ia ter que jogar a semi, como disse, contra o time de Maradona: o Boca Jrs. Passagens compradas para a Argentina, não reservei hotel. Faríamos um bate-e-volta no dia do jogo. Chegaríamos pela manhã e iríamos embora na manhã do dia seguinte.

Chegando na terra dos hermanos, fomos direto ao centro de Buenos Aires à procura de ingressos e informações. Foi uma dura batalha de umas 4 horas. Os ingressos eram raridade, e quando achávamos eram caríssimos.

Até que encontramos um argentino gente boníssima chamado Frederico (que na verdade chamava-se Federico), que nos guiou nessa procura final e nos conseguiu ingressos muito mais em conta.

Como forma de agradecimento, chamamos o Frederico para almoçar conosco. Ele, de boa praça que era, aceitou e ainda nos prometeu apresentar sua “galera”. Achei de boa.

Após o almoço, rumamos os três, minha mina, o Frederico e eu, à um café no Centro da cidade. Lá estavam todos da turma do Frederico.

Parceiro, registre isso: sentada entre os presentes estava uma loira de olhos verdes que PQP! Essa era a mulher mais bonita que eu já havia visto em toda a minha carreira de olheiro amador de mulheres!

A mina era linda! Um corpo que só poderia ser definido sob um palavrão. Há de frisar, novamente, que a minha namorada tb era linda. Neste ponto há uma teoria em estudo que diz que o homem é um cavalo. E não importa quão verde possa ser o seu pasto. Você sempre quererá provar o pasto vizinho.

Fiquei louco com a mina. Mas me continha pra não dar bandeira.O que eu não precisava naquele momento era uma briga internacional no meu curriculum vitae.

Em poucos minutos de conversa, em um “portunhol” mais safado que o nosso Wesley, entendi que a Loira (doravante trataremos a hermana gostosa com a alcunha de Loira) tinha um “tre-le-lê” com o Frederico. Meu portunhol não foi capaz de determinar se era algo sério, duradouro, temporário, passado, etc… Apenas observei e contemplei aquela maravilha, de beleza comparada a um gol maradoniano em Copa do Mundo.

Falamos muitas besteiras. Os nossos assuntos iam desde Pelé e Maradona, a sexo anal e tabus. Regados pela sensacional cerveja argentina, ficamos “amigos” rápido. E, devo confessar, todos eram realmente muito bacanas. O que me quebrou um paradigma pessoal de que todos os argentinos seriam arrogantes e blá.

Próximo a hora do jogo, nos despedimos. Devo ressaltar que a Loira, além de linda, era muito cheirosa. PQP (2)!!! Trocamos beijos nas bochechas e um leve abraço. Achei que nunca mais a veria.

Mesmo quando a galera nos convidou para uma festa em um bairro próximo. Não lembro exatamente qual, mas acho que era em Palermo.

Aceitamos o convite, por educação, e trocamos telefone. Quando, enfim, nos despedimos de todos, minha namorada e eu concordamos que seria muito difícil ir à tal festa. Até porque não acreditávamos que o Frederico sequer nos ligaria.

Assistimos, pois, ao jogo. Euforia da minha namorada. O Flu empatou com o Boca. O que achava que seria impossível. Apostei, inclusive, com um amigo que o Flu seria goleado. Perdi.

Saímos do estádio e, quase que imediatamente, o Frederico nos ligou. Insistia para que fôssemos à festa. Ficamos um pouco reticentes. Mas a noite estava muito fria e a festa passou a parecer uma boa opção. A outra era passar a noite no aeroporto. Ademais, a Loira estaria lá.

Pegamos um táxi e rumamos para o endereço do Frederico. Chegamos e demos de frente com um casarão. Uma verdadeira mansão. Na verdade todo o bairro parecia ser rodeado de mansões e prédios de alto padrão. Me surpreendi.

Outro ponto a ser salientado: as festas na Argentina começam muito tarde. Então, mesmo chegando altas horas na casa do nosso nova amigo, a animação dos presentes era total. Muita música, bebida e mulheres. Numa conta rápida, deviam ter umas 5 mulheres para cada homem. E olha que tinha bastante gente na festa.

Todos dançavam. Todos riam. Todos eram simpáticos. Mas eu só conseguia reparar na Loira. E ela, talvez fosse o efeito da bebida, parecia corresponder a alguns olhares meus.

Eu me sentia em casa. Eu e a minha namorada, na verdade. Passamos a beber e a dançar junto a todos. E, vira e mexe, estávamos em uma rodinha de conversa com a Loira.

Nesse ponto eu tenho uma qualidade: eu percebo os meus limites. Eu não me arriscaria a ficar bêbado na casa de um estranho e dar em cima da mina do cara na frente da minha mina. Passei, então, a me controlar. Minha mina, ao contrário, parecia cada vez mais inebriada. Podia ser também uma mistura da vodka ingerida com o cansaço do dia.

Após algumas horas, o clima da festa deu uma esfriada. A casa tinha, na sala, dois ambientes bem amplos, com dois grandes sofás, além de algumas poltronas e outros puffs espalhados pelo local, e um clima de “meia luz”. Quadros na parede, uma cristaleira, móveis trabalhados… tudo deixava o ambiente bem confortável e “chique”. Mas naquele momento quase todos, ou estavam sentados conversando, ou estavam se “pegando” em algum canto.

Eu procurava não perder a Loira de vista. Não que eu achasse de verdade que teria algo com ela. Nem mesmo coragem pra fazer algo.

Ela passou a noite toda muito comportada e, ocasionalmente, dando tocos em todos que ousaram chegar nela.

Neste momento da festa, ela estava sentada em uma poltrona no canto oposto de onde eu estava sentado. Com um copo cor de rosa na mão, parecia olhar diretamente pra mim. Não aguentei. Correspondi todos os olhares. Como achava que tudo não passaria de um flerte despretensioso, passei a encará-la. Minha mina, a essa altura, estava praticamente apagada no meu colo. Em poucas horas deveríamos pegar nosso voo de volta ao RJ.

Ficamos, a Loira e eu, nesse flerte adolescente por alguns minutos. Até que ela levantou e veio na minha direção. Meu coração disparou. Eu pensava em tudo ao mesmo tempo. Na minha namorada. No que aquela Loira iria fazer. Em quanto tempo eu teria até o aeroporto. Um turbilhão na mente. Não que eu tivesse problemas com auto estima. Confesso que eu me considero um cara bonito. E que sempre cuidei da minha aparência e físico com musculação e esportes (fui jogador de futebol até os 18 anos).

Mas voltamos à cena.

Minha namorada deitada no meu colo. A quela Loira vindo na minha direção. Minha mente em turbilhão.

Ela chegou. Me encarava nos olhos. Que olhos eram aqueles, parceiro…

Eu fiquei na minha. A olhava, igualmente, nos olhos, mas não tomei nenhuma atitude.

Ela, então, se abaixou e falou alguma coisa no meu ouvido. Eu entendi algo como “vem comigo”. Eu, nervoso, apontei a minha namorada. Ela pegou na minha mão direita e gesticulou para levar ela também. “Entendi errado…” – Pensei. Talvez nos arrumaria um lugar para descansar até a hora de irmos embora.

Apoiei minha mina com um abraço e segui aquela Loira até o segundo andar da casa. Ela abriu a porta do segundo quarto e me mandou entrar. Era uma put# de uma suíte com uma cama enorme. Coisa de louco.

Deitei minha namorada gentilmente na cama e me virei para agradecer à Loira, já me despedindo. Então, num dos momentos mais inesquecíveis da minha história até aqui, aquela Loira monumental, inatingível e escultural, me olhou com uma cara de safada e, sem falar nada, me pegou pelo antebraço, já saindo do quarto.

