Aconteceu Comigo*
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Aconteceu Comigo* / Por: Gislaine Lima às 08:01
jan
22
2015

Meu nome é Fernando, tenho 31 anos e sou da cidade de Taubaté/SP. Essa história aconteceu comigo quando eu tinha por voltas dos 12 anos de idade.

Minha madrasta é cozinheira e sempre que cozinha é uma festa. Com fogão industrial e panelas que poderiam servir como piscina de criança (não, nunca usamos com essa finalidade), a família inteira vinha comer em casa e ainda sobrava para alguns dias.

Bom, um dia lá estava eu jogando videogame com um amigo de infância quando bateu aquela fome. Fui até a sala e perguntei para minha irmã mais velha o que tinha para comer e ela respondeu “Sei lá! Olha lá na cozinha.” Minha madrasta tinha saído para fazer compras.

Fui então para a geladeira e por incrível que pareça não tinha nada pronto para comer, só ingredientes que um dia virariam algo ‘comível’.

Resolvi partir para o forno, que algumas vezes tinha comida que havia sobrado da janta do dia anterior. Para minha surpresa, tinham algumas asinhas de frango fritas.

Não pensei duas vezes e coloquei várias num prato e lá fui eu para o quarto comer. Ofereci para o meu amigo, mas ele disse que não estava com fome na hora (sabias palavras) e continuou jogando.

Quando eu estava já mandando a terceira asinha pra dentro, escuto minha madrasta chegar, colocar as compras na cozinha e vir para o meu quarto.

Ela entra e pergunta “Quem mexeu no frango que estava no forno?”

Eu, todo astucioso e já antecipando uma bronca, respondi na lata “Fui eu, mas você saiu e não deixou nada pra comer e daí foi a única coisa que eu achei.”

Então ela me olha com um sorrisinho de canto e exclama “Não, é que esse frango está lá faz uma semana e eu esqueci de jogar fora.”

Foi então que me dei conta que não me lembrava mesmo a última vez que ela havia feito frango frito. No que eu olho para o frango na minha mão, vejo somente as larvinhas brancas saindo de dentro da carne e andando pela minha mão.

Joguei o frango para o alto, gritei de nojo, fui para o banheiro correndo, cuspindo, tentando vomitar e meu amigo e minha madrasta lá rindo da minha cara enquanto minha irmã perguntava “O que aconteceu? O Fernando achou comida?”

Fiquei quase um ano sem comer carne branca e peguei a ótima mania de sempre verificar antes o que vou comer.

- Fernando Silva

 

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Aconteceu Comigo* / Por: Gislaine Lima às 03:01
jan
07
2015

E ai pessoal, tudo beleza?
A minha história foi muito traumatizante e um tanto nojenta.

No auge dos meus 17 anos, (observação, hoje tenho 27) recebi uma ligação de um amigo dizendo que duas meninas queriam marcar um esquema na casa dele. Nessa idade, a coisa que mais quer no mundo é transar, independente da beleza da moça rsrs.

Pois bem, cheguei daquele jeito na casa desse meu amigo, e fomos logo pegando cada um sua correspondente. Aqui vale frisar que elas tinham a mesma idade que nós. Em fim, como a casa era pequena resolvemos dividir da seguinte forma, o meu amigo e sua menina ficariam no quarto, e eu na cozinha ou no banheiro… por uma questão de higiene, não rolaria na cozinha, até porque a ideia era comer uma pizza depois de terminar o “serviço”, logo optei pelo banheiro.

O negócio até estava interessante, e começamos a transar, eu sentado no sanitário e ela sobre mim, não estávamos tão confortáveis quanto meu amigo e a menina dele que estavam na cama, mas pra uma transa sem compromisso estava valendo.

Foi ai que a coisa começou a ficar chata, uns 8 minutos depois comecei a sentir um cheiro um pouco desagradável, algo parecido como esgoto, logo pensei “pqp, vai voltar merda do sanitário logo agora?. Mas, para minha infelicidade e desgraça, o problema não estava vindo de baixo, mas sim de cima. Eu não tenho certeza do que era até hoje, mas a menina começou a colocar pedaços de aproximadamente 10 cm de sangue coagulado sobre mim… PUTA QUE PARIU, QUE COISA HORRÍVEL. Tenho certeza de ter visto um braço caindo sobre meus testículos…
Parecia uma cachoeira do inferno jorrando sangue, pedaços coagulados e algumas outras coisas que não consegui identificar. A cena típica de Jogos Mortais parecia não ter fim, estava até esperando aquele boneco no triciclo chegar dizendo “que os jogos comessem”.

