Aconteceu Comigo* | Insoonia
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Aconteceu Comigo* / Por: Gislaine Lima às 12:06
jun
25
2014

Buenas!!

Comecei a ler a pouco o site e me identifiquei com várias histórias contadas nesse espaço, (li todas em uma madrugada!) ri de várias, me emocionei com outras, e resolvi compartilhar minha história com os leitores também.

Prefiro não me identificar pelo motivo de alguém que não precisa saber que fui eu que escrevi, tenha certeza que a história é minha (conheço muita gente que lê o site). Melhor ficar no anonimato!

Tenho 24 anos, não sou expert no quesito relacionamentos, sai a pouco tempo de um namoro de seis anos, mas essa é outra longa história triste que pretendo enviar-lhe em breve.

Nunca fui o cara do tipo “pegador”, fiquei com pouquíssimas meninas na minha vida, namorei por seis anos, (minha primeira namorada). Não fui criado “para o mundo” como alguns dizem, sempre fui caseiro, induzido a estudar, comecei a sair de casa aos 16, 17 anos, enquanto o resto da gurizada já saia aos 12, 13 anos. Talvez isso tenha influenciado um pouco (bastante) em minhas reflexões…

Sem mais delongas! No início de 2013, ainda meio “grog” pelo fim do namoro de 6 anos, começava aos poucos a sair com os amigos pra festas, me reunir a galera pra conversar, ficar com uma guria aqui, outra ali, nada sério. Um certo sabadão eu já pronto pra sair pra uma festa com meu irmão e mais dois amigos, um amigo meu dos tempos do exército, liga, do nada, fazendo a seguinte proposta:

- Cara, eu e meu primo vamos viajar pra outra cidade, conhecemos 3 gurias pra gente ficar essa noite. Sobra uma. Pensei em ti vamo nessa? Só tem um porém. Elas tem namorado.

Daí eu pensei: Aceitava a proposta dele (no qual eu não falava a um tempão), de sair com essas gurias que até namorado tinham (deviam ser baita bucha) ou saia com meus brothers de fé, pra festinha onde sempre tinha uma confirmada?

Enrolei tanto pra me decidir, que os caras acabaram indo viajar pra essa outra cidade (bem próxima da minha), trouxeram as gurias pra cidade onde eu moro e já estavam em frente a minha casa, buzinando e me chamando pra sair.

Daí não tinha escapatória né velho! Seja o que Deus quiser, vamo encarar essas bucha!

Cara quando eu entrei naquele carro, já tinha uma do lado desse meu amigo no carona, a outra já abraçadinha no primo dele e a que sobrou… Meu Deus! A que sobrou era uma princesa, de tão linda.

Bah, já fiquei faceiro que nem mosca em tampa de xarope! Começamos a conversar ali no carro mesmo, porem ela não dava muita entrada, tava meio desconfiada, sei lá…

Papo vai, papo vem, fomos para um ponto turístico legal aqui da cidade, que fica meio afastado, um baita lugar. Ficamos escutando um som, tomando uns aperitivo, nessa o meu amigo e o primo dele já estavam ali na pegação com as outras gurias e eu ali só na conversa, kkkkkkkkk. Mas que conversa boa!! Sabe quando tu fala com a pessoa, e ela corresponde exatamente aquilo que tu espera? Mesmos gostos, mesmas preferências, tava tudo muito sincronizado. Conversávamos a menos de duas horas e parecia que nos conhecíamos a décadas, entende?

Estava tudo tão bom, melhorou ainda mais depois do beijo. Que beijo perfeito!! Foi com certeza uma das melhores noites da minha vida!

Mas tudo que é bom dura pouco, já estava chegando a hora de levar as cinderelas pra casa. No caminho mais conversa, mais afinidades descobertas, mais pegação… Que noite!

Depois disso desencanei, pensava pra mim que tinha sido apenas uma aventura dela, não levei muito a sério com medo de uma decepção, mas que eu tinha gostado dela eu tinha, como tinha!

Uma semana depois, uma das gurias que estavam com ela, me achou no Facebook e me mandou uma mensagem:

- Cara, tu gostou da minha amiga? Ela não para de falar em ti, ela gostou muito de ter ficado contigo e quer te ver de novo, add ela.

Sem pestanejar fui lá e add ela. Conversávamos todo santo dia, ela falou que estava apaixonada por mim, nunca tinha conhecido ninguém como eu, que tinha que me ver de novo. Daí ferrou né velho…

Fiquei bobo, tava tudo perfeito. Aquela guria linda que eu tinha ficado e pensado que nunca mais ia ver, tava ali, falando comigo, querendo me ver de novo. Algumas semanas depois ela retornou pra minha cidade, passamos outra noite aqui na casa de uma amiga dela e rolou o inevitável! Essa sim foi uma baiiita noite!!

Ela cada vez mais dizendo que era louca por mim, sentia ciúmes das minhas saídas, me ligava umas quantas vezes ao dia pra saber como eu estava, longas horas de conversas na madrugada, tudo me dava certeza do sentimento dela por mim.

Insisti diversas vezes pra que ela terminasse o namoro dela, pois eu não me sentia bem sabendo que a guria que eu gostava era de outro cara. E nem que o cara tava sendo corno (eu não gostaria que fizessem comigo). Ela sempre justificava falando que não podia terminar, porque era como uma filha pra família do namorado, gostava dele mas não sentia por ele o que sentira por mim, a família dela (principalmente o pai) iria matar ela blá, blá, blá…

Um belo dia no alto da minha ilusão, ela deixa uma mensagem no Face, dizendo pra mim esquecer ela, e que se arrependeu de ter feito o que fez com o namorado. Me exclui do Facebook, do celular, da vida dela!

Nunca mais a vi, espero do fundo do coração que ela esteja bem, não guardo mágoas.

Sei que muitos que estão lendo agora já passaram por algo semelhante. Deixo meu depoimento para que sirva de lição e aprendizado pra alguém que esteja passando por essa mesma situação. Nem tudo na vida é como a gente planeja, como gostaríamos que fosse.

Cabe-nos perceber quando este tipo de coisa acontece, saibamos refletir bem em nossas atitudes, colocarmos-nos no lugar da outra pessoa. A grande maioria das vezes somos mesquinhos e queremos apenas saciar nossas vontades, suprir nossas necessidades momentâneas, sem pensar nas consequências dos atos.

Ingenuidade minha? Talvez…

O bom disso tudo é o aprendizado, quedas fazem a gente levantar mais forte!

Segue o baile, bola pra frente!!

Abraço gurizada!!

aconteceu_comigo

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Aconteceu Comigo* / Por: Gislaine Lima às 07:06
jun
04
2014

Oi Gi! Para começar queria pedir para não ser identificado (senãofodeu). Eu tenho uma excelente história que aconteceu comigo no fim do ano passado e estava louco para contar para alguém.

No fim do ano, eu estava terminando o 2º ano do Ensino Médio e a sala decidiu fazer uma festa para comemorar, então cada aluno seria responsável para trazer alguma coisa para a festa, então conversando com uns amigos nós tivemos a genial ideia de fazer um bolo especial para essa festa. O detalhe é que o bolo foi feito com um ingrediente especial chamado “Manteiga de Cannabis”, o correto era usar 100 gramas do produto, mas para ninguém desconfiar do cheiro, usamos 50 gramas.