Eu, em Português, perguntava em sussurros “É sério?!?”. Ela me olhava por cima do ombro e sorria. Eu perguntava da minha namorada e ela, brilhantemente, trancou a porta do quarto e, numa cena de filmes da Band, jogou a chave no decote. Registro: tudo em mim endureceu naquele momento. Inclusive a consciência. Esqueci da minha mina e segui cegamente aquela Loira.

Entramos no quarto ao lado. Ela trancou a porta e, sem cerimônias, me tascou um beijo daqueles de fazer um adolescente gozar. E eu, mesmo burro velho, só pensava em me controlar pra não queimar a largada.

Começamos a nos despir, num frenesi de quem parecia sedento pelo outro. Ela tinha, realmente, um corpo sensacional. Não tinha defeitos.

Além de tudo, sabia o que estava fazendo. Me deu um chá de #$%#@, como dizem por aí. Um chá servido de quatro, de lado, sentada, por cima, por baixo e em pé… Que chá, amigos…

Não trocamos muitas palavras, além do “dirty talk” usualmente utilizado em situações de muito tesão. E, parceiro, o que era aquela loira “gemendo” em espanhol?!?! Sensacional…

Foram duas horas de sexo. Completas. E intensas. A melhor transa do meu curriculum… Eu sequer tomei nota que estava em outro país, com a suposta namorada de outro cara e que minha mina estava no quarto ao lado.

O quarto em que estávamos era uma suíte. Ela foi tomar banho e eu, sem me fazer de rogado, me juntei à minha Evita Loira. Aproveitamos pra brincar mais um pouco. Nada muito complexo.

Parceiro, antes de colocar meu pé para fora da ducha, me veio o primeiro susto. Alguém começou a bater apressadamente na porta. E mais: passou a chamar pela Loira. “Fodió!” – Pensei…

Enquanto eu me desesperava e me apressava em me secar e me vestir, a minha Loira saía calmamente do chuveiro, portando um leve sorriso de canto de boca.

Eu olhava pra ela desesperado e ela parecia se divertir com o meu desespero.

Enquanto eu me desesperava, ela, calmamente, foi até uma segunda porta que o banheiro tinha e, cuidadosamente a abriu, meio que se escondendo atrás da mesma.

Para minha surpresa (e sorte!), esta segunda porta dava para o quarto onde a minha namorada dormia. Eu tentei catar as minhas roupas, mas peguei o vi na frente e fui nu mesmo.

Ela, logo atrás, trancou a porta e ficou lá.

Eu, já num clima de “ufa”, colei a orelha na porta do banheiro e tentei ouvir alguma coisa. Parecia uma discussão. Era o Frederico. Até que tudo ficou em silêncio.

Neste momento, eis que do mundo de Morpheu, ressurge a minha namorada e, num grito “sussurrado”, quase me faz cagar nas calças que eu não vestia, tamanho susto que levei.

– O que você está fazendo nu?!?

Eu não tinha uma desculpa de primeira. E nessas horas, parceiro, o melhor é ser o mais honesto possível. Contar a verdade, salpicada de uma mentiras aqui e acolá, não pareceu má idéia.

Eu disse que ela, de tão bêbada que estava, vomitou em mim na festa. Então, a Loira nos levou até aquele quarto e me indicou o banheiro pra tomar banho. Simples. Só que o banheiro é compartilhado com o quarto ao lado e, enquanto eu tomava o meu banho, alguém chegou desesperado batendo à porta. Eu larguei tudo e voltei para o quarto. E agora eu estava ali, em pé, tentando saber o que estava acontecendo. Simples.

Ela acreditou.

E ainda se juntou a mim tentando ouvir alguma coisa. E não demorou muito para que percebêssemos o que estava rolando no quarto ao lado… (voz do Roger – Ultraje à Rigor – mode on): Sexo!

Parceiro, coisa de filme! A minha Loira, depois de uma sessão de sexo alucinada, ainda teve gás para engatar uma saideira com o Hermano Fred!!! Tudo bem que, pelo que ouvimos, não durou mais do que 15 minutos… Mas me bateu uma bad… Parecia que o traído fora eu… Entenderá? Nunca…

O pior: minha namorada começou a se animar, e veio pra dentro, parceiro. E eu descobri que o meu fogo não é tão grande quanto o da Loira. Broxei… Eu coloquei como desculpa o vômito, o banho, a situação, o quarto dos outros, a hora… enfim… Ela até foi muito compreensiva. No fundo, acho que o fato de ter sido “boi” pela Loira pesou mais.

Ficamos um pouco mais no quarto e descemos pra ir embora. O dia já amanhecia e o voo já partiria.

Detalhe: cadê a cueca?!?! Certamente ficara no quarto da Loira. Fui sem cueca mesmo.

Descemos e não encontramos nem a Loira e nem o Frederico. Nos despedimos de alguns que ali ainda estavam e fomos à rua tentar pegar um táxi.

A minha namorada não parava de falar o quanto tinha sido louco aquele dia. O fato de termos ido à Argentina ver o jogo do Flu e ter conhecido toda aquela gente. Tudo parecia muito surreal. Enfim.

Eu só pensava na minha Loira. Há um detalhe a ser dito sobre não usar cueca: quando você lembrar de uma transa sensacional, com uma loira sensacional, seu “boneco” se erguerá e você não conseguirá disfarçar isso. Principalmente da sua namorada…

– Ué?! Agora?!?! – Ela disse, quando já estávamos no voo de volta pra casa.

Eu disfarcei, pus a mão nas pernas dela e sorri. Ela correspondeu da mesma forma, sendo bem sutil, e passando a mão, como por esbarrão, na minha “criança”.

Amigos, quanto mais eu pensava na Loira, mais a “criança” endurecia. E mais animada a minha namorada ficava. Mas não dava pra fazer muita coisa ali. Um voo diurno e cheio.

Enfim, voltamos às nossas vidas.

Nunca esqueci a Loira, e ainda fiz questão de contar para todos os meus amigos. Que, obviamente, ficaram reticentes.
Ainda não existia o facebook. E procurar alguém no Orkut era um martírio. Achei que nunca mais veria a minha Loira.

Até que, há uns dois anos atrás, a procurei no Facebook e, pra minha surpresa, a encontrei!!!

Ela ainda estava linda! Mas era casada e já era mãe! E eu ainda era noivo da mesma guria tricolor.

Mandei uma mensagem despretensiosa, perguntando como ela estava e tal. Ela levou uns quatro dias pra me responder. Mas pareceu muito efusiva. Se disse feliz com o meu contato e por saber que eu estava bem.

Ela disse que estava casada com um fulano e que ele era jogador de futebol, e que, inclusive, era o dono da casa onde fomos à festa.

É… isso mesmo… ela já era namorada do cara naquela noite!!! Ou seja: fomos, os três, não cornos, mas sócios!

Rimos daquilo tudo, e ficamos de trocar mais mensagens. Mas não durou o tanto que achei que duraria. Não era o mesmo encanto. Apesar de ter me surpreendido com o senso de humor da Loira e do quanto ela achava aquilo tudo normal.

Da última vez que falamos, ela iniciou a conversa me mandando a imagem de uma cueca. Obviamente, não era a minha. Mas ela se lembrava.

Rimos bastante!

E, até hoje, aquela Loira permeia alguns dos meus sonhos mais sapecas…

Ê, Argentina…

 – Anônimo

Gislaine Lima
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Gislaine Lima
jan.
29
2016
Aconteceu Comigo* / Por: Gislaine Lima ás 14:15

aconteceu-comigo1

Aê Gi, vou contar o que aconteceu cmg esses dias pra vc conhecer um pouco da vida sofrida do pretinho aqui. Meu sonho sempre foi ter um Punto Preto, desde que terminei a faculdade pelo prouni que comecei a trabalhar na Petrobrás. Desde então comecei a juntar grana. No final de 2015, finalmente, pude realizar meu desejo de moleque. Comprei o Punto Preto, zero bala e a vista! Botei os vidros preto, do jeitinho que sempre quis. Fiquei felizasso e pensei “Agora é a hora de curtir o Negro Li” (nome do meu possante).