Pra piorar, pra ela aquilo tinha sido a coisa mais natural do mundo, e ainda disse “que estranho, faltam mais de 15 dias pra minha menstruação vir”.
Naquela altura já nem me importava mais em ter broxado, (SIM… EU BROXEI COM ESSA SITUAÇÃO). O cheiro de coisa morta parecia estar vindo de um aterro sanitário.
Por fim, ela se lavou rapidamente, interrompeu o esquema do meu amigo e saiu com a amiga dela de lá. Precisei de uns 7 baldes de água pra poder me levantar do sanitário e poder tomar um banho com álcool e água benta.

Felizmente não contrai nenhuma doença ou algo do tipo, mas depois desse dia minhas transas nunca mais foram as mesmas.

PS. Perdi o apetite pra comer a pizza naquele dia. kkkkkkkkkkkkk.
Valeu pessoal.

- Fabrício

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Aconteceu Comigo* / Por: Gislaine Lima às 03:11
nov
19
2014

Não peide ao fazer uma ressonância magnética

Estou contando esta verdadeira, mas patética, história em solidariedade a outras almas torturadas que, incansavelmente, resistem e sobrevivem a extremas humilhações. Somos um grupo de idiotas, propensos a acidentes, que provocam situações embaraçosas regularmente, que seriam capazes de traumatizar permanentemente uma pessoa normal. A minha experiência esta semana será difícil de superar: eu peidei dentro de um aparelho de ressonância magnética.

Em termos médicos, eu tinha rompido o menisco, uma cartilagem que atua como um amortecedor entre a minha tíbia e o fêmur. Em termos de mulher de meia-idade, dois demônios do inferno invadiram meu corpo e acenderam fogueiras no meu joelho e depois dançaram por ali, cutucando os nervos abertos com garfos elétricos. A dor era muita mais do que intensa e o acidente tinha severamente danificado meu corpo a ponto de eu não poder nem ficar parada, nem caminhar, e nem ao menos rastejar até o bar de vinhos.

Após cinco dias de drogas induzidas, eu finalmente vi um cirurgião ortopédico. Ele manipulou meus joelhos até que as lágrimas escorressem pelo meu rosto e eu o ameaçasse de arrancar seus braços. Era óbvio que aquilo estava me machucando, pela maneira que eu arrancava pedaços dos cantos da mesa de exame. Eu silenciosamente prometi incluí-lo como personagem detestável no meu próximo conto. Finalmente, um lindo anjo me deu narcóticos autorizados. Logo minha perna devastada era uma grande piada, em faixas, e eu ria e ria.

Poucos dias depois, eu fiz a ressonância magnética – um procedimento de imagens que utiliza um campo magnético e ondas de rádio para fazer imagens de ligamentos e articulações danificadas. Um belo e jovem técnico me ajudou a entrar no tubo do terror e amarrou a minha perna. Eu, nervosamente, comentei que primeiro eu tinha que saber o nome dele, antes de dar autorização para ser amarrada em uma cama. Ele não riu, mas me mandou ficar quieta por 45 minutos. Então, lá estava eu, com dor, sofrendo de claustrofobia, movendo-me sobre uma esteira em direção à câmara de tortura branca, e eu não tinha ideia de como permanecer imóvel. E, para completar minha angústia, a minha única plateia não se divertia com as minhas piadas.

20 minutos mais tarde, eu comecei a ficar ansiosa. Eu estava amarrada em um túnel e só poderia ouvir ruídos estranhos e sons agudos e irritantes. Por mim eles estavam decidindo quais seriam as partes do meu corpo que iriam extrair e vender no mercado negro. Em seguida, uma sensação incômoda conseguiu prever que viria uma passagem de gás. Mordi a língua, me belisquei e tentei me concentrar em uma cena pastoral, em um prado verde ao lado de um riacho murmurante. Eu podia ouvir o conselho da minha mãe: “Segure fundo.” Eu me mexi.

“Por favor, fique quieta”, ouvi a voz que vinha do lado de fora do túnel da vergonha.

Eu observava como as luzes e os números revelavam o tempo que restava. Três minutos. Eu ia conseguir! Não! Meu corpo me traiu no último minuto. Eu estava presa e indefesa, assim que meu corpo nervoso fez o que faz melhor: ele peidou. Eu lancei gás com a intensidade e a convicção de uma equipe de lutadores de sumô depois de uma competição para ver quem comia mais pimenta. E o espaço confinado fez com que o som se amplificasse, como se uma dúzia de sirenes tivessem sido ativadas simultaneamente. Eu não sabia se chorava, ria, ou ligava para o meu filho e me gabava do feito.

