Aconteceu Comigo*
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Aconteceu Comigo* / Por: Gislaine Lima às 01:08
ago
28
2015

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Tudo começou quando finalmente consegui marcar um encontro com a garota dos meus sonhos. Caroline, uma loirinha linda, magra, com peitões e olhos azuis. Eu já estava no xaveco há muito tempo e nunca tinha conseguido nada, depois de quatro meses de papo furado no face eis que ela aceita sair comigo.

Pois bem, chegou o grande dia. Era uma sexta-feira, liguei pra ela para perguntar aonde ela queria ir, pois não tínhamos combinado um lugar ainda. Ela disse que não tinha nada em mente e que na hora víamos isso. Ok, desliguei e tracei um plano perfeito em minha mente. Planejei levá-la num barzinho super chique aqui da cidade e pagaria tudo o que ela quisesse beber e depois iria embora por uma avenida cheia de motéis e parar na frente de um sem dizer nada. Comeria aquela loirinha de peitos grandes, meteria naquela bucetinha rosada sem parar e depois começaríamos a namorar e constituiria uma família com a mulher dos meus sonhos.

Tudo dando certo em minha vida, amigos! Meu pai me emprestou o carro e ainda me deu 300 reais. “Meu filhão caçula finalmente vai sair de casa em uma sexta à noite. E ainda com uma garota, toma aqui a chave do carro e mais trezentão pra farra”. 

Parecia que demorava 36 horas pra chegar às 22:00. Pra passar o tempo joguei uns games no PC, assisti sessão da tarde, comi umas bolachas recheadas e claro, dei uma fapada como nunca antes tamanha a minha felicidade. Também porque não queria gozar com 14 segundos de transa, logo como a minha deusa. Antes de sair ainda li alguns contos de sacanagem pra pegar algumas dicas.

São 21:30, banho tomado, perfumado, gel no cabelo, vejo se minhas camisinhas que ganhei na escola ano passado estavam no bolso e fui pra batalha. Meu pai estava radiante, até abriu e fechou o portão de casa pra mim.

Chego na casa dela, toco o interfone, ela diz que vai descer em alguns minutos. Nem acreditei quando ouvi isso vindo daquela boquinha doce que tanto imaginei colocar minha língua dentro. Fico ali olhando pra casa dos meus futuros sogros, imaginando eu indo ali frequentemente…

O portão automático se abre e sai um corolla novo de dentro, ele parou do meu lado e uma loira estava dirigindo. Era a mãe de Caroline e a coroa era linda. Uma verdadeira milf potranca! Fiquei agradecendo mentalmente a Deus pelos bons genes que ele deu a minha futura esposa.

A milf olhou pra mim com um sorriso e disse: “Você deve ser o amigo da Carol, né? Obrigado por acompanhá-las à festa. As meninas já estão descendo”. Respondi que não tinha problema algum e que seria uma honra fazer isso para a filha dela. E então ela saiu dirigindo para a rua e o portão se fechou.

Mas pera aí, ela disse “as meninas estão descendo???” A Carol chamou as amigas para sair com a gente? Que merda, velho! Em seguida ouço a porta da casa se abrindo e de lá sai Caroline com seus cabelos loiros esvoaçando, um sorriso doce nos lábios… vi aquela cena em câmera lenta. Nem acreditava que aquela deusa de seios fartos e barriguinha tanquinho estava vindo em minha direção. Com ela mais três garotas que nunca tinha visto na vida.

Caroline chega, beija meu rosto e pergunta com a voz mais sensual do mundo: “Demorei muito?” Respondi: “Demorou nada”. Elas entraram no carro, Caroline na frente e as amigas atrás.

Caroline abre o vidro e me fala: “vamos lindo, não quero me atrasar, hoje a pista vai ficar pequena.”- Que filha da puta, me programei para um encontro com ela e ela marcou de ir numa festa?? Eu quis ir embora, mas aquela voz tem controle sobre mim. Liguei o carro sem falar nada e saí andando, sem saber direito qual era o meu destino.

No carro com minha deusa Caroline e mais três vadias, duas amigas gostosas e uma gordinha cheia de maquiagem que tomou banho de perfume de pobre e misturou com suor. Não estava acreditando que fui sacaneado pela a minha princesa peituda. Esta que tando demorei para conseguir marcar um encontro. Foram meses papeando online.