Saí pra dar um rolé e logo avistei uma Nega na esquina, e que nega bonita, rapaz! Parei o carro e observei ela com olhar de “quero estrear o Negro Li”.  Sim, era uma garota de programa. Preta. Do jeito que eu curto. Não pensei duas vezes e buzinei pra ela. Ela entrou no carro e fomos da uma volta. Eu queria transar dentro do carro, mas a garota era tão gente boa que antes chamei ela pra tomar uma cerveja. Ela topou. Levei ela no shopping, rapaz eu dei a mão pra garota no shopping. Parecia dois preto apaixonados. Até que essa parte foi bacana….

Sentamos na praça de alimentação e logo pedi uma cerveja. Preta. Sim, eu gosto de cerveja preta tb. A garota disse que nunca tinha bebido cerveja preta, o que me surpreendeu bastante. Porra, quem nunca bebeu uma cerveja preta? Enfim, ficamos horas ali bebendo, rindo e se beijando.

Fiquei chapado e assanhado. Nesse momento já tinha esquecido que a garota cobrava por hora. Porra, pensei, ela tá curtindo, tá feliz, certeza que vai cobrar barato! Doce ilusão. Mas deixa essa parte pra depois.

Saímos do shopping e pegamos o possante. Ela perguntou que motel eu queria ir, eu disse que queria estrear o negro li e ela topou. Fomos pra uma quebrada e começamos os trabalhos. Que beijo gostoso da pretinha, rapaz. Que sensualidade era aquela??! A guria olhava com aqueles olhos pretos no fundo dos meus olhos, a jogada de cabelo que ela faz, puta que pariu. Eu fiquei louco.

Ela começou cavalgar em mim de uma maneira que eu achei que os amortecedores do meu carro não iam aguentar. Nesse balanço todo, a garota começou ficar enjoada, pedindo pra parar, mas eu não queria parar, tava bom. Mas ela não aguentou. Sentada no meu pau preto, ela deu aquela gorfada voadora. Vomitou toda a cerveja preta no banco de trás do Negro. Porra, nem gozar eu gozei.

Paramos ali e ela disse que precisava ir embora. Disse que não estava bem e que a cerveja fez mal pra ela. ¬¬
Levei ela embora e nego do céu, na hora de pagar a conta: ela cobrou 600 paus de negro. Disse que ficou o dia todo comigo e como não terminou o serviço cobraria só 600. O nego aqui quase faleceu.

Enfim, dei um cheque pra ela e fui embora. Agora pensa na ironia da minha vida: Preto da Petrobrás compra punto preto, poe vidro preto, leva puta preta pra tomar cerveja preta, ela vomita no banco preto, o preto nem goza e ainda paga uma fortuna, o que o deixou numa situação preta $$.  kkkkk Parece até trava lingua, fala aê?! Mas não, a minha vida que é negritude de mais. Mas eu amo.

Beijo pras pretas! <3

– Anônimo Preto

Gislaine Lima
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Gislaine Lima
jan.
18
2016
Aconteceu Comigo* / Por: Gislaine Lima ás 22:12

aconteceu-comigo1

Olá, saudações a todos. Quero contar a todos os leitores e leitoras do Insoonia uma pequena parte da minha vida.
Por motivos que ficarão óbvios, não citarei nomes, nem locais, prefiro ficar no anonimato. Só pra destacar, quando eu me referir a essa pessoa vou chamá-la de ELA, em negrito e maiúsculas.

Bom, vamos lá: Cerca de 18 anos atrás (é, já passei dos 40), conheci uma garota. Linda, por sinal. Quem nos apresentou foi o namorado dELA, que era meu amigo desde que éramos crianças. Na ocasião, fiquei genuinamente feliz por ele, ELA, além de linda, parecia ser uma ótima pessoa. É verdade que eu acabava de terminar um namoro, mas juro que, na ocasião, não tive nenhum desejo por ELA, pois meu namoro havia terminado justamente porque eu iria sair do estado onde morava pra trabalhar em outro. Eu tinha pouco mais de 20 anos, iria sozinho morar longe de casa; como eu não quis, não me senti preparado para casar, minha ex namorada e eu terminamos. E eu estava realmente preocupado e ansioso com essa mudança, não sabia e até temia o que poderia acontecer.

Pois bem, fui embora, lógico que perdi contato com todo mundo. Só voltava à minha cidade uma ou duas vezes a cada 120 dias, e mesmo assim por três ou quatro dias no máximo. Meu amigo e ELA se casaram, fui até convidado mas não pude ir, estava longe na data. Quando voltei definitivamente, alguns anos depois, mantive contato básico com o casal, um telefonema aqui, uma visita rápida ali… nada demais, ELA era esposa de um amigo de infância.

Conheci uma moça, começamos a namorar e resolvemos morar juntos. Sem casamento, vivendo no pecado (rsrs). Por incrível que pareça, a relação entre os dois casais se estreitou muito, ficamos muito amigos. Eu e minha companheira frequentávamos a casa deles, eles a nossa, saíamos juntos… Sempre com muito respeito, com muita amizade.

Mas aí eu comecei a reparar o quanto ELA era linda, especial. Mas era esposa de um amigo, e eu estava comprometido, e eu sufoquei meu desejo. Não tenho pudor em admitir que a desejei, cheguei até a falar um dia, em um encontro entre os dois casais, os quatro sentados à mesa da cozinha do apê onde eu morava, que, se um dia meu amigo e ELA se separassem, eu era o primeiro da fila. Ele e minha esposa (?) murmuraram respostas bobas. ELA sorriu timidamente.

Um ou dois anos depois meu relacionamento foi pro buraco, peguei minha ex me traindo, acabou tudo. E eu, solteiro, e quem eu queria casada, e pior, com um amigo meu. Aí me enfiei em um namoro confuso, conturbado, com uma mulher que me afastou de todos os meus amigos. Perdi contato novamente. Durou alguns poucos anos, e quando eu saí desse namoro, continuei afastado de todos. Não por vergonha, mas por ter me acostumado com o isolamento.

Pois bem, quando menos esperava, meu amigo entrou em contato comigo, falando que ele e ELA sentiam muitas saudades de mim, blá, blá, blá… E me convidou a ir até a casa deles, bater um papo, tomar umas cervejas, conhecer o filho dos dois. Fui tranquilo, após tanto tempo é claro que nada iria sentir por ELA. Mas quando a vi, foi um choque, perdi a fala. Estava mais linda ainda, com um sorriso que me desarmou. Nesse momento eu entendi que a amava. Não uma paixão, um desejo, nada disso. Era algo que nunca havia sentido, muito forte. Era amor.

Não consegui abraçá-la direito, ELA quem me abraçou. E ELA ainda disse que chorou quando eu sumi por causa da minha ex. Ainda bem que não deixei nada transparecer, ninguém viu nada demais. A não ser o fato que eu bebi muito mais do que eu aguentava, só pra tentar esquecer o que senti.

Passaram-se poucos meses, durante os quais algumas visitas esporádicas, sempre com muita cautela pra não dar bandeira. Aí me cai uma bomba: eles se separaram. O que eu devia fazer? Consolar um amigo ou buscar minha felicidade, meu amor? Decidi ir atrás do meu sonho. Me declarei, ELA ficou surpresa, mas aceitou. Nos encontramos, foram os melhores momentos de toda a minha vida, nós dois sabíamos como nos beijar sem nunca ter beijado, nossos corpos se encaixavam com perfeição, éramos dois insaciáveis na arte de dar e ter prazer.