“Bem, agora, eu acho que já temos imagens suficientes”, disse o lindo técnico, suprimindo uma risada.
A cama mágica foi retrocedendo rumo à liberdade, trazendo consigo o cheiro pútrido da decadência. Eu estava mortificada, já que meu prado imaginário se tornou um pasto devastado, cheio de esterco podre. Que diabos eu tinha comido? Evitei contato visual com o técnico tímido e manquei de volta para o vestuário. Mais uma vez, eu aceitei o meu destino de ser a relutante e perpétua palhaça, a excêntrica, aquela que peida durante um procedimento médico complicado.

Se eu precisar de outra ressonância, vou solicitar que seja no Texas. Todos peidam por lá.

- anônimo

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Aconteceu Comigo* / Por: Gislaine Lima às 12:11
nov
17
2014

Bom, primeiramente já peço para não me identificar. A história é sobre um perrengue que passei por ter dado ouvidos a amigos trolls e ter insistido tanto pra namorada fazer anal.

O caso é o seguinte, eu tinha uma namorada na qual estávamos juntos há uns 3 meses, a gente sempre se pegava no meu carro (Chevette), numa rua deserta aqui no meu bairro. Lá rolava aquele sexo gostoso sem frescura.

Minha namorada (digo ex, pq não estou com ela mais), liberou muito rápido pra mim, nas primeiras semanas de namoro a gente já transava diariamente. Tínhamos uma química muito boa. Ela sempre me surpreendia em cada transa. Até que um dia eu disse a ela que queria mais do que a ppk, que eu queria também o Marques de Rabicó (cu). Não custava tentar, né? Vai que rola… ela gostava de mim, mas reclamou que ia doer e acabou não rolando. Daí toda vez que íamos transar, eu pedia o asterisco e ela negava. Até que um dia de tanto eu insistir, ela me disse que se eu arrumasse um jeito de não doer ela dava o cu pra mim.

Sendo assim, fui perguntar umas dicas com os filha-da-puta dos meus amigos, eu nunca tinha feito anal e não manjava muito dos paranauê. Daí um amigo meu me disse para eu comprar xilocaína. Ele falou que xilocaína iria anestesiar o bagulho e que ela não iria sentir dor alguma. Maldita hora que escutei esse fdp! Acreditei nele e fui na farmácia e comprei o maior tubo de xilocaína que tinha disponível. Coloquei o tubo no porta luvas e fui na casa da minha namorada chamar ela para dar uma sapecada. Ela topou na hora e fomos para o mesmo lugar.

Chegando la, já começamos o amasso e rolou aquela transa daora, mas eu não estava satisfeito pois eu queria muito fazer anal. Comecei a tentar e ela falou que não, disse que ia doer. Aí saquei prontamente do porta luvas o tubo de xilocaína e falei que agora ela não teria desculpas, prometi a ela que não iria doer e foi assim que finalmente ela topou. Contestou um pouco mas topou!

Então passei metade da xilocaína no cu cabeludo dela e a outra metade lambuzei o meu pau. Esperei uns dois minutos e comecei a não sentir o meu pau mais de tão anestesiado que o bicho ficou. Apressadamente, com medo de broxar, enfiei nela até encaixar tudo e comecei a bombar feliz da vida.

Ela falou que não estava doendo e que eu podia bombar mais. Rapaz! Eu estava bem lá curtindo o momento, a primeira vez, até que de repente escuto um som de peido. Caraca velho, ela soltou um peido fedorento, mas fui homem, não liguei pra isso e continuei. Ela ficou um pouco constrangida, mas em seguida eu disse “eu te amo”  pra ela e consegui amenizar a situação. Ela continuou rebolando e me dando prazer.

Chegou um momento que a posição estava incomodando, sabe como é transar dentro de carro né. Então resolvi mudar a posição e assim ficarmos mais confortáveis. Porém assim que tirei meu pau do anus dela, aconteceu a grande merda. E bota merda nisso. Rapaz, a  mina cagou meu carro todo. E ela não conseguia parar de cagar, tipo parece que o esfíncter dela (músculo do cu) se relaxou demais por causa da anestesia e ela não conseguia se controlar.