Uma semana depois do combinado chega o grande dia que deixaríamos a sala toda chapada, o bolo era de sabor cenoura com cobertura de chocolate, no começo foi tudo uma maravilha, alunos e professores comeram o bolo, uns 15 minutos depois o efeito começou surtir em algumas meninas, meia hora depois todo mundo estava rindo como se fosse o dia mais feliz das suas vidas!! hauahuaha MAAAAS, teria sido épico, se não tivesse sido trágico. Quer dizer, foi mais ou menos trágico. Aconteceu que um garoto que não conhecíamos, ele era de outra turmar, começou a passar mal como se fosse ter um ataque cardíaco.

Então os professores chamaram a direção, ligaram para o SAMU e para os pais do garoto, nesse momento eu e meus amigos (eram três) ficamos em desespero total. “Putz deu merda!”, “O que a gente foi fazer??”, “Seremos expulsos do colégio, fudeu”… Sério, achei que o garoto ia morrer ali por nossa culpa, e juro que a gente não sabia que poderia acontecer isso.  

O socorro chegou, o piá foi para o hospital e a turma nem aí com o acontecido, continuaram lá comemorando o fim do ano letivo. Já podíamos ver uns olhos vermelhos, a galera toda feliz, parecia que nada tinha acontecido. Tinha até um professor meu rindo e imitando o garoto que passou mal. Confesso que eu perdi até vontade de comemorar. Fiquei preocupado paporra!!

Por sorte, no outro dia que era o último dia de aula, o garoto que passou mal estava lá vivíssimo. Ele nos contou que o que aconteceu com ele “supostamente” foi uma queda de pressão. Depois disso, até virei amigo dele e mantemos contato até hoje. rsrs

Essa foi  a minha história. Fica de lição! Nunca ofereça Bolonha para as pessoas! (sem que elas saibam, claro). huahuahau

aconteceu_comigo

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Aconteceu Comigo* / Por: Gislaine Lima às 07:05
mai
06
2014

Olá, lindos! Meu nome é Patrícia, tenho 25 anos, e eu quero contar o prejuízo de se colocar um homem na friendzone. Minha história tem um final feliz, mas poderia não ter…

No tempo do colégio, entrou um menino na mesma turma que eu. O nome dele é Henrique e ele era o maior nerd que se pode imaginar. Usava óculos, era meio gordinho, sentava na cadeira da frente, sempre respondia às perguntas dos professores, tirava notas altíssimas sem fazer nenhum esforço. Quem o visse imaginaria que se tratava de um cara metido a besta que acha que nós, meros mortais, somos indignos da sua presença, tipo o Sheldon do The Big Bang Theory. Mas o Henrique não. Ele era atencioso, carinhoso, um amor. Tá bom que era estranho aquele hábito dele de gostar de Dragon Ball, Pokémon, Guerra nas Estrelas, Os Simpsons, essas coisas que, desculpem os nerds de plantão, mas para mim são só coisa de criança. Mas, tirando isso, que até que é algo que dá pra conviver, ele era o melhor amigo que a gente pode ter.

Comecei a conversar com ele quando fui pedir ajuda com uma tarefa de matemática. Achei que ele ia posar de metido, dizer que era uma coisa fácil aquela tal de trigonometria, que eu era burra de não conseguir resolver aquele problema, mas não. Ele foi muito atencioso comigo. Perguntou onde eu não estava conseguindo fazer (que era a questão toda) e ele simplesmente explicou de uma forma que nem a professora conseguia. Sério, aprendi mais matemática e física com ele do que com todos os professores do Ensino Médio, do cursinho e da faculdade juntos. Eu o agradeci com um sorriso e ele deu outro em resposta. A partir daí começamos a conversar todos os dias. Percebi que eu era uma das poucas pessoas com quem ele falava. Ele parecia que tinha medo das pessoas. Todo mundo na sala ou tinha pena dele por ser tão isolado e com poucos amigos ou fazia bullying com ele. Ele queria ser notado, então fazia coisas dignas de pena, só para aparecer, tipo gritar palavrões ou fazer pose de bonitão, mas parecia alguém com uma auto estima muito baixa. Chegou a revelar para a turma toda que era boca-virgem, no auge dos 15 anos! Tudo bem que tem muitos meninos dessa idade que são, mas acho que nenhum deles vai querer revelar isso.

Mas eu gostava muito de conversar com ele. Era alguém que você sabe que vai falar alguma coisa mais inteligente do que a classificação do campeonato de futebol ou os dotes físicos de alguma vadia da TV. O Henrique era um cara de conteúdo, entende? Era alguém que você sabia que ia ouvir alguma coisa que prestava até o fim de uma conversa. Mas não era alguém que despertava o desejo de namorar. Por isso fiquei espantada quando soube que ele gostava de mim. Depois de um ano e meio que a gente conversava, descobri que ele se apaixonou. Ele não me contou, eu li no caderno dele. Quando a turma estava no recreio, eu fui ler o caderno dele atrás da lição de Física (sabia que ele não se importaria se eu copiasse) e encontrei um coraçãozinho escrito “Patrícia” dentro e uma caricatura minha em estilo mangá (muito fofinha, diga-se de passagem). Fiquei assustada, fechei o caderno e não comentei com ele. Quando ele voltou e viu que mexeram no caderno, não achou estranho porque os idiotas da sala de aula costumavam mexer no material dele, colocar lixo na mochila dele ou rasgar alguma página do caderno, então ele só folheou para ver se faltava alguma página e guardou o caderno de novo na mochila. Daí para frente, comecei a reparar no olhar dele ao me ver e percebi que a cada olhada era como se ele me dissesse “eu te amo” com todas as letras.

Mas depois de alguns meses ele me falou, todo vermelhinho, na hora do recreio. Ele me chamou num canto e eu, já desconfiada do que se tratava, fui. Tentei usar uma expressão facial que encorajasse ele a dizer o que queria, mas não sei se deu certo porque ele falou como se engasgasse. Disse apenas um “Eu gosto de você” fraquinho, num fôlego só. Percebi que ele só não havia dito antes porque não tinha coragem, parece que já sabia que ia levar um “não”. Mas acho que não suportava mais o silêncio, então arriscou de uma vez. Eu já tinha a resposta pronta. Não é por nada, mas uma adolescente não espera que seu príncipe encantado seja o nerd da carteira da frente. Arrependo-me até hoje de ter dado a famosa resposta para ele: “Gosto de você também, mas somos só amigos”, já vou explicar o porquê. Tentei fazer ele não se magoar comigo, porque, juro por Deus, eu gostava muito dele, mas não me despertava aquele desejo. Eu queria ver nele um homem para a mulher que estava crescendo em mim, mas não conseguia.