E assim ocorreram vários encontros. Até que o ex marido e agora ex amigo descobriu, e ameaçou tirar a guarda do filho deles. Compreensivelmente, ELA me pediu que me afastasse um pouco, que deixasse a poeira baixar, que eu só fosse encontrá-la quando convidado. Concordei. Mas nos falávamos todos os dias, e tivemos encontros memoráveis no tardar da noite. Só que cometi um erro, um dia fui sem ser convidado, por uma urgência enorme, uma saudade que não cabia dentro de mim. Fui tarde, já perto das onze da noite, e o ex estava indo embora, eu não sabia que era dia de visita ao garoto deles. Azedou tudo. ELA me isolou.

A única data que vou escrever é essa, aconteceu no início de outubro passado. Tentei retomar contato, mas não tive sucesso. Poucos dias atrás, ELA me ligou, me informando que está namorando. Eu só balbuciei que, caso não dê certo, ELA sabe onde e como me encontrar. Agora estou eu aqui, só, sofrendo, e com três tatuagens em homenagem a ela em meu corpo. E sem esperança alguma de um dia tê-la novamente. :(

Anônimo

Gislaine Lima
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Gislaine Lima
nov.
14
2015
Aconteceu Comigo* / Por: Gislaine Lima ás 21:01

aconteceu-comigo1

Olá pessoal do Insoonia, depois de tanto ler os problemas e ciladas dos meus colegas leitores, resolvi dividir com vocês o MEU problema super atual. Não me identificarei e peço a gentileza que opinem nos comentários.
Estou passando por uma situação muito difícil, que envolve razão e emoção, meu grande amor X meu noivo.

A mais ou menos uns 5 anos atrás, após o término de um longo namoro conheci um outro rapaz em uma festa com os amigos, ele não fazia meu tipo, por isso, o ignorei o máximo que pude. Fugi dele a festa toda, e para minha surpresa, no outro dia ele me ligou, fui terrivelmente cruel com ele, fiquei extremamente brava por ele ter meu número (e da onde tirou??) e estar me incomodando de novo. Mas ele não se importou com isso, com as minhas patadas, e insistia em me ligar todos os dias e em me mandar mensagens carinhosas diariamente, e com o passar do tempo, me APAIXONEI, isso mesmo, ele conseguiu (que droga).

Ele é daquele tipo de cara que tem valores, educado, gentil, que abre a porta do carro, que diz coisas engraçadas, que SONHA alto e tem mil e um objetivos. Sempre fui uma pessoa estudiosa e dedicada, e encontrar alguém assim, com planos e metas, me deixa encantada. Saímos algumas vezes, ficamos, e que beijo, que amor de pessoa, que TUDO!!!

Mas o pior aconteceu, nesse meio tempo apareceu um outro cara na minha vida e logo começamos a ficar, sem ao menos nos conhecermos direito, em 2 meses começamos a namorar. E aquele menino maravilhoso, que eu não quis de início e me apaixonei depois, ficou guardado.

Com a dor, ele começou a namorar a primeira vaquinha que passou na frente. Mas mesmo assim, compromissados, sempre dávamos um jeito de nos ver, era como uma necessidade, até que um dia resolvemos romper de vez. Nos gostávamos mas nunca assumimos um relacionamento. Não sei pq.

Bom, anos se passaram e agora, recentemente, ele reapareceu na minha vida, com o mesmo sorriso encantador, com os olhos brilhantes e disse que havia se separado da moça, que queria recomeçar comigo. O que acontece é que eu ainda namoro e o pior, estou de casamento marcado para o ano que vem. Não sei o que fazer, depois meu príncipe reapareceu, parece que tudo mudou, não penso em nada a não ser estar ao lado dele e finalmente termos um relacionamento. E agora ele está disposto.

Ele esta ainda mais interessante do que antes, mais inteligente, mais culto, mais charmoso e adivinhem kkkk passei a achá-lo lindo, perfeito (coisas de quem ama haha). Mas em contra partida, o meu atual não é muito interessado pela vida, não almeja nada, mas sou feliz ao seu lado e tenho medo de abandoná-lo. Apesar de tudo, ele me ama e me faz muito bem. Não sei o que fazer. Terminar com o meu noivo e me aventurar no amor adolescente com um cara perfeito ou viver o resto da vida com ele somente em meus pensamentos? Me ajudem!! Obrigada! bjs

– Anônima

Gislaine Lima
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Gislaine Lima
out.
16
2015
Aconteceu Comigo* / Por: Gislaine Lima ás 18:34

aconteceu-comigo1

Fala Gi! Depois de anos acompanhando seu blog e rindo litros de todas as histórias, decidi contar a minha que aconteceu há pouco tempo.

Então, eu moro em uma cidade distante 340 Km da cidade da minha melhor amiga, que fica também em outro estado (ela se mudou para estudar). E no aniversário dela, fui até la comemorar com ela. No primeiro dia eu estava muito cansada e não queria sair neeem fodendo, também estava triste porque gostava muito de um carinha que trabalhava comigo e ele nem aí pra mim.

Maaaas, depois de muita insistência da minha amiga e da prima dela, saí com elas para a inauguração de uma boate nova. Aquilo pra mim estava um saco porque eu estava acostumada com outro tipo de balada. Comecei a tomar umas doses de tequila para amenizar aquele meu mau humor e depois de uma hora que havíamos chegado, começou a tocar uma banda de pagode, e aí que minha sorte começou a mudar. Quando eu olhei pro palco, mirei em um dos músicos e disse: é ele!

Fiquei paquerando aquela gracinha o show inteiro. Fiquei louca de tesão por ele. Sabe quando vc vê um homem e cisma que quer dar pra ele? E meu querido, mulher quando quer dá, ela dá! E nem saí de casa preparada, dane-se, eu queria só dar pra ele.

Quando o show se encerrou eu os segui até o camarim e fui direto no gato que havia flertado o show todo e, para minha surpresa chega uma “piriguete” e começa a beijá-lo. Mas isso não zerou a minha esperança (mulher qdo quer dá, ela dá..rs), então fui até o produtor dele e pedi um contato para fechar show, disse a ele que iria levar a banda para minha cidade e ele se empolgou.

Depois de falar com o produtor, fui até o gato e disse: eu vou levar sua banda para minha cidade, mas com uma condição: você tem que ir solteiro! E o gato fez aquele sinal de promessas beijando os dedos cruzados (HOMENS… amo eles!).

Cara, quem era eu para trazer uma banda para minha cidade?? Eu mal saía, porém conhecia muita gente influente… Vim embora pensando naquele Deus Grego de um metro e sessenta e cinco (sim, ele é baixinho), super estiloso!! Sério, eu fiquei com uma imensa vontade de dar loucamente para ele…

Pois bem, com uma semana que eu havia chegado, passei o contato do produtor para um amigo que organiza as baladas de uma das boates mais badaladas da cidade e, advinha? Na outra semana a banda estaria na minha cidade e eu mal podia acreditar ou esperar… (tudo isso pela vontade de dá… mulher qdo quer… já sabe…)

Chamei uma galera e fui pra balada vê-lo tocar novamente, foi lindo o show. Tomei mais tequilas, enquanto o imaginava pelado e ereto na minha frente. Fiquei ansiosa para que ele descesse logo do palco para eu poder grudar naquela boca o resto da noite.

Depois de eles atenderem os fãs, todos saíram do camarim e finalmente ficamos só. Rolaram vários beijos e amassos ali mesmo, o tesão era tanto que daria pra ele ali mesmo, até o sol nascer. Mas estávamos no camarim e qualquer pessoa poderia entrar ali. Então olhei para o lado, vi o banheiro e pensei: vai ser ali. E foi!

Ele era tão louco quanto eu para topar. E naquele amasso todo eu senti que ele estava bem animado e como eu estava de saia, ele levantou e começou a me chupar… que língua destruidora! que tesão! Naquele banheiro, fui ao céu em segundos e então retribuí o carinho pagando um boquete bem gostoso. O clima esquentou e, eu queria que ele me pegasse de quatro, mas ele me diz que estava sem camisinha e que tem medo…

Pooooxa, eu também estava sem tomar remédio há mais de um ano (tempo que estava solteira). Droga! E agora?