Fui dirigindo calado, seguindo as coordenadas de Caroline, ouvindo atentamente aquela voz maravilhosa e observando de canto de olho aqueles peitos gigantes balançando em cada lombada ou buraco. As garotas falavam feito matracas, ficavam falando dos garotos e de quanto iam beber. Até que Caroline manda eu virar a esquina, pois tem que fazer algo antes.

Viro a esquina sem soltar um pio, continuo seguindo o caminho, quando percebo estávamos num beco fodido. Nunca entrei naquele bairro antes. Ela manda eu encostar. À frente tinha um grupo de meliantes olhando pro carro. Uma das vadias do banco de trás grita “ei Guidão,vem aqui”.

Guidão era um negão de 2 metros de altura. A mistura de banha com músculos começou a andar em direção ao carro, chegou na janela e cumprimentou a amiga da Caroline. Eles se conheciam. A garota então pergunta se ele tem “daquela”, ele responde que sim e diz que sempre tem. Pergunta quanto vai querer e a vadia diz “o de sempre”.

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Aconteceu Comigo* / Por: Gislaine Lima às 04:08
ago
03
2015

aconteceu-comigo1

No auge dos meus 22 anos posso dizer com muito orgulho: NUNCA BROXEI! Porém, recentemente, eu queimei a largada e foi horrível. Fazia pouco mais de um ano que eu namorava uma menina linda, a menina que eu queria casar, o amor da minha vida. Eu tinha 19 anos e ela é 8 meses mais nova do que eu.

Combinamos de fazer um churrasco na casa dela com a turma da faculdade dela, somente os casais. Era um sábado na hora da almoço. Eu como todo macho alfa e responsável pelo rolê, já fui ajeitando a churrasqueira. Acendi, coloquei umas linguiças la e tudo mais.

A turma estava demorando muito. Minha namorada começou a ficar meio triste e eu tive a ideia genial de dar uma rapidinha, já que não havia ninguém na casa dela. GÊNIO!

La fomos nós pra sala mesmo e já tiramos roupa e começamos o tchacalacaboom. Ela tomava remédio e eu NUNCA usava camisinha – aaaaaa que saudade disso!

Já posicionei ela apoiada no sofá e comecei o movimento… uma, duas, três bombadas e … GOZEI! PQP!

Nunca tinha acontecido isso! Foram quantos? 10 segundos de transa ??? Me senti um merda, minha namorada nem se importou, ria como uma hiena e perguntou: faz tempo que você não dá uma desentupida nos encanamentos (leia-se punheta)? – e de fato fazia um tempo mesmo, uns 4 dias.

Depois disso eu fiquei preocupado e muito sem graça. Por outros motivos acabamos terminando, entrei com a bunda e ela entrou com o pé, desde então não quero ver ela pintada de ouro na minha frente.

M.S.

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Aconteceu Comigo* / Por: Gislaine Lima às 12:07
jul
21
2015

aconteceu-comigo1

E aí, povo, blz? Estou aqui para contar minha triste história do fim de semana.

– Solteiro há 2 meses, depois de um relacionamento de 3 anos (todos sabem que quando um animal fica muito tempo enjaulado comendo a mesma comida todo dia, quando vai para floresta quer carne fresca, independente do tipo), então resolvi conversar com uma menina que eu já havia dado uns beijos na época de escola, uma moça bonita, simpática, também recém-solteira e louca para uma foda sem compromisso, que era exatamente o meu objetivo.

Passado o momento da abordagem, chegou o grande momento, marcamos de nos encontrar e mal conversamos já começamos os preparativos para o coito, mão naquilo, aquilo na mão e tudo mais (isso tudo dentro de um celta minúsculo). Então fomos para um motel.

Eu, pobre que sou, fui em um baratinho, que era terrivelmente fedido e desagradável, passado por isso e com as narinas devidamente acostumadas com o cheiro do motel, comecei a tirar a roupa dela deixando somente a calcinha. Como bom jogador, nunca entro no campo sem beijar o gramado, e lá fui eu com o meu ritual, descendo a boca pela barriga. Conforme fui chegando mais perto do meu objetivo (colocar a língua nos grandes e pequenos lábios), comecei a sentir um cheiro forte, mesmo assim prossegui e comecei a tirar a calcinha, e aí a grande descoberta, sim, aquilo estava um mar de odor maligno, não tive nem coragem de colocar a boca, mas tudo bem, pinto não tem nariz.