Então o tempo se passou. Namorei uns caras, mas nunca contei para o Henrique porque não queria ferir os seus sentimentos. Ele continuava a me ajudar nas tarefas, partilhar sua vida comigo, fazíamos trabalhos juntos, até fui na casa dele, conheci a família dele e ele veio na minha casa também, mas nada aconteceu. Também sinto que algo entre nós havia mudado. Ele nunca mais tocou no assunto e eu também não. A gente se formou no colégio e depois tentamos manter contato, mas não se passou nem dois meses e nunca mais vi o Henrique por quatro anos.

Eu me formei em arquitetura. Para quem nunca gostou de matemática, as ajudas do Henrique me tornaram apta a dominar a matemática a ponto de poder fazer um curso como arquitetura, que sempre gostei. Fiz algumas amizades, namorei alguns caras, mas nenhum deles demonstrou gostar de mim como meu antigo colega que coloquei na friendzone. Então, solteiríssima e ainda na faculdade, na flor dos meus vinte e um anos, fui convidada por alguns amigos para uma festa. Falaram que estaria lá um homem muito lindo do meu círculo de amigos que já fazia tempo que eu estava a fim, o Cauê. Era do tipo que a Gi coloca aqui no Cat Monday, parecia saído das revistas ou das telas de cinema. Ele também mostrou que estava a fim de mim, então aquela festa era a chance que eu tinha. Mas era uma festa cheia de gente desconhecida e, quando eu chego lá, qual a minha surpresa ao encontrar o Henrique!

À primeira vista, nem parecia ele. Ele havia feito uma cirurgia a laser que permitiu que tirasse os óculos e emagrecera muito. Não era tão bonito quanto o Cauê, mas estava bem mais atraente que no tempo do colégio. Fui falar com ele e percebi que outras coisas haviam mudado. Seu sorriso tinha uma masculinidade e uma segurança que não estavam lá quatro anos atrás. Ele ficou surpreso em me ver e já começamos a conversar. Ele ainda era um gênio, estudava Engenharia Elétrica na Federal e só não estava prestes a se formar porque tinha acabado de voltar de um intercâmbio na França. Tinha muito mais conteúdo que antes. Trocamos os números de celular e combinamos de nos falar. A conversa com ele foi tão boa que até me esqueci do Cauê. Mas fiquei triste porque ele não pareceu interessado em mim. Então, quando eu saí para pegar uma bebida e voltei, ele estava na maior conversa com uma vadia ruiva que estava com o decote que parecia que os peitos iam saltar em cima dele. Ele pareceu nem notar a minha presença e pouco depois os dois estavam agarrados. Não sei por que me deu tanta fúria, acho que era porque nunca imaginaria o Henrique beijando alguém. Então, para me vingar, fui atrás do Cauê e, em poucos minutos, a gente estava agarrado também.

Daí minha maior decepção: eu estava com tanta raiva que fui para a cama com o Cauê na mesma noite. Quando ele tirou a calça, percebi uma coisa horrível: ele tinha o pinto fininho! Sério, parecia uma agulha! Tipo, eu não estava transando, tava tomando injeção! A camisinha parecia que ia soltar! Me arrependi amargamente daquilo. O apartamento do Cauê era perto do lugar da festa então nós demos uma rapidinha e voltei para a festa para descobrir que o Henrique estava fazendo com a vadia ruiva o mesmo que eu estava fazendo com o Cauê. E, quando eles voltaram (o apartamento do Henrique também era próximo), pela cara da vadia, o Henrique não tinha pinto de agulha. Lembrei que eu tinha visto de relance no colégio quando os idiotas abaixaram a calça dele no recreio, mas não apareceu tudo e eu também desviei o meu olhar porque não queria que meu amigo passasse por mais vergonha que aquilo. Mas confesso que, naquela noite, fiquei arrependida de ter desviado o olhar.

Felizmente, a relação do Henrique com a vadia só ficou naquela festa. Resolvi que meu antigo colega na friendzone deveria sair de lá. Liguei para ele no dia seguinte. Ele ficou surpreso que eu ligasse e a gente marcou de jantar na terça-feira. O Henrique estava mesmo muito diferente, me falou das viagens que fez, das namoradas que teve (brevemente, acho que só para eu perceber e valorizar o que havia perdido naqueles anos), do emprego que lhe era prometido com aquele currículo invejável. Quando eu falava com ele do tempo do colégio, ele queria desconversar. Depois vim a descobrir que ele se culpava por não ter tido algumas atitudes naquele tempo como dar um murro bem na cara daqueles valentões idiotas e me chamar para sair e que, por isso, não queria conversar sobre aquele tempo. No fim daquele encontro, para a alegria dele (e a minha) demos nosso primeiro beijo. E então vi novamente o olhar do rapaz adolescente apaixonado, só que agora no corpo de um homem. Fiquei muito feliz!!

Começamos a namorar. Já digo que entendi o porquê da satisfação da ruiva, já que o Henrique não tem mesmo pinto de agulha. Ele sabe satisfazer uma mulher, com direito a café na cama e banho quente. Namoramos por quatro anos e hoje estamos noivos. Vamos nos casar em outubro, já compramos casa e móveis e estamos planejando a vida juntos. Eu quis contar minha história porque digo que um homem como o Henrique é o tipo de homem que a gente quer para a vida inteira. Arrependo de não ter dado uma chance para ele na adolescência, de não ter perdido a virgindade com ele, mas felizmente o universo me deu uma segunda chance. Por isso digo que, se você colocou seu amigo na friendzone, por favor, reconsidere sua decisão! Você pode estar perdendo um companheiro valioso e pode não ter a mesma sorte que eu tive de poder voltar atrás. Vai encontrar um pinto de agulha que só te dará injeção, mas nunca te fará uma mulher de verdade!

aconteceu_comigo

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Aconteceu Comigo* / Por: Gislaine Lima às 03:04
abr
11
2014

Prefiro não me identificar, pode me chamar de Loira do RH. Às vezes me pergunto como as pessoas conseguem criar determinadas situações. Aconteceu um fato comigo, há algum tempo. Eu poderia dizer que foi com uma amiga minha, mas não foi. A cagada foi minha mesma.

Entrei numa dessas lojas de departamento em busca de uma cinta modeladora que fosse do pescoço ao tornozelo, óbvio que não encontrei. Fiquei feliz ao encontrar um body modelador que colocasse tudo no lugar dentro de um vestido comportado. O body era tamanho 36 e eu decidi que entraria nele de qualquer jeito. Fui no vestiário experimentá-lo. Estica daqui, puxa dali e pronto! Vesti o body, fiquei com uma cintura de 60cm, sonho de consumo de qualquer mulher.

Daí pensei:

- Esse troço faz milagre! Caralho! É perfeito. Isso vai ficar bom com qualquer roupa, VOU LEVAR!

Decidi comprar o body, mas pra isso antes precisava tirá-lo. QUEM DISSE QUE O BODY SAÍA???
Estica daqui, puxa dali e nada. Só pensava em como eu sairia daquela situação, queria muito ter uma tesoura dentro da bolsa. Já estava imaginando o corpo de bombeiros chegando e me tirando de maca entalada no body. Queria simular um desmaio ou uma morte súbita de 5 minutos, mas nem morrer eu poderia naquela situação patética.

Ajoelhei chorando, juntei as mãos e pensei:
-DEUS, me tire de dentro desse body, ME DESENTALA e eu nunca mais peço nada, juro!