Então ele diz: só se puder atrás. Ele falou com tanta desesperança, achando que eu não toparia e já triste e decepcionado por ter esquecido a camisinha, isso pq ele não sabia que eu curtia, mal sabia ele que às vezes eu curto até mais que na frente… kkkkkk.

E foi! Ficamos ali, ele comendo meu cu e ao mesmo tempo massageando lindamente meu clitóris… Puta tesão! Até que uma louca começou a bater na porta (empata foda) e tivemos que parar e sair do banheiro os dois. Nisso o pessoal tinha parado de tocar e o camarim estava cheio de gente. Saí dali sem nenhum constrangimento…

Depois que saímos, cada um foi para um lado, eu fui ficar com meus amigos e ele foi ficar com a banda. Depois, como também conhecia os meninos da banda, fui ficar perto deles e quando chego lá, me deparo com o gato beijando uma guria, não me esquentei e comecei a rir por saber que ela estava beijando minha xereca de tabela kkkkkkkk

Ele a largou quando me viu chegando, não sei pq motivos ela veio querer confusão comigo, então logo soltei: fofa, eu estava com ele no banheiro desde o final do show! Acabei de gozar na boca dele!

A guria saiu com ódio no olhar e o gato ficou chateado, mas nem liguei. Depois que aquela loucura acabou e ele foi embora lembrei que o gato não tinha gozado, e então me bateu aquele sentimento de impotência (sim, mulher tem isso).

Dois meses depois, voltei àquela cidade e tinha uma só missão: fazer gato gozar! Fui a um show dele e no final nos encontramos, larguei minha amiga com o namorado e saí com ele de táxi para pegar o carro dele que estava bem distante.

Depois de pegar o carro, ele perguntou onde eu queria ir e eu logo disse: Para o primeiro motel que você achar! (mulher de atitude: o mundo precisa). Só que o gato disse que estava sem dinheiro, e eu, sem problemas nenhum, paguei o motel da noite e com muito prazer, porque valeu muito a pena, ele fez valer a pena, nós tínhamos uma cama dessa vez pra fazer tudo o que queríamos, ele me pegou de quatro como nenhum outro homem havia me pegado e me fez ter orgasmo em menos de dois minutos, e mesmo assim eu o fiz gozar e lavei minha honra! Ficamos 10 horas no motel. Gozei várias e várias vezes. Foi ótimo!

Passaram-se quatro meses e ele voltou à minha cidade, dessa vez em outra boate e adivinhem? Demos uma rapidinha dentro do banheiro de novo, e de novo no furico pq não tinha camisinha. E dessa vez o produtor dele nos flagrou. Vergonha? Tive um pouco, mas gozei de muito alegria! Gente, como explicar tanto tesão por uma pessoa assim? Ainda temos contatos e vez ou outra marcamos uma aventura sexual. Nada mais que isso. Que é tudo!

Aguardo os próximos capítulos! bjs

– R. L.

 

Gislaine Lima
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Gislaine Lima
set.
07
2015
Aconteceu Comigo* / Por: Gislaine Lima ás 12:16

aconteceu-comigo1Olá pessoal do insonia,

Primeiro quero parabenizar pelo blog, que acompanho desde muito tempo e acho incrível o trabalho de vocês, mas esse e-mail é pra contar um pouco de uma história amorosa que venho sofrendo há algum tempo, que é praticamente um clichê de novela mexicana. Não sei bem como organiza-la de maneira sucinta e divertida (provavelmente nada de divertido possa ser tirado disso), mas espero que gostem e possam me aconselhar.

Nunca fui um cara muito seguro com mulheres. Quando novo era muito tímido, chegava a ser ridículo chegar em uma garota. Mas vou contar um pouco da primeira por quem me apaixonei e amo até hoje.

Eu tinha 13 anos, era aniversário de 15 anos de uma prima e essa menina entrou na festa vestida de noivinha, segurando uma boneca nas mãos para simbolizar alguma coisa. Era a menina mais gatinha que já havia visto. Aquele dia meu coração bateu de um jeito diferente, mas me faltava muito para ter coragem de pelo menos falar alguma coisa ou tentar chegar mais perto. O destino nos reservava algo.

Tive uma adolescência de muitos amigos, zero dinheiro (R$ 0,000…), poucas meninas, muitas tão feias quanto eu, outras muito mais. Eu era bizarro: Muitas espinhas, cabelo grande de rockeiro, magricelo e pouco assunto agradável pra acrescentar a qualquer conversa.

Minha primeira namorada só veio aos 19 anos e isso depois que comprei meu primeiro carro. Mas com a vida adulta as espinhas se foram, o cabelo ficou melhor, já tinha um emprego, alguns poucos quilos a mais e alguma autoconfiança já surgia para uma vida social bem melhor.

Eu já tinha 23 anos e nunca mais havia visto aquela noivinha de sorriso cheio de aparelhos e pele branquinha. Deu tempo de me apaixonar e me frustrar por muitas outras meninas, mas também foi tempo pra aprender a ter coragem de tomar iniciativa quando sentisse o coração bater forte outra vez.

No dia 22 de dezembro de 2012, um dia após o suposto fim do mundo para o calendário Maia, foi o dia em que a minha vida mudou. Era casamento de um primo meu e eu vi a mulher mais linda que já tinha visto na vida. Sorriso e traços perfeitos. Simpatia que transbordava. Não tinha quem não a olhasse, nem quem tivesse coragem de puxar assunto, mas nesse dia eu tive.

Não pensei para tomar impulso e quando vi já estava de frente conversando com ela na porta da igreja. Ela não prestava a menor atenção nas coisas que eu falava, eu fiquei falando com ela, olhando pra ela e ela só escutando e rindo. Ela era madrinha, se sentou lá na frente e eu nos fundos da igreja, mas eu olhava o tempo todo pra ela e ela as vezes me olhava e ria. Eu não tinha muita noção do que acontecia ali, mas durante a festa puxei assunto de novo. Ela não me dava muita ideia, mas eu fiquei ali perto o tempo todo e tentava arrancar sorrisos e risadas com bobagens que talvez não se deva dizer nessas situações. No final da festa tentei arrancar um beijo e ela me cortou, disse que não podia, saiu de fininho sem se despedir direito e quando vi nem tinha pego celular, nem nada. Droga, eu morava em outra cidade e provavelmente não veria ela tão cedo novamente.

No outro dia já estava em casa e a primeira coisa foi procurar ela no facebook. Ela me aceitou e puxou assunto e só aí que percebi que a menina e a mulher mais lindas que já tinha visto eram a mesma pessoa. Conversamos, conversamos, conversamos… Viajei pra praia com uns amigos no réveillon, mas o tempo todo trocávamos mensagens. Ela queria me namorar e eu não entendia por que uma menina tão perfeitinha queria isso, sem nunca ter nem me beijado, nem me conhecer muito bem. Talvez fosse essa a explicação. Se me conhecesse melhor saberia que ela era demais pra mim.

Voltei da praia e pouco depois tava indo na casa dela pedir em namoro. Não conhecia os pais dela, não conhecia muito bem nem mesmo ela. Eu estava a 200km de casa, às 9 horas da noite, estava eu na porta de estranhos para dizer que queria namorar com a filha deles que só vi duas vezes na vida. Bizarro isso. Quando abriram a porta me deu vontade de fugir e dizer que foi engano, mas pedi licença, entrei. Não pareciam agradar muito da ideia da filha deles namorando e isso criou um clima muito tenso. Fiquei com ela na sala conversando um tempo e ela também não acreditava que eu tinha ido. Eles prepararam um jantar e nesse jantar, bem a moda antiga, eu pedi ela em namoro, com direito a gaguejar e tudo mais. Fui embora e só aí beijei ela, no portão de casa, exatamente 9 anos e 11 meses depois de ter sonhado com isso.