Começamos o coito e de repente a menina diz uma das frases que os homens talvez mais gostariam de ouvir “FULANO, COLOCA NO MEU BRIOCO”. Sim, aquela doce, linda e simpática menina que beijei na escola já não existia mais, agora é uma mulher decidida que no primeiro encontro já libera o jatobá.

Eu como um homem que não nego um pedido desses, resolvi acatar as ordens da jovem gazeba e adentrei meu vergalhão no orifício anal dela (com camisinha). Estava lá, bombando fortemente aquela raba que certamente já fora fodida muitas vezes, quando de repente o inevitável acontece, a menina peida (até aí normal), porém não era um peidinho qualquer, era um senhor-peido-cheiro-de-merda. E então resolvi fazer a maior besteira que eu poderia ter pensado em fazer naquele dia, tirar a minha escalibur daquele brioco. Sim, o pior tinha acontecido, estava lá a camisinha cheia de merda, mas cheia mesmo, e não tinha acabado, quando ela percebeu que aquilo havia ocorrido, ela se contorceu toda e aí pareceu que eu arranquei o esfincter dela, além de ter merdiado todo o meu pau, ela estava agora começando a merdiar todo o lençol do motel (coitada da camareira).

Bom, eu que estava todo excitado com tal façanha de ter comido uma mina que fazia parte da minha adolescência, acabei com o pau mole, sujo de merda, vendo a menina ficar toda envergonhada dizendo que isso nunca tinha acontecido (aham…).

Conclusão, fui em um motel fedido, com uma buceta mais fedida ainda, sai com o pau fedido de merda, com o saco doendo, sem gozar e com uma péssima lembrança da menina.

Acontece, meus amigos! Abraços.

-Anonimo

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Aconteceu Comigo* / Por: Gislaine Lima às 12:07
jul
07
2015

Fala pessoal do insoonia, blz? A minha história é um pouco recente e gostaria de compartilhar com vocês o dia que eu me fodi. Eu namorava há 4 anos e tinha um caso extra com uma garota do trabalho. Minha namorada (ex agora) é mais nova, inexperiente, cheio de “não me toque”. Gosto muito dela, mas os desejos carnais ferrou meu relacionamento. Não resisti. Cai na tentação da boazuda do serviço e acabei saindo com ela algumas vezes. Era só sexo e nada mais. A gente até tinha uma sintonia legal, mas servia apenas para as horas vagas, que no caso, era a hora do almoço. Vez e outra íamos “almoçar” no motel, que fica próximo do trabalho.

Até que um nada belo dia, minha namorada resolve ir ao meu encontro no trabalho, na hora do almoço, e me viu saindo de carro com a guria. Putz, ela nunca fez isso, tudo bem que ela tirou carteira recentemente, mas pô, eu tenho carro tb, não sei pq diabos ela foi me buscar. Mas enfim, ela foi me buscar, me viu saindo com a outra do trabalho e me seguiu.

Não vi que ela estava me seguindo e fui para o motel. Chegando lá, estacionei o carro na garagem e fui para o quarto com a outra. O sexo começou a rolar! Até então estava tudo em seus conformes. Rapaz, eu estava bem lá, desculpe a expressão, comendo a guria de quatro e quase gozando (sabe como é, horário de almoço é curto, tem que ser rápido), até que de repente, bateram na porta.

Na hora pensei: “Putz, pq estão batendo na porta? Acho que não é aqui não”, e continuei o serviço. Afinal, pq bateriam na porta de um quarto de motel? Mas, infelizmente, ouço novamente a porta batendo. Aquele toc toc padrão, de boa, sem muito barulho (até que ela estava calma ne?).

Então a mina que eu estava comendo, decidiu parar a brincadeira, ficou preocupada, achou que poderia ser um ladrão. Fiquei preocupado na hora, mas pensei “Que tipo de ladrão bate na porta? Só essa que me faltava. Daqui a pouco o bandido grita ‘veste a roupa aí que eu vou assaltar vcs’. Porra, não é ladrão não.”