Levantei, juntei as poucas forças que eu tinha, enfiei os braços por dentro do body, me contorci como uma ginasta, alonguei músculos que nem imaginava que existiam, forceeeeeeei e PLUFT! Não, o body não saiu. O que saiu foi bosta. Sim, me caguei de tanta força que eu fiz. Puta merda! Aquele maldito body comprimiu todo meu intestino. Agora eu quis morrer de verdade, já estava na merda mesmo, foda-se se saísse no jornal do dia seguinte “Fulana morre entalada e cagada em body 36″.

Respirei fundo, mesmo sentindo aquele cheiro de merda, e só pensei numa maneira de sair dali. Vesti a minha roupa por cima, chamei minha amiga e disse pra ela pagar o body e dizer que eu gostei tanto que já ia sair dali usando-o.

Minutos depois saí do vestiário, sem olhar pra ninguém e fui embora pra casa. Em casa cortei o maldito com a tesoura e finalmente me livrei daquilo. Além da bosta avassaladora, ganhei duas manchas roxas nos braços de tão apertado que era. Me falta o ar só de lembrar!

Serviu de lição, nunca mais tento enfiar o Rio de Janeiro em Paquetá! Só da merda!

aconteceu_comigo

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Aconteceu Comigo* / Por: Gislaine Lima às 04:04
abr
03
2014

Oi Gi… Antes de mais nada, peço descrição sobre meu nome (em exatos 24 dias serei uma mulher casada), assim evitamos constrangimentos, ok?

Então, um belo dia resolvi mudar minha vida e a primeira atitude foi ir morar na bela Balneário Camboriú-SC, lá conheci um carinha, super, mega gente boa, porém era “japa”. Preconceito? Não, não…mas digamos que sou uma mulher que levo muito em consideração o tamanho de um pênis. Não sei explicar, mas gosto dos grandes. rs Como não conhecia muita gente na cidade, inventei de namorar com o japa. Ele era um rapaz boa pinta, gente boa, só não era bom de pinto. Na nossa primeira vez foi tensa, quando começamos nos esfregar, logo veio a decepção. Pensei, ele deve está nervoso, pq o negócio duro era mole, se é que vcs me entendem. Não tinha firmeza, consistência e era muito pequeno.

Não fiquei com tesão nenhum. Vontade de chupar? Nenhuma!!! Eu olhava e mais parecia uma maria-mole do oriente. Poxa, ele era um rapaz pra casar. Cuidava de mim e fazia tudo para me conquistar. Meu relato vale como questionamento, falar que tamanho não é documento, que não se deve levar em consideração o pinto do homem é fácil. Mas como levar um relacionamento em que você não se satisfaz sexualmente? Sou mulher e também mereço gozar!!

Nesse mesmo dia (a nossa primeira vez), mesmo sem tesão, não parei e quis ir até o fim. Transamos, ele gozou e pronto. A partir daí comecei a questionar comigo mesma, ele era ruim de cama, tinha pinto pequeno, mas se superava em outros quesitos como namorado. Mesmo com a “pequena” chance de sucesso, continuei o namoro. Todas as transas era a mesma coisa. Ele feliz e eu infeliz. Ele gozava e eu não. Ele com o pau meio mole e eu com a tcheca dura. Frustração total!!

Um dia, assistindo esses vídeos idiotas da internet, vi um com um tema mais ou menos assim: TUDO QUE VOCÊ NÃO QUERIA TER OU SER. Nesse vídeo aparecia homens com tetinhas, mulher com bigode, peitos caídos e homens com pau minúsculo. Eu ri bastante do vídeo e compartilhei com meus amigos. Quando ele chegou no meu apto mostrei o tal vídeo pra ele (porém havia esquecido da “pica de minhoca” dele) e após ver o vídeo, ele olhou pra mim e perguntou: MEU PAU É PEQUENO AMOR? EU ACHO ELE NORMAL, E VC, O QUE ACHA? Gente, pensa numa encruzilhada do demônio, em 5 segundos morri e ressuscitei, tentei disfarçar e respondi: “Que pergunta, pra mim é bem satisfatório”. Ele me olhou docemente e disse: FICO MUITO FELIZ!

PQP!! Como eu iria falar pra ele que não sou feliz com o picachu dele?? É uma situação complicada! Ninguém merece ouvir “vc tem o pau pequeno demais”. E apesar de tudo, ele é feliz com o pau dele. Então não quis decepcioná-lo.

O namoro não foi pra frente. Não tive outra saída. Terminei. Sim, por causa da pica, eu confesso. Forçar a barra e tentar se “adaptar” com algo que não te faz feliz, é frustante. Um dia ele encontra a tampa da panela de miojo dele.

Meses depois conheci o meu noivo e então voltei a ser feliz. Vou me casar com toda a alegria e certeza de meu Deus!! hehe

Abraços galera!!!

aconteceu_comigo

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Aconteceu Comigo* / Por: Gislaine Lima às 04:03
mar
14
2014

Olá meus queridos, meu nome é Paulo e a história que irei contar agora, é de como eu consegui sair da friendzone… Foram seis longos anos nessa maldita fase, mais até que enfim acabou. Estou escrevendo de forma bem resumida, pois se for contar com mínimos detalhes vai se tornar um livro…

Tudo começou no ano de 2005, eu tinha 16 anos e estava cursando o terceiro ano do segundo grau, tudo o que eu queria era curtir a vida, amigos e algumas peguetes. A rotina era ir para o colégio de manhã, curso técnico na parte da tarde e vadiagem a noite, eis que ainda no primeiro bimestre do ano mudei a aula para o turno da noite, mas como não tinha nada para fazer, e o colégio era perto da minha casa eu ia quase que diariamente no final da aula do período da manhã, tinha varias amigas e amigos que ainda estudavam nesse período e eu adorava ir até lá para conversar, uma dessas pessoas que eu adorava conversar era a amiga que eu sempre esperei algo a mais, a Fernanda,

Nessa época eu ainda não sabia o que realmente sentia por ela. Ela morava perto da minha casa e sempre íamos embora juntos conversando e dando risadas. Mais eis que o destino embaralhou um pouco as coisas, um amigo meu começou a gostar da Fernanda e uma amiga dela começou a gostar de mim, e aí começamos com aquela missão cupido, eu levava notícias do meu amigo para ela e ela da amiga dela para mim. Foi nessa época que começamos a conversar com mais frequência e descobrimos que éramos ótimos amigos, o papo fluía tanto que passávamos muito tempo conversando e na maioria das vezes esquecíamos de dar os recados dos amigos (kkkkk).

Essa rotina de conversas e risadas diárias se prolongou por muito tempo. Mas como nem tudo são flores, paralelo a esses momentos que eu tinha com ela, eu saía a noite, finais de semana e tal e ficava com outras meninas pois na época como já disse não sabia que ela era o amor da minha vida, e de contra partida ela foi se aproximando cada vez mais desse meu amigo e os dois começaram a namorar. A nossa rotina de conversarmos sobre tudo e todos, todos os dias no final da aula não parou, e foi mais ou menos nesse momento que comecei a perceber que eu gostava mais de conversar com ela toda manhã, do que conversar a noite com outras meninas que eu ficava de vez em quando.