Cara, a situação foi feia. Ela ficou super constrangida, começou a chorar e pediu para ir embora logo. Ela foi cagando o trajeto todo. Nunca vi tanta merda assim. Tentei acalmá-la, mas nada do que eu dizia à consolava.

Fui correndo pra casa dela, ela desceu do carro rapidamente sem se despedir. Depois levei meu carro no lava jato e ainda tive que aguentar zoação dos caras que trabalhavam lá. O pior de tudo que mesmo depois do carro limpo, o cheiro da merda parecia que impregnou no carro.

Resultado: minha namorada nunca mais olhou na minha cara de vergonha e eu vendi meu carro dias depois. Fiquei super triste, mas já passou. Hoje já consigo rir da história. rsrs

Se alguém souber um produto pra passar no cu que realmente funciona, fala aí. Já tô ficando com outra mina, mas não acredito mais nos meus amigos. kkkkk

Valeu blog insoonia!

- anônimo.

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Aconteceu Comigo* / Por: Gislaine Lima às 02:11
nov
12
2014

Fala corujas!  Tudo certo?

A minha história aconteceu recentemente, é cômico e um pouco vergonhoso. Apesar de namorar há cinco anos e ter uma intimidade boa com a família do meu namorado, estou morrendo de vergonha da minha sogra com o que aconteceu. kkk

A história é a seguinte… eu sempre durmo na casa do meu namorado, só que a gente dorme na sala pq meu namorado dividi o quarto com o irmão. Daí sábado passado,  fui dormir na casa dele como de costume e ele me disse que meu cunhado estava dormindo e que a minha sogra havia saído com as amigas (sim, minha sogra é mega baladeira).

Então aproveitamos para fazer amorzinho. Eu toda empenhada de lingerie nova, naquela empolgação e tudo mais, até que inesperado acontece… Já era quase duas da manhã, quando já estávamos transando (leia-se: Eu lindamente de quatro), escuto um barulho de chaves e rapidamente a porta abriu…. Putz! Era minha sogra alcoolizada. Ela pegou a gente no maior flagra. Não tinha nem cobertor para me esconder. Que vergonha! Na hora achei que ela ia nos dar um sermão, mas não, ela simplesmente virou e disse: “Se foderam, seus trouxas” e caiu na risada.

Eu não sabia onde enfiava a cara, sério! Minha sogra foi pro quarto e ainda gritou de lá “podem continuar, eu juro que não vou ouvir” e riu como se não houvesse amanhã. Minha sogra é foda! Mas não rolou continuar não. A vergonha não deixou. Até tentamos, mas não deu.  kkkkk

No dia seguinte minha sogra nem tocou no assunto, e logicamente, eu também não. Depois disso, ainda não voltei na casa do meu namorado, não sei com que cara olhar pra minha sogra… Ô disgraçaaa! rs
Bom é isso. Espero que seja publicada. Beijos.

- Duda.

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Aconteceu Comigo* / Por: Gislaine Lima às 02:11
nov
06
2014

Oi Gislaine, apesar de eu não ser exatamente o seu tipo de público alvo, gosto muito o seu blog, em particular o quadro aconteceu comigo. Bom, como é de praxe, não vou me identificar, pois tenho 36anos, sou engenheiro, casado e tenho 2 filhos, um menino de 6 anos e uma menina de 3 meses.

A história é o seguinte… quando eu tinha exatos 18 anos, conheci uma garota que na época tinha 16 anos e fiquei loucamente apaixonado. Namoramos por 5 anos com muita intensidade, eu fui o primeiro dela e ela foi a minha primeira mulher que transei de forma contínua e constante. Brigávamos muito, nosso relacionamento era muito intenso. Bom o fato é que terminamos, nós sofremos muito e cada um foi para um lado. Eu terminei a faculdade, fui trabalhar, casei e tive meus filhos e ela a mesma coisa.

Depois de tampo tempo, recentemente nos encontramos. Quando a vi senti algo muito forte e não esperava acontecer isso. Nos cumprimentamos e conversamos como dois adolescentes, rimos e combinamos de nos ver qualquer dia. Mas para mim esse encontro nunca ia acontecer. Até que um dia, do nada ela me liga e acabamos combinando de verdade de nos encontrar (eu tenho o mesmo número de celular por décadas).