Dormi na casa dos meus tios nesse dia e não acreditava no que tava acontecendo. Não sabia se era fantástico ou assustador. Eu morava em outra cidade, por isso nos víamos a cada dois finais de semana. Foi mais difícil que eu podia imaginar. O pai dela não aprovava o relacionamento. Todo tipo de dificuldade tive que passar para ver ela, mas a gente se gostava e nada diminuía nossa vontade.

Tinham muitas regras que justificavam uma menina tão bonita querer tanto um namorado, mesmo que igual a mim. Não podíamos sair sozinhos, raramente sair acompanhados, só podia ficar com ela em casa quando os pais dela estivessem em casa. Não podíamos andar no mesmo carro sozinhos, não podíamos nos beijar e por aí vai. Mas quebrar cada regra dessa tinha um gostinho incrível, enfrentar cada briga que o pai dela dava, nem tanto.

Ela chegava a apanhar do pai algumas vezes pelos motivos mais bizarros. O pai dela não tinha o menor pudor de brigar com a família na minha frente e em algumas situações brigar comigo mesmo na frente de todos. Mas eu não sou moleque para ouvir desaforos gratuitos e também peitava ele. Ela vivia me pedindo pra fugir com ela, mas eu tinha uma empresa completamente falida, sem menor condição de dar uma vida minimamente digna pra ela e ela tinha uma condição financeira muito boa, fazia medicina em faculdade particular, cartão de crédito ilimitado, etc. Me faltava coragem mais uma vez, mas eu realmente pensava que o melhor pra ela era continuar ali, mesmo que a vida fosse uma bosta naquela família, mas um dia ela se tornaria uma médica, teria um futuro bom e alguma perspectiva de vida melhor que ao lado de um feio e pobre falido.

Tantas dificuldades e o pai dela contra nosso namoro foi dificultando pra gente namorar, e achei melhor dar um tempo. O pai dela me odeia gratuitamente. Choramos muito nesse dia.

Recentemente, vi ela novamente em uma festa, conversei com parentes e amigas dela, menos com ela. Ela não me deu a menor bola. Fiquei bem chateado com isso. O maldito coração voltou a pulsar fortemente ali. Fui pra casa e puxei assunto com ela pelo whatsapp. Nesse momento ela virou o cão. Xingou minha mãe, minha irmã e terceira geração de vagabundas. Me chamou de jeca, pobre, feio e raio que o parta. Eu nunca fiquei tão decepcionado na minha vida. Fiquei nervoso e não poupei palavras para ofende-la também. Falei bobagens e depois descobri que não era ela do outro lado. Eram as amigas piriguetes com o celular dela. Mesmo assim continuei. Pra mim ela tava junto, mas não tava.

Qualquer hipótese de voltar se acabou nesse dia. Conheci muitas meninas depois dela, muitas muito especiais, mas nenhuma me fez sentir de novo tanta adrenalina, tanta vontade de estar perto. Como pode um amor não ser esquecido?

– Renato Gomes

Gislaine Lima
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Gislaine Lima
ago.
28
2015
Aconteceu Comigo* / Por: Gislaine Lima ás 13:26

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Tudo começou quando finalmente consegui marcar um encontro com a garota dos meus sonhos. Caroline, uma loirinha linda, magra, com peitões e olhos azuis. Eu já estava no xaveco há muito tempo e nunca tinha conseguido nada, depois de quatro meses de papo furado no face eis que ela aceita sair comigo.

Pois bem, chegou o grande dia. Era uma sexta-feira, liguei pra ela para perguntar aonde ela queria ir, pois não tínhamos combinado um lugar ainda. Ela disse que não tinha nada em mente e que na hora víamos isso. Ok, desliguei e tracei um plano perfeito em minha mente. Planejei levá-la num barzinho super chique aqui da cidade e pagaria tudo o que ela quisesse beber e depois iria embora por uma avenida cheia de motéis e parar na frente de um sem dizer nada. Comeria aquela loirinha de peitos grandes, meteria naquela bucetinha rosada sem parar e depois começaríamos a namorar e constituiria uma família com a mulher dos meus sonhos.

Tudo dando certo em minha vida, amigos! Meu pai me emprestou o carro e ainda me deu 300 reais. “Meu filhão caçula finalmente vai sair de casa em uma sexta à noite. E ainda com uma garota, toma aqui a chave do carro e mais trezentão pra farra”. 

Parecia que demorava 36 horas pra chegar às 22:00. Pra passar o tempo joguei uns games no PC, assisti sessão da tarde, comi umas bolachas recheadas e claro, dei uma fapada como nunca antes tamanha a minha felicidade. Também porque não queria gozar com 14 segundos de transa, logo como a minha deusa. Antes de sair ainda li alguns contos de sacanagem pra pegar algumas dicas.

São 21:30, banho tomado, perfumado, gel no cabelo, vejo se minhas camisinhas que ganhei na escola ano passado estavam no bolso e fui pra batalha. Meu pai estava radiante, até abriu e fechou o portão de casa pra mim.

Chego na casa dela, toco o interfone, ela diz que vai descer em alguns minutos. Nem acreditei quando ouvi isso vindo daquela boquinha doce que tanto imaginei colocar minha língua dentro. Fico ali olhando pra casa dos meus futuros sogros, imaginando eu indo ali frequentemente…

O portão automático se abre e sai um corolla novo de dentro, ele parou do meu lado e uma loira estava dirigindo. Era a mãe de Caroline e a coroa era linda. Uma verdadeira milf potranca! Fiquei agradecendo mentalmente a Deus pelos bons genes que ele deu a minha futura esposa.

A milf olhou pra mim com um sorriso e disse: “Você deve ser o amigo da Carol, né? Obrigado por acompanhá-las à festa. As meninas já estão descendo”. Respondi que não tinha problema algum e que seria uma honra fazer isso para a filha dela. E então ela saiu dirigindo para a rua e o portão se fechou.

Mas pera aí, ela disse “as meninas estão descendo???” A Carol chamou as amigas para sair com a gente? Que merda, velho! Em seguida ouço a porta da casa se abrindo e de lá sai Caroline com seus cabelos loiros esvoaçando, um sorriso doce nos lábios… vi aquela cena em câmera lenta. Nem acreditava que aquela deusa de seios fartos e barriguinha tanquinho estava vindo em minha direção. Com ela mais três garotas que nunca tinha visto na vida.

Caroline chega, beija meu rosto e pergunta com a voz mais sensual do mundo: “Demorei muito?” Respondi: “Demorou nada”. Elas entraram no carro, Caroline na frente e as amigas atrás.

Caroline abre o vidro e me fala: “vamos lindo, não quero me atrasar, hoje a pista vai ficar pequena.”- Que filha da puta, me programei para um encontro com ela e ela marcou de ir numa festa?? Eu quis ir embora, mas aquela voz tem controle sobre mim. Liguei o carro sem falar nada e saí andando, sem saber direito qual era o meu destino.

No carro com minha deusa Caroline e mais três vadias, duas amigas gostosas e uma gordinha cheia de maquiagem que tomou banho de perfume de pobre e misturou com suor. Não estava acreditando que fui sacaneado pela a minha princesa peituda. Esta que tando demorei para conseguir marcar um encontro. Foram meses papeando online.

Fui dirigindo calado, seguindo as coordenadas de Caroline, ouvindo atentamente aquela voz maravilhosa e observando de canto de olho aqueles peitos gigantes balançando em cada lombada ou buraco. As garotas falavam feito matracas, ficavam falando dos garotos e de quanto iam beber. Até que Caroline manda eu virar a esquina, pois tem que fazer algo antes.