Como morávamos em cidade pequena e o que mais tem nessas cidades é a língua do povo, algumas pessoas começaram a falar que eu e ela ficávamos e a gente se revoltava com isso. A gente até brincava que iríamos embora dali, viver em outra cidade (eu sempre quis que isso fosse verdade).

Até que no dia 13.10.05 tudo mudou de vez, pelo menos para mim, era um sábado a noite, estávamos reunidos na casa de um amigo (eu, 2 amigas, 2 amigos, ela e o namorado) para assistir filme. Íamos todos dormir lá. Estava tudo bem até que a Fernanda e o César (namorado dela) brigaram, ele foi embora e nós continuamos lá assistindo filme. A Fernanda estava chateada com a briga e disse que queria desabafar, mas antes fui na minha casa pegar um casaco meu para emprestar pra ela, era uma noite fria, na volta ela começou a choramingar e eu para acalentar dei um abraço nela, foi o nosso primeiro abraço e eu sei que é bem tosco, mas aquele abraço foi demais, posso afirmar que foi o melhor abraço da minha vida.

Nossos amigos logo foram dormir, no entanto nos dois fomos para outra sala, aonde eu iria dormir. Ela ficou ali comigo conversando até que uma hora ela deitou do meu lado, nossas bocas ficaram menos de 10cm de distância e eu não a beijei, tive muita vontade, sentia uma chama doer dentro de mim, mas eu respeitei o relacionamento dela com o meu amigo. Mais tarde ela foi para o quarto da Mari dormir e não rolou nada. Mas foi exatamente nesse dia que eu me dei conta que eu amava ela!

Depois desse dia não diminuí o volume das nossas conversas, mas era um tormento muito grande pois não tinha ela do jeito que eu realmente queria, passei a falar com frequência para ela “porque o teu namorado não é um idiota? Alguém que eu odeio? Assim eu poderia ficar contigo sem peso na consciência”, mas infelizmente ele não era e nunca foi um idiota, era meu amigo e considerava ele muito. Como diz a música do Zezé de Camargo e Luciano “o tempo passou e eu sofri calado”…

Esse martírio se alongou por dois anos e enquanto esse amor me corroía, eis que surgiu uma oportunidade de morar em outra cidade, era tudo o que eu queria, já que não podia ter ela melhor me afastar mesmo, fui morar com um casal de primos na capital SP. A nossa despedida foi ótima a gente colecionava várias coisas tipo, palitos de picolé, papel de bala entre outros e tudo isso estava guardado com ela junto de uma agenda que eu sempre queria ler e ela não deixava, o meu sonho era ler aquela agenda, pois na minha cabeça lá estava escrito que ela me amava e que eu era o homem da vida dela.

Pois bem, no dia da minha despedida ela me deu a agenda com duas fotos dela de quando era criança e as nossas coleções, estava muito ansioso para ler e li antes de embarcar para SP, tive uma grande decepção pois o que eu queria não estava escrito, era apenas palavras de amigo para amigo e datas importantes que ela passou com o namorado, esse dia foi o pior e mais dolorido da minha vida. Foi o empurrão final pra ir embora.

A vida em SP estava começando e eu estava muito motivado a nunca mais voltar por essa desilusão amorosa e o que eu mais queria era conseguir esquecê-la. Trabalhei que nem um cavalo em SP e já fazia um ano e pouco que estava aqui, foi quando conheci a Cilene, uma moça bonita e companheira. Namorei um ano com ela e finalmente consegui parar de pensar na Fernanda, estava convicto de que deveria morar com a Cilene e foi o que eu fiz, moramos juntos por mais dois anos. Nesse tempo não tive contato nenhum com a Fernanda, sabia apenas que ela morava na mesma cidade e que ainda namorava com aquele velho amigo.

No dia 29.06.11 eu tive uma briga com a Cilene e fui para minha cidade sozinho, era um sábado a noite e eu liguei para o João (um amigo meu) para saber se ia rolar alguma festa pois queria espairecer a cabeça. Ele disse que tinha um aniversário de uma amiga e que eu podia ir junto. Topei e lá fomos nós! Quando cheguei lá, adivinhem? Dei de cara com a Fernanda! Ela estava linda como sempre, fiquei totalmente sem reação, algo acendeu no meu interior, impossível descrever, no momento precisei ser forte e disfarçar, eu diria que eu me virei nos 30, a cumprimentei rapidamente e fui logo conversar com meus amigos. Ah, eu também cumprimentei o namorado dela.

Durante a festa, percebi que ela me olhava muito e ficava um pouco nervosa quando eu retornava o olhar, o tempo que fiquei na festa foi assim, trocamos olhares a todo instante. Eu não aguentei ficar muito tempo na festa. Inventei uma desculpa pro João e fui embora dormi na casa dos meus pais. Eu  não consegui parar de pensar na reação dela ao me ver, e na segunda-feira pela manhã quando eu estava voltando para SP, liguei para uma amiga em comum e pedi o número da Fernanda. Queria conversar um pouco com ela, tinha ficado instigado com o acontecido do sábado a noite. E claro, queria muito ouvir a voz dela.

Quando liguei para ela, o mais mágico aconteceu, a gente não ficou fazendo cerimonias e conversando de forma formal, parecia que todos aqueles anos não tinha passado e nossa conversa foi a mesma alegre, divertida e gostosa como sempre. Falamos que não devíamos ter ficado tanto tempo sem se falar e prometemos um para o outro que iríamos manter o contato, e foi exatamente o que a gente fez, em pouquíssimo tempo estávamos conversando diariamente por celular e ela me deu uma notícia ótima, ela iria passar uma semana na casa da tia dela em SP e íamos poder nos ver sem ter ninguém para encher nosso saco ou ficar falando besteira.

No dia 19.09.11 saímos para conversar, passeamos pela cidade e jantamos juntos, não nos tocamos em nenhum momento, mais nos despedimos com a certeza de que estávamos apaixonados. Na semana seguinte eu terminei meu relacionamento com a Cilene, e na semana seguinte do meu término ela terminou o dela com o Cesar. No final de semana seguinte eu viajei para minha cidade e pela primeira vez de uma maneira mágica a gente ficou, era uma mistura de nervosismo com paixão intensa, algo inexplicável e maravilhosamente perfeito. Nos entregamos! Nos amamos! Foi incrível!

Depois desse dia, apesar de falarmos que iríamos dar passos devagar, já sabíamos que ficaríamos juntos para sempre e continuamos a construir nossa história. Poucas pessoas de extrema confiança sabem que estamos juntos hoje e eu sei que quando todos souberem, iram nos criticar a final ela era namorada de um amigo e eu também tinha namorada e largamos tudo para ficar juntos. Não me arrependo do que vivi com a Cilene e acho que a Fernanda também não se arrepende do que viveu com o Cesar, porém chegou um momento que o nosso amor falou muito mais alto que tudo isso, e a vontade de ficar próximo um do outro tomou conta da gente. Oro todos os dias para que a Cilene e o Cesar encontre seus caminhos, nossa intenção nunca foi magoá-los, embora isso seja inevitável. Torcemos muito para que eles sejam felizes!