Aí despenetrei o amiguinho, gritei “quem é? Estamos ocupados, fera” e fui vestir a calça para atender a porta. Até que ouço a minha namorada gritar lá fora “abre logo essa porta”.

Meu Deus! Identifiquei a voz dela e não estava acreditando. Porra! O que a minha namorada está fazendo aqui? O que eu vou fazer? O que eu vou dizer? Caralho moleque. Agora fodeu tudo.

A mina começou a vestir roupa correndo, eu gritando “já vai, calma, que eu posso explicar!”, comecei a pedir uma luz pra Deus, pq eu realmente não sabia o que dizer. Só pensei em esconder a garota que estava comigo, pq a minha namorada a conhecia. Mas a namorada continuava gritando la fora “José, abre essa porta, eu sei que vc está com a Suzane” (nomes fictícios). Porra, agora fodeu muito.

A “Suzane” não sabia o que fazer também. Começou a me xingar “como ela soube da gente?”, “o que vc falou pra ela?”. Calma fia, vc acha que eu ia falar pra minha namorada “amor, hoje vou no motel com a Suzane na hora do almoço, tá?”… Ela descobriu sozinha.

Não tinha mais o que fazer, terminei de vestir a roupa e abri a porta. Tentei de várias maneiras acalmá-la, mas não deu. Ela olhou para a nossa cara no maior desprezo, disse “Vcs não valem nada”, virou as costas e foi embora. Corri atrás dela, tentei amenizar a situação, mas ela continuou me humilhando. Todo mundo que estava no motel presenciou a cena. O povo parava de foder para ver o acontecimento fail que eu causei.

Ela entrou no carro e foi embora. Eu e a “Suzane” também fomos, não tinha clima nenhum mais, a não ser ir embora e voltar ao trabalho. Resultado: Fiquei solteiro e sem a B.A (buceta amiga). É amigos, a Suzane não quer trepar mais. Quando a namorada não sabe, aceita sair com homem comprometido, depois que descobre quer da uma de boa samaritana. Vai entender a cabeça da mulher… aff!

– Anônimo

 

 

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Aconteceu Comigo* / Por: Gislaine Lima às 06:06
jun
03
2015

Fala Gi, tudo bem? Tenho tido alguns problemas sentimentais que gostaria de expor e quem sabe assim ganhar algum tipo de apoio e ajuda. Ando baixo astral demais. Me chamo João (nome fictício) e namorei 5 anos uma linda garota. Tivemos uma linda história de cinema. Eramos amigos e nos apaixonamos. Vivemos muitos meses felizes. Até que esta minha namorada, com o passar do tempo, começou a se mostrar insegura, desconfiada, ciumenta. As brigas começaram existir, cada dia com mais frequência.

Comecei a ficar baixa astral e comecei a sair com os amigos. Até então, só tinha vivido por ela. 5 anos. Nunca a trai. Sempre fui fiel e companheiro. Eramos noivos já. Mas depois que formei e consegui um emprego top, ela começou com essas inseguranças bestas.

E então a saidinha com os brothers passou a ser semanal. Na verdade era só um encontro para fumar beck. Sem perdição, putaria, nem nada. A minha noiva detesta qualquer tipo de droga, nunca quis ir nesses rolê cmg. Ela sabia que eu só ia pra fumar unzinho e voltar pra casa. Anti-stress, apenas.

Um dia desses, de 4:20, conheci uma garota na roda, amiga em comum dos meus amigos, e ela me atraiu pra caramba. Foi ótimo aquela viajada papeando com ela. Ela não me dava moral porque sabia que eu era noivo.

Comecei querer vê-la sempre. E ao mesmo tempo, comecei afastar da minha noiva, que consequentemente, começou a me encher mais o saco. As brigas aumentaram, e eu comecei sair mais vezes por semana de casa. Fumava beck 3-4x por semana com a galera, só para ficar mais tempo com a garota encantadora que curte jogar a fumava para o alto. A minha noiva, definitivamente, não confiava mais em mim.

Até então, eu nunca tinha chegado na patricinha drogada, me sentia satisfeito só com a presença dela. A gente se dava super bem, o papo era legal e ríamos muito. Fumávamos, viajávamos, comíamos e depois cada um ia para sua casa.