Nos encontramos e acabou acontecendo o inevitável: nós transamos. Foi sensacional, senti a paixão que sentia por ela voltar, junto com a frustração de não ter ficado com ela. Ela diz que me ama, que sente o mesmo e que nunca me esqueceu durante esse tempo. O problema é que minha esposa é uma mulher e mãe maravilhosa e eu sou louco pelos meus filhos e eles por mim, eu jamais iria conseguir viver longe deles.

Hoje eu moro à 400km da minha cidade natal, onde a família de minha esposa e a minha ex-namorada vivem. Se eu me separar, a minha esposa fatalmente voltará para a nossa cidade natal com meus filhos e eles ficarão 400km longe de mim. E para piorar a situação, a minha ex tem 2 filhas e me disse que se eu me separar da minha esposa ela também se separa do marido dela.

Resumo da ópera, se eu me separar da minha esposa eu ficarei sem meus filhos, vou ver eles muito pouco. Se a ex se separar eu terei que criar as filhas dela.

Toda a lógica me diz para eu cair fora da ex, mas o que sinto por ela é uma coisa inexplicável, nunca consegui esquecê-la.

E aí? Chuto tudo e fico com a mulher que amo ou sufoco esse amor ou me dedico à minha família? Enquanto isso nós somos amantes e continuamos nos encontrando, mas o problema é que estou deixando isso influenciar minha vida com minha esposa, pois eu não estou dando a ela a atenção que merece.

Eu acredito nos sentimentos de minha ex, pois ela é uma mulher linda, ela está com 34 anos e está linda demais e eu com meus 36 anos sofridos, barrigudo e feio, ou seja , ela pode ter o amante garotão e sarado que quiser em um estalo de dedos, mas ela quer a mim.

Foi bom escrever, pois ninguém sabe desse meu segredo e não tenho com quem pedir opinião. Peço que seus leitores opinem. O que devo fazer?

Abraços a todos.

- anônimo

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Aconteceu Comigo* / Por: Gislaine Lima às 06:10
out
29
2014

Olá Gi! Ao ler esta seção no blog, me deu uma vontade e coragem de contar a minha história. Peço discrição!

Aconteceu há 2 anos atrás, eu fui fazer uma viagem para outro país em missão com uma ONG. Levamos roupas, comidas e etc. Nesta viagem conheci uma mulher, vou chamá-la de Adriana.

Sou casado há 10 anos e tenho uma filha de 3. Mas nessa viagem, fui sozinho e não tinha intenção nenhuma de trair minha esposa. Já no país vizinhos, os diretores da ONG separou as equipes e as distribuiu por cidades. Eu fiquei na mesma equipe da Adriana, solteira, sorriso encantador, loira, seios fartos… etc.

Na ida para esse país, nos conhecemos e até então não tinha rolado interesse algum, no entanto ela ficou na mesma equipe que eu e começamos a trabalhar juntos. Nos conhecemos melhor e não sei se por carência, acabei me envolvendo. Então resolvi procurá-la e abrir o jogo e aí que foi o B.O., ela disse que estava envolvida também. Eu fiquei surpreso, mas ao mesmo tempo com um tesão muito forte.

Lá no país, não rolou nada, mas na volta para o Brasil, dentro do ônibus, eu me sentei ao lado dela e acabou rolando toques, eu masturbei ela e ela retribuiu. Rolou até um oralzinho maroto.

Já em casa, começamos a nos relacionar no Facebook e foi aí que descobri que a mina estava apaixonada por mim. Ela mora numa cidade vizinha da minha. Uma hora de viagem daqui de casa. Então uma belo dia, resolvi arriscar e fui encontrá-la. Ela não saía dos meus pensamentos.

Nesse dia, peguei emprestado o carro de um amigo meu e fui encontrar com ela. Peguei ela em casa e a chamei para ir nem motel, mas ela disse que não precisava e me indicou um caminho no meio do mato, o famoso “matel”. Transamos dentro do carro e foi uma loucura só. Ali começou uma história de muito sexo.

Adriana fazia de tudo, oral, anal, podia gozar na boca dela e ainda gostava de uns tapas na cara, era meio hardcore o sexo com ela. No início fiquei louco por ela, nunca senti tanto tesão na minha vida. Porém com o passar dos dias, comecei a ficar incomodado com ela. Minha esposa é na base do carinho, Adriana era na base da força. Minha esposa é muito puritana, nunca fizemos anal. As duas são completamente diferentes. O sexo com a Adriana, começou a ficar cansativo, sempre eu tinha que arrumar um carro emprestado, inventar desculpas para sair de casa, fora a preocupação da minha mulher descobrir e o fato que a Adriana começou a querer me ver frenquentemente.