Espero que quem leia essa história, tenha gostado e tenha entendido a minha situação e a da Fernanda… Nossos maiores obstáculos ainda estão por vir que é a descoberta das pessoas próximas da gente, e como já falei cidade pequena é foda, nossos amigos em comum (meu e do César) irão me odiar, a família do Cesar também, e com a Fernanda não será diferente. Porém o que me motivou a seguir em frente com a nossa história é muito maior que esses obstáculos, é amor de verdade, amor pra vida inteira. A nossa vida passa muito rápido para não aproveitar do lado de quem a gente realmente ama. A Fernanda está vindo morar em SP este ano ainda, e se Deus quiser a gente irá se casar e viver um do lado do outro porque é desse jeito que deve viver duas pessoas que se amam, o mais próximo possível.

Obrigado a todos que leram até o fim! E viva o amor!

aconteceu_comigo

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Aconteceu Comigo* / Por: Gislaine Lima às 11:10
out
31
2013

Sei que esse post foge um pouco do conteúdo do insoonia, mas sei que seu blog tem muitas leitoras e eu gostaria se possível de algumas opiniões femininas, desde já obrigado, e por favor me responda caso leia ele até o final.

Bom eu tenho 18 anos, jogo League of Legends faz 2 anos. O objetivo desse post é passar a experiência que tive há um mês, conheci uma garota inesquecível que só aconteceu graças ao League of Legends.

Há 2 meses em uma sexta-feira a noite eu estava jogando LOL com alguns amigos como de costume e faltava uma pessoa para fechar cinco. Um dos meus amigos, enquanto estávamos no Skype, sugeriu chamar a Tabata. Tabata? Que Tabata? Eu não conhecia, mas alguém do grupo já tinha jogado com ela antes.

Ela estava online, aceitou o convite e fomos jogar, sempre que faltava uma pessoa para fechar cinco, chamávamos a Tabata. Após algumas vezes jogando juntos decidi adicionar a Tabata no Skype e foi nessa sexta-feira que eu vi ela pela primeira vez, pela fotinha do Skype mesmo, uma guria linda.

Ela falava baixinho, parecia ter medo de acordar alguém.. e tinha. Descobri nesse dia que a Tabata tinha um namorado e já namorava com ele faz bastante tempo. Isso não fazia diferença para mim, eu apenas jogava com ela de vez em quando. Até que jogar com ela a noite toda virou rotina. Até que um dia percebi que eu estava sentindo algo a mais por ela. Gostava de tudo nela, do jeitinho dela, de fazer ela rir, enfim, eu estava apaixonado por ela.

A Tabata mora em SP, eu sou de SC . É muito longe sabe, não fazia sentindo nenhum eu começar a ter sentimentos por uma guria que morava longe e tinha namorado. Eu costumava dizer para os meus amigos que eu simplesmente “gostava” de jogar com ela mas, era mais que isso.Tentei de todas as formas ignorar este sentimento. Mas foi em vão. Quando me dei conta, eu só queria jogar LOL quando ela estava on, raramente jogava com os meu amigos.

Eu e a Tabata começamos a ficar íntimos, conversando com ela fiquei sabendo que ela morava com o namorado… e de uns tempos para cá estavam brigando muito, e que às vezes o motivo das brigas era eu. O namorado dela tinha muitos ciúmes de mim. Nesse dia perguntei pra ela se ela queria que a gente se afastasse porque eu não queria causar problemas para ela, me sentia as vezes até culpado, mas ela disse que não, que ela gostava de jogar comigo.

Certo dia eu tinha acabado de chamar ela no Skype e percebi que ela estava com a voz triste, ela tinha acabado de chorar. Neste momento, eu não consegui mais ignorar os meus sentimentos por ela e acabei contando a verdade, abri o jogo, mesmo sabendo que eu podia acabar com tudo, que talvez eu nunca mais falasse com ela. Mas cara, eu precisava dizer falar a verdade. Meu coração pedia por isso.

Eu sempre me importei de mais com ela, certa vez fiz até uma loucura, achei o número do trabalho dela pelo Facebook e liguei para saber como ela estava. Isso porque um dia antes disso ela saiu do nada do Skype e disse que a gente conversava depois, só que eu teria que esperar até a noite e nem tinha certeza se ela ia entrar ou não. Fiquei preocupado e liguei para ela.

Nesse dia que ela havia chorado, ela me perguntou porque eu me importava tanto com ela, foi aí que abri o jogo, disse tudo que estava sentindo e eu tinha me apaixonado por ela. Ela disse que o coração dela tinha disparado e que ela também gostava de mim desde o começo. A sensação na hora foi uma das melhores… saber que eu fui correspondido, sabe? Com isso a gente começou a se falar o dia todo pelo Facebook.

Ela trabalhava, tinha 18 anos e já tinha terminado o ensino médio, eu estou um ano atrasado, então estudo ainda. Nossa relação de amigos que jogavam juntos, passou para tipo um namoro virtual, eu nunca tinha me sentindo daquele jeito antes, não conseguia pensar em outra coisa sem ser nela, me senti feliz nesses dias como nunca.. só que tinha um grande problema, ela ainda morava com o namorado dela. Após alguns dias, ela disse que tinha terminado com ele, mas ainda morava lá porque é muito complicado sabe… não quero entrar em detalhes da vida da Tabata aqui.

Nós estávamos combinando o dia que iriamos nos ver, que talvez no final do ano quando ela pegasse férias poderia vim passar uns dias aqui em SC. Só que demoraria muito, nesse meio tempo eu tinha 17 anos e estava prestes a fazer 18. Conversei com a mãe, desabafei pra ela e disse o que estava acontecendo, disse que tinha conhecido a guria da minha vida e que queria visitar ela como presente de aniversário, foi bem constrangedor, mas ela me entendeu. A mãe tinha muito medo de eu ir para SP sozinho, sem nunca ter viajado antes, ir para uma cidade tão grande, perguntava se eu não tinha medo de levar um tiro do Ex dela.. Eu não tinha medo de nada. Lembro que eu disse para convencer ela “Mãe, eu prefiro me arrepender de uma coisa que fiz, do que uma que eu deixei de fazer”.

Ficou tudo combinado, eu ia visitar a Tabata. Peguei o Ônibus aqui em SC 18:30 de sexta-feira para chegar lá sábado de manhãzinha.. 12 horas de viagem, durante a viagem fui trocando mensagens com ela, que tudo não parecia real e não parecia mesmo. A Tabata ia me buscar na rodoviária.

Quando eu cheguei lá, vi ela encostadinha lá me esperando.. quando olhei nos olhos dela e fui abraçar ela, ah, essa cena vai ficar na minha cabeça pAra sempre. Logo em seguida nos beijamos, parecia um sonho, eu não sei descrever como eu estava me sentindo na hora. Foi uma sensação que nunca tinha sentido antes.

Era muito cedo, eu não havia tomado café, e ela também não, fomos em uma padaria comer alguma coisa.. e depois ficamos em um canto conversando e ficando. Eu não conhecia absolutamente nada em SP, pegamos metrô, e estávamos indo para o hotel que eu ia passar o final de semana lá.