Minha noiva, insatisfeita (com razão por sinal), terminou comigo e voltou para a casa da mãe. Não sei se contei que morávamos juntos… então, a gente morava, até que um belo dia, ela deu maior barraco aqui em casa, pegou as coisas e foi embora. Eu nem liguei, foi aí que percebi que eu estava apaixonado pela Zé Droguinha.

Enfim solteiro,criei coragem e lasquei um beijo nela, numa dessas rodas semanais. Ela foi reciproca, beijamos e fomos embora juntos e loucos. Foi sensacional esse dia. Ela disse que gostava de mim também e desde então não desgrudamos mais.

Tem 1,5 ano que estamos juntos, porém comecei a sentir o mesmo sentimento de quando a minha ex brigava demais comigo, um sentimento de baixo astral, insatisfeito, saca? A minha atual (que é a ze droguinha), é uma linda garota, de família classe alta, porém ela fuma maconha todos os dias. E eu não aguento mais acompanha-la. Eu curto maconha quando estou triste, quando estou feliz não faço questão. Não sei se vcs me entendem. Eu fumei muito com elaa porque estava apaixonado e queria estar com ela, mas hoje sinto que está me prejudicando e ela também. Ela já trancou a faculdade várias vezes, está super atrasada nos estudos e fuma diariamente. Meu desempenho no trabalho está muito prejudicado. Ela não aceita que eu fale alguma coisa, sempre diz que a conheci assim. E agora deu para me acusar de careta.

Falei que ela poderia fumar de boa, mas que eu não iria acompanhá-la mais. O problema que nossa relação está indo por água baixo, sempre saio do serviço e vou na casa dela, ela está lá loucona com os amigos. Se eu não vou vê-la, ela nem lembra de mim. Não consigo encontra-la sã. Alias, acho que nunca a vi sã. Estranho eu estar incomodado com isso???

Sei que as drogas não estão fazendo bem a ela, várias festas trago ela desmaiada. Já foi parar no hospital duas vezes. A família dela não sabe nada disso, ela é de outro estado, mora na minha cidade para estudar.

Pois bem, recentemente, voltei a conversar com a minha ex noiva. Ela está namorando outro também, mas disse que gostava de mim ainda. O namorado dela é gente boa, mas que ela tem por mim, ainda, um sentimento.

Este fim de semana, o namorado dela viajou e chamei ela para sair. Conversamos e demos muitas risadas. Me senti bem melhor ao lado dela. Ela me perdoou pelo o que eu fiz, e pediu desculpas por ter sido tão chata comigo. Ter desconfiado de mim. Disse que não foi madura o suficiente para me ver bem resolvido no quesito profissional. Ficou com medo de me perder e acabou perdendo.

Enfim, errei com ela e fiquei muito feliz por ela me perdoar. Nesse dia que saímos juntos, acabou rolando. Fizemos amor como nos primeiros meses de namoro, quando éramos super apaixonados. Sinto que quero ela de volta. Mas também sinto muito tesão e carinho pela minha atual. Sinto que a atual, precisa da minha ajuda. Mas também percebo que ela não quer ajuda, que ela é feliz fumando todos os dias.

Não sei o que fazer. Eu, um homem bem resolvido, com sentimentos de adolescente, sem saber o que fazer. Vocês já se sentiram assim, totalmente perdido? Esse é o drama que estou vivendo no momento. Espero que publique. Abraços!

– JEM.  

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Aconteceu Comigo* / Por: Gislaine Lima às 04:04
abr
25
2015

Fala Gi, tudo certo?
Eu já participei do Aconteceu Comigo, lembra da história que a minha sogra flagrou eu e  meu namorado no ato? http://www.insoonia.com/aconteceu-comigo-57/
Pois é, pois é, venho contar mais uma história que envolve a sogrinha maluca que eu tenho.

O fato é recente e com certeza merece destaque no insoonia. hahaha

Fui ao um barzinho com meu namorado, semana passada, e de lá fomos para um motel terminar a noite. No caminho, meu maravilindo namorado, decidiu ligar para a mãe dele e avisar que não iria dormir em casa. Ela falou que também não ia dormir em casa e pediu para ele avisar o irmão.