Nunca achei que fosse dizer isso, mas comecei a não gostar mais de transar com a Adriana. Talvez eu não me enquadre nesse “selvagerismo” todo.

Então resolvi terminar este relacionamento extra conjugal. Mas a merda é que a Adriana se diz apaixonada e não me deixa em paz, última conversa que tivemos ela disse que irei me arrepender de dizer não a ela. Cara, no início eu curtia o sexo com ela, mas esse estilo hardcore não me agrada, tentei mudar um pouco, mas ela não curte de outro jeito. E eu não tenho sentimentos por ela, tinha apenas tesão.

Não sei o que fazer, amo minha mulher e estamos bem conjugalmente. Sexo agora, só com a minha esposa. Mas confesso que estou com medo da Adriana fazer algo para prejudicar o meu casamento. Ela não aceita o término e eu não sei o que fazer.

Bom, essa é a minha história. Se tiver algum desfecho e as coisas complicarem, volto e conto para vocês.

Abraços Gi

 – anônimo

 

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Aconteceu Comigo* / Por: Gislaine Lima às 05:09
set
29
2014

Oi Gislaine, torço muito para que você leia meu e-mail, quero muito contar o que me aconteceu ontem após o discurso do Levy Fidelix. Acesso seu blog há tempos e virei seu fã quando li, um tempo atrás, um tweet seu dizendo que ama os Gays e que todo mundo merece ser feliz. Não sei se foram sinceras suas palavras, se sim, saiba que te admiro muito pela sensatez e obrigado pelo respeito.

Mas, Gislaine, infelizmente e com pesar que venho lhe contar que estamos muito longe da tão sonhada felicidade. Nós, gays, sofremos preconceito diariamente. Agressões verbais e físicas nos cercam cada vez mais. É triste saber, que em pleno 2014, ainda existam pessoas que são contra a felicidade alheia.

Tenho 19 anos e desde criança sempre soube da minha condição. Nunca me interessei por meninas, lembro-me de quando tinha 11 anos e sonhava com o sorriso de um amigo de classe. Mas nunca tive coragem de expor meus sentimentos para ninguém. Sempre respeitei o próximo e na época não compreendia muito essa minha atração por meninos.

Sou um filho exemplar, Gislaine. Sempre estudei em escola pública e nunca dei trabalho para os meus pais. Nunca envolvi com pessoas erradas e sempre fui um ótimo aluno. Sequer peguei uma recuperação no colégio. Com 17 anos fui aprovado em medicina, numa instituição federal, na qual estudo atualmente. Meu pai é militar e minha mãe dona de casa. Religiosos fervorosos.

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Aconteceu Comigo* / Por: Gislaine Lima às 11:09
set
24
2014

Fala Gi, beleza? A história que vou contar, a princípio foi um trauma muito grande na minha vida, doeu, confesso, porém hoje lido bem com o assunto, a ponto de compartilhar com todos os leitores do blog. Peço que não divulgue meu nome, a nível nacional pode-se dizer que não estou preparado para tamanha vergonha. Sem contar que pode dá merda pro meu lado. hahaha

Sou policial e quando me formei (não faz muito tempo), fui transferido para uma cidade do interior de Minas, onde ainda resido. A cidade é pequena e moro sozinho. Sempre fui um rapaz tímido, de poucas palavras. Quase não saía por aqui. Conhecia poucas pessoas. Até que um dia decidi ir num churrasco de uns amigos policiais e lá eu conheci uma mulher mais velha que eu. Me simpatizei bastante por ela. Lembro que precisei tomar várias, para puxar papo com a “senhorita”. Ficamos horas conversando, quando descubro que ela era casada. Rapaz, bateu um desânimo tão grande, eu estava super afim daquela coroa, que não é tão coroa assim, eu que sou novo demais (22 anos).

Já bêbado, disse o seguinte  a ela: “Se você não fosse casada eu chegaria em você”.  Maldita língua que não seguro quando estou bêbado. Esta frase nunca deveria ter existido e vocês irão concordar no final da história.

Dias depois, a casada, que sempre me via na rua trabalhando, passou a me dar moral. Sempre sorria, conversava. Deixava claro um certo interesse. Então decidi ligar para ela. O marido era (é) caminhoneiro, e só está na cidade nos fins de semana.

Resultado: começamos a nos encontrar nos dias de semana. Vesti a identidade de amante e cumpria com meu dever frequentemente. Passamos a nos encontrar todos os dias da semana, saía do serviço e já ia direto pra casa dela.