Viro a esquina sem soltar um pio, continuo seguindo o caminho, quando percebo estávamos num beco fodido. Nunca entrei naquele bairro antes. Ela manda eu encostar. À frente tinha um grupo de meliantes olhando pro carro. Uma das vadias do banco de trás grita “ei Guidão,vem aqui”.

Guidão era um negão de 2 metros de altura. A mistura de banha com músculos começou a andar em direção ao carro, chegou na janela e cumprimentou a amiga da Caroline. Eles se conheciam. A garota então pergunta se ele tem “daquela”, ele responde que sim e diz que sempre tem. Pergunta quanto vai querer e a vadia diz “o de sempre”.

(mais…)

Gislaine Lima
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Gislaine Lima
ago.
03
2015
Aconteceu Comigo* / Por: Gislaine Lima ás 16:10

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No auge dos meus 22 anos posso dizer com muito orgulho: NUNCA BROXEI! Porém, recentemente, eu queimei a largada e foi horrível. Fazia pouco mais de um ano que eu namorava uma menina linda, a menina que eu queria casar, o amor da minha vida. Eu tinha 19 anos e ela é 8 meses mais nova do que eu.

Combinamos de fazer um churrasco na casa dela com a turma da faculdade dela, somente os casais. Era um sábado na hora da almoço. Eu como todo macho alfa e responsável pelo rolê, já fui ajeitando a churrasqueira. Acendi, coloquei umas linguiças la e tudo mais.

A turma estava demorando muito. Minha namorada começou a ficar meio triste e eu tive a ideia genial de dar uma rapidinha, já que não havia ninguém na casa dela. GÊNIO!

La fomos nós pra sala mesmo e já tiramos roupa e começamos o tchacalacaboom. Ela tomava remédio e eu NUNCA usava camisinha – aaaaaa que saudade disso!

Já posicionei ela apoiada no sofá e comecei o movimento… uma, duas, três bombadas e … GOZEI! PQP!

Nunca tinha acontecido isso! Foram quantos? 10 segundos de transa ??? Me senti um merda, minha namorada nem se importou, ria como uma hiena e perguntou: faz tempo que você não dá uma desentupida nos encanamentos (leia-se punheta)? – e de fato fazia um tempo mesmo, uns 4 dias.

Depois disso eu fiquei preocupado e muito sem graça. Por outros motivos acabamos terminando, entrei com a bunda e ela entrou com o pé, desde então não quero ver ela pintada de ouro na minha frente.

M.S.

Gislaine Lima
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Gislaine Lima
jul.
21
2015
Aconteceu Comigo* / Por: Gislaine Lima ás 12:14

aconteceu-comigo1

E aí, povo, blz? Estou aqui para contar minha triste história do fim de semana.

– Solteiro há 2 meses, depois de um relacionamento de 3 anos (todos sabem que quando um animal fica muito tempo enjaulado comendo a mesma comida todo dia, quando vai para floresta quer carne fresca, independente do tipo), então resolvi conversar com uma menina que eu já havia dado uns beijos na época de escola, uma moça bonita, simpática, também recém-solteira e louca para uma foda sem compromisso, que era exatamente o meu objetivo.

Passado o momento da abordagem, chegou o grande momento, marcamos de nos encontrar e mal conversamos já começamos os preparativos para o coito, mão naquilo, aquilo na mão e tudo mais (isso tudo dentro de um celta minúsculo). Então fomos para um motel.

Eu, pobre que sou, fui em um baratinho, que era terrivelmente fedido e desagradável, passado por isso e com as narinas devidamente acostumadas com o cheiro do motel, comecei a tirar a roupa dela deixando somente a calcinha. Como bom jogador, nunca entro no campo sem beijar o gramado, e lá fui eu com o meu ritual, descendo a boca pela barriga. Conforme fui chegando mais perto do meu objetivo (colocar a língua nos grandes e pequenos lábios), comecei a sentir um cheiro forte, mesmo assim prossegui e comecei a tirar a calcinha, e aí a grande descoberta, sim, aquilo estava um mar de odor maligno, não tive nem coragem de colocar a boca, mas tudo bem, pinto não tem nariz.

Começamos o coito e de repente a menina diz uma das frases que os homens talvez mais gostariam de ouvir “FULANO, COLOCA NO MEU BRIOCO”. Sim, aquela doce, linda e simpática menina que beijei na escola já não existia mais, agora é uma mulher decidida que no primeiro encontro já libera o jatobá.

Eu como um homem que não nego um pedido desses, resolvi acatar as ordens da jovem gazeba e adentrei meu vergalhão no orifício anal dela (com camisinha). Estava lá, bombando fortemente aquela raba que certamente já fora fodida muitas vezes, quando de repente o inevitável acontece, a menina peida (até aí normal), porém não era um peidinho qualquer, era um senhor-peido-cheiro-de-merda. E então resolvi fazer a maior besteira que eu poderia ter pensado em fazer naquele dia, tirar a minha escalibur daquele brioco. Sim, o pior tinha acontecido, estava lá a camisinha cheia de merda, mas cheia mesmo, e não tinha acabado, quando ela percebeu que aquilo havia ocorrido, ela se contorceu toda e aí pareceu que eu arranquei o esfincter dela, além de ter merdiado todo o meu pau, ela estava agora começando a merdiar todo o lençol do motel (coitada da camareira).

Bom, eu que estava todo excitado com tal façanha de ter comido uma mina que fazia parte da minha adolescência, acabei com o pau mole, sujo de merda, vendo a menina ficar toda envergonhada dizendo que isso nunca tinha acontecido (aham…).

Conclusão, fui em um motel fedido, com uma buceta mais fedida ainda, sai com o pau fedido de merda, com o saco doendo, sem gozar e com uma péssima lembrança da menina.

Acontece, meus amigos! Abraços.

-Anonimo

Gislaine Lima
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Gislaine Lima
jul.
07
2015
Aconteceu Comigo* / Por: Gislaine Lima ás 12:29

Fala pessoal do insoonia, blz? A minha história é um pouco recente e gostaria de compartilhar com vocês o dia que eu me fodi. Eu namorava há 4 anos e tinha um caso extra com uma garota do trabalho. Minha namorada (ex agora) é mais nova, inexperiente, cheio de “não me toque”. Gosto muito dela, mas os desejos carnais ferrou meu relacionamento. Não resisti. Cai na tentação da boazuda do serviço e acabei saindo com ela algumas vezes. Era só sexo e nada mais. A gente até tinha uma sintonia legal, mas servia apenas para as horas vagas, que no caso, era a hora do almoço. Vez e outra íamos “almoçar” no motel, que fica próximo do trabalho.

Até que um nada belo dia, minha namorada resolve ir ao meu encontro no trabalho, na hora do almoço, e me viu saindo de carro com a guria. Putz, ela nunca fez isso, tudo bem que ela tirou carteira recentemente, mas pô, eu tenho carro tb, não sei pq diabos ela foi me buscar. Mas enfim, ela foi me buscar, me viu saindo com a outra do trabalho e me seguiu.

Não vi que ela estava me seguindo e fui para o motel. Chegando lá, estacionei o carro na garagem e fui para o quarto com a outra. O sexo começou a rolar! Até então estava tudo em seus conformes. Rapaz, eu estava bem lá, desculpe a expressão, comendo a guria de quatro e quase gozando (sabe como é, horário de almoço é curto, tem que ser rápido), até que de repente, bateram na porta.

Na hora pensei: “Putz, pq estão batendo na porta? Acho que não é aqui não”, e continuei o serviço. Afinal, pq bateriam na porta de um quarto de motel? Mas, infelizmente, ouço novamente a porta batendo. Aquele toc toc padrão, de boa, sem muito barulho (até que ela estava calma ne?).