Até ai tudo bem, meu namorado ligou para o irmão dele pra avisar e lá fomos nós para o motel.

Adivinhem só com quem a gente encontrou na recepção do motel? Simm! Com a minha sogrinha! \o/ Chegamos de carro, bem atrás do carro dela.

Meu namorado ficou perplexo, não sei pq, quando fui ver ele já tinha descido do carro e foi no carro da mãe dele tirar satisfação. Desci do carro e fui atrás assistir a cena (essa eu não podia perder haahaha).

Meu namorado soltou um “MÃÃÃEE, TÁ FAZENDO O QUE AQUI?” e ela, destruidora como sempre, respondeu: “A MESMA COISA QUE VOCÊ, MENINO”. O cara que estava com ela ficou com a mesma cara que eu 😐

Pra terminar de foder a bagaceira toda, meu namorado vira e diz: “NEM FODENDO VOCÊ VAI FICAR AQUI, VAMOS EMBORA AGORA, MÃE”… e novamente a sogra destrói a parada: “VAI EMPACAR A FODA DE OUTRA PESSOA, MOLEQUE, PODE IR EMBORA VOCÊ”.

kkkkkkkkkk

Os dois permaneceram discutindo, enquanto eu e o peguete da véia nos segurávamos pra não rir. A recepcionista abriu o portão e nada dos dois carros entrarem. Até chegar outros carros e começar a buzinar. A recepcionista saiu la fora, de saco cheio e pediu para gente se retirar.

Acabamos indo embora, minha sogra ficou pé da vida, mas acabou cedendo, e fomos todos pra casa. O cara que estava com ela foi embora pra casa dele.

E mais uma vez, a velha atrasou meu lado, mas depois deu dó dela. hauhauah
Bom é isso. Beijos

-Duda

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Aconteceu Comigo* / Por: Gislaine Lima às 08:03
mar
16
2015

Oi Gi, sou super fã do insoonia, me divirto com as histórias e tomei coragem para contar a minha,que é um tanto constrangedora e que poderia ter sido uma tragédia, mas felizmente não foi.

Recentemente, fui aprovado numa universidade pública e com isso tive de ir morar em outra cidade, meus pais muito atenciosos e orgulhosos me presentearam com um apartamento, já que eu não teria gastos com mensalidades do curso.

Sou gay e até então nunca havia me assumido para os meus pais. Na faculdade conheci um guri muito legal e começamos a ficar, nada muito sério, somente ” meu pau amigo”.

Meu aniversário esse ano caiu em um final de semana e esse pinto amigo resolveu “presentear-me” com um fim de semana de sexo. Pensei… Pq não? Estou longe da minha família, passar o aniversário transando já tá bom né. rs Mas foi aí que o evento fatídico aconteceu.

O meu apartamento ainda não está mobiliado, a minha sala só tem um colchão jogado no chão com umas almofadas e isso é o sofá. Chegamos de uma passada num bar após a aula de sexta e o fogo era tão grande que tiramos a roupa e já fizemos ali mesmo na sala. E dormimos.

Acontece que meus pais também resolveram me presentear com a presença deles no meu aniversário, minha mãe ama fazer surpresas, e o pior de tudo é que eles tinham uma chave do meu apartamento. Sim, quando chegaram e abriram a porta tiveram uma surpresa maior que planejaram. Simplesmente deram de cara com o filho dormindo pelado de conchinha com outro cara de pau duro e com camisinhas usadas por todo lado.

(Pausa para um momento de utilidade pública: “Faça sexo seguro sempre! Realize os testes de DSTs, são gratuitos na rede pública e o resultado sai na hora.”)

O pobre garoto ficou totalmente apavorado, não sabia se saia correndo, se escondia, se vestia. Eu fiquei em estado de choque, fiquei sem reação e só consegui, depois de demorados segundos, dizer “Pai, mãe, eu sou gay”.

O meu amigo se vestiu, cumprimentou meus pais todo envergonhado e foi embora. Para minha surpresa meus pais foram super compreensivos, disseram que sempre souberam e que não fazia diferença alguma, por mais que a confirmação tenha sido tão inusitada. Agradeço muito por ter pais que me apoiam tanto e que são tão mente aberta, sei que muitos não desfrutam do mesmo privilégio.

Minutos depois a minha vergonha se tornou o meu maior alívio.