Sem duvidas o melhor final de semana da minha vida, a coisa mais louca que já fiz, foi especial cada lugar que a gente foi, cada coisa que fizemos juntos, mas eu tinha que ir embora. =(

Ela foi me buscar no hotel para irmos na rodoviária comprar a minha passagem, no caminho indo de metrô, ela abraçada em mim e eu olhando pela janelinha, comecei a chorar. Senti que talvez fosse a ultima vez que eu fosse ver a Tabata, estar com ela, sentir ela.

Chegamos na rodoviária, ela tinha que trabalhar nesse dia, era 11:30 e ela teria que sair de lá 13:00 e o ônibus que sairia mais cedo de SP era as 19:30, eu não tive escolha e não teria como ela passar o dia comigo. A gente tinha planos sabe, de talvez ela vim morar em SC e tal, nesse dia em SP eu disse algumas coisas para ela, coisas que eu nunca vou esquecer, que acho que ela nunca vai esquecer tb, na hora da despedida foi o momento mais triste que eu tive que me conformar, nos beijamos de olhos abertos, tocando levemente os lábios dela, eu disse que eu amava ela. E deixei ela ir.

Sou um cara sentimental demais, sempre fui, e sempre me fudi por causa disso, eu não sei o que eu ia fazer quando chegasse em casa, tipo, ela era tudo sabe? Não conseguia prestar atenção na aula e tal.

Cheguei em casa, liguei para ela, conversei um pouquinho com ela, e fui falar com ela no facebook. Estávamos bem, até que ela sumiu.
Faz 1 mês mais ou menos que eu não consigo falar com ela. Eu não consigo esquece-la, eu realmente gosto dela, amo ela, e na ultima vez que conversamos parecia estar tudo bem, eu ainda tenho uma esperança minima que seja, devo estar me iludindo eu sei.

Foi os melhores dias da minha vida, não importa quanto tempo passe, eu sempre vou me lembrar desse final de semana que eu passei junto com a “Tabata”, se alguém leu isso aqui até o final e quiser comentar, me dando algum conselho, obrigado mesmo de coração.
E sim, eu já tentei falar com ela de varias formas, só que eu não consigo. Poxa eu disse tanta coisa para ela, sabe…coisas que acho que nenhuma menina esqueceria =/

Observação: Eu sei que ela ainda mora com o ex dela, não sei se voltaram sabe, e eu nunca quis continuar com esse negocio de namoro virtual, eu tipo disse o que realmente aconteceu.. A gente tinha planos caras… só que sei lá, acho que ela simplesmente achou mais fácil voltar com ex, ai ela não precisaria se mudar e tentar a vida aqui, as vezes tenho a sensação que ela está me ignorando. É sério, eu não consigo acreditar nisso, em terminar assim sabe? Sem nem uma conversa direito, o quão intimo a gente estava, não teria como só cortar a relação..

Não sei mais o que fazer. Desculpe pelas erros de português, vírgulas, acentos e etc. Se alguém puder me ajudar, agradeço. Tabaca, se você ler, por favor, pelo menos me dê uma explicação. =/ Obrigado.

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Aconteceu Comigo* / Por: Gislaine Lima às 04:09
set
30
2013

O que vou contar é algo que eu presenciei, parece mentira ou nosense, aliás, é nosense, mas aconteceu. Eu e meus amigos rimos demais! Aconteceu no mês passado, num show que teve na minha cidade. Sou de Nepomuceno/MG.

Estava eu e meus amigos curtindo o show, quando acontece o seguinte com uma turminha que estava próximo da gente. Uma garota decide gritar no meio do povo: “Nossa, alguém peidou. Que cheiro horrível”, daí a menina que estava na frente dela, olhou para trás e disse “o que que foi, minha filha? Tá achando que eu peidei?”. E isso já foi o suficiente para começar a confusão. Ficaram discutindo horas por causa do cheiro do peido. Uma falando que não peidou e a outra falando que alguém peidou. hauahaa

O namorado da menina que estava acusando alguém de ter peidado, olhou rindo para a menina da frente e disse:  “peidorreira”. Aí o namorado da suposta peidorreira disse: “Pq você tá chamando minha namorada de peidorreira? Você tá maluco?”.

Nisso, os namorados começaram a brigar de porrada e as meninas também. Foi aquela confusão. O Show até parou para polícia separar a briga. O melhor foi quando os policiais chegaram e perguntaram o motivo da briga.

A menina respondeu: – Ela tá falando que eu peidei.

hauhauhauhaua cara eu ri demais. Tem certas coisas que só acontecem na minha cidade. Eis um ótimo exemplo. Espero que tenham gostado. Não parece, mas é verídico. E a cidade toda está de prova. Sim, o motivo está rendendo até hoje aqui. Cidade pequena, sabe como é…

Um beijo pra peidorreira!

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Aconteceu Comigo* / Por: Gislaine Lima às 08:09
set
04
2013

Vou relatar uma história da minha infância no longínquo ano de 1999, início do ano, férias de verão. Meu avô tinha uma casa de veraneio, nada muito sofisticado, mas passávamos quase o mês inteiro de férias escolares na praia, o local? Ipanema Beach, não no RJ, lógico que não, a genérica do belo litoral paranaense…

Como viajávamos para Ipanema todo o ano conhecíamos todos os nativos, logicamente que criamos laços de amizade com vários deles, a brincadeira favorita era o esconde-esconde. A nossa segunda opção de divertimento era ir ao Super Mercado local e aproveitar de toda aquela degustação que era oferecida, bons tempos… A nossa incrível “gangue” era composta por 7 muleques entre 11 e 14 anos. Eu que me chamo Fernando, Ricardo meu irmão, Marcos, Andriws, André meu tio, Thiago e um muleque que ninguém sabia o nome e só era conhecido como gordo.

Eu como bom gordinho que era passava horas perto do supermercado, sabe como é gordo só faz gordice… Eis que em um belo dia me deparo com uma casa, com o portão entreaberto, e o que eu descubro? Parte do estoque do mercado exposto, empilhado do lado do portão, achei estranho, pois era do mesmo produto, o finado leite fermentado Parmalat… A notícia se espalhou rapidamente, e logo um de cada vez pegava uma caixinha e saia correndo, uma caixinha e saia correndo… Até que eu perdi a paciência, e fui falar com a dona da casa:

- Moça, essas caixas de leite fermentado pode pegar?

- Pode sim, mas tá fora do prazo de validade.