Ela sempre reclamava do marido, o cara era um tropeiro, a tratava muito mal. Comecei a entendê-la e o pior aconteceu: me apaixonei. Cara, o amante nunca pode se apaixonar. Falhei absurdamente.

Começamos a namorar e ela passou a morar na minha casa (só durante a semana, nos fins de semana ela tinha que ir receber o marido). Esse lance durou 2 anos. Até que um belo dia dos namorados, odeio dia dos namorados só para constar, decidi fazer um dia super especial a ela, comprei um belo par de brincos de ouro para presenteá-la, preparei um super almoço para nós dois, detalhe, isso foi na casa dela, era dia de semana e ela quis comemorar a data na sua casa. Bom, teria sido um dia especial se o marido não tivesse chegado de repente. A merda chegou de viagem, também para fazer uma surpresa a ela. Eu estava pronto para servir o almoço e tive que me esconder num quarto vago da casa. Fiquei lá horas. Não tinha como sair. O marido chegou e almoçou com ela. Não satisfeito em comer meu almoço, também levou a minha “janta” para o quarto. Sim, ela foi para o quarto com ele. E eu fiquei lá, escondido e ouvindo eles transarem. Cara, foi a pior sensação que já vivi. Eu não podia sair dali, pois a porta do quarto dela estava aberto. Se chorei? Chorei muito! Tive vontade de matar os dois. Mas resisti!

Depois que transaram, o marido foi para o banheiro e foi o meu momento de fugir dali. Passei pelo quarto e a vi chorando. Olhei nos olhos dela, sem expressar uma palavra, apenas com um sentimento de Adeus. Fui para casa e nunca mais a procurei. Ela me ligou várias vezes e depois parou. Respeitou minha tristeza e deixou eu seguir em frente. Afinal, quem errou foi eu, de me apaixonar.

Faz pouco mais de um ano que isso aconteceu e soube que agora está bem com o marido. O fato dela ter ficado fria com ele todo esse tempo, o fez repensar em suas atitudes e passou a tratá-la bem. Isso basta! Eu era apenas um amante.

Fica o conselho para os amantes de plantão. Regra número 1: Nada de almoço, apenas coma a janta! rsrs

Valeu aí pessoal, abraços!

aconteceu_comigo

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Aconteceu Comigo* / Por: Gislaine Lima às 12:06
jun
25
2014

Buenas!!

Comecei a ler a pouco o site e me identifiquei com várias histórias contadas nesse espaço, (li todas em uma madrugada!) ri de várias, me emocionei com outras, e resolvi compartilhar minha história com os leitores também.

Prefiro não me identificar pelo motivo de alguém que não precisa saber que fui eu que escrevi, tenha certeza que a história é minha (conheço muita gente que lê o site). Melhor ficar no anonimato!

Tenho 24 anos, não sou expert no quesito relacionamentos, sai a pouco tempo de um namoro de seis anos, mas essa é outra longa história triste que pretendo enviar-lhe em breve.

Nunca fui o cara do tipo “pegador”, fiquei com pouquíssimas meninas na minha vida, namorei por seis anos, (minha primeira namorada). Não fui criado “para o mundo” como alguns dizem, sempre fui caseiro, induzido a estudar, comecei a sair de casa aos 16, 17 anos, enquanto o resto da gurizada já saia aos 12, 13 anos. Talvez isso tenha influenciado um pouco (bastante) em minhas reflexões…

Sem mais delongas! No início de 2013, ainda meio “grog” pelo fim do namoro de 6 anos, começava aos poucos a sair com os amigos pra festas, me reunir a galera pra conversar, ficar com uma guria aqui, outra ali, nada sério. Um certo sabadão eu já pronto pra sair pra uma festa com meu irmão e mais dois amigos, um amigo meu dos tempos do exército, liga, do nada, fazendo a seguinte proposta:

– Cara, eu e meu primo vamos viajar pra outra cidade, conhecemos 3 gurias pra gente ficar essa noite. Sobra uma. Pensei em ti vamo nessa? Só tem um porém. Elas tem namorado.

Daí eu pensei: Aceitava a proposta dele (no qual eu não falava a um tempão), de sair com essas gurias que até namorado tinham (deviam ser baita bucha) ou saia com meus brothers de fé, pra festinha onde sempre tinha uma confirmada?