Eu e o guri ainda conversamos depois disso, mas o clima pra qualquer coisa já era, agora somos bons amigos. A convivência com meus pais melhorou ainda mais depois disso, por incrível que pareça. Por respeito, acredito eu, eles nunca tocam no assunto “te flagramos transando com outro cara” e quando as pessoas me perguntam como eu me assumi, respondo que tomei coragem em um aniversário e contei. Mal sabem… hahahaha

– anônimo

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Aconteceu Comigo* / Por: Gislaine Lima às 09:03
mar
02
2015

Leio as historias publicadas e resolvi contar a minha, o dia que eu mais passei vergonha na minha vida: hoje.

Como todo e bom desfavorecido na vida eu pego busão todo dia para ir trabalhar e ainda levo marmita numa sacola de supermercado (vai vendo o nível de desfavorecimento humano), ah, levo também uma bolsa pequena e outra sacola de papel, aquelas de marca de joalheria que roubei da minha mãe.

Acordei atrasada pra variar, peguei tudo correndo, sai de casa com as sacolas e cabelos ao vento, toda chique, correndo rua a fora porque estava atrasada, por sorte, tinha muita gente no ponto de ônibus e não precisei correr atrás da Mercedes gritando “motoristaaaa, para para para para” – Pois é, às vezes viro João Kleber da trans.

Bom, entrei no busão bufando, mas sentei como uma lady, cruzei minhas pernocas e fiz cara de paisagem. Porém, houve um porém… minutos depois a bendita sacola imortal poluidora de ambiente fez o favor de abrir, e assim minha singela marmita caiu toda no chão do busão, tinha comida para todos os lados, fiquei chocada e pensei tanta coisa que me deu vontade de saltar do ônibus, pensei até em pagar de louca…”Que marmita é essa?”

Eu não sabia o que fazer, fiquei sem almoço do dia e só me restou vergonha. Enquanto eu confabulava cmg mesma, a minha linguiça da marmita rolava no chão do ônibus, o máximo que consegui reagir foi pegar ela na ilusão de amenizar o problema, o motorista fazia curva e la ia a linguiça e eu atrás, até que consegui pegá-la. Nunca foi tão difícil pegar uma linguiça…

Em solidariedade, a coitada da trocadora decidiu ajudar e saiu catando as batatas para ninguém pisar. Uma tentando pegar a linguiça e outra as batatas. Ô vida sofrida!

NINGUÉM SAI, A MINHA LINGUIÇA. Quis gritar isso. Só pra constar.

Já não bastasse todo o sofrimento, chega no meu ponto, dou o sinal e quando passei no corredor da morte, escuto um BR gritar: “AÍ A MORENA QUE GOSTA DE LINGUIÇA”. – O ser humano não tem limites pra zoeira mesmo não. Só me restou descer do ônibus rindo de cabeça baixa. A sofrência hoje foi demais. Vou dormir.

beijooooos CORUJINHAS

– Jacqueline Trindade

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Aconteceu Comigo* / Por: Gislaine Lima às 10:02
fev
10
2015

Oi Gi, boa tarde. Adoro ler as histórias do aconteceu comigo e morro de rir (literalmente) com as histórias que são compartilhadas. Espero que a minha seja escolhida também!

Bom, há poucas semanas, no auge do meu namoro com um rapaz de família conservadora, aconteceu algo um pouco constrangedor/cômico. É uma história comum, sem muito enredo, porém quem vivencia, sabe bem tamanha vergonha que é. Principalmente quando o relacionamento é recente.

Numa bela noite de um sábado, eu e meu namorado estávamos numa festa com os amigos curtindo e tal, e aí veio aquela vontade, né!? O fogo subiu.

Estávamos super afim de transar, mas também queríamos curtir a festa com a galera, se fossemos para um Motel, perderíamos muito tempo. Foi aí que o meu namorado teve a “brilhante” ideia de dar uma fugidinha para a casa dele, que ficava próximo do local onde estávamos. Só que detalhe: a mãe dele é super conservadora, do tipo que só dorme junto depois de casado, saca?! Então usar a casa dele para essa finalidade, nem pensar né? Mas era o jeito.

A mãe dele não estava em casa, ela tinha ido para a casa de um parente e seria o momento perfeito para isso, então lá fomos nós.