Nem liguei pra essa merda de prazo de validade, voltei carregado com todas as caixas de leite fermentado possíveis, usei até o carrinho de mão do meu avô, a piazada só faltou me carregar como herói naquele momento… Logicamente que nos entupimos de beber aquela merda de leite fermentado (mais pra frente percebemos que foi um grande erro…). Já estávamos de saco cheio daquela merda, eis que o Thiago teve a brilhante ideia, vamos usar isso como granada. Aquilo foi o estopim de uma guerra que terminou com vários hematomas e com a garagem da casa do Thiago toda zoada fedendo a vômito…

O pai do Thiago percebendo a confusão expulsou todos nós da casa, saímos correndo e levamos a guerra para a rua, para terminar como todo verão caiu uma bela tempestade, logicamente que em Ipanema Beach várias ruas não tem asfaltamento e aquilo começou a encher e várias caixas boiando… Num breve momento de distração veio uma caixa na minha direção e acertou a minha orelha, se fechar os olhos ainda vejo ela zunindo e me atigindo…

De repente, não mais que de repente, minha mãe chegou, e aí a porra ficou literalmente séria, levei um tapa que doeu mais que a caixa de leite fermentado na orelha… Meu irmão e meu tio se justificaram, e trataram de colocar a culpa em mim. Mas a minha vingança foi plena, logo todos nós fomos premiados, com tanto leite fermentado fora da validade o inevitável aconteceu… A caganeira foi sem igual. Passamos o resto do verão se revezando no banheiro. O Thiago, nunca mais foi visto, alguns dizem que se tornou Grão-Mestre da Maçonaria, outros dizem que ele apenas parou de andar com a gente… Até hoje recordamos desse verão, mesmo depois de tanto tempo. Aliás, parabéns ao meu amigo Marcos que assim como eu vai entrar para o clube dos papais.

aconteceu_comigo

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Aconteceu Comigo* / Por: Gislaine Lima às 10:08
ago
12
2013

Antes de tudo, não gostaria de ter meu nome vinculado à história.
Vou alterar o nome dos personagens e enfim… PRECISO DE AJUDA e preciso compartilhar a minha frustração. Frustação essa, que só amando mesmo para suportar.

O caso é que no primeiro ano do ensino médio fiquei muito amiga de um cara, tipo melhores amigos. Sentávamos juntos todas as aulas e onde eu estava ele estava junto. Durante os 3 anos do ensino mádio namorei com outros caras (inclusive da nossa turma) e logicamente eles odiavam esse meu amigo por sermos muito próximos (e ele tbm odiava meus namorados).

Enfim, acabou o ensino médio, nós nos formamos brigados, haviam acontecido coisas (não me lembro bem) que fez a gente brigar e paramos de nos falar. 2 anos após nos formarmos, nos reencontramos com uns amigos em comum em um bar e nesse dia ele se “declarou” e eu descobri que “friendzonizei” ele por 3 ou 4 anos sem saber ao certo disso.

Coisas vão, coisas vem, e nós acabamos ficando. No começo determinei que não seria NADA sério, mas após uns 3 ou 4 meses ficando sem compromisso ele acabou me pedindo em namoro. O problema ou não problema é que ele sempre foi muito, digamos… extrovertido. Do tipo que se você duvidar que ele saia correndo pelado no meio da rua, ELE REALMENTE SAI (já aconteceu).

Até aí sem problemas, já o conhecia e gostava desse lado dele, afinal, sempre fomos melhores amigos. Vergonhas alheias acontecem com frequência. Vira e mexe me perguntam “CARAMBA COMO VOCÊ CONSEGUE NAMORAR COM ELE?”. É, só amando mesmo! E o pior é que eu amo. Já relevei corridas pelado no meio de um churrasco, pirocóptero, peixinhos no meio do shopping ao chegar na “roda” de amigos, entre tantas outras coisas.

Mas o maior “probleminha” do nosso namoro é que ele é virgem. Um puta cara bombado que minhas amigas o denominam de Jacob (pela cor da pele e porte físico), mas virgem. E o pior. Broxa. A primeira vez que tentamos, ele ficou super nervoso, esqueceu de comprar camisinha, foi comprar, mas na volta, a mãe dele resolveu fazer uma visitinha no quarto bem na hora. O coitado ficou mais nervoso ainda. Resumindo, nada aconteceu

Sempre tentamos, e mesmo sem a mãe dele por perto, a pipa dele parece um avião de papel, 2 segundos de voo no pico e logo CHÃO. E ele sempre diz a mesma coisa, fala que é a primeira vez dele e que me ama muito e fica preocupado em fazer direito. Só que acaba não fazendo nada né… Sei lá, como mulher me sinto um lixo.

Eu não sei o que acontece com ele, ele apronta umas façanhas que só pode não ser normal. Veja só o que ele aprontou comigo nesse  fds…

No sábado fui em uma festa junina com minha amiga e ele foi jogar futebol com os amigos. Estava tudo combinado de nos encontrar na casa dele depois e finalmente rolar os finalmente. Super feliz achando que ia rolar o coito desvirginal, mas ele me apronta essa… Cheguei em casa, liguei para ele pra perguntar se estava de pé o combinado e o diálogo foi assim:

- Ele : aconteceu uma coisa muito hardcore eu já te ligo.
*20 min depois*
- Ele: você não tem noção, não tem como eu te explicar por telefone, você precisa ver. Minha irmã viu e está vomitando hauhauahau. (ele rindo).

Desliguei o telefone, pensei “caralho o que ele fez?” e fui para a casa dele.

Cheguei lá, ele pediu para eu não descer do carro, entrou no meu carro e me deu as direções da rua e fomos até uma rua perto da casa dele para ele me mostrar o que tinha acontecido. Já no local ele me conta a seguinte história:

“Então amor, eu estava no futebol com os cara e me deu uma puta vontade de cagar. Joguei mal de tão mal que eu estava passando. Saí do futebol e o meu amigo falou que eu teria uma outra partida, pois não estava completo o time e eu teria que jogar. Eu pensei “putz, e agora?”. Daí fui no banheiro primeiro e me aliviei do grosso, não dava para aliviar tudo porque banheiro de futebol é nojento né. E então joguei a segunda partida e no final começou aquela dor de barriga denovo. Vim embora rapidamente, mas não dava tempo de chegar em casa e estava doendo muito. Então eu abaixei as calças aqui e acabei cagando na frente de uma senhora que estava passando na rua. Olha aqui o meu cocô!!! Caguei, coloquei o capuz e saí correndo com a bunda de fora. Ninguém lá de casa acreditou, daí eu trouxe eles aqui para ver, depois de ver … minha irmã vomitou. kkkkkkkkk “. (ele rindo denovo).

¬¬

OK! Agora alguém me explica a necessidade dele cagar na rua e me levar para ver a merda que ele fez? E A NOSSA NOITE DE AMOR?

Ele sempre foi meio louco e extrovertido e etc etc etc MAS PRECISAVA DISSO? Eu toda serelepe achando que seria uma noite de vitória, mas não. O virgenzinho que eu amo, prefere cagar na rua.

Depois disso quis ir embora na mesma hora e ele insistiu para eu ficar. Acabei ficando de tanto ele insistir. Fui pra casa dele, ficamos deitado na cama por algum tempo, até que o clima começou esquentar. E adivinha?

ELE SAIU CORRENDO PARA O BANHEIRO E ME CONTEMPLOU COM UMA “LINDA” TRILHA SONORA DE TODO SEU SISTEMA FISIOLÓGICO FUNCIONANDO A 100%.

É, gente, não sei mais o que fazer. O que pensar. Não estou sendo compreensível? Estou sendo fresca? Meu Deus, eu amo ele, mas… nossa… essa foi demais pra mim.

aconteceu_comigo

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