Enrolei tanto pra me decidir, que os caras acabaram indo viajar pra essa outra cidade (bem próxima da minha), trouxeram as gurias pra cidade onde eu moro e já estavam em frente a minha casa, buzinando e me chamando pra sair.

Daí não tinha escapatória né velho! Seja o que Deus quiser, vamo encarar essas bucha!

Cara quando eu entrei naquele carro, já tinha uma do lado desse meu amigo no carona, a outra já abraçadinha no primo dele e a que sobrou… Meu Deus! A que sobrou era uma princesa, de tão linda.

Bah, já fiquei faceiro que nem mosca em tampa de xarope! Começamos a conversar ali no carro mesmo, porem ela não dava muita entrada, tava meio desconfiada, sei lá…

Papo vai, papo vem, fomos para um ponto turístico legal aqui da cidade, que fica meio afastado, um baita lugar. Ficamos escutando um som, tomando uns aperitivo, nessa o meu amigo e o primo dele já estavam ali na pegação com as outras gurias e eu ali só na conversa, kkkkkkkkk. Mas que conversa boa!! Sabe quando tu fala com a pessoa, e ela corresponde exatamente aquilo que tu espera? Mesmos gostos, mesmas preferências, tava tudo muito sincronizado. Conversávamos a menos de duas horas e parecia que nos conhecíamos a décadas, entende?

Estava tudo tão bom, melhorou ainda mais depois do beijo. Que beijo perfeito!! Foi com certeza uma das melhores noites da minha vida!

Mas tudo que é bom dura pouco, já estava chegando a hora de levar as cinderelas pra casa. No caminho mais conversa, mais afinidades descobertas, mais pegação… Que noite!

Depois disso desencanei, pensava pra mim que tinha sido apenas uma aventura dela, não levei muito a sério com medo de uma decepção, mas que eu tinha gostado dela eu tinha, como tinha!

Uma semana depois, uma das gurias que estavam com ela, me achou no Facebook e me mandou uma mensagem:

– Cara, tu gostou da minha amiga? Ela não para de falar em ti, ela gostou muito de ter ficado contigo e quer te ver de novo, add ela.

Sem pestanejar fui lá e add ela. Conversávamos todo santo dia, ela falou que estava apaixonada por mim, nunca tinha conhecido ninguém como eu, que tinha que me ver de novo. Daí ferrou né velho…

Fiquei bobo, tava tudo perfeito. Aquela guria linda que eu tinha ficado e pensado que nunca mais ia ver, tava ali, falando comigo, querendo me ver de novo. Algumas semanas depois ela retornou pra minha cidade, passamos outra noite aqui na casa de uma amiga dela e rolou o inevitável! Essa sim foi uma baiiita noite!!

Ela cada vez mais dizendo que era louca por mim, sentia ciúmes das minhas saídas, me ligava umas quantas vezes ao dia pra saber como eu estava, longas horas de conversas na madrugada, tudo me dava certeza do sentimento dela por mim.

Insisti diversas vezes pra que ela terminasse o namoro dela, pois eu não me sentia bem sabendo que a guria que eu gostava era de outro cara. E nem que o cara tava sendo corno (eu não gostaria que fizessem comigo). Ela sempre justificava falando que não podia terminar, porque era como uma filha pra família do namorado, gostava dele mas não sentia por ele o que sentira por mim, a família dela (principalmente o pai) iria matar ela blá, blá, blá…

Um belo dia no alto da minha ilusão, ela deixa uma mensagem no Face, dizendo pra mim esquecer ela, e que se arrependeu de ter feito o que fez com o namorado. Me exclui do Facebook, do celular, da vida dela!

Nunca mais a vi, espero do fundo do coração que ela esteja bem, não guardo mágoas.

Sei que muitos que estão lendo agora já passaram por algo semelhante. Deixo meu depoimento para que sirva de lição e aprendizado pra alguém que esteja passando por essa mesma situação. Nem tudo na vida é como a gente planeja, como gostaríamos que fosse.

Cabe-nos perceber quando este tipo de coisa acontece, saibamos refletir bem em nossas atitudes, colocarmos-nos no lugar da outra pessoa. A grande maioria das vezes somos mesquinhos e queremos apenas saciar nossas vontades, suprir nossas necessidades momentâneas, sem pensar nas consequências dos atos.

Ingenuidade minha? Talvez…

O bom disso tudo é o aprendizado, quedas fazem a gente levantar mais forte!

Segue o baile, bola pra frente!!

Abraço gurizada!!

aconteceu_comigo

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