Chegando lá, realmente não tinha ninguém! Que maravilha…
Fomos para quarto e demos início aos trabalhos. Trabalho vai, trabalho vem e no melhor dos melhores, adivinhem?
A mãe dele chegou! ¬¬

PQP e agora? A mãe dele não quer neeeeeeem imaginar uma situação dessa na casa dele!
Bateu o desespero! Como é que eu vou sair daqui? A mulher vai me matar! FODEU.

Me vesti no estilo matrix de tempo. Nunca vesti uma roupa tão rápido na vida. E poxa, nem nos finalmente eu tinha chegado. rsrs

Depois de vestida, sai do quarto com cara de paisagem e fui cumprimentar minha sogra. Ela estava na cozinha…

“Oiiiii sogra!!!”, eu disse na maior cara de pau.

Ela olhou pra mim como se dissesse: “aonde essa menina tava que eu não vi?”…

Ficamos conversando um pouco, enquanto ela me olhava e me condenava nos pensamentos. O namorado saiu do quarto, despedimos da minha sogra e voltamos pra festa. Ufa! Fiquei com vergonha, mas poderia ter sido pior. Acredito eu. rsrs

Tirando a parte que no outro dia, quando meu namorado me ligou ele disse…

“E aí amor? Sua mãe falou alguma coisa de ontem?”

“Falou. Ela disse: sua namoradinha pensa que eu não vi a blusa dela do avesso? Que decepção vcs dois”.

kkkkkkkkkkkkk =/

Gente, eu nem sei quando terei coragem de voltar lá. MORTA DE VERGONHA! Certeza que ela vai orar para todos os santos pro meu namorado largar de mim. Ajuda Luciamo.

– Anônima

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Aconteceu Comigo* / Por: Gislaine Lima às 08:01
jan
22
2015

Meu nome é Fernando, tenho 31 anos e sou da cidade de Taubaté/SP. Essa história aconteceu comigo quando eu tinha por voltas dos 12 anos de idade.

Minha madrasta é cozinheira e sempre que cozinha é uma festa. Com fogão industrial e panelas que poderiam servir como piscina de criança (não, nunca usamos com essa finalidade), a família inteira vinha comer em casa e ainda sobrava para alguns dias.

Bom, um dia lá estava eu jogando videogame com um amigo de infância quando bateu aquela fome. Fui até a sala e perguntei para minha irmã mais velha o que tinha para comer e ela respondeu “Sei lá! Olha lá na cozinha.” Minha madrasta tinha saído para fazer compras.

Fui então para a geladeira e por incrível que pareça não tinha nada pronto para comer, só ingredientes que um dia virariam algo ‘comível’.

Resolvi partir para o forno, que algumas vezes tinha comida que havia sobrado da janta do dia anterior. Para minha surpresa, tinham algumas asinhas de frango fritas.

Não pensei duas vezes e coloquei várias num prato e lá fui eu para o quarto comer. Ofereci para o meu amigo, mas ele disse que não estava com fome na hora (sabias palavras) e continuou jogando.

Quando eu estava já mandando a terceira asinha pra dentro, escuto minha madrasta chegar, colocar as compras na cozinha e vir para o meu quarto.

Ela entra e pergunta “Quem mexeu no frango que estava no forno?”

Eu, todo astucioso e já antecipando uma bronca, respondi na lata “Fui eu, mas você saiu e não deixou nada pra comer e daí foi a única coisa que eu achei.”

Então ela me olha com um sorrisinho de canto e exclama “Não, é que esse frango está lá faz uma semana e eu esqueci de jogar fora.”

Foi então que me dei conta que não me lembrava mesmo a última vez que ela havia feito frango frito. No que eu olho para o frango na minha mão, vejo somente as larvinhas brancas saindo de dentro da carne e andando pela minha mão.

Joguei o frango para o alto, gritei de nojo, fui para o banheiro correndo, cuspindo, tentando vomitar e meu amigo e minha madrasta lá rindo da minha cara enquanto minha irmã perguntava “O que aconteceu? O Fernando achou comida?”

Fiquei quase um ano sem comer carne branca e peguei a ótima mania de sempre verificar antes o que vou comer.

– Fernando Silva

 

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