Então a mina que eu estava comendo, decidiu parar a brincadeira, ficou preocupada, achou que poderia ser um ladrão. Fiquei preocupado na hora, mas pensei “Que tipo de ladrão bate na porta? Só essa que me faltava. Daqui a pouco o bandido grita ‘veste a roupa aí que eu vou assaltar vcs’. Porra, não é ladrão não.”

Aí despenetrei o amiguinho, gritei “quem é? Estamos ocupados, fera” e fui vestir a calça para atender a porta. Até que ouço a minha namorada gritar lá fora “abre logo essa porta”.

Meu Deus! Identifiquei a voz dela e não estava acreditando. Porra! O que a minha namorada está fazendo aqui? O que eu vou fazer? O que eu vou dizer? Caralho moleque. Agora fodeu tudo.

A mina começou a vestir roupa correndo, eu gritando “já vai, calma, que eu posso explicar!”, comecei a pedir uma luz pra Deus, pq eu realmente não sabia o que dizer. Só pensei em esconder a garota que estava comigo, pq a minha namorada a conhecia. Mas a namorada continuava gritando la fora “José, abre essa porta, eu sei que vc está com a Suzane” (nomes fictícios). Porra, agora fodeu muito.

A “Suzane” não sabia o que fazer também. Começou a me xingar “como ela soube da gente?”, “o que vc falou pra ela?”. Calma fia, vc acha que eu ia falar pra minha namorada “amor, hoje vou no motel com a Suzane na hora do almoço, tá?”… Ela descobriu sozinha.

Não tinha mais o que fazer, terminei de vestir a roupa e abri a porta. Tentei de várias maneiras acalmá-la, mas não deu. Ela olhou para a nossa cara no maior desprezo, disse “Vcs não valem nada”, virou as costas e foi embora. Corri atrás dela, tentei amenizar a situação, mas ela continuou me humilhando. Todo mundo que estava no motel presenciou a cena. O povo parava de foder para ver o acontecimento fail que eu causei.

Ela entrou no carro e foi embora. Eu e a “Suzane” também fomos, não tinha clima nenhum mais, a não ser ir embora e voltar ao trabalho. Resultado: Fiquei solteiro e sem a B.A (buceta amiga). É amigos, a Suzane não quer trepar mais. Quando a namorada não sabe, aceita sair com homem comprometido, depois que descobre quer da uma de boa samaritana. Vai entender a cabeça da mulher… aff!

– Anônimo

 

 

Gislaine Lima
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Gislaine Lima
jun.
03
2015
Aconteceu Comigo* / Por: Gislaine Lima ás 18:29

Fala Gi, tudo bem? Tenho tido alguns problemas sentimentais que gostaria de expor e quem sabe assim ganhar algum tipo de apoio e ajuda. Ando baixo astral demais. Me chamo João (nome fictício) e namorei 5 anos uma linda garota. Tivemos uma linda história de cinema. Eramos amigos e nos apaixonamos. Vivemos muitos meses felizes. Até que esta minha namorada, com o passar do tempo, começou a se mostrar insegura, desconfiada, ciumenta. As brigas começaram existir, cada dia com mais frequência.

Comecei a ficar baixa astral e comecei a sair com os amigos. Até então, só tinha vivido por ela. 5 anos. Nunca a trai. Sempre fui fiel e companheiro. Eramos noivos já. Mas depois que formei e consegui um emprego top, ela começou com essas inseguranças bestas.

E então a saidinha com os brothers passou a ser semanal. Na verdade era só um encontro para fumar beck. Sem perdição, putaria, nem nada. A minha noiva detesta qualquer tipo de droga, nunca quis ir nesses rolê cmg. Ela sabia que eu só ia pra fumar unzinho e voltar pra casa. Anti-stress, apenas.

Um dia desses, de 4:20, conheci uma garota na roda, amiga em comum dos meus amigos, e ela me atraiu pra caramba. Foi ótimo aquela viajada papeando com ela. Ela não me dava moral porque sabia que eu era noivo.

Comecei querer vê-la sempre. E ao mesmo tempo, comecei afastar da minha noiva, que consequentemente, começou a me encher mais o saco. As brigas aumentaram, e eu comecei sair mais vezes por semana de casa. Fumava beck 3-4x por semana com a galera, só para ficar mais tempo com a garota encantadora que curte jogar a fumava para o alto. A minha noiva, definitivamente, não confiava mais em mim.

Até então, eu nunca tinha chegado na patricinha drogada, me sentia satisfeito só com a presença dela. A gente se dava super bem, o papo era legal e ríamos muito. Fumávamos, viajávamos, comíamos e depois cada um ia para sua casa.

Minha noiva, insatisfeita (com razão por sinal), terminou comigo e voltou para a casa da mãe. Não sei se contei que morávamos juntos… então, a gente morava, até que um belo dia, ela deu maior barraco aqui em casa, pegou as coisas e foi embora. Eu nem liguei, foi aí que percebi que eu estava apaixonado pela Zé Droguinha.

Enfim solteiro,criei coragem e lasquei um beijo nela, numa dessas rodas semanais. Ela foi reciproca, beijamos e fomos embora juntos e loucos. Foi sensacional esse dia. Ela disse que gostava de mim também e desde então não desgrudamos mais.

Tem 1,5 ano que estamos juntos, porém comecei a sentir o mesmo sentimento de quando a minha ex brigava demais comigo, um sentimento de baixo astral, insatisfeito, saca? A minha atual (que é a ze droguinha), é uma linda garota, de família classe alta, porém ela fuma maconha todos os dias. E eu não aguento mais acompanha-la. Eu curto maconha quando estou triste, quando estou feliz não faço questão. Não sei se vcs me entendem. Eu fumei muito com elaa porque estava apaixonado e queria estar com ela, mas hoje sinto que está me prejudicando e ela também. Ela já trancou a faculdade várias vezes, está super atrasada nos estudos e fuma diariamente. Meu desempenho no trabalho está muito prejudicado. Ela não aceita que eu fale alguma coisa, sempre diz que a conheci assim. E agora deu para me acusar de careta.

Falei que ela poderia fumar de boa, mas que eu não iria acompanhá-la mais. O problema que nossa relação está indo por água baixo, sempre saio do serviço e vou na casa dela, ela está lá loucona com os amigos. Se eu não vou vê-la, ela nem lembra de mim. Não consigo encontra-la sã. Alias, acho que nunca a vi sã. Estranho eu estar incomodado com isso???

Sei que as drogas não estão fazendo bem a ela, várias festas trago ela desmaiada. Já foi parar no hospital duas vezes. A família dela não sabe nada disso, ela é de outro estado, mora na minha cidade para estudar.

Pois bem, recentemente, voltei a conversar com a minha ex noiva. Ela está namorando outro também, mas disse que gostava de mim ainda. O namorado dela é gente boa, mas que ela tem por mim, ainda, um sentimento.

Este fim de semana, o namorado dela viajou e chamei ela para sair. Conversamos e demos muitas risadas. Me senti bem melhor ao lado dela. Ela me perdoou pelo o que eu fiz, e pediu desculpas por ter sido tão chata comigo. Ter desconfiado de mim. Disse que não foi madura o suficiente para me ver bem resolvido no quesito profissional. Ficou com medo de me perder e acabou perdendo.

Enfim, errei com ela e fiquei muito feliz por ela me perdoar. Nesse dia que saímos juntos, acabou rolando. Fizemos amor como nos primeiros meses de namoro, quando éramos super apaixonados. Sinto que quero ela de volta. Mas também sinto muito tesão e carinho pela minha atual. Sinto que a atual, precisa da minha ajuda. Mas também percebo que ela não quer ajuda, que ela é feliz fumando todos os dias.

Não sei o que fazer. Eu, um homem bem resolvido, com sentimentos de adolescente, sem saber o que fazer. Vocês já se sentiram assim, totalmente perdido? Esse é o drama que estou vivendo no momento. Espero que publique. Abraços!

– JEM.  

Gislaine Lima
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Todos os direitos reservados - 2016
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